Governador não faz uso de carro oficial, de residência oficial e abre mão de salário
No ano de 2018, ainda em campanha, Ibaneis Rocha (MDB) disse que se eleito fosse, abriria mão de salário de governador, da residência oficial e de carros oficiais. “Eu fui presidente da Ordem e acabei com todos os carros de representação e também sem receber nada, então vou mostrar que é possível fazer política com honestidade”, pontuou.
Desse modo, Ibaneis honrou com sua palavra e agora como governador, abre, verdadeiramente, mão dos benefícios. O emedebista faz uso de seu carro, , mora em sua casa no Lago Sul e o seu salário é destinado para entidades filantrópicas.
Eliane Silva é moradora do DF e se surpreende com a iniciativa do governador, por nunca ter visto algo semelhante antes. “A atitude é inovadora, porque eu nunca vi alguém fazer algo desse modo em 31 anos de vida que tenho. É um gesto realmente lindo”, diz.
Nesse sentido, se torna claro que a missão do chefe do executivo local é apenas transformar a vida daqueles que moram no DF, por meio de quase 2.000 obras que impactam positivamente dia após dia na vida da população, em todos os setores, além dos programas sociais, como Cartão Prato Cheio, Cartão Material Escolar e Cartão Gás, que já beneficiaram mais de 700 mil famílias, ao invés de ostentar por meio da sociedade pagando. Com isso, há uma economia muito grande nos cofres públicos.
Cidade foi criada por seu avô, o ex-governador Roriz
Na tentativa de fazer da Capital Federal um lugar melhor para todos, assim como fez seu avô, Joaquim Roriz Neto (PL), em 2018, foi candidato ao cargo de Deputado Federal, obteve 31.455 votos totalizados (2,18% dos votos válidos), mas não foi eleito. Agora, para as eleições deste ano, Roriz Neto é pré-candidato a uma cadeira na Câmara Legislativa do DF (CLDF).
Entendendo a mudança que o ex-governador Roriz trouxe ao DF, cuidando positivamente da parte menos favorecida da sociedade, com construção dos restaurantes comunitários, criação da região de Samambaia, criação de programa destinados à distribuição de enxovais para recém-nascidos e de pão e leite para famílias de baixa renda, além de outras boas coisas, fatores que fizeram muitas pessoas de outras partes do país virem para Brasília em busca de uma vida melhor, o herdeiro do nome de referência, diz que “vou dar continuidade ao trabalho do meu avô”.
Neto esteve recentemente em Samambaia, no projeto Record Nas Cidades, momento no qual foi recebido de maneira muito agradável pela população, que gritava sequencialmente o nome Roriz. Na ocasião, o pré-candidato aproveitou para falar da importância de estar na localidade.
“É um prazer estar aqui com vocês, na cidade que era os olhos do meu avô Joaquim Roriz. Eu sou muito grato a todos vocês pelo carinho que vocês sempre deram para a minha família e eu quero que vocês saibam que vão sempre poder contar comigo, da mesma forma que vocês contaram com o meu avô”, disse.
Além de ser neto do ex-chefe do executivo local, Roriz Neto é filho de Jaqueline Roriz, que foi deputada federal, mas agora está fora do mundo político, somente cuidando das questões da família, junto de sua mãe Weslian Roriz, e sobrinho da ex-deputada distrital Liliane Roriz.
O BRB já movimentou R$ 10,4 bilhões com seus 3 programas – Supera, Acredita e Avança-DF– para impulsionar a economia do Distrito Federal. Lançados, respectivamente, em 2020, 2021 e 2022 os programas atenderam mais de 257 mil clientes, considerando Pessoas Físicas e Jurídicas.
Logo no início da pandemia, em 2020, o BRB foi a primeira instituição financeira do País a lançar um programa, o Supera-DF, para minimizar os impactos financeiros em decorrência da Covid19. O programa ajudou empresas e clientes com liberação de novos recursos e repactuação de dívidas em curso, com a possibilidade de pausar os pagamentos por até 90 dias.
“Mais do que um Banco tradicional, o BRB atua em prol do desenvolvimento econômico, social e humano do Distrito Federal. Procuramos oferecer aos nossos clientes, pessoas físicas e jurídicas, condições para minimizar os impactos da pandemia, com o Supera e o Acredita e, este ano com o Avança, dar suporte na retomada e recuperação de diversos setores”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
Todos os programas ofereceram condições diferenciadas tanto em relação a prazos de pagamento quanto em taxas de juros. Os 3 também superaram as expectativas, atendendo volume e concedendo mais crédito do que previsto.
