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DER-DF convoca proprietários para retirar veículos apreendidos em até 10 dias


Da redação

Proprietários de veículos apreendidos no Distrito Federal têm até 10 dias corridos para regularizar a situação e recuperar seus veículos, conforme convocação publicada nesta sexta-feira, 24 de abril. O prazo foi determinado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) e se aplica a fiduciários, arrendatários e instituições credoras.

A medida abrange automóveis, motocicletas e outros veículos apreendidos durante operações de trânsito. Todos os bens envolvidos estão listados no anexo único do edital e encontram-se atualmente armazenados no pátio da Concessionária do DER-DF e da Via Brasília Segura, localizado em Samambaia.

Para retirar o veículo, o proprietário deve apresentar a quitação de todos os débitos obrigatórios. Isso inclui o pagamento do IPVA, multas, taxa de licenciamento, seguro DPVAT e outros encargos legais previstos. A regulamentação também prevê a possibilidade de liberação mediante autorização judicial.

Segundo o DER-DF, o não atendimento ao chamado dentro do prazo acarretará a inclusão automática dos veículos na próxima lista pública para o 5º leilão, agendado para 2026. O edital destaca que, após esse período, não será mais possível reaver os veículos por meio de regularização administrativa.

O procedimento pretende organizar o acúmulo de veículos no pátio do DER-DF, proporcionando oportunidades de regularização antes do envio para leilão. A relação completa dos veículos pode ser consultada no anexo único do edital publicado na sexta-feira.

A convocação busca dar transparência às ações de circulação e armazenamento de veículos apreendidos, contemplando também direitos de fiduciários e instituições financeiras. Todo o processo é realizado de acordo com as normas vigentes relativas a cobranças, quitação de débitos e procedimentos judiciais.

Dólar fecha a R$ 4,998 e Ibovespa recua 0,33% em semana negativa


Da redação

O dólar fechou a sexta-feira, 24 de maio, cotado a R$ 4,998, em leve queda de 0,1%, influenciado por um ambiente internacional mais favorável. O movimento ocorreu após expectativa pela retomada de negociações entre Estados Unidos e Irã, enquanto o Ibovespa registrou sua terceira queda consecutiva na B3.

Apesar da extensão do cessar-fogo no Irã, investidores mantiveram a cautela. A redução da busca global por ativos considerados seguros, como o dólar, beneficiou moedas de países emergentes, incluindo o real. No entanto, o dólar ainda acumulou alta semanal de 0,32%, mesmo com desvalorização de 8,92% no ano.

O mercado de câmbio passou por ajustes técnicos nos últimos dias, com investidores realizando lucros após forte queda da moeda americana. O Banco Central chegou a anunciar uma operação no mercado de câmbio, conhecida como casadão, mas recusou as propostas apresentadas e não interveio diretamente, sinalizando que consideradas o cenário sob controle.

No mercado de ações, o Ibovespa encerrou em baixa de 0,33%, atingindo 190.745 pontos, menor patamar desde 14 de abril. O índice chegou a cair abaixo dos 190 mil pontos durante o pregão, após movimentos de realização de lucros. O indicador acumulou retração de 2,55% na semana, mas segue com alta de 1,75% no mês e 18,38% no ano.

Fatores que pressionaram o Ibovespa incluíram o desempenho negativo dos papéis ligados ao setor de petróleo e o ambiente externo instável, com bolsas norte-americanas apresentando resultados díspares. Nos Estados Unidos, ações de tecnologia subiram, enquanto índices de setores tradicionais recuaram.

O mercado global de petróleo registrou forte volatilidade na sexta-feira. O Brent caiu 0,22%, fechando a US$ 99,13 por barril, enquanto o WTI recuou 1,5%, a US$ 94,40. Apesar disso, acumularam altas semanais de 16% e quase 13%, respectivamente, refletindo preocupações com a oferta diante do conflito no Oriente Médio, especialmente no Estreito de Ormuz.

