Início Site Página 114

Quarta edição do Eixão Atípico promove inclusão e respeito em Brasília


Da redação

Neste domingo, 26 de abril, o Eixão do Distrito Federal recebeu a quarta edição do Eixão Atípico, evento promovido pela seccional da OAB/DF por meio da Caixa de Assistência dos Advogados e da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Autismo, com o objetivo de estimular inclusão, respeito e convivência.

Durante as atividades, o presidente da OAB/DF, Paulo Maurício Siqueira, afirmou que a iniciativa vai além da celebração e é considerada um ato político em defesa dos direitos constitucionais. “Mostramos, pela OAB, que o Estado precisa respeitar e dar todo o suporte para que tenhamos as pessoas incluídas em tudo o que a Constituição nos garante”, declarou.

Lenda Tariana, presidente da Caixa de Assistência dos Advogados, ressaltou que a iniciativa tem crescido a cada ano e destacou o apoio de mais de 150 empresas para a realização da edição. Ela enfatizou a importância do evento para promover o acolhimento e a interação entre famílias típicas e atípicas e afirmou: “O Eixão Atípico faz com que as famílias se sintam abraçadas”.

Segundo Flávia Amaral, presidente da Comissão de Defesa das Pessoas com Autismo da OAB/DF, o foco principal é criar espaços de convivência entre pessoas autistas e não autistas. “As pessoas autistas não querem estar reclusas; elas querem viver em sociedade”, afirmou. O evento incluiu atividades para incentivar leveza e integração social.

Outras lideranças da OAB/DF, como Gerson Wilder de Sousa Melo, também marcaram presença. Para ele, o evento representa política pública essencial, especialmente durante o mês de conscientização sobre o autismo, o “Mês Azul”. Lideranças de diversas subseções e comissões participaram das atividades ao longo do dia.

A programação incluiu espaço para depoimentos de famílias, como Maria Helena da Conceição e Kalina Lígia Rodrigues Paiva, que relataram a importância da participação para os filhos Davi e Artur, ambos de 6 anos. Pais destacaram a relevância do evento no processo de inclusão e convívio social das crianças.

Casa térrea costuma ter custo menor que sobrado na construção, apontam especialistas


Da redação

A escolha entre construir uma casa térrea ou um sobrado influencia diretamente o orçamento de quem pretende erguer uma residência. Segundo especialistas do setor, a decisão depende de diversos fatores além do valor do metro quadrado, como as características do terreno e os componentes estruturais necessários.

O custo final de construção não se resume apenas ao preço do metro quadrado. É preciso considerar variáveis como o tipo e tamanho do terreno, além da necessidade ou não de fundação reforçada. Casas térreas costumam demandar terrenos mais amplos, enquanto sobrados podem otimizar espaços menores em áreas urbanas.

Outro ponto relevante está relacionado à fundação e à laje, que são indispensáveis em sobrados devido à existência de dois ou mais pavimentos. Elementos como escadas e estruturas de sustentação também impactam no orçamento, podendo tornar a construção mais onerosa do que uma casa térrea de metragem semelhante.

Por outro lado, casas térreas podem exigir fundação menos complexa e apresentar menor custo com elementos estruturais. No entanto, a necessidade de um terreno maior pode elevar o investimento inicial, já que lotes amplos geralmente têm preço mais elevado, especialmente em regiões urbanizadas.

A forma de aproveitamento do espaço é fundamental para a análise do custo-benefício de cada projeto. Segundo engenheiros civis consultados, a opção mais barata pode não ser sempre aquela que aparenta menor valor na fase de planejamento, pois características específicas do terreno ou preferências de uso alteram significativamente o orçamento.

Construir um sobrado pode ser mais vantajoso em locais com terrenos pequenos ou restrições de espaço, enquanto casas térreas tendem a ser opção para quem dispõe de terrenos maiores. O cálculo detalhado dos custos deve considerar todas as etapas da obra, incluindo fundação, laje e acabamento, para possibilitar uma decisão adequada às necessidades do proprietário.

Distrito Federal oferece 713 vagas de emprego em agências do trabalhador nesta segunda


Da redação

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, a partir desta segunda-feira, 713 vagas de emprego para diferentes níveis de escolaridade. As oportunidades são voltadas tanto para quem já possui experiência quanto para quem busca o primeiro emprego. Os salários podem chegar a até R$ 2,5 mil.

Entre as principais oportunidades está a vaga para tosador no Guará II, destinada a candidatos com ensino médio completo e experiência comprovada. Outra função bastante procurada é a de açougueiro, com 40 vagas disponíveis, sem exigência de experiência prévia, apenas ensino fundamental completo. O salário para açougueiro é de R$ 1,7 mil.

