Da redação
A Polícia Civil de São Paulo realizou nesta sexta-feira, 22, a Operação Marchand para investigar a atuação de um grupo acusado de roubar 13 obras e documentos históricos da Biblioteca Mário de Andrade, localizada no centro da capital, há cinco meses. A ação ocorreu em quatro cidades paulistas.
Segundo informações oficiais, o objetivo é desarticular a rede envolvida no tráfico de arte, responsável pelo crime que teve grande repercussão. As investigações apontam que a organização atua de forma especializada no furto e comercialização de obras raras, afetando acervos culturais relevantes.
Durante a operação, agentes cumpriram mandados simultaneamente nas quatro cidades, com foco em identificar todos os envolvidos e recuperar as peças roubadas. A polícia informou que o trabalho de inteligência vem sendo realizado desde o início das investigações, quando foi constatado o desaparecimento dos itens da biblioteca.
A direção da Biblioteca Mário de Andrade afirmou que colabora com as autoridades e reforçou a importância da recuperação das obras para preservar a memória histórica. “Estamos acompanhando de perto a operação e esperamos a devolução do patrimônio”, declarou um representante da instituição.
O caso é considerado um dos maiores referentes a furtos de arte do estado de São Paulo nos últimos anos, devido ao valor e à relevância dos itens levados. O material subtraído pertence ao acervo histórico da biblioteca, que é uma das mais importantes do Brasil.
A Operação Marchand integra esforços contínuos das forças de segurança para combater o tráfico de arte e proteger o patrimônio cultural brasileiro. As investigações prosseguem para localizar os responsáveis e resgatar as obras perdidas, segundo informações da Polícia Civil divulgadas nesta sexta-feira.






