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Após vitória apertada, Obama adota discurso de conciliação

Barack Hussein Obama, 51, reeleito presidente dos EUA, terá um segundo mandato com mais problemas pela frente, informa Raul Juste Lores, enviado a Boston. Um deles será o chamado abismo fiscal, o corte de US$ 600 bilhões nos gastos públicos, que deve abalar a recuperação da economia. Obama quer elevar os impostos dos mais ricos, mas enfrentará oposição do Partido Republicano do candidato derrotado Mitt Romney.

O democrata apelou para a conciliação no discurso da vitória, relata Luciana Coelho, de Chicago. Ele foi reeleito por uma coalizão mais magra do que em 2008. Os 365 delegados conquistados na eleição passada passaram para 332 — se incluídos os 29 da Flórida, com apuração em andamento. Mulheres, latinos e negros ajudaram na reeleição, mas com margens menores que em 2008.

O presidente reeleito dos EUA, Barack Obama, faz o discurso da vitória para cerca de 20 mil pessoas em Chicago, na madrugada de ontem; ele disse que “o melhor está por vir”.

Fonte: FOLHA DE S. PAULO

O erro do assessor II: forçar sua pauta de prioridades

Esse é o equívoco típico do assessor de personalidade forte, firmes convicções e que desfruta de considerável liberdade para opinar.

Teoricamente, é o assessor que todos gostariam de ter. Pode-se contar com ele para falar a verdade, ainda que dolorosa, e tem-se a certeza de sua lealdade e dedicação. Teoricamente. Porque, na prática, nem sempre é assim. No início do trabalho, tudo vai bem. Ele goza de uma latitude ampla para seu trabalho e é estimulado a dizer o que pensa, ainda que isso implique falar verdades incômodas. Suas sugestões são bem acolhidas e ele tem a satisfação de presenciar seu chefe utilizar seu trabalho e apoiar-se no julgamento dele.

O político vai para a frente de combate e o assessor fica na retaguarda, daí as diferenças

O problema aparece com o tempo. Cria-se, naturalmente, uma divisão de trabalho entre chefe e assessor. O político vai para a frente de combate, enquanto o assessor fica na retaguarda com a incumbência de pensar grande e mais adiante, pensar estrategicamente e municiar seu chefe com estudos, análises e dados. É então que começa a ocorrer um afastamento entre os dois, uma insistente divergência de perspectivas e, sobretudo, uma aguda discordância sobre prioridades.

O político vive o momento, as circunstâncias, o imprevisto. Está sempre exposto à mídia, ao enfrentamento com outros políticos. Em conseqüência, torna-se mais imediatista, suscetível a surtos de emocionalismo, mais sensível às críticas, mais intolerante e cada vez mais impaciente. O assessor, por seu lado, vive outra realidade. Ele está muito mais protegido desta pressão da dinâmica política, opera nos bastidores, trabalha num ritmo diferente que lhe permite escapar às pressões do imediatismo, pensa estrategicamente e desenvolve um senso crítico ainda mais exigente e apurado ao identificar os erros que seu chefe comete pela especial condição em que se encontra – na linha de frente.

O sinal visível desta situação é a mudança de comportamento do político, vis-à-vis seu assessor. Ela já não tem mais tanto tempo para conversar e discutir, revela-se mais sensível às críticas – as mesmas que antes acolhia com tanta boa vontade – não mais consulta seu assessor sobre certas matérias, torna-se mais seco, ríspido e impaciente nos contatos. Manifestando-se estes sinais, esteja certo, instalou-se um sério problema de trabalho e relacionamento entre você e seu chefe.

