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CBMDF utiliza satélites e comando unificado para combater incêndios no DF

Da redação do Conectado ao Poder

Estratégias avançadas unem tecnologia, planejamento e ações integradas na proteção do Cerrado durante o período de seca

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) detalhou nesta quarta-feira (27), no Quartel do Comando-Geral, o uso de satélites e do Sistema de Comando de Incidentes (SCI) para coordenar o combate aos incêndios no Distrito Federal durante a Operação Verde Vivo 2026. A medida foi adotada devido ao cenário climático considerado alarmante e ao aumento dos focos de incêndio na seca.

Segundo o Tenente-Coronel Marcelino, comandante do Agrupamento de Proteção Ambiental, o planejamento antecipado e o mapeamento das áreas com maior incidência de fogo são fundamentais. “O planejamento antecipado permite organizar a estrutura de forma prévia e eficiente”, explicou o oficial durante a apresentação do plano de ação.

O Coronel Murilo, subcomandante-geral do CBMDF, ressaltou que a corporação conta com equipamentos de proteção individual, drones, aeronaves especializadas e monitoramento em tempo real por satélite. “A proteção conta com o Centro de Gerenciamento Ambiental e dispõe de pessoas treinadas para acompanhar as ocorrências de incêndio diariamente por meio de satélites”, destacou Murilo.

O evento contou também com análise sobre o fenômeno El Niño, com previsão de até 90% de chance de consolidação. Conforme os dados apresentados, o período do El Niño deve provocar uma das secas mais severas dos últimos 149 anos na região, aumentando o risco de incêndios de grandes proporções.

Diante desse quadro, o CBMDF reforçou a aplicação do SCI, sistema criado para coordenar ações em grandes incêndios e utilizado na corporação desde 2010. O modelo permite integração entre diferentes órgãos públicos e maior eficiência na gestão operacional por meio do comando unificado.

O mapeamento aponta as regiões administrativas mais vulneráveis, como Brazlândia, São Sebastião, Paranoá, Sobradinho, Samambaia, Ceilândia e Núcleo Bandeirante, sobretudo em áreas de interface urbano-rural. “Todo ano temos o desafio de conscientizar a população”, afirmou o Tenente-Coronel Marcelino, reforçando que a prevenção é prioridade diante das condições do Cerrado.

Câmara realiza sessão-relâmpago para viabilizar votação da PEC do fim da escala 6×1


Da redação

A Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira, 27, uma sessão relâmpago de oito minutos, em Brasília, com o objetivo de cumprir exigência regimental e liberar a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala de trabalho conhecida como 6×1. O rito segue após pedido de vista apresentado anteriormente.

A sessão desta manhã não contou com votações no plenário. Deputados apenas registraram presença para viabilizar a contagem dos prazos regimentais relativos ao andamento da PEC, conforme estabelece o procedimento interno da Casa em situações de análise por comissão especial.

O texto da proposta em debate prevê o fim da jornada conhecida como 6×1, onde trabalhadores atuam seis dias consecutivos e folgam apenas um, modelo vigente em diversos setores. O tema é objeto de discussão entre representantes de empregadores e trabalhadores, com diferentes sugestões sobre alternativas para a escala.

Segundo informações da Câmara, o pedido de vista apresentado anteriormente por parlamentares impediu a deliberação imediata na comissão especial, sendo necessária, por regra, a realização de sessões subsequentes para garantir o regular prosseguimento dos debates e votações. O rito tem como finalidade assegurar tempo para análise pelos deputados.

A previsão é que a matéria retorne à pauta da comissão especial após a finalização do prazo estabelecido pelo Regimento Interno, com possibilidade de votação em breve. Nos bastidores, alguns deputados indicam que a tramitação da proposta poderá ganhar celeridade a partir do cumprimento dessa etapa do processo legislativo.

A escala 6×1 é adotada principalmente em segmentos do comércio e serviços, sendo regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Mudanças nesse modelo, se aprovadas, afetariam regras de jornadas e folgas para diversas categorias profissionais do país.