Interessados em participar do processo seletivo podem realizar a inscrição pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou comparecer presencialmente a uma das 16 agências do trabalhador instaladas no Distrito Federal. O atendimento ocorre de segunda a sexta, das 8h às 17h.

Conforme informado, a inscrição realizada pelo candidato permanece válida para futuras vagas, porque o sistema das agências realiza o cruzamento automático dos perfis cadastrados com novas ofertas de trabalho que surgirem nas empresas.

Empregadores interessados em anunciar oportunidades ou utilizar os espaços das agências para entrevistas têm a opção de se cadastrar diretamente em uma unidade de atendimento. Também é possível encaminhar a solicitação pelo e-mail da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet) ou acessar o Canal do Empregador no site oficial do órgão.

As agências do trabalhador do Distrito Federal atuam como intermediadoras entre candidatos e empresas, facilitando o acesso ao mercado de trabalho. O sistema digital utilizado integra as informações dos inscritos, ampliando as chances de recolocação para diversas áreas profissionais.

Psicologia aponta que envelhecer destaca superficialidade das conexões mantidas por décadas


Da redação

A psicologia aponta que a parte mais solitária do envelhecimento não se resume ao isolamento em si, mas à percepção gradual de que muitas relações de décadas foram sustentadas principalmente por proximidade, rotina e obrigação, e não por afeto genuíno. A constatação ocorre com frequência conforme as pessoas envelhecem.

Estudos indicam que, com o passar do tempo, os laços formados ao longo da vida passam por transformações importantes. Com a aposentadoria, mudanças de moradia e perda de familiares ou amigos, muitas conexões acabam enfraquecendo, tornando evidente a fragilidade dos vínculos mantidos puramente pelo convívio diário.

Essa observação, segundo especialistas, pode gerar sentimentos de desconforto e solidão. No entanto, ela também oferece oportunidade para reflexões mais profundas sobre o significado das relações interpessoais e sobre a necessidade de buscar conexões baseadas em sentimentos autênticos, ao invés de formalidades ou obrigações sociais.

Ainda de acordo com profissionais da área, esse entendimento não é imediato, mas se desenvolve de forma lenta à medida que as interações sociais diminuem e a pessoa passa a refletir sobre o passado. Alguns relatam que, ao perceberem tal realidade, sentem-se motivados a reavaliar suas escolhas e os próprios relacionamentos.

Apesar do impacto emocional que pode trazer, reconhecer que nem todas as conexões foram pautadas pelo amor genuíno permite maior autoconhecimento. Essa nova compreensão pode orientar a busca por relações mais verdadeiras e por uma vivência social mais satisfatória na velhice, segundo relatos colhidos por psicólogos.

Dados complementares mostram que essa percepção é frequentemente descrita de forma silenciosa e transformadora. Ao envelhecer, o indivíduo tende a valorizar a autenticidade nas relações, questionando o que realmente significa se conectar com os outros de maneira sincera.

ICMBio abre seleção para Agente Ambiental Temporário em Taguatinga com salário de 2,5 mínimos


Da redação

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) abriu, nesta segunda-feira, processo seletivo para cadastro reserva de Agente Temporário Ambiental em Taguatinga, região de Brasília. A seleção, destinada a quem possui ensino fundamental completo, oferece remuneração de 2,5 salários mínimos e benefícios legais, conforme divulgado pelo órgão federal.

As vagas, enquadradas no nível III de chefe de brigada, exigem dedicação em regime de revezamento, podendo envolver turnos diurnos, noturnos e fins de semana, de acordo com as necessidades da unidade. O contrato será temporário, com duração máxima inicial de 24 meses, visando suprir demandas emergenciais da conservação ambiental.

O processo seletivo terá três etapas: análise curricular, Teste de Aptidão Física (TAF) e Teste de Habilidade no Uso de Ferramentas Agrícolas (THUFA). Segundo o ICMBio, essas etapas são fundamentais para avaliar experiência, preparo físico e proficiência no uso de equipamentos específicos da função.

As inscrições são gratuitas e presenciais, sendo realizadas de 4 a 8 de maio de 2026, das 8h às 16h, na sede da Floresta Nacional de Brasília, situada na BR-070 – Km 01, bairro Taguatinga. Os interessados deverão apresentar documentação exigida e cumprir todos os requisitos detalhados no edital oficial.

Com validade inicial de seis meses, o processo seletivo poderá ser prorrogado por mais 12 meses, a critério do Instituto. A iniciativa busca compor equipe temporária para atender ações urgentes relacionadas à proteção e manejo das unidades de conservação do Distrito Federal.

O ICMBio, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, atua nacionalmente na gestão de Unidades de Conservação. O edital completo, com informações detalhadas, está disponível nos canais oficiais do instituto.