Para o político, a palavra do assessor perde força porque ele, não vivendo os desafios do momento, da realidade, a pressão do enfrentamento parece-lhe situado em outro mundo e suas idéias e sugestões são vistas como teóricas, carecendo de realismo, de senso de timing e, portanto, inoportunas. Para o político, as críticas de seu assessor são críticas ex post facto – isto é, críticas feitas a posteriori, com o benefício do tempo já passado e, assim, pouco úteis. Ainda que não sejam ditas desta forma, são recebidas como a antipática fórmula “Eu não disse?”. Frente a esta situação estabelecida, o assessor vive o seu dilema crucial:

Mantém sua posição mais distante – tentando assim preservar divisão do trabalho estabelecida de início ou

Passa a acompanhar o político na sua realidade cotidiana

Na primeira alternativa, consegue preservar sua visão de conjunto, as condições de pensar estratégicamente. O risco deste curso de ação, porém, é ser crescentemente percebido como descartável, desnecessário. Nesse caminho, a divergência sobre prioridades tende a cristalizar-se e o afastamento a aumentar. Para evitar que isso ocorra, o assessor tende a forçar mais ainda sua pauta de prioridades sobre o chefe, o que torna tudo ainda pior.

O político vive o imprevisto, é sensível e impaciente. O assessor pensa estrategicamente e desenvolve sua habilidade analítica

Na segunda alternativa, o assessor reconquista a sintonia de trabalho com seu chefe, ambos consensuam as prioridades e ele mergulha no mundo do político, reproduzindo no seu trabalho o mesmo imediatismo, tornando-se prisioneiro do conjuntural, do circunstancial, perdendo aquela condição de contraponto estratégico ao político, com a qual podia proteger sua retaguarda, pensar alternativas e manter as visões de conjunto e de longo prazo.

Ao adotar a segunda alternativa, na realidade, deixa de ser um assessor político para tornar-se um auxiliar. Esta condição significa não apenas um rebaixamento na sua auto-estima. Mais que isto, ela equivale a uma mudança radical na sua forma de viver.

Como assessor estratégico, trabalhando no gabinete, sua vida pessoal adquiria regularidade e previsibilidade. Trabalhava dentro de horários razoavelmente fixos, preservava seus fins de semana, tinha liberdade para fixar sua agenda e seus trabalhos.

Como companheiro do político, tal condição de vida não subsiste. Sua agenda é a do seu chefe, seus trabalhos perdem a continuidade, seu tempo estará sempre à disposição de uma chamada telefônica, sua mala sempre deverá estar pronta para a viagem não prevista, etc.

A resistência do assessor em mudar a divisão do trabalho original fundamenta-se, em grande parte, no desejo de possuir uma vida pessoal organizada, previsível e regular. Mas este é um argumento que, não tendo legitimidade na relação entre político e assessor, jamais é articulado.

Uma conversa aberta, franca e sincera costuma resolver tudo
Por isso, a saída é deslocar a discussão para o campo das prioridades – a razão por que o assessor tende a forçar sua pauta, a tentar impô-la ao seu chefe como a mais racional e a mais correta politicamente. Ora, como o chefe sabe que o que está em discussão não se limita às prioridades – uma vez que há componentes pessoais embutidos e escondidos dentro daquela discussão – sua reação é negativa: ele dá mais uns passos em seu afastamento do assessor.

O assessor deve evitar esse erro. Ao detectar os primeiros sinais do problema, deve preparar-se para conversar aberta e sinceramente com seu chefe.

Deve chegar a um acerto com ele, mediante o qual passa a se envolver mais na frente de combate, mas não ao ponto de perder as condições de exercer bem as funções para as quais foi contratado. Trata-se de reformular aquela divisão do trabalho original para poder preservá-la.

A franqueza ao abordar o assunto – antes que ele se agrave – e a disposição para aceitar as reformulações necessárias vai assegurar a sintonia entre ambos, junto da equilibrada e racional negociação das prioridades.

Fonte: Política para Políticos

Confiar nas realizações do passado para elegê-lo

Cuidado. O atraente está no futuro, no que ainda não foi feito.

O passado tem o poder de derrotar um candidato, raramente de elegê-lo.