Só com o Supera, em 2020, lançado com objetivo de liberar R$ 1 bilhão, o BRB movimentou mais de quatro vezes o valor, ultrapassando R$ 4,4 bilhões. Com o Acredita, no ano passado, foram mais de R$ 3,7 bilhões.
Em vigor desde março deste ano, o Avança-DF movimentou, em apenas dois meses, mais R$ 2 bilhões.
O Avança-DF segue disponível aos clientes com diferentes linhas. Destaque para crédito consignado e pessoal – para pessoas físicas – e capital de giro e investimento para pessoas jurídicas.
As contratações estão disponíveis nos canais digitais ou agências do BRB. Para saber mais, acesse o hotsite do programa em avancadf.brb.com.br.
O Conectado ao Poder entrevistou o especialista em Big Data, Alek Maracaja, que estará no 15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político abordando o tema: Bigdata e eleições do século XXI.
Como o Big Data está influenciando a política mundial? Atualmente, a tecnologia tem mudado drasticamente a forma como muitas atividades humanas são feitas. Estamos na Era Digital, ou seja, cada página que você curte, cada post que você compartilha e, até mesmo, suas fotos estão na rede para as empresas utilizarem. Com essa quantidade maciça de dados, elas podem saber mais de você do que seus amigos mais próximos. Então, de acordo com seu perfil de gostos, sua etnia e sua orientação sexual, torna-se uma tarefa relativamente fácil adivinhar a sua propensão a votar em cada candidato.
Quais os principais cases de sucesso pelo mundo? O Big Data é uma massa incrivelmente complexa de informações, suas fontes podem ser bastante surpreendentes, como um teste de personalidade feito no Facebook ou uma curtida em um site de notícias. Tudo isso é analisado, processado em algoritmos especializados e, em seguida, implantado por profissionais de marketing para que você tenha acesso ao máximo de informações a respeito dos seus interesses relacionados à campanha. Estados Unidos foi o que deu o ponta pé inicial.
E no Brasil? O Big Data no Brasil já é realidade em várias empresas e também case eleitoral nas últimas campanhas. em sido essencial no planejamento de empresas e essa tendência só vai crescer nos próximos anos.
Big Data e Fake News andam juntos?
Sim, mais de 60% dos brasileiros não sabem reconhecer uma notícia falsa. Identificar uma fake news se tornou um grande desafio devido ao imenso volume de informações no Big Data. Para se ter uma ideia, todos os dias surgem 2,5 quintilhões de bytes de novos dados.
O fato é que as fake news sempre existiram. Porém, hoje vivemos um novo momento decorrente da escala conquistada pela ascensão das redes sociais nos últimos anos. Junto a isso, temos uma quantidade crescente de dados disponíveis.
O custo do Big Data numa campanha é muito alto? Não, o custo é entender os dados que estão dentro do HTTP, precisa de uma equipe que saiba interpretar esses gigantesco volume de informações em banco de dados.
A campanha de Donald Trump nos Estados Unidos teve como base análise de Big Data e endereçamento de mensagem com base nos perfis psicológicos do eleitorado. As premissas serão as mesmas no Brasil? Não, cada campanha tem seu perfil de coleta, estamos no Brasil, onde há uma variedade de tribos e estilos de pessoas diferentes. Então, todos os dias o Big Data tem novas informações. Basta ir entendendo o sentimento das pessoas.
Como o Big Data pode influenciar nas eleições de 2022? O uso do Big Data é essencial, considerando os milhares de novos dados gerados em alta velocidade diariamente por diferentes meios, como textos, vídeos, imagens, áudios e postagens em redes sociais. Com esses dados podem ser criados campanhas diferentes para vários tipos de pessoas.
Qual será a rede mais estratégica nas eleições de 2022? Todas as redes são locais de entender vários tipos de eleitores, cada rede tem seu perfil de trabalho diferente.
Qual é a expectativa da sua palestra no 15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político?
Vamos tratar de dados coletados nos últimos 10 anos e cases de campanhas. Será um bom bate papo sobre análise de dados e entender que hoje temos 3 pontos importantes: variedade, velocidade e volume. Mais de 60% dos brasileiros não sabem reconhecer uma notícia falsa.