Conselho Fiscal do Corinthians recomenda aprovação com ressalvas das contas de 2025


Da redação

O Conselho Fiscal do Corinthians recomendou, com ressalvas, a aprovação das contas referentes ao exercício financeiro de 2025. A decisão, tomada após reuniões nos dias 22 e 23 de abril em São Paulo, leva em conta o déficit de R$ 143,441 mil registrado no período, indicado em relatório divulgado na última sexta-feira.

As ressalvas destacadas pelo órgão incluem a ausência de divulgação mensal das demonstrações financeiras, além da necessidade urgente de uma reestruturação na administração do clube. O Conselho Fiscal também apontou a falta de controles financeiros devido à inexistência de procedimentos formalizados e o uso de dinheiro em espécie para pagamentos de despesas.

Outro aspecto questionado refere-se à inclusão da transação tributária com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional no exercício de 2025, quando o acordo foi formalizado apenas em 2026. Segundo o conselho, esse procedimento não foi considerado adequado do ponto de vista contábil.

A antecipação do registro dessa negociação resultou em diminuição de R$ 217,428 milhões na dívida bruta total do Corinthians, que encerrou dezembro em R$ 2,723 bilhões — valor inferior aos R$ 2,8 bilhões de novembro. Com isso, a dívida com a União passou de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões.

Apesar das inconsistências observadas, o Balanço Financeiro foi aprovado pelo Conselho Fiscal. “A situação administrativa e financeira atual do SCCP não foi gerada apenas em 2025, mas acumulada de vários exercícios anteriores. O ano de 2025 foi caracterizado por grave crise administrativa, intensificada pelo impeachment do presidente em maio”, traz o relatório.

O Conselho Deliberativo votará o balanço na próxima segunda-feira. Desde a posse de Osmar Stabile, em agosto, uma auditoria paralela atua no clube para colaborar na redução das dívidas. O contexto do balanço refletiu a instabilidade política enfrentada, incluindo a saída de Augusto Melo da presidência após impeachment.

Relatório da ONU aponta África Ocidental como principal centro do terrorismo mundial


Da redação

A África Ocidental tornou-se o novo epicentro da instabilidade global relacionada ao terrorismo, segundo relatório recente do Comitê de Combate ao Terrorismo do Conselho de Segurança da ONU. O documento, divulgado em 2025, aponta que dez países concentraram 90% das mortes por terrorismo no último ano, sendo quatro deles da região oeste africana.

O relatório, sob o título “Perspectivas da Sociedade Civil”, destaca uma degradação significativa da segurança na Bacia do Lago Chade e no Golfo da Guiné, áreas onde a violência ultrapassou os limites tradicionais do Sahel e começa a atingir países como Moçambique e Quênia. Segundo o documento, a projeção desses conflitos preocupa autoridades internacionais.

Na região, atuam grupos como o Estado Islâmico na África Ocidental, Boko Haram e Jama’a Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin. Esses grupos expandem suas ações apoiados por fronteiras vulneráveis, governança instável e intensas queixas socioeconômicas das populações locais. As atividades criminosas incluem tráfico de drogas e armas, sequestros para resgate e mineração ilegal.

Este cenário favoreceu o crescimento da violência, com o Sahel respondendo por mais da metade das mortes globais por terrorismo em 2025, em grande contraste com os 1% registrados em 2007. O relatório alerta também para respostas militarizadas que, segundo a sociedade civil, geram novas violações, como prisões arbitrárias, execuções extrajudiciais e estigmatização de minorias.

De acordo com o documento, leis antiterroristas têm sido utilizadas para silenciar dissidentes e criminalizar defensores de direitos humanos. A abordagem securitária excessiva, além de ser ineficaz, amplia o sentimento de injustiça e pode incentivar a radicalização nas comunidades afetadas pela violência.

