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Mãe e filho do DF competem em evento internacional de fisiculturismo em Portugal


Da redação

Rosiane Alves e Kevyn Alves, atletas do Distrito Federal, viajaram para Portugal para disputar sua primeira competição internacional de fisiculturismo. O embarque ocorreu nesta semana, marcando um novo passo na trajetória esportiva da dupla, formada por mãe e filho, que treina junta diariamente para o evento.

Rosiane começou no fisiculturismo aos 50 anos e atualmente compete na categoria wellness. Ela compartilha a rotina de treinos intensos com o filho, Kevyn, que participa das categorias classic physique e bodybuilder. Ambos conciliam a disciplina do esporte com o cotidiano e dedicam várias horas do dia à preparação física.

A rotina dos atletas inclui treinos desde as primeiras horas da manhã, com sessões voltadas para ganho de massa muscular, definição e aprimoramento do desempenho. Para atingir os objetivos, mãe e filho seguem orientações de profissionais e contam com acompanhamento nutricional rigoroso, fundamental para manter os padrões exigidos pelas competições.

Segundo relatos da dupla, o trabalho conjunto fortalece a dedicação e o comprometimento dos dois com o esporte. Eles destacam a importância do apoio mútuo nas etapas de preparação. “Treinar ao lado do meu filho me dá ainda mais motivação”, afirmou Rosiane.

A estreia internacional representa a realização de um objetivo construído com esforço e persistência. Kevyn ressaltou a oportunidade como um marco importante para ambos. “Competir lá fora, juntos, é um sonho antigo. Estamos prontos para esse novo desafio”, declarou.

A participação de Rosiane e Kevyn em Portugal ocorre em meio ao crescimento do fisiculturismo no Brasil. O esporte tem atraído novos praticantes de diversas idades, incluindo pessoas que iniciam a carreira mais tarde, como o caso de Rosiane, que começou após os 50 anos.

Nova taxa do IOF altera custo de compras internacionais em 2026


Da redação

O Ministério da Fazenda anunciou mudanças que impactam diretamente usuários de serviços financeiros no exterior a partir de 2026. O principal ajuste refere-se ao aumento da alíquota do IOF, imposto aplicado sobre operações cambiais, em compras internacionais. A medida valerá para transações comuns realizadas fora do país.

Segundo informações divulgadas, a elevação da taxa afeta pagamentos em moeda estrangeira, como compras com cartão de crédito, transferências bancárias e aquisições de serviços no exterior. Com a atualização, brasileiros que realizam essas operações devem observar alterações no custo final das transações.

Especialistas do setor financeiro explicam que a variação do IOF pode ser sentida especialmente por consumidores que mantêm despesas recorrentes em moeda estrangeira. A nova alíquota tende a impactar tanto pequenas compras quanto gastos mais elevados, incluindo serviços de streaming, reservas de hotéis e compras online em sites internacionais.

O Ministério da Fazenda justificou o ajuste afirmando que a medida busca alinhar a tributação nacional aos padrões praticados internacionalmente e equalizar a competitividade do mercado interno. De acordo com a pasta, as mudanças foram estruturadas para garantir maior transparência ao consumidor sobre a formação do preço em transações externas.

“Nosso objetivo é assegurar que o impacto seja transparente para o usuário e promover equilíbrio na incidência de tributos”, afirmou um representante do Ministério da Fazenda ao comentar a atualização da alíquota para 2026. As declarações foram direcionadas principalmente a usuários frequentes de cartões internacionais e plataformas digitais estrangeiras.

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é atualmente cobrado em diversas modalidades de operações, variando a alíquota conforme o tipo de transação. O imposto incide sobre compras internacionais e transferências, e a mudança anunciada para 2026 segue o cronograma de ajustes divulgado anteriormente pela pasta econômica.

Inscrições abertas para 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional no DF


Da redação

O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Consea-DF) abriu as inscrições para a 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos, que acontecerá em 7 de maio, no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte, das 8h às 18h, visando debater avanços no setor.

A conferência tem como principal objetivo discutir a atualização das metas e diretrizes do IV Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional, que completa dois anos em 2024. As bases para esse plano foram debatidas e aprovadas na conferência distrital realizada em 2023, com participação da sociedade civil.

Segundo Jackeline Canhedo, secretária de Desenvolvimento Social interina, o encontro servirá para revisar e adequar as propostas do plano à atual realidade. “A ideia é rever essas propostas e trazer essas metas para a nossa realidade atual. Muitas coisas mudam com o passar dos anos, é importante ter esse momento de olhar para trás, avaliar o que já foi feito e o que pode ser aprimorado”, afirmou.

