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Polícia Federal inaugura nova delegacia em Patos para ampliar serviços e segurança


Da redação

A Polícia Federal inaugurou nesta sexta-feira, 24 de abril de 2026, uma nova delegacia em Patos, no Sertão da Paraíba. O objetivo é ampliar o atendimento à população e reforçar o combate à criminalidade na região, segundo informações oficiais. A cerimônia de inauguração ocorreu na própria sede da unidade.

Estiveram presentes na solenidade o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima, o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, além de demais autoridades federais e locais. O evento marcou a entrega do novo espaço à população do município.

A nova delegacia abriga o Núcleo de Polícia Administrativa, setores de planejamento e inteligência, bem como infraestrutura dedicada a treinamentos. O local possui um auditório para capacitações e espaço destinado a atividades físicas. Para o atendimento ao público, a estrutura conta com controle de acesso por biometria e reconhecimento facial, além de sistema de monitoramento por câmeras.

Entre os principais serviços oferecidos, destacam-se a emissão de passaporte, controle migratório, fiscalização de segurança privada e de produtos controlados. A delegacia também conta com gabinetes de investigação, setores administrativos voltados para inquéritos, oitivas e formalizações, além de salas de interrogatório equipadas para garantir sigilo e segurança.

A unidade incorpora soluções sustentáveis e tecnológicas, incluindo uma usina fotovoltaica capaz de suprir 100% da demanda energética. O prédio dispõe ainda de sistema no-break, subestação de energia, gerador, cabeamento estruturado, elevador automotivo e sistema avançado de prevenção e combate a incêndio.

Construída em um terreno de 4.860,50 metros quadrados, a nova sede da Polícia Federal em Patos possui 1.535,70 metros quadrados de área construída. O complexo inclui um edifício principal de 1.265,50 metros quadrados, guarita, área de descanso, setor elétrico e auditório para atividades administrativas e treinamentos.

Islam Makhachev diz estar pronto para lutar contra Ian Garry no UFC


Da redação

Islam Makhachev afirmou nesta sexta-feira, 24, que está preparado para enfrentar Ian Garry a qualquer momento. O campeão russo respondeu publicamente após Garry questionar a disposição do adversário, sugerindo que Makhachev estaria evitando um possível confronto pelo título do UFC.

A troca de provocações começou nas redes sociais quando Ian Garry, lutador irlandês, usou sua conta para apontar alegadas incoerências de Makhachev diante de uma possível luta. O comentário rapidamente ganhou repercussão entre os fãs da modalidade. Em resposta, Makhachev desmentiu qualquer problema com lesões.

O daguestanês declarou: “Não se preocupe com os meus ferimentos. Estou pronto a qualquer momento. Estou à espera do contrato.” A publicação reforçou sua disposição para eventualmente enfrentar o desafiante, dependendo apenas da oficialização da luta via contrato.

Mesmo sem confirmação oficial do confronto, Ian Garry intensificou os preparativos. O irlandês compartilhou imagens em suas redes sociais, mostrando sua viagem para a Geórgia. Segundo ele, o objetivo é aprimorar suas técnicas de luta agarrada, já que o país é reconhecido por sua tradição no wrestling.

O interesse de Garry em aprimorar suas habilidades ocorre em meio à expectativa do público pela definição do próximo adversário de Makhachev no octógono. Os fãs acompanham de perto os movimentos dos dois atletas, aguardando o anúncio oficial do UFC sobre a realização do combate entre os lutadores.

Ian Garry publicou registros de sua estadia em Tbilisi, capital da Geórgia, a partir do dia 15 de fevereiro de 2026. Já Islam Makhachev, atual campeão, alcançou destaque após vencer Renato Moicano no UFC 311, conforme divulgado nos canais oficiais do evento e das redes sociais.

