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Inmet emite alerta máximo para chuvas intensas no Norte e Nordeste domingo


Da redação

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu neste domingo, 26, um alerta de chuvas intensas para áreas das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A medida foi tomada diante do risco de perigo causado por temporais, que podem provocar alagamentos, ventos fortes e outros transtornos graves nas localidades atingidas.

De acordo com o INMET, o alerta máximo envolve possibilidade de ventania destrutiva, queda de árvores e falta de energia elétrica. As autoridades meteorológicas recomendam à população que adote medidas de precaução e acompanhe as informações oficiais para reduzir os riscos diante do agravamento das condições meteorológicas.

O comunicado destaca ainda o elevado potencial de alagamentos nessas regiões, o que pode provocar interrupções em vias, dificuldades no deslocamento e danos à infraestrutura urbana. Os serviços de emergência permanecem em estado de atenção para responder rapidamente a ocorrências relacionadas às tempestades.

Segundo informações do INMET, o fenômeno esperado concentra-se principalmente em pontos vulneráveis dos estados do Norte e Nordeste, embora não haja especificação das cidades afetadas. As previsões apontam que o impacto das chuvas e dos ventos pode atingir áreas densamente povoadas.

Autoridades reforçaram o pedido para que moradores evitem enfrentar enxurradas ou se abrigarem em locais inseguros durante a vigência do alerta meteorológico. “Manter-se informado e adotar cuidados extras é fundamental para garantir a segurança”, destacou a nota do instituto.

O INMET alerta periodicamente a população em casos de eventos climáticos intensos, como medida preventiva para minimizar danos e proteger vidas. O aviso divulgado neste domingo reforça a necessidade de atenção às condições adversas, destacando o potencial de transtornos em larga escala nas regiões Norte e Nordeste.

Construção de casa de 100m² em abril de 2026 custa cerca de R$300 mil


Da redação

Construir uma casa de 100 metros quadrados em abril de 2026, no Brasil, exige atenção ao orçamento devido à variação de custos conforme o padrão da obra, localização e escolhas técnicas. Segundo dados de mercado, estimativas revelam diferentes cenários de investimento para quem deseja realizar esse tipo de projeto neste período.

O valor final para edificar uma residência de 100m² depende principalmente do tipo de acabamento desejado, da região onde será construída e das soluções técnicas adotadas. Especialistas do setor destacam que os preços de materiais básicos sofreram oscilações nos últimos meses, o que afeta diretamente o orçamento da construção.

Além do padrão construtivo, fatores como escolha de fornecedores, mão de obra qualificada e possíveis alterações no projeto durante a execução também impactam nos custos totais. Optar por acabamentos mais sofisticados ou por tecnologias sustentáveis pode elevar significativamente o valor investido, enquanto escolhas mais simples tendem a reduzir despesas.

Para auxiliar no planejamento, profissionais orientam sobre a importância de levantar informações detalhadas antes do início da obra. “Realizar um orçamento detalhado evita surpresas e permite que o investimento fique dentro do previsto”, afirma um engenheiro civil, destacando a relevância de pesquisas atualizadas de preços no mercado.

O investimento seguro requer acompanhamento constante dos custos durante todas as etapas da construção. Revisar periodicamente contratos com fornecedores e monitorar o andamento das obras são condutas recomendadas por especialistas para minimizar riscos de estouro no orçamento e garantir que o projeto seja concluído conforme o planejado.

Dados atualizados indicam que a variação de preços pode ser expressiva entre regiões e entre padrões de acabamento. Nos grandes centros urbanos, o valor do metro quadrado tende a ser maior, em comparação às cidades do interior, o que reforça a necessidade de planejamento financeiro personalizado para cada projeto.

BRB aposta em acordo entre Lula e Celina para garantir empréstimo de R$ 6,6 bilhões


Da redação

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, afirmou nesta semana ver com otimismo a possibilidade de um acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, para que o Tesouro Nacional aprove empréstimo solicitado ao BRB, visando fortalecer a instituição sem a exigência de bens públicos como garantia.

Segundo Nelson de Souza, o financiamento pretendido pode ser intermediado pelo Fundo Garantidor de Crédito ou por um consórcio de bancos. Ele ressaltou que o Governo do Distrito Federal nunca deixou de cumprir suas obrigações financeiras, assegurando que esta postura deve ser mantida. “Acredito firmemente que, por meio do diálogo e da liderança de Lula e Celina, será possível alcançar um entendimento em favor no aval que o Tesouro pode fornecer”, declarou.

O presidente do BRB recordou uma operação recente na qual o Tesouro concedeu aval para um empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios, em conjunto com cinco bancos, com prazo de 15 anos para quitação. Ele citou o caso como referência de viabilidade para busca de novos entendimentos em negociações similares ao pleito do BRB.