Flávio Bolsonaro pede a Trump que PCC e CV sejam classificados como narcoterroristas


Da redação

Flávio Bolsonaro, pré-candidato ao Planalto pelo PL, realizou encontro fora da agenda oficial da Casa Branca com Donald Trump nesta terça-feira, 26, nos Estados Unidos. Ele pediu pessoalmente ao ex-presidente americano que classifique as facções PCC e Comando Vermelho como organizações narcoterroristas, em resposta a recentes desgastes políticos.

A reunião ocorreu após as conexões de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro virem à tona, provocando repercussão negativa. Buscando reverter a situação, Flávio divulgou foto ao lado de Trump, apresentando o gesto como agenda positiva e direcionando o foco da discussão para a segurança pública no Brasil.

Durante entrevista coletiva após o encontro, Flávio afirmou: “Fui exatamente fazer esse pedido expresso a ele [Trump], para que declare o CV e o PCC como organizações terroristas, sim, que é o que eles são”. A solicitação contrasta com a posição do presidente Lula, que recentemente manifestou-se contrário à classificação das facções brasileiras como narcoterroristas em visita aos EUA.

No mesmo evento, o pré-candidato do PL informou que, se eleito, pretende integrar o “Escudo das Américas”, coalizão formada pelos Estados Unidos com o objetivo de conter a influência da China no continente. Esta declaração foi feita de modo a reforçar sua agenda de alinhamento internacional e segurança pública.

A iniciativa de Flávio busca posicionar combate ao crime organizado como tema central do debate eleitoral. Segundo avaliação de agentes políticos, a segurança é um ponto sensível para governos petistas, por dificuldades históricas na área e divergências sobre politicas de combate às facções.

Lula avalia que a classificação das facções como terroristas por potência estrangeira pode criar precedentes para pressão internacional sobre questões soberanas. O presidente defende que temas de segurança interna sejam decididos exclusivamente pelo Brasil, sem interferências externas.

Terracap e Aeronáutica destinam 260 mil m² para equipamentos públicos em Arniqueira


Da redação

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e a União, representada pelo Comando da Aeronáutica (Comaer), firmaram na terça-feira (26), em Arniqueira, Distrito Federal, um Acordo de Cooperação Técnica para ampliar áreas destinadas a equipamentos públicos no Setor Habitacional Arniqueira.

A iniciativa prevê a utilização de parte de um imóvel de aproximadamente 420 mil metros quadrados, situado na QS 09, Avenida Águas Claras. Desse total, cerca de 260 mil metros quadrados deverão ser destinados à Terracap para implantação de equipamentos públicos e ações de desenvolvimento urbano. Os 160 mil metros quadrados restantes seguirão sob gestão do Comaer.

Conforme estabelecido no acordo, a definição dos equipamentos públicos será feita posteriormente, com base em planejamento urbanístico e demandas locais. Entre as possíveis instalações estão escolas, unidades de saúde e delegacias. O ACT também determina a realização de diagnósticos dominiais, registrais, urbanísticos e fundiários, bem como estudos técnicos e modelagem jurídica para futura Concessão de Direito Real de Uso (CDRU).

A Terracap informa que o acordo não envolve repasse de recursos financeiros, doação de bens nem transferência patrimonial imediata. Inicialmente, a cooperação tem prazo de seis meses para a execução da etapa preparatória. Neste período, deverão ser consolidados diagnósticos da área, estruturada a modelagem da CDRU e definidos encargos das instituições.

Segundo representantes das entidades, o entendimento visa organizar o uso do terreno e permitir soluções urbanísticas e fundiárias. O brigadeiro Sandro Rogério Delmonico afirmou que a Aeronáutica enfrentava preocupação frequente de fiscalização. Já o presidente da Terracap, Júlio Cesar Reis, declarou que a colaboração amplia a regularização fundiária com mais segurança jurídica e qualidade de vida.