Senac-DF inaugura campus de pós-graduação, estúdio de podcast e centro de inovação


Da redação

O Senac-DF inaugurou na sexta-feira (24), em Brasília, o novo campus de pós-graduação da Faculdade Senac, na Asa Norte. O espaço, batizado Campus Marcus Fernandes, integra o complexo do Centro Administrativo Dr. José Roberto Tadros e busca ampliar a formação executiva, a pesquisa aplicada e a inovação no Distrito Federal.

Durante a cerimônia, também foram inaugurados o Estúdio de Podcast Elienai Câmara, voltado à comunicação institucional, e o Senac Open, Centro de Referência em Inovação e Tecnologia. As novas instalações reforçam a conexão entre academia, mercado e sociedade, ampliando as atividades do Senac na educação superior da região.

José Aparecido Freire, presidente do Sistema Fecomércio-DF, afirmou que a entrega representa “um investimento consistente na qualificação profissional e no desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal”. Segundo ele, o número de unidades do Senac cresceu de sete para 19 nos últimos quatro anos, com cinco inaugurações apenas em 2024.

O diretor da Faculdade Senac-DF, professor Luís Afonso Bermudes, destacou que o campus concretiza um projeto de longo prazo focado em tecnologia e inovação. “Acreditamos que a educação é a base de tudo e que, por meio dela, podemos transformar a realidade do País”, afirmou. A instituição também aposta no uso da inteligência artificial aplicada ao ensino.

O diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, relatou que o campus já está ativo desde fevereiro, registrando 250 matrículas em pós-graduação e promovendo projetos inovadores em parceria com empresas e setor público. Corrêa apontou para uma ampliação de 86% da carga horária ofertada e para o impacto positivo nos setores de comércio, serviços e turismo.

Marcus Fernandes, que dá nome ao campus, possui mais de 30 anos de trajetória dedicados ao Sistema CNC-Sesc-Senac, atuando no fortalecimento da educação profissional em âmbito nacional. A nova unidade conta com salas amplas, laboratórios, coworking e ambientes de inovação, refletindo o compromisso da instituição com a formação de profissionais alinhados às demandas do mercado brasileiro.

Desaprovação do governo Lula permanece em 50% no Lulômetro, diz pesquisa


Da redação

A taxa de desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu em 50% nesta sexta-feira, 24, de acordo com dados do Lulômetro, um monitoramento diário realizado em parceria entre Real Time Big Data e O Antagonista. A estabilidade ocorre um dia após a desaprovação atingir esse patamar pela primeira vez.

Na quinta-feira, 23, o índice de rejeição ao governo Lula havia alcançado 50%, marca inédita no atual mandato. O levantamento apontou que, além da alta desaprovação, 26% dos entrevistados classificaram a administração petista como “ótima” ou “boa”, enquanto 23% a consideraram “regular”.

Segundo os dados levantados, esta é a pior avaliação registrada pelo Lulômetro desde o início do monitoramento do atual governo. O resultado reforça a tendência negativa captada nas pesquisas recentes, indicando insatisfação significativa entre parte da população consultada.

O tracking diário permite acompanhar as variações do humor popular em relação ao desempenho do presidente. O levantamento contempla opiniões sobre a condução do governo federal e reflete percepções do eleitorado em relação às políticas públicas e medidas administrativas adotadas até agora.

A metodologia utilizada pela Real Time Big Data compreende entrevistas e amostragem representativa da população, com divulgação diária dos índices de aprovação e desaprovação. Os números divulgados nesta sexta-feira mantêm o cenário observado na quinta, quando se verificou o maior patamar de desaprovação do presidente.

O Lulômetro, criado para medir diariamente a aprovação do governo, tem servido de termômetro para acompanhar a evolução da opinião pública sobre a gestão de Lula. Os índices variam conforme acontecimentos nacionais e decisões do governo, refletindo os desafios enfrentados pela atual administração.