Serviço:
15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político
Local do evento: Faculdade Republicana, SEP Sul, Trecho 713/913 Edifício CNC Trade Térreo – Asa Sul, Brasília – DF
Alek Maracaja é empreendedor, com formação em Processamento de Dados e Publicidade, com especialização em Big Data. Fundador da Ativaweb, com destaque nacional em transmissão ao vivo, especialização em Analista de Comportamento Digital. É também especialista em Big Data e fundador da ABRADi-PB – Associação Brasileira dos Agentes Digitais do estado da Paraíba, membro da ABCOP – Associação Brasileira de Consultores Políticos e colunista do portal Administradores.
Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.
Na espontânea, Rafael Parente aparece em segundo, já na estimulada, o senador Reguffe
Na última quarta-feira (18), foram divulgadas as pesquisas espontânea e estimulada feitas pelo Instituto Ideia junto ao portal Metrópoles, em que são colocadas as preferências dos eleitores para governador do DF.
Na pesquisa espontânea, aquela na qual o entrevistado diz espontaneamente em qual candidato votaria, sem a apresentação de lista, foi apontado que o governador Ibaneis Rocha (MDB) está na frente, com 24% das intenções de voto.
Atrás de Ibaneis estão o ex-secretário de educação Rafael Parente (PSB), com 3,4% votos, a senadora Leila do Vôlei (PDT), com 2,9%, o senador Reguffe (União Brasil) foi citado por 2,5% dos entrevistados e o senador Izalci Lucas (PSDB) com 1%.
Além desses nomes, existe também o deputado distrital Leandro Grass (PV), que desde o começo se coloca como pré-candidato ao GDF, aparecendo com 0,6%. A deputada federal Flávia Arruda (PL), que embora seja oficialmente pré-candidata ao Senado, aparece na pesquisa com 0,3%.
Em relação aos dados da estimulada, pesquisa em que os entrevistados escolheram entre os nomes apresentados em uma lista, o cenário muda, mas Ibaneis segue na frente com 30% das intenções de voto. Seguido do emedebista, aparece Reguffe, com 10,6%. Nessa situação, também é pontuado o nome de Flávia, em terceiro lugar, com 8,5%.
Rafael Parente e Leila do Vôlei aparecem com 6% cada, Izalci tem 5,4% e Grass 2,9%.
Informações detalhadas
Foram entrevistadas 1.200 pessoas de 16 anos ou mais, aptas a votar, em todas as regiões do DF, entre os dias 11 e 16 de maio. O método utilizado foi aplicação de questionário estruturado, por meio de inquérito telefônico, com plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução e nível econômico do entrevistado.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-09593/2022.
A Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do DF (SEL- DF) tem sido uma das pastas com maior potencial eleitoral no Distrito Federal
No governo de Agnelo Queiroz (PT), o então secretário de esportes, Julio Cesar Ribeiro (Republicanos) saiu do executivo direto para a Câmara Legislativa do Distrito Federal. Sendo o mais votado nas eleições de 2014. Julio teve também os votos vindos da Igreja Universal do Reino de Deus, porém, os candidatos da igreja nunca haviam tido uma votação tão grande no DF.
Já no governo de Rodrigo Rollemberg (PSB), quem ocupou a pasta do esporte foi a ex-jogadora de Vôlei, Leila Barros (PDT). Nas eleições de 2018, Leila foi eleita senadora. Em 2014, disputou a Câmara Legislativa e não foi eleita.
No governo Ibaneis Rocha (MDB), a pasta está sobe a indicação da deputada federal Celina Leão (PP) que ocupou a pasta por um período e voltou para a Câmara Federal, deixando Giselle Ferreira, que foi sua chefe de gabinete, no comando do Esporte.
Comentário
O potencial de votos da pasta do esporte é um fato ou outras circunstancias fizeram com que seus últimos ocupantes tivessem êxito nas urnas?
Essa duvida poderá ser respondida nas urnas, no dia 2 de outubro. Se Celina disputar a reeleição e tiver crescimento exponencial, a pasta do esporte, passará a ser uma das mais disputadas nos próximos governos.
Lucimir entende que julgar a gestão Ibaneis na saúde é fácil, difícil é administrar numa situação inesperada
O Conectado ao Poder entrevistou o médico Dr. Lucimir Maia, que é pré-candidato a deputado distrital. Lucimir é cardiologista, ex-superintendente da Região de Saúde Sul e ex-coordenador geral de Saúde do Guará. Lucimir falou sobre o sistema público e privado de saúde.
