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Nova regra de transporte infantil define uso obrigatório de cadeirinha em 2026


Da redação

A partir de 2026, entra em vigor uma nova regulamentação para o transporte de crianças em veículos no Brasil. Segundo a norma, condutores devem observar regras específicas sobre o uso da cadeirinha, o local apropriado para cada faixa etária e quando crianças podem ocupar o banco dianteiro do carro.

A mudança determina que crianças de até sete anos e meio precisam ser transportadas obrigatoriamente em dispositivos de retenção, conhecidos como cadeirinhas, instalados no banco traseiro. O equipamento correto varia conforme a idade e o peso de cada criança, conforme detalhado na nova legislação.

Para crianças entre sete anos e meio e dez anos, a regra exige que permaneçam no banco traseiro utilizando cinto de segurança, sem a necessidade do uso da cadeirinha. Apenas a partir dos dez anos é que as crianças estão autorizadas a ocupar o banco dianteiro do veículo, sempre utilizando o cinto.

Caso o veículo não tenha banco traseiro, crianças menores de sete anos e meio podem ser transportadas no banco dianteiro, desde que utilizem o dispositivo de retenção adequado. Esta exceção também vale nos casos em que o número de crianças exceda a capacidade de assentos traseiros.

O descumprimento dessas regras pode resultar em multa e pontos na carteira do motorista, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. A nova diretriz busca aumentar a segurança viária e reduzir o número de acidentes envolvendo menores de idade no país.

Segundo dados das autoridades de trânsito, o correto uso da cadeirinha pode reduzir em até 71% o risco de morte em casos de acidente envolvendo crianças. Campanhas educativas devem ser intensificadas para orientar motoristas sobre as mudanças previstas para 2026.

GDF investe R$ 267 milhões no Cartão Material Escolar em seis anos


Da redação

O Governo do Distrito Federal investiu R$ 267 milhões no Cartão Material Escolar (CME) desde 2019, beneficiando estudantes de famílias vulneráveis inscritas no Bolsa Família. O programa atua em todas as regiões administrativas do DF e será mantido em 2025, segundo informações oficiais.

O CME concede crédito anual para a compra de materiais escolares em papelarias credenciadas, atingindo alunos da educação infantil, ensino fundamental, médio e especial. O número de estudantes atendidos quase triplicou, passando de 64.652 em 2019 para 167.042 em 2025, enquanto o investimento anual subiu de R$ 19,9 milhões para R$ 51,5 milhões.

Podem receber o benefício estudantes de 4 a 17 anos matriculados na rede pública. São R$ 320 para alunos da educação infantil, ensino fundamental e especial, e R$ 240 para alunos do ensino médio. O recurso tem como objetivo estimular a equidade e a autonomia, permitindo que as famílias escolham os materiais de acordo com a necessidade.

A secretária de Educação interina, Iêdes Braga, afirmou que o Cartão Material Escolar “garante equidade, fortalece a aprendizagem e movimenta a economia local”. Para Ranny Rezende, mãe solo e beneficiária do programa, a iniciativa “ajuda bastante, porque é muito material que eles pedem na escola”, relatando que sua filha pôde escolher materiais, como mochila de rodinhas.

Silvia Maruno, assessora especial da Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia, destacou o aspecto pedagógico, observando que o programa “proporciona as ferramentas para que a criança se organize e dá autonomia”. Segundo ela, é fundamental que cada estudante seja protagonista na própria educação.

Ceilândia é a região com maior número de beneficiários, com 31.321 alunos, seguida por Planaltina (16.924) e Samambaia (15.690). O DF conta atualmente com 572 papelarias credenciadas, sendo 89 em Ceilândia. O crédito é liberado automaticamente para famílias elegíveis e pode ser retirado no BRB após consulta no aplicativo GDF Social.