O relatório recomenda uma mudança de paradigma, propondo estratégias que equilibrem segurança e proteção das liberdades civis, com participação ativa da sociedade civil, reformas judiciais, melhoria da coordenação fronteiriça e programas de reabilitação para ex-combatentes. O objetivo, segundo o documento, é conter a expansão do terrorismo e fortalecer a paz sustentável na região.

Inscrições para 8ª Olimpíada para Professores de Língua Portuguesa terminam em 30 de abril


Da redação

As inscrições para a 8ª Olimpíada para Professores de Língua Portuguesa seguem abertas até 30 de abril. A iniciativa, realizada pelo Ministério da Educação em parceria com a Universidade Federal do Piauí, é destinada a docentes dos anos finais do ensino fundamental nas redes públicas com objetivo de aperfeiçoar práticas pedagógicas.

A OPLP destaca o papel do professor no processo de ensino e aprendizagem, promovendo a reflexão sobre metodologias e fortalecendo sua atuação em sala de aula. Professores têm a possibilidade de aprimorar estratégias de ensino de leitura e escrita, compartilhar experiências e promover a valorização profissional, contribuindo para a qualidade da educação pública.

Para participar, é necessário apresentar um relato de prática, em formato de texto e vídeo, com base no tema “O lugar onde vivo”. Segundo a organização, essa proposta busca incentivar o resgate de histórias e o fortalecimento do vínculo entre escola e comunidade local.

Podem se inscrever professores de Língua Portuguesa com vínculo ativo, que estejam atuando no 6º ao 9º ano em escolas públicas dos Estados, Distrito Federal e municípios participantes da Política Nacional Escola das Adolescências. O processo de inscrição iniciou em 23 de março e vai até 30 de abril no portal oficial do programa.

A inscrição requer o cadastro do diretor escolar e do professor na plataforma. O diretor cadastra a escola e valida os docentes inscritos. Somente após essa validação a inscrição será confirmada, independentemente da ordem em que o cadastro for realizado. Professores podem concorrer nas categorias Poema (6º ano), Crônica (7º ano), Biografia (8º ano) e Artigo de Opinião (9º ano).

Entre 30 de maio e 21 de agosto de 2026, os docentes deverão desenvolver atividades pedagógicas baseadas nas Trilhas Pedagógicas do portal oficial, elaborando o Relato de Prática que será avaliado em etapas escolar, municipal, estadual e nacional. Os vencedores recebem placa de reconhecimento, material pedagógico personalizado e participam de missão internacional em país lusófono.

Congresso vota dia 30 veto à dosimetria das penas dos atos de 8 de janeiro


Da redação

O Congresso Nacional está previsto para analisar, em 30 de junho, o veto presidencial ao projeto que altera as regras de dosimetria das penas para condenados ou investigados por tentativa de golpe de Estado e participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. A discussão pode alterar prazos e critérios de progressão de regime para esses casos.

A dosimetria da pena é o critério usado pelos juízes para calcular penas com base na gravidade do crime, antecedentes e circunstâncias específicas. O projeto de lei 2.162/2023, aprovado pelo Congresso em dezembro de 2025, estabelece regras para este cálculo e permite a redução de penas a condenados por depredação das sedes dos Três Poderes. O texto poderia beneficiar tanto condenados quanto acusados e investigados.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente a proposta. Em mensagem, afirmou que “a redução da resposta penal a crimes contra o Estado Democrático de Direito daria o condão de aumentar a incidência de crimes contra a ordem democrática e indicaria retrocesso no processo histórico de redemocratização que originou a Nova República, violando o fundamento disposto no art. 1º da Constituição”.

Além disso, segundo o veto presidencial, o texto aprovado pelo Congresso poderia enfraquecer o ordenamento jurídico e o sistema de garantias fundamentais por contrariar princípios constitucionais de proporcionalidade, isonomia e impessoalidade. A justificativa destaca ainda que mudanças feitas pela Câmara exigiriam que o texto retornasse ao Senado para apreciação, conforme prevê a Constituição.

