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Cães policiais reforçam combate a drogas e explosivos no Distrito Federal


Da redação

Cães policiais têm se destacado como ferramenta essencial na segurança pública, especialmente após a operação realizada em abril no Rio de Janeiro, onde um pastor-belga-malinois localizou um galpão usado para armazenar 48 toneladas de maconha. Essa atuação ganhou relevância devido à precisão dos cães, que possuem até 300 milhões de receptores olfativos.

Em Brasília, o Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), da Polícia Militar do Distrito Federal, treina e emprega cães conhecidos como K9 em operações de detecção de drogas, armas e explosivos, bem como na busca e captura de suspeitos. O trabalho desses animais é separado por idade e modalidade de atuação, atendendo diferentes demandas.

Exemplares como Paçoca, Xamã e Izzy participaram de grandes apreensões de entorpecentes no Distrito Federal. Já Zang localizou drogas em um carro funerário, Scott apreendeu armas de fogo e drogas enterradas, Zaira atuou em operações de busca a criminosos, e Eros auxiliou na detecção de explosivos, inclusive próximo ao Supremo Tribunal Federal em 2024.

O processo de seleção dos cães começa ainda nos primeiros meses de vida, com uma equipe especializada avaliando instintos e características desejáveis como proatividade, impulso de caça e facilidade de aprendizado. Raças como pastor-belga-malinois e pastor-alemão são priorizadas por sua resistência e versatilidade no serviço policial.

O treinamento é baseado na associação entre odores e reforço positivo. Substâncias reais, como entorpecentes, são utilizadas de maneira controlada para impregnar materiais específicos, sem contato direto dos cães, o que garante segurança e eficiência no aprendizado olfativo dos animais empregados em operações.

Atualmente, o BPCães conta com quarenta e oito cães, sendo dezessete filhotes em treinamento. A rotina operacional dos animais dura, em média, até os sete ou oito anos de idade, quando se aposentam e normalmente permanecem com seus condutores ou são disponibilizados para adoção pela comunidade, conforme informou o subcomandante major Yuri Dezen.

Zema acusa Gilmar Mendes de xenofobia e avalia ação judicial no STF


Da redação

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, afirmou neste sábado, 25 de maio, que avalia recorrer à Justiça contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. A declaração foi feita durante a abertura da Expozebu, em Uberaba, Minas Gerais, após críticas ao seu sotaque.

Zema classificou como “xenofóbicas” as observações feitas recentemente por Gilmar Mendes ao comentar sua forma de falar. “Estou estudando a possibilidade de acionar judicialmente por esse tipo de declaração”, afirmou o ex-governador ao ser questionado sobre o episódio com o ministro do STF durante a entrevista concedida no evento.

O pré-candidato disse ainda que considera fundamental combater esse tipo de comentário. Segundo ele, falas dessa natureza prejudicam o debate democrático e ultrapassam o campo das diferenças políticas. “Não se pode tolerar esse tipo de posicionamento em uma democracia”, pontuou Romeu Zema em sua fala à imprensa.

O episódio gerou repercussão em Minas Gerais e entre aliados políticos de Zema, que passaram a defender uma resposta institucional ao ocorrido. Para eles, as declarações reforçam a necessidade de respeito diante das diversas realidades regionais do país, especialmente no contexto eleitoral.

Não houve manifestação pública do ministro Gilmar Mendes até o momento sobre a possibilidade de ação judicial mencionada por Zema. A discussão surge em período de pré-campanha eleitoral, quando as movimentações e declarações dos pré-candidatos têm recebido maior atenção pública e midiática em âmbito nacional.

Romeu Zema, ex-governador de Minas, é pré-candidato à Presidência pelo Novo e tem pautado sua pré-campanha no interior do estado. A Expozebu, tradicional feira agropecuária em Uberaba, serviu de palco para a declaração. A feira ocorre anualmente e reúne representantes do setor agropecuário de várias regiões do Brasil.

CNH será suspensa em 2026 com 20, 30 ou 40 pontos conforme infração


Da redação

Em 2026, condutores brasileiros poderão ter a CNH suspensa ao atingirem 20, 30 ou 40 pontos em infrações, conforme critérios definidos pelo Código de Trânsito Brasileiro. A aplicação do limite depende da existência de infrações gravíssimas cometidas pelo motorista durante o período de 12 meses.

De acordo com a legislação válida para 2026, o limite de 20 pontos é aplicado caso o motorista cometa duas ou mais infrações gravíssimas. Se houver apenas uma infração desse tipo no período, a CNH pode ser suspensa ao atingir 30 pontos. Para quem não cometeu infração gravíssima, o teto é de 40 pontos.