Essa será sua primeira eleição? Porque?
Sim é a minha primeira eleição. Acreditamos que podemos contribuir para melhorar ainda mais a nossa cidade.
Quais projetos você pretende defender na Câmara Legislativa?
Levantamos essencialmente 3 bandeiras para lutarmos, todas de uma certa forma relacionadas à saúde da comunidade. A primeira é a saúde propriamente dita, com projetos diretamente ligados à nossa saúde pública e privada.
A segunda relaciona-se com a saúde financeira dos habitantes de nossa capital, com projetos para incentivar o empreendedor, a geração de empregos e a capacitação profissional.
A terceira visa a saúde mental com projetos relacionados à nossa cultura como o incentivo às nossas grandes festas como as festas juninas e o carnaval que gera emprego o ano inteiro. E os eventos como aniversários, casamentos e outras comemorações que movimentam inúmeras empresas do ramo.
A saúde pública é um problema nacional. Esse problema tem cura?
O nosso Sistema Único de Saúde deve ter o seu valor de importância resgatado em várias frentes, inclusive com políticas de valorização ao nosso servidor, assim quem ganha são os usuários do sistema.
Melhorias no processo de gestão precisam ser aplicadas em toda a rede de saúde, assim teremos excelência à altura que nossa capital merece.
O que realmente falta para que as pessoas tenham atendimento de qualidade na saúde?
A reorganização do processo de trabalho é fundamental.
Nos momentos em que participei da gestão hospitalar pude comprovar que o que faz sobrecarregar nossos serviços não se resume apenas à chegada constante de pacientes na unidade e sim principalmente na sua saída, ou seja, na sua alta.
Ao reorganizarmos o fluxo interno para tornar-se mais adequado e assim concluir o tratamento dos pacientes para poderem receber alta, temos uma melhoria natural na qualidade do atendimento.
Atualmente nem os hospitais particulares possuem atendimento de qualidade. Estamos chegando perto de um colapso?
A pandemia foi um grande desafio para nossa rede.
Chegamos ao limite de nossas forças para mantermos as unidades funcionantes. O mundo inteiro sofreu com isso.
Todos os processos foram aprimorados, inclusive nossa rede privada de assistência.
Se levarmos em consideração que a rede privada é responsável por cerca de 30% da população que é a que possui planos de convênios de saúde. E que nem todos necessitam de atendimento ao mesmo tempo. E por outro lado nossa rede pública é responsável por 70% da nossa população e durante esses 2 anos quase todos buscaram atendimento inclusive para vacinação.
Nada ficou como antes.
Os governos possuem dificuldade em ocupar vagas reservadas para os médicos. O que pode ser feito para mudar essa realidade?
O profissional de saúde, não somente o médico, precisa ser valorizado, respeitado. A insegurança e a necessidade de melhoria do ambiente de trabalho são fatores importantes na decisão do profissional em permanecer no emprego.
Aumentar as vagas nos cursos de medicina é uma opção?
O aumento da oferta de cursos de medicina pode levar a uma formação de profissionais em massa que levará o profissional a se submeter a condições vis de trabalho e assim naturalmente refletirá na diminuição da qualidade do atendimento ao cidadão.
Não acredito que esta seja a solução desse problema.
As faculdades publicas não deveriam formar médicos e em contrapartida ter um período de dedicação destes médicos voltado para a rede pública de saúde?
É uma questão que está atualmente em discussão em fóruns qualificados.
O gasto público na formação do profissional de saúde não é baixo e de alguma forma devemos encontrar um ponto de equilíbrio.
No final do curso ele ser contratado seria uma garantia de emprego.
Então devemos também argumentar se todos os profissionais formados pelas universidades públicas não merecem ter seus empregos garantidos pelo Estado?
É uma questão complexa.
Nenhum profissional é mais importante do que outro.
Qual a sua avaliação da gestão do governador Ibaneis para a saúde?
Devemos lembrar que na maior parte do governo nós enfrentamos uma situação pandêmica que somente encontrávamos algo parecido em livros de história dos anos de 1912.
Também tenho que lembrar na saúde sempre aprendemos que ninguém faz nada sozinho e que cada qual desempenha seu papel para a grande engrenagem funcionar.
Foram decisões tomadas em tempos difíceis.
Fica fácil para qualquer um julgar um jogo que já ocorreu.