O ACT prevê ainda a elaboração de estudos técnicos detalhados, visando apoiar a modelagem jurídica necessária para a formalização futura da CDRU. A medida integra esforços para atender às demandas do Setor Habitacional Arniqueira, de acordo com o planejamento urbano do Distrito Federal.

México e EUA iniciam negociações formais para revisão do tratado T-MEC


Da redação

México e Estados Unidos iniciaram, nesta quarta-feira, 27, negociações formais para revisar o tratado de livre comércio da América do Norte (T-MEC), acordo do qual o Canadá também faz parte. As conversas ocorrem em meio a pressões tarifárias do governo Donald Trump e são consideradas fundamentais para a economia mexicana.

O T-MEC, que entrou em vigor em 2020, prevê revisão a cada seis anos. Os Estados Unidos são o principal parceiro comercial do México, absorvendo mais de 80% das exportações mexicanas. A primeira rodada de negociações acontece até sexta-feira, 29, com a delegação do México liderada pelo secretário da Economia, Marcelo Ebrard.

De acordo com comunicado da Secretaria de Economia do México, as partes “definiram os próximos passos para aprofundar as conversas, com vistas a identificar resultados concretos em benefício da região”. As autoridades destacaram o compromisso de ambos os países em fortalecer a cooperação bilateral e promover maior integração econômica.

Durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira, a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, expressou otimismo sobre o andamento do processo. “Será um diálogo muito bom”, afirmou, relatando que Marcelo Ebrard e o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, já haviam se reunido na noite anterior para uma conversa inicial.

As tratativas acontecem em um contexto de tensões de segurança entre México e Estados Unidos e após ameaças de Donald Trump de retirada do acordo, sob a alegação de que o T-MEC não traz benefícios suficientes à economia americana. Outras rodadas de negociações estão marcadas para junho, em Washington, e em julho, na Cidade do México.

Esta será a primeira revisão do T-MEC, acordo trilateral firmado entre México, Estados Unidos e Canadá, desde que ele entrou em vigor, há quatro anos. O tratado é peça central para os fluxos comerciais na América do Norte e segue em discussão entre os três países.

Tarcísio afirma que USP tem recursos e greve estudantil deve ser tratada pela reitoria


Matheus Magalhães

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou nesta terça-feira (26), durante evento em Perus, zona norte da capital, que a USP possui recursos em caixa e que cabe ao reitor Aluisio Segurado lidar com as demandas estudantis, após mais de cinco semanas de paralisação na universidade.

Segundo Tarcísio, as reivindicações dos estudantes são justas, especialmente no que diz respeito à permanência e melhorias no Crusp e no restaurante universitário. Ele declarou: “É justo que os alunos briguem por melhoria no programa de permanência? É justo, claro”, reforçando que tais questões são atribuição da reitoria.

O governador ressaltou que o Estado garante previsibilidade orçamentária para a USP, que tem “autonomia para tomar as decisões em relação ao orçamento que tem”. Disse ainda que a universidade mantém o maior programa de auxílio estudantil do país, mas reconheceu que há possibilidade de avanços nas políticas existentes.

No início de abril, Tarcísio apoiou a atuação da Polícia Militar durante a retirada de estudantes grevistas que ocupavam a reitoria. Ele afirmou: “A polícia agiu como tinha que agir”, e defendeu que a universidade é espaço público de debate, mas que “não pode ser um espaço de baderna, depredação e destruição do patrimônio público”.

Na semana passada, alunos das universidades estaduais paulistas realizaram manifestação até o Palácio dos Bandeirantes e foram atendidos por representantes do Executivo, a quem apresentaram demandas por mais investimentos. Entretanto, as negociações por melhorias e o fim da paralisação permanecem estagnadas.

O orçamento da Universidade de São Paulo para 2026 está previsto em R$ 9,41 bilhões, o maior de sua história, com aumento de 2,87% sobre o ano anterior. As universidades estaduais paulistas recebem 9,57% da cota do ICMS do estado, conforme determina a legislação.