Zelensky acusa Rússia de terrorismo nuclear no 40º aniversário de Chernobyl


Da redação

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, acusou a Rússia de “terrorismo nuclear” neste domingo (26), nos 40 anos do acidente nuclear de Chernobyl, ocorrido ao norte do país. A declaração, feita nas redes sociais, aponta uma preocupação renovada devido aos impactos da guerra em curso desde 2022.

Zelensky alertou que a invasão russa “mais uma vez leva o mundo à beira de um desastre provocado pelo homem”. Ele destacou que drones russos sobrevoam regularmente a região de Chernobyl, afirmando que um desses equipamentos colidiu com a cobertura protetora da antiga usina no ano passado.

Segundo o presidente ucraniano, “o mundo não pode permitir que esse terrorismo nuclear continue”, defendendo que a melhor maneira de impedir novos riscos seria pressionar a Rússia pela suspensão dos ataques. O discurso ocorreu durante a cerimônia que lembrou o desastre de 1986, considerado o pior acidente nuclear civil já registrado.

Em meio à data simbólica, ataques de drones russos resultaram em três mortos e quatro feridos na Ucrânia durante a noite, conforme informações de autoridades locais. Em Sumy, um ataque matou dois civis próximos à fronteira russa, e em Dnipro, no centro-leste do país, outra pessoa perdeu a vida e quatro ficaram feridas devido à ação de drones e artilharia.

Na Crimeia, sob controle russo desde 2014, um ataque de drones ucranianos matou uma pessoa e provocou danos em casas e uma escola em Sebastopol, segundo o governador local. A Força Aérea ucraniana relatou ter interceptado 124 de 144 drones lançados pela Rússia, enquanto autoridades russas disseram ter abatido 43 drones.

A explosão de Chernobyl forçou milhares a se deslocarem e causou a morte de um número incerto de pessoas. Relatório da ONU de 2005 estimou 4 mil mortes confirmadas ou estimadas, enquanto o Greenpeace apontou quase 100 mil vítimas em 2006. Neste domingo, uma cerimônia reuniu centenas de pessoas em Slavutich, cidade para onde trabalhadores da usina foram transferidos após o desastre.

Primeira-dama Janja da Silva lidera pressão para Lula extinguir taxa das blusinhas


Da redação

O ministro Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação, atua como principal articulador para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva envie ao Congresso projeto de lei ou medida provisória para extinguir a tributação de compras internacionais de até US$ 50. Segundo auxiliares, a primeira-dama Janja da Silva também pressiona Lula contra o imposto.

Janja da Silva, de acordo com relatos de auxiliares do chefe do Executivo, sempre se posicionou contra a criação da tarifa desde o início do debate em 2023. Mesmo após a implementação da cobrança, ela manteve a defesa pela isenção, posição que ganha destaque em ano eleitoral, segundo integrantes do governo ouvidos reservadamente.

Até o momento, o presidente Lula não decidiu sobre o fim da cobrança, pois ainda não encontrou alternativa para compensar a eventual renúncia fiscal. Uma das possibilidades em discussão é utilizar parte do aumento da arrecadação proveniente do encarecimento do petróleo para viabilizar a medida, conforme revelado por interlocutores do governo.

Dados oficiais apontam que a tributação rendeu R$ 5 bilhões aos cofres públicos em 2025 e, somente em janeiro de 2026, a arrecadação somou R$ 425 milhões, crescimento de 25% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No mesmo período, foram registrada 15,3 milhões de remessas internacionais, ante 11,4 milhões em janeiro de 2025.

Embora implementada para conter o consumo, a cobrança não parece ter reduzido o volume das importações, segundo dados das receitas dos dois anos. Técnicos do Ministério da Fazenda avaliam que o tributo contribui para o equilíbrio das contas públicas e corrige distorções geradas por produtos chineses vendidos abaixo dos valores de mercado.

No Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o imposto encontra respaldo especialmente entre representantes da indústria têxtil. Segundo o órgão, empresas desse setor relatam concorrência predatória de produtos asiáticos, reforçando a necessidade de manutenção da tributação.