Essas diferenças têm como objetivo graduar a penalidade conforme a gravidade das infrações cometidas. Infrações gravíssimas incluem, por exemplo, dirigir sob efeito de álcool, avançar sinal vermelho ou exceder o limite de velocidade em mais de 50%. Dessa forma, motoristas reincidentes dessas infrações estão sujeitos a limites mais rigorosos.

A suspensão da CNH implica a proibição temporária de dirigir e depende de processo administrativo conduzido pela autoridade de trânsito. O condutor tem direito à ampla defesa, sendo comunicado previamente sobre a instauração do procedimento, conforme previsto na legislação vigente.

Especialistas em trânsito recomendam atenção redobrada às infrações, sobretudo às classificadas como gravíssimas, já que impactam diretamente na contagem dos pontos. A legislação atualizada visa aprimorar a segurança nas vias e conscientizar os motoristas sobre comportamentos que geram maior risco à coletividade.

Desde 2021, o sistema de pontuação do Código de Trânsito Brasileiro passou por modificações, estabelecendo os parâmetros progressivos de 20, 30 e 40 pontos conforme o perfil das infrações cometidas, substituindo o antigo limite fixo de 20 pontos estabelecido anteriormente.

Documentos exigidos para solicitar o passaporte brasileiro em 2026


Da redação

Em 2026, cidadãos brasileiros que desejam obter passaporte devem apresentar documentação obrigatória em todo o país. O procedimento se tornou mais ágil nos últimos anos, com etapas online que simplificaram a solicitação. O principal motivo de atraso atualmente é a falta de documentos adequados no ato do pedido, conforme apurado.

Com a digitalização, o usuário inicia o pedido pelo site da Polícia Federal, preenche um formulário eletrônico e emite a guia de pagamento da taxa. Após o pagamento, é preciso agendar atendimento presencial para apresentar os documentos. Muitos solicitantes enfrentam dificuldades justamente nessa etapa, devido à ausência de itens exigidos.

Entre os documentos obrigatórios estão: documento de identidade válido, título de eleitor e comprovantes de votação da última eleição ou certidão da Justiça Eleitoral, CPF e comprovante de quitação do serviço militar, no caso de homens maiores de 18 anos. É necessário também apresentar o protocolo do formulário eletrônico.

Em caso de nomes alterados por casamento, divórcio ou decisão judicial, o interessado deve levar comprovantes originais. Documentos apresentando danos, rasuras ou ilegíveis podem ser recusados pela autoridade responsável. Todos os itens exigidos precisam estar atualizados e em bom estado de conservação.

O pagamento da taxa de emissão, atualmente fixada em R$ 257,25, é indispensável. A falta desse recibo pode impedir o andamento do processo, mesmo que todos os demais documentos estejam corretos. A Polícia Federal não aceita comprovantes de pagamento pendente ou em análise.

De acordo com informações oficiais, o passaporte comum tem validade de dez anos para maiores de 18 anos. Para menores, a validade varia conforme a idade. A documentação deve ser apresentada em original e, caso necessário, acompanhada de tradução juramentada reconhecida por autoridade brasileira.

Ultrapassagem proibida: multa, pontos na CNH e casos de suspensão esclarecidos


Da redação

Ultrapassagens em locais proibidos em rodovias brasileiras podem resultar em multa de R$ 1.467,35 e atribuição de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A penalidade é aplicada sempre que a infração é flagrada por agentes de trânsito ou sistemas de fiscalização, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro.

A legislação estabelece que ultrapassagem em local sinalizado com faixa contínua, curvas, pontes, viadutos ou em acostamento é considerada infração gravíssima. Segundo autoridades, essas situações aumentam o risco de acidentes graves, justificando as penalidades rigorosas previstas em lei atualmente em vigor.

Em alguns casos, como ultrapassagens forçadas, situações reincidentes ou quando há risco iminente de acidente, a multa pode ser multiplicada por até cinco vezes. Nessas condições, o condutor pode pagar até R$ 7.335,75 e responder a processo administrativo para suspensão do direito de dirigir.

A suspensão da CNH ocorre quando o motorista atinge 20 pontos em 12 meses, acúmulo facilitado por reincidência em ultrapassagens proibidas ou pela gravidade específica da manobra. De acordo com especialistas em trânsito, a habitualidade dessas infrações é um dos principais fatores que levam à perda da habilitação em rodovias de todo o país.

Órgãos de fiscalização orientam que motoristas redobrem a atenção em trechos de pista simples e respeitem a sinalização horizontal, pois a maioria dos flagrantes de ultrapassagem irregular ocorre nessas condições. Campanhas alertam que respeitar as normas salvae vidas e previne sanções severas previstas na lei.

Dados do Departamento Nacional de Trânsito indicam que, além da multa e dos pontos, motoristas flagrados podem ser obrigados a participar de curso de reciclagem caso tenham a carteira suspensa por esse tipo de infração. O tempo padrão de suspensão varia de dois a oito meses, conforme a gravidade da conduta analisada pela autoridade competente.