José Guimarães critica PL por defender escala 4×3 em votação da PEC


Da redação

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, criticou na noite desta terça-feira, 27, a decisão da bancada do PL de apresentar um destaque para votar a adoção da escala 4×3 durante a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da jornada de trabalho. Ele considera a medida inadequada.

De acordo com Guimarães, o anúncio feito pelo PL ocorre no momento em que está em discussão a PEC que visa reduzir a jornada de trabalho e extinguir o regime de escala 6×1, vigente em diversos setores. A proposta da bancada do partido, portanto, introduz debate sobre a adoção do sistema 4 dias de trabalho por 3 de folga.

O ministro não poupou críticas à iniciativa. “Palhaçada sem limite”, afirmou Guimarães a respeito da defesa da escala 4×3, referindo-se diretamente à movimentação do PL durante a tramitação da PEC. A frase evidenciou o descontentamento do chefe da Secretaria de Relações Institucionais com a proposta alternativa.

A atuação do PL ocorre em meio à apreciação parlamentar da nova jornada de trabalho, cujo objetivo principal, segundo defensores da PEC, é ampliar direitos e melhorar as condições laborais. A tentativa de inserir a escala 4×3, por meio de destaque, gerou reação imediata no governo.

A análise da PEC que propõe reduzir a jornada e o fim da escala 6×1 segue em tramitação, encontrando divergências entre os parlamentares. A expectativa é que novos debates sobre alternativas ao texto original ocorram antes da votação final em plenário, o que pode influenciar o futuro do regime de trabalho no país.

A escala 6×1, alvo da PEC, prevê seis dias de trabalho para um dia de folga e é utilizada especialmente em setores como comércio e serviços. A proposta em debate visa modificar essa sistemática e determinar condições consideradas mais favoráveis, segundo parlamentares que apoiam a mudança.

UFC Macau com Deiveson Figueiredo e cinco brasileiros é transmitido pelo Paramount+


Da redação

O UFC Macau será realizado neste sábado, 30 de maio de 2026, na Galaxy Arena, em Macau, China. Deiveson Figueiredo enfrenta Song Yadong na luta principal do evento, importante para a divisão dos galos. O card contará com a participação de cinco atletas brasileiros e transmissão ao vivo pelo Paramount+ a partir das 5h.

Deiveson Figueiredo, ex-campeão dos moscas, busca se reerguer na categoria dos galos (até 61,2 kg) ao enfrentar o chinês Song Yadong, destaque local. A luta é considerada fundamental para o futuro dos dois atletas na divisão, tanto pelo prestígio quanto pelas implicações no ranking da categoria.

O evento também traz Tallison Teixeira, atualmente 15º no ranking dos pesos pesados (até 120,2 kg), que encara Sergei Pavlovich. Uma vitória pode aproximar o brasileiro do top-3 da categoria. Participam ainda Luis Felipe Dias e José Henrique Souza, ambos estreando pelo UFC, e Jaqueline Amorim, que abre o card preliminar.

Luis Felipe Dias enfrenta Yi Sak Lee, enquanto José Henrique Souza mede forças com Ding Meng, ambos em confrontos contra adversários que também estreiam na organização. Jaqueline Amorim luta contra Loma Lookboonmee, em duelo válido pela divisão peso palha (até 52,2 kg).

A transmissão do evento será exclusivamente pelo Paramount+, começando às 5h (horário de Brasília), com previsão de início do card principal às 8h. O UFC não possui mais transmissão pelo canal Combate desde o fim de 2022. Haverá também cobertura em tempo real.

Além dos brasileiros, o card principal inclui lutadores como Zhang Mingyang, Alonzo Menifield, Kai Asakura, Cameron Smotherman, Jake Matthews, Carlston Harris, Alex Perez e Sumudaerji. Já nas preliminares, combates como Angela Hill contra Jingnan Xiong e Zhu Kangjie diante de Rodrigo Vera complementam o evento.