Índice de Confiança do Consumidor da FGV sobe 1 ponto em abril


Da redação

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, subiu 1 ponto percentual em abril em relação a março, atingindo 89,1 pontos. O resultado divulgado nesta sexta-feira, 24, no Rio de Janeiro, iguala o maior nível já registrado em dezembro de 2023.

Na média móvel trimestral, o ICC também apresentou avanço, com alta de 0,6 ponto, totalizando 87,8 pontos. Conforme destacou Anna Carolina Gouveia, economista do Ibre, a percepção mais favorável do momento atual foi determinante para a sequência de alta na confiança do consumidor observada nos últimos meses.

Segundo a economista, fatores como inflação controlada e mercado de trabalho estável tiveram peso significativo no resultado de abril. Anna Carolina ressaltou ainda o impacto positivo decorrente da isenção do imposto de renda para famílias de menor renda, que teria proporcionado “um alívio pontual no orçamento das famílias de menor renda”, influenciando os dados recentes.

Os dois principais componentes do índice apresentaram variações positivas. O indicador que mede a percepção sobre o momento presente subiu 2,1 pontos, atingindo 85,3 pontos. Já o índice de expectativas futuras avançou 0,2 ponto, alcançando 92,3 pontos no mês de abril.

A melhora mais expressiva, conforme Anna Carolina, veio do indicador de situação financeira atual das famílias, que registrou elevação de 3,9 pontos. O desempenho mais significativo foi identificado entre consumidores com renda mensal de até R$ 2,1 mil, que já haviam tido alta de 5,4 pontos em março e avançaram mais 3,4 pontos em abril.

Para os próximos meses, a economista aponta incertezas relacionadas principalmente a possíveis impactos da guerra externa sobre a inflação no Brasil. Ela também destacou o elevado nível de endividamento dos consumidores, reconhecendo melhoras pontuais nesse indicador ligadas a políticas governamentais de apoio ao orçamento familiar.

Milei proíbe entrada de jornalistas na Casa Rosada por “segurança nacional”


Da redação

O presidente da Argentina, Javier Milei, bloqueou nesta semana a entrada de jornalistas credenciados na Casa Rosada, sede do governo em Buenos Aires. Segundo o governo, a restrição tem o objetivo de garantir a “segurança nacional” após a veiculação de imagens internas do palácio captadas com óculos inteligentes por uma emissora de televisão.

O episódio foi classificado pelo governo argentino como “espionagem ilegal”. Javier Milei elevou o tom contra profissionais de imprensa, chegando a insultar jornalistas da emissora ao chamá-los de “lixo nojento”. O presidente já protagonizou conflitos anteriores com repórteres, incluindo troca de insultos em redes sociais e entrevistas.

Em reação, jornalistas credenciados na Casa Rosada divulgaram nota conjunta. Eles afirmam que a negativa de acesso “sugere um ataque explícito à liberdade de imprensa, à prática do jornalismo e ao direito do público de acessar as informações”. O grupo defendeu a revisão imediata da medida.

A Associação de Entidades Jornalísticas Argentinas (Adepa) também se manifestou publicamente e declarou “máxima preocupação” com a decisão. A entidade destacou que a restrição adotada pelo governo “não encontra precedentes na vida democrática argentina” e solicitou que a proibição seja revista para garantir o pleno exercício da liberdade de imprensa.

A deputada federal Mónica Frade, integrante da oposição, ressaltou que o acesso de jornalistas à sede do governo não foi impedido “nem mesmo durante a ditadura militar”. Ela afirmou ser “o pior símbolo possível da fragilidade da democracia argentina” o fechamento do espaço destinado à imprensa na Casa Rosada.

A medida reforça tensões entre a administração Milei e o jornalismo no país. Nos últimos anos, a relação entre o governo argentino e profissionais da imprensa tem sido marcada por atritos públicos e debates sobre liberdade de expressão e transparência estatal.