Na semana passada, uma assembleia geral de acionistas aprovou o aumento de capital do BRB, que pode chegar a R$ 8,8 bilhões. O banco protocolou pedido de empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito no fim de março, mas até o momento não obteve aval do Tesouro. A instituição enfrenta prazo até 29 de maio para realizar aporte de capital.

Para contornar a ausência de garantias, o BRB e o Governo do Distrito Federal ofereceram alternativas como imóveis, ações de estatais e a possível venda de parte da dívida ativa do DF, estimada em R$ 12 bilhões. O presidente do BRB reforçou a busca por soluções negociadas diante do cenário financeiro.

O contexto ganhou novo desdobramento após decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que derrubou uma liminar proibindo uso de bens públicos para fortalecer o patrimônio do banco. A medida, ainda sujeita à apreciação do plenário virtual do STF, ocorre após sanção da Lei Distrital nº 7.845/2026 em 10 de maio, intensificando discussões jurídicas sobre a situação do BRB.

Como recorrer multa de trânsito em 2026 com base em erros de autuação


Da redação

Motoristas autuados em 2026 podem recorrer multas de trânsito em todo o Brasil, observando os prazos e analisando possíveis erros na autuação. O procedimento é fundamental para quem busca cancelar penalidades e evitar pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Para iniciar o recurso, é necessário verificar atentamente a notificação recebida, conferindo dados essenciais como placa do veículo, horário e local da infração. Inconsistências nestes campos podem ser utilizadas no pedido de anulação da multa junto ao órgão responsável.

O condutor tem direito a apresentar a defesa prévia dentro do prazo informado na notificação. Caso a defesa seja negada, há possibilidade de recorrer à Junta Administrativa de Recursos de Infrações, detalhando falhas no auto de infração ou irregularidades no processo de notificação.

De acordo com especialistas em legislação de trânsito, erros comuns, como identificação incorreta do veículo, ausência de informações obrigatórias ou falhas na sinalização do local da infração, podem motivar o cancelamento da penalidade. É recomendável, segundo orientações, reunir documentos, fotos e testemunhas para fundamentar o recurso.

O acompanhamento atento dos prazos legais e das etapas do processo de recurso é fundamental para o sucesso da contestação. O motorista deve manter cópias de toda a documentação entregue e acompanhar o andamento do pedido junto ao órgão de trânsito competente.

Segundo orientações disponíveis para motoristas em 2026, agir com estratégia e atenção aos detalhes pode aumentar as chances de cancelar uma multa e preservar a CNH, desde que as fases sejam respeitadas rigorosamente e eventuais falhas na autuação sejam comprovadas com argumentação consistente.

Plenário do STF vai julgar venda de bens do DF para socorro ao BRB


Da redação

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu nesta terça-feira decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal que proibia o Governo do Distrito Federal de vender bens móveis e imóveis para ajudar na recuperação financeira do Banco de Brasília. O tema será decidido pelo plenário do STF entre 8 e 15 de maio.

O BRB enfrenta dificuldades financeiras em meio a investigações sobre possíveis fraudes bilionárias envolvendo negociação de carteiras de crédito com o Banco Master. A crise motivou medidas do Executivo local para tentar garantir liquidez e estabilidade ao banco, que tem papel estratégico no Distrito Federal.

A liminar de Fachin derrubou decisão do desembargador Rômulo de Araújo Mendes, do TJDFT. Essa decisão anterior suspendia dispositivos da Lei Distrital 7.845/2026, que autorizava a alienação de ativos públicos e a utilização de bens do governo para socorrer o BRB. O governo argumenta que a medida prejudica a capacidade administrativa.

Para Fachin, há plausibilidade nas alegações do Distrito Federal sobre grave lesão à ordem administrativa. O ministro destacou que a suspensão ampla e imediata de parte significativa da lei distrital impede a implementação de política pública estruturada pelo Legislativo e pelo Executivo locais.

O presidente do STF também acatou o argumento de que a interrupção da eficácia de dispositivos da lei, antes de ouvir as autoridades envolvidas e o órgão colegiado competente, limita significativamente a atuação do Poder Executivo. Segundo ele, tal restrição atinge a gestão do patrimônio público e o exercício das funções como acionista controlador.

A decisão tomada nesta fase processual ocorre na Suspensão de Liminar (SL) 1909 e ainda depende de referendo do plenário do STF. O julgamento está previsto para acontecer em sessão virtual. Relembra-se que o ex-presidente do BRB permanece preso, conforme decidido anteriormente pela Corte.