Canhedo também lembrou a importância do trabalho do Consea-DF e a necessidade de diálogo com a sociedade. “Precisamos da colaboração de todos. A Sedes precisa ouvir a população para, juntos, construirmos políticas públicas de segurança alimentar e nutricional que superem os desafios e atinjam os objetivos, adequadas à realidade”, explicou.

O evento abordará o tema “Erradicar a fome e garantir direitos com comida de verdade, democracia e equidade”. A participação na conferência é aberta mediante inscrição por formulário eletrônico, como determinado pelo Consea.

A iniciativa é vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal e segue as diretrizes do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, buscando envolver diversos segmentos sociais nas discussões e aprimoramento das políticas públicas do setor.

Alexandre de Moraes conclui julgamento de cinco condenados por tentativa de golpe


Da redação

O Supremo Tribunal Federal concluiu nesta sexta-feira, 24, o processo contra cinco integrantes do núcleo de gerenciamento investigado pela tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. O ministro Alexandre de Moraes oficializou o trânsito em julgado das condenações e determinou o início do cumprimento das penas.

Segundo a decisão, os condenados devem começar a cumprir penas que variam de 8 anos, conforme estabelecido pelo STF. O grupo foi apontado durante as apurações como responsável por coordenar ações relacionadas à tentativa de ruptura institucional analisada posteriormente pelo Supremo.

O processo envolve integrantes considerados parte central do chamado núcleo de gerenciamento. O julgamento, que se desenvolvia desde o início das investigações sobre os atos antidemocráticos, resultou em manifestações do STF sobre a gravidade dos fatos e a necessidade de punição exemplar.

Durante o julgamento, Alexandre de Moraes afirmou que “os fatos apurados demonstram a gravidade das condutas e o risco para a ordem democrática”. Ele reforçou a importância da responsabilização dos envolvidos, destacando a decisão do tribunal em assegurar a aplicação das penas.

As defesas dos condenados podem recorrer a instâncias internacionais, mas, com a decisão do STF, inicia-se oficialmente o cumprimento das penas em território brasileiro. Até o momento, não houve manifestações públicas dos envolvidos após a decisão desta sexta-feira.

O caso integra uma série de processos instaurados pelo Supremo relacionados a episódios ocorridos após o período eleitoral de 2022. Desde então, várias frentes de investigação seguem em andamento, visando apurar responsabilidades nas ações classificadas pelo tribunal como tentativa de golpe de Estado.

Secretaria de Educação do DF promove palestra sobre prevenção de abusos e cyberbullying


Da redação

A Secretaria de Educação do Distrito Federal promoveu, em parceria com a Polícia Federal, uma palestra sobre violência sexual contra crianças e adolescentes na última quinta-feira, 23, em Brasília. A iniciativa faz parte do programa Guardiões da Infância e visa capacitar profissionais da rede pública de ensino para identificar e lidar com casos desse tipo.

O evento, realizado no auditório Neusa França e organizado pela Assessoria Especial de Cultura de Paz nas Escolas, reuniu grande número de profissionais da educação. A secretária de Educação interina, Iêdes Braga, ressaltou a relevância de abordar temas como cyberbullying e o uso responsável das redes sociais no ambiente escolar.

Ana Beatriz Goldstein, chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz, destacou a importância de tratar esses assuntos especialmente no primeiro semestre, quando há aumento de casos. Ela mencionou parcerias com a Polícia Federal, Secretaria de Segurança Pública, Batalhão Escolar e Anatel para ações de segurança em ambientes digitais. Goldstein alertou ainda para o chamado “abandono digital”, caracterizado pelo acesso irrestrito e sem orientação de crianças à internet.

O delegado Thiago Medeiros, da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, conduziu palestra sobre perfis e sinais de abuso sexual infantojuvenil e procedimentos para atuação das escolas em situações suspeitas. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024, houve 41,2 vítimas de estupro de vulnerável por 100 mil habitantes, sendo 80% menores de 18 anos e 84,7% dos abusos cometidos por conhecidos ou familiares.

Medeiros pontuou que não há perfil fixo de abusador, mas fatores de risco incluem tempo excessivo nas redes sociais sem supervisão, carência emocional, vulnerabilidades, histórico de bullying e conflitos familiares. Os principais sinais físicos e comportamentais foram detalhados na apresentação e incluem, entre outros, mudanças bruscas de comportamento e sintomas físicos.

O delegado recomendou aos educadores atenção constante aos alunos, estabelecimento de vínculos, registro das ocorrências e atuação em ambientes acolhedores. Natalia Acioly, da Unidade de Gestão Articuladora da Educação Básica, reforçou que a escola pode funcionar como local de acolhimento para vítimas. Desde o lançamento, o programa Guardiões da Infância já alcançou 3.500 estudantes e cerca de 1.000 professores na rede pública.