PT aprova manifesto com propostas moderadas para atrair centro à reeleição de Lula


Da redação

O Partido dos Trabalhadores aprovou três documentos durante seu congresso nacional, encerrado neste domingo (26) em Brasília. O principal deles é um manifesto com tom menos crítico ao Judiciário, sinalizando aproximação com o centro político para ampliar o apoio à tentativa de reeleição do presidente Lula em outubro.

As resoluções aprovadas também abordam temas econômicos, com a defesa de mais verbas para assistência social, taxação das apostas eletrônicas e a proposta de tarifa zero no transporte público. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que “o manifesto, na minha opinião, a centralidade dele é falar para o país e chamar o centro para compor com o Lula”.

A direção do PT atuou para evitar polêmicas durante o evento e conter disputas internas que pudessem causar desgaste para Lula. Parte das manifestações iniciais do partido, mais incisivas contra o Judiciário, foram suavizadas no texto final do manifesto, que defende a reforma do Poder visando “democratização, mecanismos de autocorreção e fortalecimento do Estado de Direito”.

No contexto dos embates com o Judiciário, o partido criticou a influência do sistema financeiro no Banco Central e sugeriu que a taxa de juros fique abaixo dos atuais 14,75% ao ano — temas omitidos do manifesto final. O partido também reforçou a cobrança por taxação de sites de apostas e aumentos de impostos para as maiores faixas de renda.

Entre as propostas, consta a defesa da escolarização em tempo integral, redução da jornada de trabalho e a aprovação da PEC destinando 1% da RCL para o SUAS, estimado em R$ 36 bilhões em quatro anos. As discussões sobre reforma do estatuto do PT foram adiadas para 2027 devido à ausência de Lula, que passou por cirurgia para retirada de câncer de pele.

Concurso da Educação de Campos reúne mais de 20 mil inscritos sem incidentes


Da redação

A Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia de Campos realizou neste domingo (26) o maior concurso público já promovido pela pasta, reunindo mais de 20 mil inscritos em provas aplicadas em diversos locais do município. O certame ocorreu sem registros de ocorrências relevantes, consolidando processo de grande porte na área educacional.

Segundo levantamento preliminar do Instituto Consulplan, responsável pela aplicação, o índice de abstenção foi de 21,9% no turno da manhã e 18,7% no turno da tarde. Os percentuais estão dentro do esperado para concursos desse porte, refletindo o alto interesse dos participantes e regularidade na organização logística do evento.

A operação logística exigiu atuação coordenada em diferentes polos espalhados por Campos, garantindo cumprimento rígido de normas, integridade do certame e segurança dos candidatos. Especialistas apontam que o êxito operacional contribui com a confiança no processo, marcado pela transparência e lisura apontadas pelos organizadores.

O secretário de Gestão de Pessoas e Governança Digital, Wainer Teixeira, afirmou que “a primeira etapa do concurso, com a aplicação das provas, foi realizada com total normalidade, sem qualquer incidente ao longo do domingo, mesmo com mais de 20 mil inscritos”. Ele afirmou ainda que a taxa de abstenção ficou abaixo do normalmente observado em concursos semelhantes.

Ainda segundo Wainer Teixeira, “o resultado demonstra a confiança de professores e pedagogos, não só de Campos, mas também de outras cidades, em iniciar ou dar continuidade à carreira pública em um município que passa por uma reestruturação administrativa e tem oferecido novas oportunidades”. Ele destacou a satisfação da equipe e ressaltou que as próximas etapas já estão em andamento.

O concurso oferta vagas para diferentes áreas da educação, como Pedagogia, Educação Infantil, Ensino Fundamental para anos iniciais e finais, além de disciplinas como Arte, Ciências, Educação Física, Ensino Religioso, Geografia, História, Inglês, Libras, Língua Portuguesa e Matemática. O edital contemplou, pela primeira vez, profissionais com Licenciatura em Educação do Campo.