Em entrevista ao CB Poder, secretário de Transporte e Mobilidade explica que, sem subsídio, a tarifa custaria em média R$ 10,00
O secretário Valter Casimiro explicou que, no Distrito Federal, o passageiro não paga o suficiente para cobrir o custo total do transporte coletivo| Foto: Divulgação/Semob
O usuário do transporte público coletivo do DF paga, em média, menos da metade do custo real de uma passagem de ônibus. Sem o subsídio do GDF, uma obrigação legal estabelecida em contrato, o valor seria cerca de R$ 10,00. Os preços cobrados no DF ficam em torno de R$ 4,00, com direito a integração em até três embarques em sequência.
Em entrevista nesta quarta-feira (18) ao canal CB Poder, do Correio Braziliense, o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro, afirmou que o modelo subsidiado mantém a tarifa acessível ao usuário.
“É o melhor modelo de contrato para o transporte coletivo, pois permite que o sistema continue operando mesmo em momentos de crise, sem sobrecarregar na tarifa que é paga pelo usuário”Valter Casimiro, secretário de Transporte e Mobilidade
O secretário explicou que, no Distrito Federal, o passageiro não paga o suficiente para cobrir o custo total do transporte coletivo. A remuneração do sistema vem da tarifa técnica, prevista nas concessões, que é igual ao custo do transporte de um passageiro. Uma parte desse custo é remunerada pelo usuário, por meio da passagem, e a outra parte é subsidiada pelo governo como forma de manter o equilíbrio econômico-financeiro do sistema.
“É o melhor modelo de contrato para o transporte coletivo, pois permite que o sistema continue operando mesmo em momentos de crise, sem sobrecarregar na tarifa que é paga pelo usuário”, afirmou.
Casimiro explicou ainda o impacto da pandemia no custo da tarifa técnica. Segundo ele, durante quase dois anos, o sistema foi mantido com 100% da frota em operação e com baixa demanda de passageiros. O número de pessoas transportadas chegou a cair em 2020. Isso fez com que o custo do sistema aumentasse e, por isso, houve aumento nos valores de repasse para as empresas. Com o fim da pandemia, esse movimento do custo do transporte público ocorre ao contrário.
“O sistema está operando novamente com a mesma quantidade de pessoas transportadas antes da pandemia. Com isso, a tarifa técnica vem caindo e vai continuar sendo reduzida até o final do ano. No próximo ano, sem esse impacto da pandemia, vamos voltar para um patamar de repasse menor, que era o que acontecia antes da pandemia”.
“O sistema está operando novamente com a mesma quantidade de pessoas transportadas antes da pandemia. Com isso, a tarifa técnica vem caindo e vai continuar sendo reduzida até o final do ano”Valter Casimiro, secretário de Transporte e Mobilidade
Sobre os preços das passagens, o secretário voltou a afirmar que não haverá aumento este ano. “O governador Ibaneis, preocupado com a crise econômica que veio com a pandemia, decidiu manter 100% da frota em funcionamento e não aumentar as passagens”, disse.
De acordo com o secretário, além de remunerar mais da metade da tarifa técnica, o GDF paga também o custo total do transporte de estudantes e pessoas com deficiência. As gratuidades representam cerca de 20% dos gastos com transporte público no DF.
Melhoria do sistema
O secretário Valter Casimiro explicou que o modelo de contratos de concessão do transporte público coletivo do DF mantém o equilíbrio econômico-financeiro do sistema. Segundo ele, os valores que o GDF repassa para as empresas são verbas orçamentárias previstas em lei para pagar a tarifa técnica e manter o funcionamento do transporte.
Além de garantir a circulação dos coletivos durante a pandemia com preços acessíveis, o GDF desenvolve uma série de ações para melhorar o sistema.
“Sabemos que a pandemia mudou o comportamento das pessoas, além do aumento dos combustíveis e outras questões que vão fazer com que muitos deixem o transporte individual e prefiram o transporte público. Temos de estar preparados para absorver essa demanda”, disse Casimiro.
Segundo o secretário, o GDF está trabalhando para realizar a nova licitação do transporte coletivo, e uma das medidas será aumentar a frota de coletivos. Outros projetos, como a ampliação do metrô e a implantação do VLT na W3, também serão importantes para melhorar a mobilidade e o transporte público no DF.