Gleisi Hoffmann critica conselheiro de Trump após ataque misógino a brasileiras


Da redação

A ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT), pré-candidata ao Senado pelo Paraná, criticou nesta sexta-feira (24) declarações do enviado especial para assuntos globais do governo Donald Trump, Paolo Zampolli. Ele afirmou em entrevista à TV italiana RAI que mulheres brasileiras são “programadas para causar confusão”, justificando com experiências pessoais.

Durante a entrevista, Zampolli mencionou sua ex-mulher, a brasileira Amanda Ungaro, e disse: “As mulheres brasileiras causam confusão com todo mundo, certo? Não é que essa foi a primeira.” O jornalista chegou a questionar se a questão seria genética, ao que o conselheiro negou, alegando se tratar de programação.

O repórter ainda perguntou se as brasileiras seriam “programadas para extorquir”, e Zampolli respondeu: “Não, para causar confusão.” O enviado especial também se referiu às brasileiras de maneira pejorativa, utilizando termos ofensivos e depreciativos durante a conversa.

Gleisi Hoffmann reagiu com uma publicação em suas redes sociais, onde chamou Zampolli de “misógino arrogante da extrema direita”. Na mensagem, afirmou: “Quem cria confusão e guerras que afetam o mundo inteiro é o chefe dele. Respeite as mulheres, respeite as brasileiras! No Brasil você não é bem-vindo!”

O Ministério das Mulheres também repudiou as declarações. Em nota, o órgão classificou a fala como “afronta à dignidade e ao respeito” e enfatizou: “Misoginia não constitui opinião. Trata-se de manifestação de ódio, aversão e incitação à violência, configurando prática criminosa.”

Amanda Ungaro, ex-modelo brasileira citada por Zampolli, foi casada com o conselheiro por quase 20 anos. O Ministério das Mulheres ressaltou que discursos de ódio contra meninas e mulheres “não podem ser relativizados sob o argumento da liberdade de expressão”.

Flávio Dino propõe reforma do Judiciário, cresce tensão com EUA e avança PEC 6×1


Da redação

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, apresentou na segunda-feira, 20, proposta de reforma do Poder Judiciário diante de recentes críticas ao STF. A sugestão, feita em artigo publicado, inclui 15 eixos de mudanças, revisão do código penal e alterações na tramitação de processos, especialmente na Justiça Eleitoral.

Dino defende tipos penais mais rigorosos para crimes como corrupção e prevaricação cometidos por juízes, procuradores, advogados e servidores do sistema de justiça. Entre os pontos, cita o fim da aposentadoria compulsória punitiva e a limitação das parcelas indenizatórias. O ministro argumenta que tais medidas poderão fortalecer a credibilidade do Judiciário brasileiro.

As propostas ocorrem em meio ao aumento de tensões entre Supremo e Congresso Nacional, impulsionadas principalmente pela apresentação de um relatório da CPI do Crime Organizado pelo senador Alessandro Vieira. O texto sugeria o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, mas foi rejeitado pela própria comissão.

No início da semana, Gilmar Mendes protocolou notícia-crime e representação para incluir o ex-governador Romeu Zema no inquérito das fake news após um vídeo satírico contra ministros do Supremo. A Procuradoria-Geral da República foi acionada e Gilmar defendeu que o inquérito permaneça ao menos até as eleições de outubro. Zema, por sua vez, ganhou quase 100 mil seguidores em um dia nas redes sociais após o episódio.

Na área internacional, o governo brasileiro reagiu à expulsão do delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho pelos Estados Unidos, cancelando as credenciais de diplomata americano com função semelhante. A ação ocorreu após a participação de Carvalho na prisão de Alexandre Ramagem, gerando tensões diplomáticas e possibilidade de novas medidas de reciprocidade.

Na quarta-feira, 22, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou por unanimidade a admissibilidade da PEC que encerra a jornada 6×1. O texto, relatado por Paulo Azi, prevê mecanismos de compensação fiscal para empresas. O governo federal manifesta oposição à proposta por conta da redução de receita.

PGR aprova pedido de Bolsonaro para cirurgia no ombro durante prisão domiciliar


Da redação

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta sexta-feira, 24, ao Supremo Tribunal Federal parecer favorável ao pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para sair temporariamente da prisão domiciliar e passar por cirurgia no ombro direito. O pedido foi analisado a pedido do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

Gonet afirmou que a Procuradoria-Geral da República não se opõe à solicitação apresentada por Bolsonaro, desde que sejam adotadas as medidas de cautela necessárias. O prazo para manifestação do procurador foi concedido por Moraes, que é responsável pelo processo no STF. Agora, resta ao ministro decidir sobre a autorização.

A defesa de Bolsonaro argumentou que o procedimento cirúrgico é fundamental para tratar uma lesão no manguito rotador do ombro direito. Os advogados afirmam que a cirurgia é imprescindível para a saúde do ex-presidente, sendo necessária a suspensão temporária das restrições de prisão domiciliar.