Este erro, frequentemente cometido, inclusive por políticos de grande nome e experiência, decorre da presunção do candidato de que o eleitor vai valorizar, da mesma forma que ele valoriza, o seu passado de realizações. Em tese, isto é, em abstrato, o argumento faz sentido.

Experiência “bate de frente” com mudança, que atrai eleitores

O eleitor, de acordo com este pensamento acima, deveria sempre escolher o candidato que avaliza com seu passado de realizações as promessas que faz para o futuro, em detrimento daquele que tem pouco ou nada para mostrar do que já fez. Dito de outra forma, o candidato “experiente” deveria sempre sobrepujar seus adversários menos experientes. Confiado na solidez eleitoral deste argumento, a campanha do candidato “experiente” concentra-se na apresentação das obras e realizações, na tentativa de comprovar o quanto ele é superior aos seus adversários.

Na realidade, este posicionamento da candidatura apoia-se em alguns pressupostos que, de tão óbvios, normalmente não são discutidos na equipe de campanha:

1. Pressuposto de que o eleitor valoriza mais a experiência do que a inovação;
2. Pressuposto de que a principal função da publicidade é produzir peças destinadas a lembrar o eleitor que o candidato é o autor daquelas obras e realizações;
3. Pressuposto de que o eleitor, lembrado das suas realizações, faz o seguinte raciocínio: “se ele, quando esteve no poder, foi capaz de fazer tais e tais obras, se voltar ao poder fará mais ainda, ou pelo menos vai repetir seu desempenho”;
4. Pressuposto de que este raciocínio (eleitor) / argumento (candidato) é imbatível, na comparação com os argumentos dos outros candidatos.

Ainda que estes pressupostos sejam válidos para alguns eleitores, eles não possuem igual validade para a maioria. De fato, todos eles são discutíveis.

Pressuposto de que a experiência é mais valorizada que a inovação

Este pressuposto “bate de frente” com o sentimento de mudar que é dominante nas eleições. Eleições são momentos de mobilização de esperanças e expectativas, sobretudo para os segmentos mais necessitados da população. Nas eleições há sempre uma nítida pré-disposição para a mudança, da parte do eleitorado.

Em consequência, a candidatura identificada com a inovação e mudança encontra uma maior consonância com o sentimento da população do que aquela identificada com a continuidade, ou mesmo com a repetição do que já foi realizado. Isto não significa que as pessoas desmereçam o que já foi feito. Muito ao contrário, em geral o valorizam. Mas, já foi feito, está lá…. O atraente está no futuro, no que ainda não foi feito.
Pressuposto de que basta “lembrar” o eleitor

As lembrança do passado não garantem vitória ao candidato

A publicidade que força o recall das realizações passadas, para muitos eleitores, produz um efeito de desconforto. Ela não apenas vai contra o sentimento dominante pela mudança, mas é percebida como uma “cobrança”, um constrangimento. Ela opera com o seguinte argumento de persuasão: “você tem o dever de votar em mim porque eu já fiz tudo isto para você”.

Não é necessário insistir o quanto esta forma de persuasão é antipática, não apenas na política, mas em qualquer outra esfera da vida pessoal. O voto, que o eleitor considera seu, e em relação ao qual, a cada 2 ou 4 anos, sente-se livre para dele dispor como bem entender, parece-lhe que está sendo roubado por um argumento que, se ele o aceitar, não lhe dá espaço de escolha.

Pressuposto “quem já fez fará novamente”

Este argumento não é tão tranquilo como parece ao candidato. Primeiramente, porque suas realizações, pelo menos boa parte delas, deverão ser controvertidas. Haverá quem as conteste em si mesmas, ou a forma como foram executadas. Além disso, o eleitor possui uma percepção intuitiva de que os tempos são outros e as condições mudaram. E o que é ainda mais importante, que outros também podem fazer, e quem sabe, mais e melhor.