Motorista é responsável por multa se passageiro estiver sem cinto, segundo CTB


Da redação

Motoristas que não exigem o uso do cinto de segurança de passageiros no veículo são responsabilizados conforme o artigo 167 do Código de Trânsito Brasileiro. A infração ocorre em todo o país e pode ser registrada a qualquer momento por agentes de trânsito durante uma fiscalização de rotina nas vias.

De acordo com a legislação, o condutor responde pela infração caso qualquer ocupante do veículo, independentemente da posição, esteja sem o cinto de segurança. A regra vale tanto para passageiros no banco da frente quanto no banco traseiro, sem exceções previstas para adultos ou crianças.

A penalidade aplicada a quem descumpre essa norma é considerada de natureza grave. O condutor recebe cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e é obrigado a pagar multa, cujo valor atual é de R$ 195,23. O registro dessa autuação pode impactar negativamente o histórico do motorista.

Além da penalidade para o condutor, a infração visa aumentar a conscientização sobre a importância do uso do cinto para reduzir riscos em acidentes. Autoridades reforçam que, além de prever sanções administrativas, a medida contribui para preservar vidas e minimizar lesões em eventuais colisões.

A obrigatoriedade do cinto de segurança se estende a todos os ocupantes do veículo, independentemente da distância percorrida ou do tipo de via. Segundo o Código de Trânsito, somente há exceções para veículos fabricados antes de 1984, que não possuem o equipamento de fábrica.

A fiscalização pode ocorrer tanto de forma presencial quanto por meio de imagens capturadas por câmeras de monitoramento urbano. O uso do cinto em todos os assentos é exigido por lei desde 1997, com a entrada em vigor do atual Código de Trânsito Brasileiro.

Distrito Federal lidera ranking nacional de transparência em remuneração de servidores públicos


Da redação

O Distrito Federal ocupa a primeira posição no ranking nacional de transparência das remunerações de funcionários públicos, alcançando nota 0,89. O levantamento foi divulgado em 22 de abril de 2026 por organizações da sociedade civil especializadas em controle social, com objetivo de avaliar o acesso e detalhamento das informações salariais.

O desempenho do Distrito Federal colocou a unidade federativa à frente de outros estados bem avaliados, como Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais. Foram analisados dados de 53 entes públicos, entre Estados e capitais, avaliando elementos como facilidade de acesso do cidadão e o grau de detalhamento das informações divulgadas.

De acordo com o estudo, o DF apresenta um modelo que permite à população consultar de forma clara e acessível quanto o governo paga a seus servidores públicos. Conforme destaca o levantamento, a prática de disponibilizar informações detalhadas fortalece o controle social e pode elevar o grau de confiança da sociedade nas instituições públicas.

Informações do Portal da Transparência do DF mostram que a pesquisa de remuneração de funcionários lidera o número de acessos, respondendo por 70% das buscas na versão web e 88% na plataforma mobile. Em março de 2026, o portal alcançou recorde de uso, ultrapassando 1,4 milhão de acessos.

Apesar do resultado expressivo do DF, o estudo aponta que muitos entes avaliados ainda não atingiram índices mínimos de transparência, o que evidencia desafios nacionais e reforça a necessidade de iniciativas voltadas ao aprimoramento do acesso aos dados públicos e da prestação de contas.

O relatório indica que avanços dependem da publicação de dados em formatos abertos, padronização das informações e maior detalhamento dos contracheques. Segundo o levantamento, essas medidas contribuem para aprimorar a fiscalização e aumentar a eficiência no uso dos recursos públicos.

Nova regra de transporte infantil define uso obrigatório de cadeirinha em 2026


Da redação

A partir de 2026, entra em vigor uma nova regulamentação para o transporte de crianças em veículos no Brasil. Segundo a norma, condutores devem observar regras específicas sobre o uso da cadeirinha, o local apropriado para cada faixa etária e quando crianças podem ocupar o banco dianteiro do carro.

A mudança determina que crianças de até sete anos e meio precisam ser transportadas obrigatoriamente em dispositivos de retenção, conhecidos como cadeirinhas, instalados no banco traseiro. O equipamento correto varia conforme a idade e o peso de cada criança, conforme detalhado na nova legislação.

Para crianças entre sete anos e meio e dez anos, a regra exige que permaneçam no banco traseiro utilizando cinto de segurança, sem a necessidade do uso da cadeirinha. Apenas a partir dos dez anos é que as crianças estão autorizadas a ocupar o banco dianteiro do veículo, sempre utilizando o cinto.

Caso o veículo não tenha banco traseiro, crianças menores de sete anos e meio podem ser transportadas no banco dianteiro, desde que utilizem o dispositivo de retenção adequado. Esta exceção também vale nos casos em que o número de crianças exceda a capacidade de assentos traseiros.