A sessão para análise do veto foi convocada por Davi Alcolumbre, presidente do Congresso e do Senado. Para que o veto seja rejeitado, é necessária maioria absoluta dos votos de deputados e senadores, votando separadamente nas duas Casas Legislativas. A decisão terá impacto direto nas regras para casos semelhantes.

O projeto propôs percentuais variados para progressão de pena: 1/6 para a regra geral, 25% para crime violento primário, 30% para violento reincidente, 20% para reincidente não violento, 40% para hediondo primário e 50% para hediondo com morte ou milícia. Para hediondo reincidente, a progressão seria com 60% da pena e 70% em caso de morte, e 55% para feminicídio primário.

Mãe e filho do DF competem em evento internacional de fisiculturismo em Portugal


Da redação

Rosiane Alves e Kevyn Alves, atletas do Distrito Federal, viajaram para Portugal para disputar sua primeira competição internacional de fisiculturismo. O embarque ocorreu nesta semana, marcando um novo passo na trajetória esportiva da dupla, formada por mãe e filho, que treina junta diariamente para o evento.

Rosiane começou no fisiculturismo aos 50 anos e atualmente compete na categoria wellness. Ela compartilha a rotina de treinos intensos com o filho, Kevyn, que participa das categorias classic physique e bodybuilder. Ambos conciliam a disciplina do esporte com o cotidiano e dedicam várias horas do dia à preparação física.

A rotina dos atletas inclui treinos desde as primeiras horas da manhã, com sessões voltadas para ganho de massa muscular, definição e aprimoramento do desempenho. Para atingir os objetivos, mãe e filho seguem orientações de profissionais e contam com acompanhamento nutricional rigoroso, fundamental para manter os padrões exigidos pelas competições.

Segundo relatos da dupla, o trabalho conjunto fortalece a dedicação e o comprometimento dos dois com o esporte. Eles destacam a importância do apoio mútuo nas etapas de preparação. “Treinar ao lado do meu filho me dá ainda mais motivação”, afirmou Rosiane.

A estreia internacional representa a realização de um objetivo construído com esforço e persistência. Kevyn ressaltou a oportunidade como um marco importante para ambos. “Competir lá fora, juntos, é um sonho antigo. Estamos prontos para esse novo desafio”, declarou.

A participação de Rosiane e Kevyn em Portugal ocorre em meio ao crescimento do fisiculturismo no Brasil. O esporte tem atraído novos praticantes de diversas idades, incluindo pessoas que iniciam a carreira mais tarde, como o caso de Rosiane, que começou após os 50 anos.

Nova taxa do IOF altera custo de compras internacionais em 2026


Da redação

O Ministério da Fazenda anunciou mudanças que impactam diretamente usuários de serviços financeiros no exterior a partir de 2026. O principal ajuste refere-se ao aumento da alíquota do IOF, imposto aplicado sobre operações cambiais, em compras internacionais. A medida valerá para transações comuns realizadas fora do país.

Segundo informações divulgadas, a elevação da taxa afeta pagamentos em moeda estrangeira, como compras com cartão de crédito, transferências bancárias e aquisições de serviços no exterior. Com a atualização, brasileiros que realizam essas operações devem observar alterações no custo final das transações.

Especialistas do setor financeiro explicam que a variação do IOF pode ser sentida especialmente por consumidores que mantêm despesas recorrentes em moeda estrangeira. A nova alíquota tende a impactar tanto pequenas compras quanto gastos mais elevados, incluindo serviços de streaming, reservas de hotéis e compras online em sites internacionais.

O Ministério da Fazenda justificou o ajuste afirmando que a medida busca alinhar a tributação nacional aos padrões praticados internacionalmente e equalizar a competitividade do mercado interno. De acordo com a pasta, as mudanças foram estruturadas para garantir maior transparência ao consumidor sobre a formação do preço em transações externas.

