Da redação
Vinte e dois países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Noruega, divulgaram nesta quinta-feira (11) uma advertência formal ao Irã. O grupo exige que o governo iraniano pare de atacar pessoas localizadas em territórios desses países, conforme comunicado conjunto divulgado oficialmente.
De acordo com a declaração, os governos condenam o que classificam como “conspirações letais e outras ações maliciosas” conduzidas por entidades estatais e de inteligência iranianas. Tais ações teriam ocorrido na Europa, América do Norte e Austrália, segundo o posicionamento divulgado pelos países signatários.
No documento, os governos alegam que as operações iranianas foram direcionadas contra “dissidentes iranianos, jornalistas e comunidades e interesses judaicos” em seus territórios, caracterizando preocupação com a frequência e o alcance dessas condutas atribuídas à república islâmica.
Os países envolvidos afirmam ainda, em nota, que “as tentativas de matar, sequestrar, perseguir, intimidar ou atacar de qualquer outra forma pessoas em nosso território minam a soberania nacional e as normas internacionais”. Enfatizando a gravidade das situações relatadas, os signatários pedem o fim imediato dessas condutas.
Para as autoridades desses países, as ações atribuídas ao Irã desafiam princípios fundamentais de respeito à soberania nacional e à segurança de populações específicas. As declarações reforçam cobranças à república islâmica para evitar novos episódios do tipo e garantir o cumprimento das normas do direito internacional.
Segundo divulgado, os episódios mencionados referem-se a atos condenados por diversos governos desde anos recentes, envolvendo tentativas de intimidação e violência a opositores e grupos minoritários no exterior. O comunicado conjunto representa mais um capítulo no histórico de tensões diplomáticas entre o Irã e nações ocidentais.