Auditoria revela dívida de R$ 2,7 bilhões e risco financeiro no Corinthians


Da redação

O Corinthians enfrenta uma grave crise financeira, conforme demonstram os balanços de 2025 divulgados nesta semana. O clube apresentou patrimônio líquido negativo de R$ 774 milhões, quadro que coloca em risco a continuidade de suas operações se não houver reversão dos indicadores nos próximos meses, segundo auditoria independente.

A empresa Parker Russel, responsável pela análise das contas, destacou a “incerteza relevante” sobre a sustentabilidade do Corinthians em relatório que será apresentado ao Conselho na próxima segunda-feira. O documento aponta déficits recorrentes somando R$ 1,2 bilhão, capital de giro negativo em R$ 542 milhões e geração de caixa operacional de apenas R$ 74 milhões.

O resultado líquido de 2025 traz mais preocupação: prejuízo de R$ 143,4 milhões. Enquanto isso, a receita operacional líquida atingiu R$ 810 milhões, mas as despesas operacionais ultrapassaram R$ 885 milhões no período. A dívida bruta do clube chegou a R$ 2,7 bilhões em dezembro, pressionando por medidas urgentes de reorganização.

Além do cenário negativo, a auditoria detectou inconsistências contábeis relevantes. Entre elas, destacam-se falhas de controle sobre caixa, fornecedores, exploração de direitos de imagem e adiantamentos. Também foi apontada ausência de informações necessárias para avaliação de ativos relacionados à Neo Química Arena, gerando apreensão no mercado e entre conselheiros.

Paralelamente, o empresário André Cury voltou a questionar o Regime de Centralização de Execuções (RCE). Ele contesta a exclusão de cerca de R$ 150 milhões das receitas antes do rateio para pagamento aos credores e cobra transparência em contratos de patrocínio, especialmente com a Nike, alegando que valores antecipados não foram incluídos.

Ainda conforme a defesa de Cury, o Corinthians teria antecipado R$ 23,7 milhões junto ao Banco Daycoval, baseando-se no contrato com a Nike, e mais R$ 46,9 milhões com a Esportes da Sorte. No entanto, documentos como extratos, memórias de cálculo e critérios para tais operações não foram apresentados, segundo ele.

ONU celebra Dia Internacional do Multilateralismo e da Diplomacia para a Paz em abril


Da redação

Nesta quarta-feira, 24 de abril, a Organização das Nações Unidas (ONU) celebra o Dia Internacional do Multilateralismo e da Diplomacia para a Paz. A data, marcada por eventos na sede da ONU, destaca a relevância do multilateralismo diante de conflitos em regiões como Ucrânia e Oriente Médio.

Segundo a ONU, o multilateralismo é mais do que cooperação entre três ou mais Estados, sendo embasado em valores qualitativos como consulta, inclusão e solidariedade. A prioridade é fortalecer a união em torno de projetos políticos comuns, sempre com respeito às normas e valores coletivos, em contraposição ao isolacionismo.

Historicamente, o modelo de cooperação promovido pela ONU demonstrou avanço com a ampliação significativa de seus membros. A organização foi fundada em 1945 por 51 países e, atualmente, reúne 193 Estados-membros, sinalizando apoio crescente à diplomacia multilateral como caminho para a paz.

A atuação multissetorial reflete-se hoje na participação de agentes que ultrapassam fronteiras governamentais. O envolvimento do setor privado, organizações não governamentais e mais de mil entidades com status de observador reforça a ideia de que a construção da paz exige esforços amplos e compartilhados.

Para a ONU, o multilateralismo é um mecanismo essencial à aplicação justa e constante de direitos e obrigações internacionais. A organização defende que manter esse compromisso é fundamental para garantir que o diálogo permaneça como instrumento-chave diante das atuais crises globais, promovendo segurança internacional.

O Dia Internacional do Multilateralismo e da Diplomacia para a Paz foi criado para engajar nações, observadores e agências em uma celebração dos benefícios da cooperação, com a meta de “transformar a diplomacia em uma ferramenta acessível e indispensável para a construção de um futuro comum” por meio de educação e conscientização pública.