“Nosso objetivo é assegurar que o impacto seja transparente para o usuário e promover equilíbrio na incidência de tributos”, afirmou um representante do Ministério da Fazenda ao comentar a atualização da alíquota para 2026. As declarações foram direcionadas principalmente a usuários frequentes de cartões internacionais e plataformas digitais estrangeiras.

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é atualmente cobrado em diversas modalidades de operações, variando a alíquota conforme o tipo de transação. O imposto incide sobre compras internacionais e transferências, e a mudança anunciada para 2026 segue o cronograma de ajustes divulgado anteriormente pela pasta econômica.

Inscrições abertas para 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional no DF


Da redação

O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Consea-DF) abriu as inscrições para a 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos, que acontecerá em 7 de maio, no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte, das 8h às 18h, visando debater avanços no setor.

A conferência tem como principal objetivo discutir a atualização das metas e diretrizes do IV Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional, que completa dois anos em 2024. As bases para esse plano foram debatidas e aprovadas na conferência distrital realizada em 2023, com participação da sociedade civil.

Segundo Jackeline Canhedo, secretária de Desenvolvimento Social interina, o encontro servirá para revisar e adequar as propostas do plano à atual realidade. “A ideia é rever essas propostas e trazer essas metas para a nossa realidade atual. Muitas coisas mudam com o passar dos anos, é importante ter esse momento de olhar para trás, avaliar o que já foi feito e o que pode ser aprimorado”, afirmou.

Canhedo também lembrou a importância do trabalho do Consea-DF e a necessidade de diálogo com a sociedade. “Precisamos da colaboração de todos. A Sedes precisa ouvir a população para, juntos, construirmos políticas públicas de segurança alimentar e nutricional que superem os desafios e atinjam os objetivos, adequadas à realidade”, explicou.

O evento abordará o tema “Erradicar a fome e garantir direitos com comida de verdade, democracia e equidade”. A participação na conferência é aberta mediante inscrição por formulário eletrônico, como determinado pelo Consea.

A iniciativa é vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal e segue as diretrizes do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, buscando envolver diversos segmentos sociais nas discussões e aprimoramento das políticas públicas do setor.

Alexandre de Moraes conclui julgamento de cinco condenados por tentativa de golpe


Da redação

O Supremo Tribunal Federal concluiu nesta sexta-feira, 24, o processo contra cinco integrantes do núcleo de gerenciamento investigado pela tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. O ministro Alexandre de Moraes oficializou o trânsito em julgado das condenações e determinou o início do cumprimento das penas.

Segundo a decisão, os condenados devem começar a cumprir penas que variam de 8 anos, conforme estabelecido pelo STF. O grupo foi apontado durante as apurações como responsável por coordenar ações relacionadas à tentativa de ruptura institucional analisada posteriormente pelo Supremo.

O processo envolve integrantes considerados parte central do chamado núcleo de gerenciamento. O julgamento, que se desenvolvia desde o início das investigações sobre os atos antidemocráticos, resultou em manifestações do STF sobre a gravidade dos fatos e a necessidade de punição exemplar.

Durante o julgamento, Alexandre de Moraes afirmou que “os fatos apurados demonstram a gravidade das condutas e o risco para a ordem democrática”. Ele reforçou a importância da responsabilização dos envolvidos, destacando a decisão do tribunal em assegurar a aplicação das penas.

As defesas dos condenados podem recorrer a instâncias internacionais, mas, com a decisão do STF, inicia-se oficialmente o cumprimento das penas em território brasileiro. Até o momento, não houve manifestações públicas dos envolvidos após a decisão desta sexta-feira.

O caso integra uma série de processos instaurados pelo Supremo relacionados a episódios ocorridos após o período eleitoral de 2022. Desde então, várias frentes de investigação seguem em andamento, visando apurar responsabilidades nas ações classificadas pelo tribunal como tentativa de golpe de Estado.

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