Atualmente, Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 24 de março, quando deixou o Hospital DF Star, em Brasília, após internação para tratar um quadro de pneumonia bacteriana. Antes disso, ele esteve detido no 19º Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, também conhecido como Papudinha.

A decisão definitiva sobre o pedido de autorização para realização da cirurgia cabe ao ministro Alexandre de Moraes. Segundo apurado, o parecer do procurador-geral inclui ressalva quanto à possibilidade de adoção de medidas para garantir a segurança do cumprimento da decisão, caso seja concedida.

Bolsonaro é condenado a 27 anos e três meses de prisão por envolvimento na ação penal referente à chamada trama golpista. Seu regime atual é a prisão domiciliar, estabelecida após sua saída do hospital na capital federal.

Ex-modelo Loni Willison é flagrada em situação de rua em Los Angeles


Da redação

A ex-modelo Loni Willison, de 42 anos, foi vista em situação de rua revirando latas de lixo em Los Angeles, nos Estados Unidos, nas últimas semanas. Loni, que já foi casada com o ator Jeremy Jackson, vive nas ruas há cerca de 10 anos, segundo relatos, situação que gerou grande repercussão nas redes sociais.

Imagens recentes mostram Loni magra, sem dentes e com roupas sujas enquanto procura por comida ou itens descartados na cidade. As fotos viralizaram, aumentando a atenção sobre a trajetória da ex-modelo, que ganhou notoriedade no início dos anos 2000 com trabalhos para capas de revistas e participações em filmes.

Loni Willison também atuou em produções como “Expose”, lançado em 2005, ao lado de Jeremy Jackson, protagonista da produção. Conforme apurado por veículos internacionais, ela passou a enfrentar problemas de saúde mental após o fim do casamento, o que contribuiu para a piora de sua situação.

A partir de 2016, Loni perdeu o emprego e sofreu um colapso mental. Com dívidas acumuladas e sem condições financeiras, ela deixou de pagar o aluguel do apartamento e perdeu o carro. Desde então, passou a morar nas ruas de Los Angeles, onde desenvolveu dependência química, principalmente ao consumo de metanfetamina.

Apesar de sua condição, Loni Willison segundo relatos, recusa receber ajuda e segue vivendo em situação de vulnerabilidade. Em 2021, a ex-modelo chegou a conceder entrevista ao jornal britânico The Sun, comentando que “mesmo que eu peça por ajuda, não há muito que alguém possa fazer. Posso viver sozinha”.

Loni Willison foi tema de discussões públicas anteriormente, especialmente em 2021, quando sua situação também ganhou destaque. O caso reacende o debate sobre saúde mental, dependência química e pessoas em situação de rua, principalmente entre personalidades que já tiveram grande visibilidade pública.

Famosas que já foram noras de Leonardo voltam a ser assunto na web


Da redação

A família do cantor Leonardo voltou a ser destaque nas redes sociais nesta semana devido aos relacionamentos amorosos de seus filhos. O assunto ganhou força após serem listadas as ex-noras do sertanejo que já frequentaram a Fazenda Talismã, propriedade do artista, conforme apurado.

Entre os nomes citados está Ana Castela, conhecida como Boiadeira, que namorou Zé Felipe por cerca de três meses. O relacionamento terminou em dezembro de 2025, poucos dias após o Natal, quando as famílias dos dois artistas se reuniram para celebrar a data.

Virginia Fonseca, influenciadora e empresária, foi a única ex-nora oficialmente casada com Zé Felipe. O casal permaneceu junto por cinco anos e teve três filhos: Maria Alice, de quatro anos, Maria Flor, de três, e José Leonardo, de um ano. O casamento chegou ao fim em maio de 2025.

João Guilherme, outro filho de Leonardo, também teve relacionamentos de destaque. Ele namorou a atriz Bruna Marquezine por cerca de um ano, assumindo o romance em agosto de 2024 e encerrando em fevereiro de 2025. Segundo rumores, o ex-casal teria tido recaídas após o término.

Matheus Vargas, filho do cantor, namorou a ex-BBB Hariany Almeida a partir de 2023. O relacionamento terminou de forma conturbada em fevereiro de 2025. Já João Guilherme também foi namorado de Jade Picon entre 2018 e 2021, quando ambos tinham 16 anos, e de Larissa Manoela, de 2015 a 2016, período em que trabalhavam juntos no SBT.

A Fazenda Talismã, localizada em Goiás, é frequentemente palco de encontros familiares e já recebeu diversas personalidades ligadas à família de Leonardo. Os relacionamentos dos filhos do cantor costumam atrair grande atenção do público e movimentam as redes sociais.

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