Defesa diz que Marcola não conhece Deolane e nega ligação com operação gegen PCC


Da redação

A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, afirmou nesta quarta-feira, 27, que ele não conhece Deolane Bezerra nem Everton de Souza, presos na última semana em São Paulo sob suspeita de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo investigações em curso.

Segundo o advogado Bruno Ferullo, que visitou Marcola na Penitenciária Federal de Brasília na segunda-feira, 25, o detento negou qualquer vínculo com a transportadora investigada por supostamente lavar dinheiro para a facção. Marcola declarou ter laços somente com seu irmão, Alejandro Camacho, e com seus sobrinhos Leonardo e Paloma Camacho.

O advogado relatou que Marcola reagiu com “surpresa e indignação” ao saber que também era alvo da operação Vérnix. Conforme apurado, mesmo já detido desde 1999, ele teve outro mandado de prisão cumprido contra si dentro da penitenciária, no contexto da operação realizada pelas autoridades paulistas.

De acordo com o Ministério Público e a Polícia Civil, Deolane Bezerra teria recebido transferências de uma transportadora supostamente ligada a Marcola e seu irmão, operada por pessoas ainda foragidas. Everton de Souza, por sua vez, é apontado como responsável por articular transferências de contas desses intermediários para a influenciadora digital.

A investigação começou há sete anos após apreensão de manuscritos em um presídio de Presidente Venceslau. Esses documentos, conforme a polícia, continham ordens e menções a transportadoras próximas à penitenciária, levando à identificação da Lopes Lemos Transportes Ltda, apontada como supostamente criada pela facção criminosa.

Durante audiência de custódia, a defesa de Deolane argumentou pela libertação alegando que ela tem uma filha menor de 12 anos. O ministro Flávio Dino, do STF, recusou liberar a influenciadora, afirmando não ver “manifesta ilegalidade” e defendendo que o caso ainda tramita em outras instâncias.

Eduardo Leite declara apoio à pré-candidatura presidencial de Ronaldo Caiado


Matheus Magalhães

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, declarou em entrevista à RedeTV que Ronaldo Caiado é o pré-candidato à Presidência com maior “condição moral para liderar” o Brasil. A afirmação ocorreu nesta semana, ao comparar Caiado com outros nomes já lançados para a disputa eleitoral de 2026.

Durante a entrevista, Leite destacou que vê em Caiado uma alternativa distinta no cenário político nacional. Conforme pontuou, “Caiado não está ‘manchado’ por relações com o banqueiro Daniel”, em referência a recentes questionamentos envolvendo outros pré-candidatos ao Planalto. Segundo Leite, isso reforça a posição do ex-governador de Goiás.

Ronaldo Caiado, do PSD, já manifestou publicamente a intenção de disputar a Presidência da República em 2026, consolidando-se como pré-candidato pelo seu partido. A declaração de Leite veio em momento em que diferentes lideranças buscam alianças e definem apoios para a próxima corrida presidencial.

Para Leite, os demais nomes até agora apresentados enfrentam dificuldades de legitimação junto ao eleitorado e desafios relacionados a questões éticas. Ao justificar sua fala, acrescentou que a trajetória do ex-governador é vista por ele como isenta de suspeitas que envolvem outros candidatos.

O apoio de Eduardo Leite a Caiado é relevante no contexto das articulações políticas, especialmente por envolver duas lideranças de destaque nacional. Ambos foram governadores e apresentam trajetória de atuação pública conhecida, o que pode repercutir nas discussões internas dos partidos acerca de alianças eleitorais para os próximos anos.

Eduardo Leite já foi candidato à Presidência em 2022 e governa o Rio Grande do Sul desde 2019, enquanto Ronaldo Caiado exerceu dois mandatos como senador e governou Goiás de 2019 a 2022. O PSD anunciou a pré-candidatura de Caiado para o pleito presidencial de 2026.

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