Divisões no bolsonarismo e avanço de Zema enfraquecem candidatura de Flávio


Da redação

Nikolas Ferreira rompeu publicamente com o núcleo ideológico do bolsonarismo na última semana, hostilizando Jair Renan Bolsonaro e gerando atritos com Eduardo Bolsonaro, Allan dos Santos, Kim Paim e Paulo Figueiredo. O episódio ocorreu em meio a disputas internas e reflete uma tensão presente há mais de um ano no campo bolsonarista.

A ascensão de Nikolas, desde o início de 2025, trouxe atritos devido à sua base própria e à movimentação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, que enfraqueceu o vínculo entre setores ideológicos e políticos da direita ligada a Jair Bolsonaro. Conflitos, como a disputa entre Carlos Bolsonaro e Carol De Toni pelo Senado em Santa Catarina, mostraram aliados próximos a Michelle e Nikolas atuando fora do controle da família.

O monitoramento de mais de 100 mil grupos públicos de WhatsApp, realizado pela Palver, indica que a divisão interna circula com força na direita. Flávio Bolsonaro aparece com 50% de aprovação e 50% de rejeição nas mensagens, sinalizando que ataques diretos a ele são tratados como traição por parte da base, o que inibe críticas por grandes atores do segmento.

Nikolas Ferreira, por outro lado, enfrenta 68% de rejeição nas mensagens, sendo a maioria dos ataques provenientes de bolsonaristas, não da oposição. De acordo com mensagens, o silêncio de Nikolas sobre Flávio Bolsonaro é intencional, indicando tentativa de construir capital político de forma independente. Algumas mensagens afirmam: “Nikolas está impulsionando todos que odeiam o Flávio”.

Simultaneamente, Romeu Zema surge como alternativa à família Bolsonaro. Ele possui 53% de aprovação, o melhor saldo entre os nomes conservadores, e seu volume de menções nas redes se aproxima do de Flávio. A postura combativa de Zema em relação ao STF, segundo mensagens, é vista com aprovação por apoiadores, diferenciando-o de Flávio.

A poucos meses das eleições, uma ruptura mais clara do grupo dissidente com a família Bolsonaro pode aprofundar divisões internas e favorecer Lula, que mantém coesão de campo e atrai quadros competitivos. Flávio, diante de tal cenário, enfrenta dificuldades para mobilizar militância e fortalecer sua candidatura.

Corinthians vence Vasco com um a menos e mantém invencibilidade de Fernando Diniz


Da redação

O Corinthians venceu o Vasco por 1 a 0 neste domingo (26), na Neo Química Arena, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mesmo com um jogador a menos durante toda a segunda etapa, a equipe paulista conquistou três pontos importantes e saiu da zona de rebaixamento.

O único gol da partida foi marcado por Matheus Bidu aos 37 minutos do primeiro tempo. Na jogada, Vitinho iniciou pelo meio, Rodrigo Garro deu um passe de letra e encontrou Bidu livre, que dominou e finalizou de direita no canto, sem chances para o goleiro Léo Jardim, levando a torcida ao delírio.

Apesar do domínio inicial do Corinthians, a situação se complicou ao final do primeiro tempo. Aos 44 minutos, o volante André recebeu cartão vermelho direto após falta em Thiago Mendes. O árbitro Davi de Oliveira Lacerda expulsou o atleta, medida endossada pelo comentarista de arbitragem PC de Oliveira.

Essa foi a segunda expulsão de André em seis partidas sob o comando de Fernando Diniz. O treinador chamou a atenção do jogador na saída de campo, e parte da torcida vaiou o camisa 49. O Corinthians já terminou dois jogos recentemente com um atleta a menos.

No segundo tempo, o Vasco aproveitou a vantagem numérica e pressionou em busca do empate, mas não conseguiu superar a defesa corintiana. Renato Gaúcho alterou o time para buscar o gol, enquanto o Corinthians ainda teve oportunidade de ampliar com Yuri Alberto, que desperdiçou chance clara aos 40 minutos.