Código de Trânsito proíbe farol alto em ruas iluminadas das cidades


Da redação

Motoristas que utilizam o farol alto em ruas que possuem iluminação pública estão sujeitos a penalidades, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro. A prática, embora comum em áreas urbanas, é proibida pela legislação vigente e pode resultar em multa. O descumprimento da regra é passível de autuação a qualquer momento.

Muitos condutores acreditam que a infração está prevista no artigo 223 do Código de Trânsito Brasileiro, mas, na realidade, a legislação específica sobre o uso inadequado do farol alto está disposta em outro artigo. Essa confusão contribui para a continuidade da prática nas cidades brasileiras.

O uso do farol alto em vias iluminadas pode causar desconforto visual e riscos à segurança, principalmente devido ao ofuscamento da visão dos demais motoristas ou pedestres. Por este motivo, a legislação estabelece regras claras para garantir a circulação segura de veículos em ambientes urbanos com iluminação adequada.

Especialistas em trânsito alertam para a importância do conhecimento das normas ao conduzir veículos em áreas urbanas. O comportamento inadequado pode resultar não apenas em penalidade financeira, mas também em situações de risco para todos os usuários da via.

Segundo as regras do Código de Trânsito, o valor da multa para quem circula com farol alto em regiões com iluminação pública pode surpreender os motoristas desatentos. A fiscalização é realizada por agentes de trânsito, que registram a infração de acordo com o que está previsto na lei brasileira de trânsito.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, cabe ao motorista acionar o farol alto apenas em situações específicas e permissíveis pela legislação, especialmente em trechos sem iluminação pública. O descumprimento dessa determinação configura infração e está sujeito às sanções estabelecidas pelo Código.

Lula demonstra preocupação com possível vitória de Celina Leão e Michelle no DF


Da redação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem acompanhado de perto as movimentações em torno das pré-candidaturas ao governo do Distrito Federal para as eleições de 2026. Lula dá respaldo a dois nomes: Leandro Grass, do PT, e Ricardo Cappelli, do PSB, que até o momento não chegaram a um consenso sobre candidatura única.

Nos bastidores, a disputa segue sem definição quanto à união do campo progressista local. Lula, tradicionalmente menos envolvido nas eleições do DF, desta vez tem demonstrado engajamento incomum. Parte dessa atenção se deve às mudanças provocadas pelos eventos de 8 de janeiro de 2023 na dinâmica entre o Palácio do Planalto e o governo do Distrito Federal.

A relação entre o Executivo federal e o governo local ficou mais tensa após os atos que resultaram na invasão das sedes dos Três Poderes. O episódio instaurou, segundo fontes do governo, um clima de alerta permanente entre Brasília e o Palácio do Buriti, sede do governo local. Essas circunstâncias influenciam diretamente a condução das articulações políticas para 2026.

Lula delegou a intermediação entre Leandro Grass e Ricardo Cappelli, mas acompanha o processo por meio de contatos regulares com seus assessores. Ele questiona frequentemente se já houve avanços para a consolidação de uma candidatura única que represente o campo progressista na disputa pelo governo distrital.

A preocupação central do presidente está relacionada à possível vitória de Celina Leão, atual vice-governadora e considerada próxima de Michelle Bolsonaro. Michelle é apontada como provável candidata ao Senado. Conforme pesquisas recentes, Celina Leão aparece liderando as intenções de voto para o Executivo local.

O Distrito Federal possui eleitorado de porte médio em comparação a outras unidades da federação, o que historicamente resultava em menor atenção às eleições locais pela liderança petista. Os recentes movimentos políticos, porém, têm colocado o DF no centro das atenções do governo federal.

Golpe do falso entregador utiliza maquininha adulterada para cobrar valores elevados


Da redação

Golpistas têm utilizado a atuação como falsos entregadores para aplicar golpes em residências, prática que ganhou destaque recentemente em várias cidades do Brasil. O esquema, relatado em junho de 2024, consiste em enganar vítimas no momento do pagamento de supostas taxas pequenas, transformando a entrega de produtos em prejuízo financeiro significativo.

O golpe ocorre quando a vítima recebe um entregador que alega cobrar uma taxa extra, geralmente de valor baixo, para a finalização da entrega. Muitos moradores, diante da pressa ou da necessidade de receber o pedido, realizam o pagamento rapidamente, confiando na veracidade da operação.

Segundo relatos apurados, os criminosos utilizam maquininhas de cartão adulteradas ou com visor danificado, dificultando a conferência do valor real digitado. Em alguns casos, o golpe é praticado por aproximação, método tecnológico que permite a cobrança sem que a vítima veja a quantia exata sendo debitada.

Essas circunstâncias favorecem a ação dos golpistas. Muitas vítimas só percebem o valor elevado cobrado após consultarem o extrato bancário ou o aplicativo de pagamentos, quando o prejuízo já foi consumado. As autoridades orientam os consumidores a redobrar a atenção antes de concluir qualquer transação de entrega em domicílio.