Implícito e contrabandeado no interior do argumento “quem fez, fará”, está outro argumento bem mais discutível: “os outros não têm condições de fazer”. Ora, é razoável aceitar-se o primeiro argumento, mas é uma demasia desejar que o segundo seja também igualmente aceitável para os eleitores.

Pressuposto de que o argumento é imbatível

De tudo que foi até agora exposto, fica claro que o argumento está longe de ser imbatível, na comparação com os outros. Ao contrário, ele possui várias fragilidades que somente aparecem quando se faz uma análise mais detalhada dos seus pressupostos. O erro, portanto, não está em usar o passado de realizações na campanha, de propô-lo como um avalista das intenções, e até mesmo de mostrá-lo como um diferencial, na comparação com outros candidatos.

O erro está em basear a campanha nele, fazendo-a voltar-se para o passado e apresentar sua publicidade de maneira pesada, forçando o eleitor ao constrangimento, criando nele a sensação de que está lhe devendo o voto. A campanha tem que olhar para frente, comprometer-se com as mudanças, sintonizar com as expectativas e sentimentos do eleitor. Este deve ser o tom e o espírito que domina a sua campanha.

As realizações passadas surgirão como um sub-tema, secundário e periférico ao tema central, embora funcionando como um reforço de credibilidade. O critério, para selecionar o que buscar do passado para a campanha, deve ser um “gancho” estabelecido com um projeto para o futuro. Nunca a mera rememoração do passado.

Fonte: Política para Políticos

Comerciais de TV III: As 7 diretrizes básicas

Produzir uma peça publicitária eficiente, que consiga “chamar a atenção” e destacar-se, entre tantos estímulos visuais em competição, é uma conquista e uma vitória.

1. Cada comercial deve desenvolver uma idéia e apenas uma
O comercial de TV, como regra limitado a não mais que 60″, tem a sua eficiência maximizada quando comunica uma idéia forte com clareza e imaginação. As campanhas, entretanto, recorrem cada vez mais a comerciais menores, de 30″ e até de 15″, nos quais é ainda mais óbvio que não mais que uma idéia pode ser apresentada.

O comercial é eficiente quando comunica uma ideia forte com clareza e imaginação

2. O comercial deve usar a TV como mídia visual
Quando se usa a TV, não se limite a dizer, mostre o que está dizendo. Conte a história com imagens: mostre a fábrica fechada, a praia poluída, o carro sendo arrombado. Faça com que o texto “saia” da imagem, que a mensagem seja corroborada pela imagem.

3. Cada comercial produzido deve ser freqüentemente repetido
Um mesmo comercial precisa ser visto mais de 5 vezes para produzir uma impressão em quem o assiste. Nas pesquisas psicológicas, concluiu-se que são necessárias 3 vezes para registrar o comercial. Entretanto, estas pesquisas são feitas em condições de laboratório.

Na situação real, onde o comercial em questão disputa a atenção do espectador com inúmeros outros estímulos visuais, os publicitários consideram que 5 vezes é o número mínimo para o registro mental. A partir da quinta visualização, termina a fase de registro e começa a do aprendizado. A repetição também atende ao princípio básico da publicidade eleitoral, embora há que estar atento para a possível “saturação”. Se o comercial é muito bom, e produziu os efeitos que se desejava, já pode ser retirado do ar por algum tempo e depois retornar, ou ainda, partes dele podem vir a ser reaproveitadas num outro comercial.

4. Cada comercial deve ser pré-testado e orientado por pesquisas
As pesquisas vão identificar os sentimentos do eleitor, suas opiniões, prioridades e imagens dos candidatos, informações a partir das quais os comerciais serão concebidos. Antes de ir ao ar, os comerciais devem ser pré-testados em grupos de discussão (focus groups). Este pré-teste não é prerrogativa de campanhas ricas.

