Da redação
Lula disse neste domingo (8) que o governo trava uma “guerra pela educação” no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A fala veio após visita à sala de monitoramento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), onde técnicos do Ministério da Educação (MEC) acompanhavam a logística.
“Uma guerra que significa paz”, disse Lula ao descrever a mobilização para o exame. Ele afirmou que 600 mil “soldados” ajudam os estudantes e que o trabalho busca garantir “total lisura”, sem que ninguém seja lesado. Também comparou a iniciativa a uma “guerra contra o retrocesso”.
Na visita, Lula estava acompanhado do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do presidente do Inep, Manuel Palacios. Ele acompanhou a distribuição das provas nos 1.900 municípios e destacou que 13,9 mil pessoas com mais de 60 anos se inscreveram, o maior número de idosos no exame.
Às 11h45, Barchini disse que 90% das provas já haviam chegado aos locais de aplicação e que os portões fechariam às 13h. O ministro afirmou que candidatos prejudicados por fatores climáticos terão direito à segunda aplicação, prevista para dezembro.
Mais de 5 milhões de pessoas se inscreveram nesta edição, o maior total desde 2021. A partir deste ano, o Enem passou a integrar o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), e todos os estudantes da rede pública foram inscritos automaticamente. A prova também serve para acesso à educação superior, certificação e avaliação da qualidade do ensino nas redes.