Lei Seca em 2026 estabelece regras para multa, bafômetro e suspensão da CNH


Da redação

A legislação conhecida como Lei Seca prevê, para 2026, punições atualizadas para motoristas flagrados sob efeito de álcool no Brasil. De acordo com as normas, haverá multa, aplicação de teste do bafômetro, penalidade para quem se recusar ao exame e possibilidade de suspensão da Carteira Nacional de Habilitação.

A multa para quem for flagrado dirigindo sob efeito de álcool continuará prevista em caso de qualquer quantidade detectada no teste do bafômetro. Em 2026, o valor da infração será de R$ 2.934,70. Motoristas também podem responder a processo administrativo, além das penalidades pecuniárias estabelecidas pela legislação.

O uso do bafômetro permanece obrigatório para fiscalizar o nível de álcool no organismo do motorista. Caso a concentração de álcool ultrapasse 0,34 mg/L de ar exalado, há a chance de responder a processo penal, segundo regras definidas pelo Código de Trânsito Brasileiro e mantidas pelas disposições atualizadas da Lei Seca.

Quem optar por recusar o teste do bafômetro não estará isento de punição. A recusa, conforme a legislação para 2026, implica multa no mesmo valor de R$ 2.934,70, além da instauração de processo para suspensão da carteira de motorista por até doze meses, seguindo as medidas administrativas previstas.

Entre as consequências previstas estão a apreensão do documento de habilitação e o impedimento de dirigir durante o período de suspensão definido pela autoridade competente. Além disso, o veículo pode ser retido, conforme avaliação da fiscalização no momento da abordagem ao condutor.

A Lei Seca foi criada com o objetivo de reduzir acidentes relacionados ao consumo de álcool por motoristas e teve alterações ao longo dos anos. Segundo dados oficiais anteriores, desde sua implementação houve diminuição de infrações por embriaguez, especialmente em grandes centros urbanos, segundo estatísticas de órgãos de trânsito.

Inmet emite alerta máximo para chuvas intensas no Norte e Nordeste domingo


Da redação

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu neste domingo, 26, um alerta de chuvas intensas para áreas das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A medida foi tomada diante do risco de perigo causado por temporais, que podem provocar alagamentos, ventos fortes e outros transtornos graves nas localidades atingidas.

De acordo com o INMET, o alerta máximo envolve possibilidade de ventania destrutiva, queda de árvores e falta de energia elétrica. As autoridades meteorológicas recomendam à população que adote medidas de precaução e acompanhe as informações oficiais para reduzir os riscos diante do agravamento das condições meteorológicas.

O comunicado destaca ainda o elevado potencial de alagamentos nessas regiões, o que pode provocar interrupções em vias, dificuldades no deslocamento e danos à infraestrutura urbana. Os serviços de emergência permanecem em estado de atenção para responder rapidamente a ocorrências relacionadas às tempestades.

Segundo informações do INMET, o fenômeno esperado concentra-se principalmente em pontos vulneráveis dos estados do Norte e Nordeste, embora não haja especificação das cidades afetadas. As previsões apontam que o impacto das chuvas e dos ventos pode atingir áreas densamente povoadas.

Autoridades reforçaram o pedido para que moradores evitem enfrentar enxurradas ou se abrigarem em locais inseguros durante a vigência do alerta meteorológico. “Manter-se informado e adotar cuidados extras é fundamental para garantir a segurança”, destacou a nota do instituto.

O INMET alerta periodicamente a população em casos de eventos climáticos intensos, como medida preventiva para minimizar danos e proteger vidas. O aviso divulgado neste domingo reforça a necessidade de atenção às condições adversas, destacando o potencial de transtornos em larga escala nas regiões Norte e Nordeste.

Construção de casa de 100m² em abril de 2026 custa cerca de R$300 mil


Da redação

Construir uma casa de 100 metros quadrados em abril de 2026, no Brasil, exige atenção ao orçamento devido à variação de custos conforme o padrão da obra, localização e escolhas técnicas. Segundo dados de mercado, estimativas revelam diferentes cenários de investimento para quem deseja realizar esse tipo de projeto neste período.

O valor final para edificar uma residência de 100m² depende principalmente do tipo de acabamento desejado, da região onde será construída e das soluções técnicas adotadas. Especialistas do setor destacam que os preços de materiais básicos sofreram oscilações nos últimos meses, o que afeta diretamente o orçamento da construção.

Além do padrão construtivo, fatores como escolha de fornecedores, mão de obra qualificada e possíveis alterações no projeto durante a execução também impactam nos custos totais. Optar por acabamentos mais sofisticados ou por tecnologias sustentáveis pode elevar significativamente o valor investido, enquanto escolhas mais simples tendem a reduzir despesas.