De acordo com órgãos de defesa do consumidor, é fundamental que os moradores confirmem sempre o valor na maquininha, exijam o comprovante e, se possível, realizem o pagamento por meios digitais seguros dentro dos aplicativos oficiais de entrega.

O uso de tecnologia sofisticada nas fraudes, como maquininhas preparadas para adulteração de valores e cobranças por aproximação, tem dificultado a identificação imediata do golpe. Casos semelhantes vêm sendo registrados em vários estados, motivo pelo qual as autoridades reforçam a necessidade de vigilância durante pagamentos presenciais.

Juliano Floss fala sobre reencontro com Marina Sena após BBB 26


Da redação

Juliano Floss, influenciador digital, detalhou nesta quarta-feira seu reencontro com Marina Sena após 100 dias de confinamento no BBB 26. O ex-participante alcançou o terceiro lugar, acompanhado de Tia Milena e Ana Paula Renault, e relatou sua experiência em entrevista ao programa Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga.

Segundo Juliano, a possibilidade de rever Marina Sena após o reality era aguardada com expectativa. Ele também revelou que cogita mudar para o Rio de Janeiro, decisão nunca considerada anteriormente: “Estava vivendo em São Paulo, mas será que não vamos para lá agora? Quero muito entender o que está acontecendo e descansar”, afirmou.

O influenciador relatou que sua passagem pelo BBB mudou sua perspectiva sobre diversas questões pessoais e profissionais. “Fui para o BBB pelos meus sonhos. Não pagar aluguel já muda tudo. Estou completamente diferente. Ainda não processei sobre o apartamento”, comentou Juliano, refletindo sobre as transformações em sua vida.

Juliano abordou ainda o suporte recebido de Marina Sena para participar do programa e mencionou um desconforto envolvendo Samira no início do confinamento. “Eu tava assim: sou casado, fica se esfregando em mim? A mulher vai estar vendo lá de casa. Tenho dona e a dona é braba (risos).”

O participante esclareceu, entretanto, que o ciúme de Marina não foi um problema durante o confinamento. “Tô brincando, ela é de boa com esses trens de ciúmes”, explicou. Juliano destacou que nunca haviam passado tanto tempo separados: “Nunca ficamos mais de 15 dias separados”, disse.

Marina Sena teria incentivado Juliano a entrar no BBB, segundo ele mesmo relatou. “Quando ela olhou para mim e falou: ‘Ju, vai. Vai que sinto que isso aí vai ser bom para você. Só volta depois da final’”, recordou o influenciador.

Filhos e viúva de Erasmo Carlos disputam herança do cantor na Justiça


Da redação

Os filhos do cantor Erasmo Carlos, Leonardo e Gil Esteves, disputam na Justiça os bens deixados pelo artista, que morreu em novembro de 2022, aos 81 anos, no Rio de Janeiro, em decorrência de uma paniculite complicada por sepse de origem cutânea. O conflito envolve a viúva, Fernanda Esteves, e imóveis do espólio.

Leonardo e Gil obtiveram na Justiça a reintegração de posse do imóvel em São Conrado, Zona Sul do Rio, onde Erasmo morava com Fernanda. Eles também ingressaram com ação judicial para cobrar diárias de aluguel do carro que estava sob posse da viúva, alegando que o veículo pertencia à produtora do cantor.

Segundo informações apuradas, Fernanda afirma que o carro foi presenteado a ela, mas estava registrado em nome da produtora, da qual Leonardo era sócio junto com Erasmo. Após a morte do cantor, Leonardo solicitou a devolução do automóvel. Os filhos também teriam assumido os direitos de imagem e autorais do pai, apesar do casamento em comunhão parcial de bens com Fernanda.

Ainda conforme relatos, Fernanda deixou o apartamento de São Conrado, avaliado em cerca de oito milhões de reais, após oito anos vivendo no local com Erasmo. Ela alegou não receber recursos do espólio e afirmou não ter condições de arcar com o condomínio, que custa aproximadamente dez mil reais mensais.

Leonardo, responsável pelo espólio, não aceitou pagar as despesas do imóvel enquanto Fernanda permanecesse lá. Diante disso, a viúva mudou-se para um quarto-sala na Barra da Tijuca. Em desabafo nas redes sociais, Fernanda relatou sentimentos de solidão e descreveu a nova moradia como um espaço pequeno, mas com visitas de animais.

Erasmo Carlos foi um dos principais nomes da música brasileira, com carreira marcada por sucessos e parcerias. O artista era casado em regime de comunhão parcial de bens com Fernanda Esteves, e a disputa judicial sobre o espólio segue em andamento, envolvendo imóveis, direitos autorais e bens móveis.

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