Da redação
Enquanto a direita busca alternativas de liderança após a saída de Flávio Bolsonaro do país, a esquerda ainda assimila os efeitos da reeleição do presidente e discute a sucessão de Lula rumo a 2030, sem pressa, na avaliação de Carlos Lupi, presidente do PDT.
Lupi avalia que o debate avançará inevitavelmente, aos poucos e de forma dinâmica. Para ele, o processo não poderá ser controlado, embora Lula tente manter unido o grupo político.
“É claro que o Lula vai usar da posição e da liderança que ele tem para tentar manter o time unido. E é natural que seja assim. Mas ninguém conseguirá controlar a discussão sobre a sucessão. É da natureza humana”, disse Lupi à coluna.
O dirigente prevê o surgimento de movimentos e novos nomes dentro e fora do PT, também por uma questão de sobrevivência política no período pós-Lula.