Essa vitória marcou o sexto jogo seguido do Corinthians sem sofrer gols, feito que não se repetia desde 2014. O clube chegou aos 15 pontos e subiu para a 14ª posição. O próximo desafio será contra o Peñarol pela Libertadores na quinta-feira (30), enquanto o Vasco, com 16 pontos, enfrenta o Olimpia pela Sul-Americana.

Jeffim Rueda e Simone Moreno se casam com presença de Ana Maria Braga


Da redação

Jeffim Rueda, conhecido como um dos mentores do programa Chef de Alto Nível, oficializou sua união com Simone Moreno em uma cerimônia íntima neste fim de semana. O evento aconteceu em local reservado e reuniu amigos próximos, destacando-se pela presença de personalidades da gastronomia e da televisão.

Conforme divulgado pelo casal em suas redes sociais, convidados especiais participaram do casamento, incluindo Ana Maria Braga e Alex Atala, ambos integrantes do reality show culinário ao lado de Rueda. Momentos da celebração foram compartilhados nos stories do Instagram, mostrando descontração, música e pratos elaborados.

Ana Maria Braga esteve recentemente em destaque por um episódio durante a final ao vivo do Chef de Alto Nível, transmitida em agosto do ano passado. A apresentadora revelou antes da hora o nome do vencedor, Luiz Lira, surpreendendo a audiência e gerando diferentes reações nas redes sociais.

O resultado da competição já havia sido gravado, mas o anúncio aconteceu ao vivo. Durante o programa, Alex Atala entregou uma caixa a Ana Maria com a cédula do vencedor. Ao abri-la, a apresentadora exibiu acidentalmente o cartão com o nome escolhido pelos jurados. “Já foi”, comentou, ao perceber o ocorrido.

Na tentativa de minimizar o equívoco, Ana Maria Braga rapidamente anunciou de forma oficial: “Por decisão dos chef mentores, quem vence a temporada e ganha o título de Chef de Alto Nível é Lira”. Apesar do erro, o momento ganhou repercussão bem-humorada online, com piadas e memes entre os telespectadores.

O reality Chef de Alto Nível teve sua primeira temporada decidida a partir de provas previamente gravadas, enquanto a revelação do vencedor foi transmitida ao vivo. A participação de nomes conhecidos da culinária contribuiu para a visibilidade do programa e dos episódios marcantes envolvendo o elenco.

Distrito Federal abre 713 vagas de emprego em agências do trabalhador nesta segunda


Da redação

As agências do trabalhador do Distrito Federal iniciam a semana oferecendo 713 vagas de emprego para profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. As oportunidades estão disponíveis a partir desta segunda-feira nas 16 unidades do DF, com salários que chegam a R$ 2.500.

Entre as vagas em destaque, há uma para tosador no Guará II, destinada a candidatos com ensino médio completo e experiência na área. Já o cargo de açougueiro soma 40 oportunidades, sem exigência de experiência, para quem possui ensino fundamental completo. O salário dessa função é de R$ 1.700.

Os interessados podem se inscrever tanto pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital quanto presencialmente em uma das agências, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O cadastro realizado continua válido para futuras seleções, já que o sistema cruza perfis e ofertas.

O procedimento busca ampliar as chances dos candidatos, criando correspondência automática entre as qualificações e as demandas das empresas da região. Dessa forma, há possibilidade de participação em processos seletivos futuros, mesmo que o pretendente não seja chamado imediatamente.

Empregadores também podem participar do processo cadastrando novas vagas ou agendando o espaço das agências para entrevistas. Para isso, há opção de comparecimento presencial, envio de e-mail para gcv@sedet.df.gov.br ou uso do Canal do Empregador no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

O sistema, segundo as informações oficiais, visa facilitar o encontro entre quem procura emprego e as empresas que ofertam vagas no Distrito Federal. O cadastro nas agências permanece ativo e pode ser atualizado sempre que surgirem novas oportunidades compatíveis com o perfil do trabalhador.

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