O descumprimento dessas regras pode resultar em multa e pontos na carteira do motorista, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. A nova diretriz busca aumentar a segurança viária e reduzir o número de acidentes envolvendo menores de idade no país.

Segundo dados das autoridades de trânsito, o correto uso da cadeirinha pode reduzir em até 71% o risco de morte em casos de acidente envolvendo crianças. Campanhas educativas devem ser intensificadas para orientar motoristas sobre as mudanças previstas para 2026.

GDF investe R$ 267 milhões no Cartão Material Escolar em seis anos


Da redação

O Governo do Distrito Federal investiu R$ 267 milhões no Cartão Material Escolar (CME) desde 2019, beneficiando estudantes de famílias vulneráveis inscritas no Bolsa Família. O programa atua em todas as regiões administrativas do DF e será mantido em 2025, segundo informações oficiais.

O CME concede crédito anual para a compra de materiais escolares em papelarias credenciadas, atingindo alunos da educação infantil, ensino fundamental, médio e especial. O número de estudantes atendidos quase triplicou, passando de 64.652 em 2019 para 167.042 em 2025, enquanto o investimento anual subiu de R$ 19,9 milhões para R$ 51,5 milhões.

Podem receber o benefício estudantes de 4 a 17 anos matriculados na rede pública. São R$ 320 para alunos da educação infantil, ensino fundamental e especial, e R$ 240 para alunos do ensino médio. O recurso tem como objetivo estimular a equidade e a autonomia, permitindo que as famílias escolham os materiais de acordo com a necessidade.

A secretária de Educação interina, Iêdes Braga, afirmou que o Cartão Material Escolar “garante equidade, fortalece a aprendizagem e movimenta a economia local”. Para Ranny Rezende, mãe solo e beneficiária do programa, a iniciativa “ajuda bastante, porque é muito material que eles pedem na escola”, relatando que sua filha pôde escolher materiais, como mochila de rodinhas.

Silvia Maruno, assessora especial da Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia, destacou o aspecto pedagógico, observando que o programa “proporciona as ferramentas para que a criança se organize e dá autonomia”. Segundo ela, é fundamental que cada estudante seja protagonista na própria educação.

Ceilândia é a região com maior número de beneficiários, com 31.321 alunos, seguida por Planaltina (16.924) e Samambaia (15.690). O DF conta atualmente com 572 papelarias credenciadas, sendo 89 em Ceilândia. O crédito é liberado automaticamente para famílias elegíveis e pode ser retirado no BRB após consulta no aplicativo GDF Social.

Zelensky acusa Rússia de terrorismo nuclear no 40º aniversário de Chernobyl


Da redação

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, acusou a Rússia de “terrorismo nuclear” neste domingo (26), nos 40 anos do acidente nuclear de Chernobyl, ocorrido ao norte do país. A declaração, feita nas redes sociais, aponta uma preocupação renovada devido aos impactos da guerra em curso desde 2022.

Zelensky alertou que a invasão russa “mais uma vez leva o mundo à beira de um desastre provocado pelo homem”. Ele destacou que drones russos sobrevoam regularmente a região de Chernobyl, afirmando que um desses equipamentos colidiu com a cobertura protetora da antiga usina no ano passado.

Segundo o presidente ucraniano, “o mundo não pode permitir que esse terrorismo nuclear continue”, defendendo que a melhor maneira de impedir novos riscos seria pressionar a Rússia pela suspensão dos ataques. O discurso ocorreu durante a cerimônia que lembrou o desastre de 1986, considerado o pior acidente nuclear civil já registrado.

Em meio à data simbólica, ataques de drones russos resultaram em três mortos e quatro feridos na Ucrânia durante a noite, conforme informações de autoridades locais. Em Sumy, um ataque matou dois civis próximos à fronteira russa, e em Dnipro, no centro-leste do país, outra pessoa perdeu a vida e quatro ficaram feridas devido à ação de drones e artilharia.

Na Crimeia, sob controle russo desde 2014, um ataque de drones ucranianos matou uma pessoa e provocou danos em casas e uma escola em Sebastopol, segundo o governador local. A Força Aérea ucraniana relatou ter interceptado 124 de 144 drones lançados pela Rússia, enquanto autoridades russas disseram ter abatido 43 drones.

A explosão de Chernobyl forçou milhares a se deslocarem e causou a morte de um número incerto de pessoas. Relatório da ONU de 2005 estimou 4 mil mortes confirmadas ou estimadas, enquanto o Greenpeace apontou quase 100 mil vítimas em 2006. Neste domingo, uma cerimônia reuniu centenas de pessoas em Slavutich, cidade para onde trabalhadores da usina foram transferidos após o desastre.

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -