Da redação
Os bombardeios israelenses contra o Líbano danificaram 129 unidades de saúde, segundo o Ministério da Saúde libanês. A ofensiva resultou na morte de 100 profissionais de saúde e deixou outros 233 feridos. Além disso, 116 ambulâncias foram atingidas e seis hospitais precisaram ser fechados devido à destruição.
Em comunicado, o escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) de Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) no Líbano afirmou: “Esses incidentes constituem uma grave violação do direito internacional humanitário e comprometem seriamente o acesso da população aos serviços de saúde”.
Ataques a infraestruturas civis e de saúde são considerados crimes de guerra. Israel justificou as ações alegando que unidades de saúde seriam utilizadas pelo Hezbollah, mas organizações de direitos humanos contestam a acusação.
A situação se agravou após um aviso de evacuação de dois hospitais em Beirute, o que gerou preocupação à Organização Mundial da Saúde (OMS).
Segundo dados oficiais, os bombardeios trouxeram consequências severas para o sistema de saúde libanês e aumentaram o alerta de agências internacionais quanto ao respeito às normas humanitárias em conflitos armados.