Campanhas com menos recursos, que não podem desperdiçar nenhum real, precisam deste teste mais que as ricas. Durante a campanha, os comerciais poderão ser testados ainda pela pesquisa de “tracking” diário. 5. Cada comercial deve contar uma história
A política é intrinsecamente dramática. A TV, mais que outras mídias, presta-se admiravelmente bem para contar histórias. A mensagem do candidato sempre envolve um drama: problemas sociais que se individualizam na vida das pessoas, “bandidos” que causam aqueles problemas, o ambiente social onde eles ocorrem, o “mocinho” bem intencionado e corajoso, comprometido a resolver os problemas, as dificuldades que ele enfrenta, a sua luta contra os adversários, tudo semelhante às novelas, filmes e narrativas da TV convencional. A idéia que você quer passar para o eleitor pode e deve ser contada como uma história. A história tem enredo, e o enredo tem o poder de conectar as partes de sua mensagem (p.ex. diagnóstico, crítica e proposta), ajudando o eleitor a retê-la.

“chamar a atenção” e destacar-se, entre tantos estímulos visuais em competição, já é uma grande vitória

6. Comercial de ataque
Dificilmente você deixará de fazer algum comercial de ataque. Neste caso, a estrutura da peça é padrão: você está em luta contra um inimigo para proteger a população. No ataque o inimigo é o preto e branco, a trilha sonora nervosa ou assustadora, rostos ansiosos, tensos e assustados, e o “herói” é o colorido, a trilha é melodiosa, as pessoas estão felizes e o ambiente é agradável. O ataque em comerciais curtos deve ser rápido e letal. É uma bofetada. Fotos de pessoas e de documentos, ou cenas curtas, dão suporte a uma acusação direta e grave contra o adversário, reforçadas por vezes pelo letreiro na tela contendo a mensagem que se deseja que o espectador retenha.

7. Cada comercial deve abrir seu espaço para sobreviver
Não basta fazer um comercial bem feito, e ter o espaço disponível para veiculá-lo. Cada comercial compete com outros comerciais políticos e com muitos mais de natureza comercial, sem falar dos programas de TV. Conseguir “chamar a atenção” e destacar-se, entre tantos estímulos visuais em competição, é uma conquista e uma vitória. Para isto, a criatividade será indispensável.

O uso do humor, e a sensibilização pela emoção são as duas fórmulas mais usadas para atrair a atenção do espectador e a fixação da mensagem. Não é, contudo, uma tarefa fácil. Fazer humor na política é ótimo e funciona quando a peça é engraçada. Se não for, conte na coluna do prejuízo.

A peça emocional está sempre a um passo do mau gosto, do sentimentalismo barato, da exploração demagógica da desventura alheia. De qualquer forma, sua peça tem que ter a capacidade de chamar e prender a atenção, ficar registrada para que ela possa produzir os efeitos para os quais foi concebida.

Fonte: Política para Políticos

Assessor especial de Agnelo é assaltado em boteco no Gama

Enquanto joga um bilhão de reais na construção de um estádio para realizar quatro jogos pela Copa do Mundo, o governo do DF abandona a segurança.

Carros quebrados, policiais desmotivados, quase dois mil PMs “presos” nos postinhos que para nada servem, rotatividade absurda no comando da PM e da Polícia Civil.

E os marginais fazendo a festa. Ontem (6/11), até um assessor especial do governador Agnelo foi acabar num banheirinho de um boteco no Gama. Ele e mais outras pessoas, a maioria das quais filiada ou simpatizantes do partido do governador atenderam a ordem, e não poderiam fazer o contrário, de dois assaltantes.

Era umas 22h30 quando os dois assaltantes fizeram a limpa, levando a grana e celulares do comerciante e dos frequentadores. O cunhado do assessor especial de Agnelo ficou sem seu automóvel Gol, novinho em folha.

O boteco fica a 170 metros de um ”kinder ovo”, o postinho da PM.

Fonte: Gama Livre

A Esplanada baixou no Buriti

Dois ministros da presidente Dilma Rousseff cumpriram agenda nesta terça-feira (06/11) no Palácio do Buriti.

