Da redação
O Vasco venceu o Vitória por 1 a 0 em São Januário na primeira partida das quartas de final da Copa do Brasil e terminou a partida protestando contra a arbitragem. Segundo Admar Lopes, diretor de futebol do Vasco, o clube foi prejudicado por decisões do árbitro, especialmente a expulsão de Cauan Barros no primeiro tempo, e por um possível pênalti não marcado em Spinelli.
Admar Lopes classificou a expulsão de Cauan Barros como “erro grotesco”, afirmando que o árbitro já acumula “péssimas atuações ao longo da carreira em jogos do Vasco”. O dirigente também declarou: “Os erros que ele cometeu aqui, principalmente o da expulsão do Cauan, foi um erro grotesco”. A respeito do lance com Spinelli, Admar reclamou da ausência de marcação de pênalti e disse: “Mais um erro grotesco”.
Durante o intervalo, Admar Lopes, Felipe e outros membros da diretoria vascaína foram ao gramado cobrar explicações da equipe de arbitragem enquanto esta se dirigia ao vestiário. Policiais precisaram conter os dirigentes diante da confusão, que prosseguiu na área dos vestiários, exigindo a presença de agentes da Polícia Militar e do Batalhão Especializado em Policiamento em Estádios (BEPE).
Apesar de atuar com um jogador a menos durante boa parte do confronto, o Vasco abriu vantagem na disputa pela vaga nas semifinais e agora precisa apenas de um empate no jogo de volta para avançar. Uma vitória do Vitória por um gol de diferença leva a decisão aos pênaltis, enquanto triunfo baiano por dois ou mais gols garante a classificação ao adversário.