Seinfra divulga guia para solicitar restituição do Fundeinfra pago em 2026


Da redação

A Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) divulgou um guia prático nesta semana para orientar empresas sobre como solicitar a restituição do Fundeinfra em Goiás. De acordo com o órgão, o procedimento detalha quais contribuintes têm direito ao reembolso, os documentos obrigatórios e as etapas a serem seguidas.

Segundo o guia oficial, apenas empresas que realizaram pagamentos ao Fundeinfra em janeiro e fevereiro de 2026 podem requerer a restituição. Comprovantes de quitação realizados em 2026, mas referentes a exercícios anteriores, não estão contemplados no processo de devolução anunciado pela Seinfra.

Para dar início ao pedido de restituição, as empresas precisam organizar os documentos exigidos: contrato social, documentos dos representantes legais, cópia do Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (DARE), comprovante do pagamento efetuado e dados bancários. Em seguida, é necessário preencher o formulário disponibilizado no site do governo estadual.

Após o preenchimento, o formulário, juntamente com toda a documentação, deve ser enviado exclusivamente por e-mail para o endereço indicado: fundeinfra@goias.gov.br. A Seinfra destaca que solicitações com documentação incompleta podem causar atraso na análise, exigindo atenção no envio das informações.

O tempo médio para análise e liberação da restituição, desde que a documentação esteja completa, é estimado entre 10 e 15 dias. Consta que o montante devolvido ao contribuinte inclui correção monetária e acréscimo de juros, conforme as regras estabelecidas.

Pagamentos realizados até o dia 13 de março de 2026 terão devolução integral, enquanto pagamentos feitos a partir de 14 de março do mesmo ano sofrerão desconto de 5%, valor referente à chamada taxa de exação. Essas condições estão detalhadas no guia publicado pela Seinfra.

Senado cobra responsabilização no escândalo BRB-Master durante homenagem aos 66 anos de Brasília


Da redação

O Senado realizou nesta sexta-feira, 24, uma sessão especial para comemorar os 66 anos de Brasília, completados em 21 de maio. O evento destacou discussões sobre o escândalo financeiro envolvendo o BRB e o Banco Master, servindo também como palco para parlamentares cobrarem melhorias em educação, saúde e segurança no Distrito Federal.

Senadores da bancada do DF aproveitaram a data para exigir responsabilização pela crise do BRB. A senadora Leila Barros (PDT-DF), autora do requerimento da sessão, pediu punição de quem for considerado responsável pelo episódio. “Quando uma instituição como o BRB é colocada sob questionamento, quem sofre é a cidade. Quem sofre são os mais vulneráveis”, declarou.

Leila Barros também cobrou soluções para a greve dos professores da rede pública, que reivindicam recomposição salarial e melhores condições de trabalho. Ela defendeu prioridade, além da educação, para as áreas de saúde e segurança pública, reiterando a necessidade de respostas do poder público.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que o momento é de crise para Brasília, destacando que os três senadores do DF continuarão buscando respostas com CPIs, comissões e requerimentos. “Os três senadores desta Casa não se curvam, não negociam e vão encontrar as respostas. E se precisar de cadeia, cadeia”, disse.

O senador Izalci Lucas (PL-DF) alertou que o escândalo financeiro prejudica ainda mais a relação do DF com União e Congresso sobre autonomia federativa. Ele mencionou ter apresentado uma PEC para que o DF gerencie diretamente recursos para polícia, bombeiros e educação, sem depender de autorização federal para reajustes e concursos.

Durante a sessão, participantes também resgataram memórias de Brasília e sua história, destacando relatos como o da ministra do STJ Daniela Teixeira e de Carminha Manfredini, mãe de Renato Russo. Estiveram presentes Georges Seigneur, do MPDFT, Lúcia Willadino Braga, da Rede Sarah, o ex-senador Paulo Octávio e Anna Christina Kubitschek.

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