De manhã, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, esteve na sede do Executivo local onde participou de cerimônia para marcar a doação de terreno do governo federal para o GDF.

A área de 2,5 milhões de metros quadrados repassados pela União corresponde ao Itapoã. Com a doação, será possível regulariza o lugar.

Na parte da tarde, foi a vez de Paulo Bernardo, ministro das Comunicações. Esteve no Buriti por ocasião da assinatura do decreto que regulamenta o uso de área pública para serviços de infraestrutura e de telecomunicações (Lei das Antenas).

Em geral, quando a agenda envolve a participação de ministros, é Agnelo quem vai à Esplanada. Hoje, foi diferente. E o governador está todo, todo.

Fonte: Blog da Lilian Tahan

Obama é reeleito presidente dos EUA

Os norte-americanos deram ao presidente Barack Obama um segundo mandato, mas ainda não estava claro nesta quarta-feira de manhã se o presidente venceu no Estado decisivo da Flórida.A votação no Estado, que ficou marcado por uma prolongada polêmica na histórica eleição presidencial de 2000, ainda estava equilibrada demais para se declarar um vencedor muito depois de o republicano Mitt Romney ter admitido sua derrota na eleição geral.

Na manhã desta quarta-feira, Obama estava vencendo Romney por cerca de 45.000 votos, ou 0,53 ponto percentual, de um total de 8,27 milhões de votos na Flórida, com cerca de 99 por cento dos votos apurados.

“É 1h42 da manhã e eu acabei de ouvir que ainda existem pessoas votando em Miami-Dade”, escreveu no Twitter Chris Cate, porta-voz do secretário de Estado da Flórida, que é responsável pelas eleições. “Parabéns por seu compromisso de votar!”

A autoridade eleitoral do condado de Miami-Dade, que representa cerca de 10 por cento dos 12 milhões de eleitores registrados no Estado, informou que os resultados finais não estarão disponíveis até a tarde desta quarta-feira.

Até então, não ficará totalmente claro se Obama venceu no Estado, que ele levou na eleição de 2008.

Em uma igreja de Miami, centenas de eleitores ainda estavam na fila quando as urnas estavam prestes a fechar, às 19h de terça-feira.

“Eu acredito que Obama está fazendo um bom trabalho e ele vai fazer um trabalho melhor”, disse Michele Adriaanse, de 59 anos, que chegou para a votar às 18h30 e finalmente votou pouco antes da meia-noite. “Se nós não dermos a ele (Obama) a chance, as coisas vão voltar a ser como eram”, acrescentou.

A supervisora eleitoral de Miami-Dade, Penelope Townsley, disse a jornalistas que o atraso foi devido a “um volume extremamente alto de cédulas” e porque as longas filas forçaram alguns recintos a permanecer abertos após a hora oficial de fechamento.

A Flórida responde por 29 dos 270 votos que um candidato precisa no Colégio Eleitoral para conquistar a Presidência dos EUA. É o mais importante entre os Estados-chave da eleição presidencial, e por muitas contas era um Estado em que Romney tinha de vencer para ter chance de ser eleito.

As pesquisas mais recentes mostravam uma vantagem para Romney na Flórida, onde a recuperação econômica tem sido mais lenta do que em outros Estados e o desemprego atingiu níveis recordes.

Mas os democratas registrados para votar superaram o número de republicanos na Flórida por cerca de 5 pontos percentuais e Romney enfrentou vários ventos contrários no Estado.

Um projeto no Congresso apresentado pelo vice na chapa de Romney, o deputado Paul Ryan, para alterar o sistema de saúde Medicare para idosos foi um dos fatores citados como prejudiciais à campanha republicana no Estado, onde vivem muitos aposentados.

Na eleição de 2000, a Flórida deu impulso ao republicano George W. Bush na conquista da Presidência, com uma vitória no Estado por apenas 537 votos de vantagem. Houve diversas recontagens de votos devido à pequena margem de diferença.