Para auxiliar no planejamento, profissionais orientam sobre a importância de levantar informações detalhadas antes do início da obra. “Realizar um orçamento detalhado evita surpresas e permite que o investimento fique dentro do previsto”, afirma um engenheiro civil, destacando a relevância de pesquisas atualizadas de preços no mercado.

O investimento seguro requer acompanhamento constante dos custos durante todas as etapas da construção. Revisar periodicamente contratos com fornecedores e monitorar o andamento das obras são condutas recomendadas por especialistas para minimizar riscos de estouro no orçamento e garantir que o projeto seja concluído conforme o planejado.

Dados atualizados indicam que a variação de preços pode ser expressiva entre regiões e entre padrões de acabamento. Nos grandes centros urbanos, o valor do metro quadrado tende a ser maior, em comparação às cidades do interior, o que reforça a necessidade de planejamento financeiro personalizado para cada projeto.

BRB aposta em acordo entre Lula e Celina para garantir empréstimo de R$ 6,6 bilhões


Da redação

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, afirmou nesta semana ver com otimismo a possibilidade de um acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, para que o Tesouro Nacional aprove empréstimo solicitado ao BRB, visando fortalecer a instituição sem a exigência de bens públicos como garantia.

Segundo Nelson de Souza, o financiamento pretendido pode ser intermediado pelo Fundo Garantidor de Crédito ou por um consórcio de bancos. Ele ressaltou que o Governo do Distrito Federal nunca deixou de cumprir suas obrigações financeiras, assegurando que esta postura deve ser mantida. “Acredito firmemente que, por meio do diálogo e da liderança de Lula e Celina, será possível alcançar um entendimento em favor no aval que o Tesouro pode fornecer”, declarou.

O presidente do BRB recordou uma operação recente na qual o Tesouro concedeu aval para um empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios, em conjunto com cinco bancos, com prazo de 15 anos para quitação. Ele citou o caso como referência de viabilidade para busca de novos entendimentos em negociações similares ao pleito do BRB.

Na semana passada, uma assembleia geral de acionistas aprovou o aumento de capital do BRB, que pode chegar a R$ 8,8 bilhões. O banco protocolou pedido de empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito no fim de março, mas até o momento não obteve aval do Tesouro. A instituição enfrenta prazo até 29 de maio para realizar aporte de capital.

Para contornar a ausência de garantias, o BRB e o Governo do Distrito Federal ofereceram alternativas como imóveis, ações de estatais e a possível venda de parte da dívida ativa do DF, estimada em R$ 12 bilhões. O presidente do BRB reforçou a busca por soluções negociadas diante do cenário financeiro.

O contexto ganhou novo desdobramento após decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que derrubou uma liminar proibindo uso de bens públicos para fortalecer o patrimônio do banco. A medida, ainda sujeita à apreciação do plenário virtual do STF, ocorre após sanção da Lei Distrital nº 7.845/2026 em 10 de maio, intensificando discussões jurídicas sobre a situação do BRB.

Como recorrer multa de trânsito em 2026 com base em erros de autuação


Da redação

Motoristas autuados em 2026 podem recorrer multas de trânsito em todo o Brasil, observando os prazos e analisando possíveis erros na autuação. O procedimento é fundamental para quem busca cancelar penalidades e evitar pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Para iniciar o recurso, é necessário verificar atentamente a notificação recebida, conferindo dados essenciais como placa do veículo, horário e local da infração. Inconsistências nestes campos podem ser utilizadas no pedido de anulação da multa junto ao órgão responsável.

O condutor tem direito a apresentar a defesa prévia dentro do prazo informado na notificação. Caso a defesa seja negada, há possibilidade de recorrer à Junta Administrativa de Recursos de Infrações, detalhando falhas no auto de infração ou irregularidades no processo de notificação.

De acordo com especialistas em legislação de trânsito, erros comuns, como identificação incorreta do veículo, ausência de informações obrigatórias ou falhas na sinalização do local da infração, podem motivar o cancelamento da penalidade. É recomendável, segundo orientações, reunir documentos, fotos e testemunhas para fundamentar o recurso.

O acompanhamento atento dos prazos legais e das etapas do processo de recurso é fundamental para o sucesso da contestação. O motorista deve manter cópias de toda a documentação entregue e acompanhar o andamento do pedido junto ao órgão de trânsito competente.

Segundo orientações disponíveis para motoristas em 2026, agir com estratégia e atenção aos detalhes pode aumentar as chances de cancelar uma multa e preservar a CNH, desde que as fases sejam respeitadas rigorosamente e eventuais falhas na autuação sejam comprovadas com argumentação consistente.

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