Por Tom Brown

Fonte: Reuters

Oposição entra com representação contra Lula na PGR

Parlamentares da oposição protocolaram na tarde desta terça-feira, 6, na Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação para investigar suposto envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no esquema do mensalão. A iniciativa foi motivada por reportagens do Estado e da revista Veja, que nos últimos dias reproduziram informações do publicitário Marcos Valério nesse sentido. O deputado federal Roberto Freire, presidente do PPS, que liderou o pedido de investigação, afirmou: “Não damos às declarações de Marcos Valério ares de verdade. Apenas pedimos que sejam investigadas. Não podemos desqualificar uma denúncia só porque quem a faz é um bandido”. Também assinaram o documento os deputados Rubens Bueno (PPS-PR), Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) e os senadores Alvaro Dias (PSDB-PR) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Fonte: O Estado de S. Paulo

Vereador responderá por denúncias de compra de votos e poderá não ser diplomado

A cidade de Valparaiso de Goiás volta mais uma vez  às manchetes televisivas, desta vez para denunciar a compra de votos durante o processo eleitoral.

Com carreira promissora o jovem advogado Marcus Vinicius Mendes Ferreira foi um dos vereadores mais bem votados em Valparaiso de Goiás e  vai ocupar pela primeira vez uma da treze cadeiras da câmara, mas de acordo com uma denúncia formulada por um ex-assessor muitos destes votos foram comprados.

O Ministério Público de Goiás investiga a denúncia, uma cópia da gravação também  já foi entregue ao juiz do cartório eleitoral Dr. José Augusto. Se ficar comprovada a compra de votos o vereador eleito pode não ser diplomado. A voz da gravação ainda não passou por perícia más para o Juiz não há dúvidas  tratar-se do vereador, adiantou ainda que  conhece o advogado e que já participou de audiências com ele e que somente pedirá a  perícia caso o vereador se negar a assumir a sua própria voz.

A promotora que cuida do caso esta colhendo provas e pode ajuizar uma ação contra o parlamentar. Segundo a promotora  isso é uma conduta de extrema desonra,  corrupção e considera muito grave não pelo facilidade de ser gravado de ser pego ou de se produzir a prova disso, mas  por se tratar do valor ético da conduta que é o mais reprovável possível.

Os dois vereadores eleitos na cidade pelo (PTdoB), correm o risco de não ser diplomados. O jovem advogado aparece nas gravações comprando votos diretamente ou através de intermediários. e o vereador Bira-Céu tem problemas com a justiça da capital Goiana.

Fonte: Valparaiso em Foco

Até 19 de dezembro, TSE espera julgar 2 mil recursos

Passada a eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda tem de julgar cerca de 2 mil recursos envolvendo candidatos que disputaram cargos de prefeito e vereador. A presidente do TSE, Cármen Lúcia Antunes Rocha, afirmou ontem que todos os processos serão julgados até 19 de dezembro, data-limite para a diplomação dos eleitos no mês passado, tanto em 1.º quanto em 2.º turno. A presidente do TSE fez a previsão durante entrevista concedida a jornalistas após uma reunião de avaliação das eleições. Participaram do encontro, em Brasília, presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE) em todo o País.

Conforme os dados divulgados por Cármen Lúcia, 8.383 processos relacionados às eleições municipais deste ano chegaram ao TSE, dos quais 7.703 tratavam de registros de candidaturas. Até agora foram julgados 5.433 processos. Depois do 1.º turno, o tribunal teve de julgar processos para definir se haveria ou não 2.º turno em algumas cidades. Uma dessas decisões garantiu a Rubens Bomtempo (PSB) o direito de disputar o 2.º turno em Petrópolis (RJ) contra Bernardo Rossi (PMDB). Antes, o TRE do Rio havia recusado o registro da candidatura de Bomtempo, alegando que, no passado, quando prefeito da cidade, ele teve as contas rejeitadas. O candidato do PSB acabou ganhando a eleição.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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