Ajuda para mitigar os efeitos causados pelas obras na região foi discutida durante encontro do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), nesta quarta-feira (18)
As obras da primeira etapa seguem em andamento e nesta semana alcançaram a marca de 31,1% de execução | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília
O governador Ibaneis Rocha determinou que o Banco de Brasília (BRB) e secretarias de governo encontrem uma forma de auxiliar os empresários e comerciantes instalados na Avenida Hélio Prates, em Ceilândia e Taguatinga. A iniciativa, para ajudar a mitigar os efeitos causados pelas obras na região, foi discutida durante encontro do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), nesta quarta-feira (18).
“Toda obra traz transtornos, para os empresários principalmente. Pedi ao secretariado que visitasse os empresários da região, que estão sofrendo queda no faturamento em virtude da obra” Governador Ibaneis Rocha
A proposta será estudada pelos gestores do governo e levada aos comerciantes da região. Ibaneis Rocha reconhece os transtornos da obra, mas lembra que elas são para um bem maior das duas cidades, para renovar essa grande avenida comercial de 7,2 km de extensão.
“Estamos fazendo uma obra muito grande para Ceilândia e Taguatinga, que é a revitalização de toda a Avenida Hélio Prates. Toda obra traz transtornos, para os empresários principalmente. Pedi ao secretariado que visitasse os empresários da região, que estão sofrendo queda no faturamento em virtude da obra”, afirma o governador Ibaneis Rocha.
“Fica meu pedido ao presidente do BRB [Paulo Henrique Costa] que visite os empresários e comerciantes juntamente com os secretários de Obras [Luciano Carvalho] e de Governo [José Humberto Pires] para que a gente possa criar um programa que ajude os empresários a passar por esse período”, acrescenta.
A Avenida Hélio Prates cruza a cidade de Taguatinga, ligando o Sol Nascente até o Pistão Norte. Na primeira etapa da obra, o governo investiu R$ 14,3 milhões. Já o montante para a segunda etapa é de R$ 42 milhões.
A reforma pretende uniformizar e modernizar a área que abriga diversas instituições de ensino, de saúde e de esporte, além de residências e um forte comércio. Ela é também mais uma obra que compõe o Corredor Eixo Oeste, assim como a construção do Túnel de Taguatinga, do viaduto da Epig, de dois novos viadutos no Setor Policial e a reforma completa da Estrada Parque Setor Policial Militar (ESPM).
O Senado aprovou hoje (18) a regulamentação da identidade profissional de radialista. Com isso, o documento pode ser usado como identidade válida em todo o território nacional. O projeto segue para sanção presidencial.
De acordo com o texto aprovado, o documento deve ser emitido pelo sindicato da categoria. Caso não exista tal sindicato na área de atuação do profissional, a carteira poderá ser emitida por federação devidamente credenciada e registrada no Ministério do Trabalho.
Não é necessário o radialista ser sindicalizado para ter direito ao documento. Basta ele ser habilitado e registrado perante o órgão regional do Ministério do Trabalho nos termos da legislação que regulamenta a atividade profissional.
Tramitação
A regulamentação do documento de identidade para radialistas sofreu um atraso na tramitação. A proposta já havia passado por três comissões, mas uma medida provisória (MP) editada pelo governo em 2019, influenciou na tramitação do projeto que cria a carteira dos radialistas. A MP criava o Contrato Verde e Amarelo e fazia outras mudanças na legislação trabalhista e as mesmas comissões pelas quais o projeto haviam passado temiam que a MP o invalidasse.
Argumentos posteriores de Jorge Kajuru (Podemos-GO) e Rogério Carvalho (PT-SE), relatores do projeto nas Comissões de Assuntos Sociais (CAS) e na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), respectivamente, mostraram que a MP não tinha qualquer relação com o projeto. Além disso, Carvalho lembrou que a MP deixou de valer porque não foi votada no prazo pelo Congresso.
Cookies são pequenos arquivos de texto que podem ser usados por sites para tornar a experiência do usuário mais eficiente. A lei afirma que podemos armazenar cookies no seu dispositivo se eles forem estritamente necessários para o funcionamento deste site. Para todos os outros tipos de cookies, precisamos de sua permissão. Este site usa diferentes tipos de cookies. Alguns cookies são colocados por serviços de terceiros que aparecem em nossas páginas.
Necessary cookies help make a website usable by enabling basic functions like page navigation and access to secure areas of the website. The website cannot function properly without these cookies.
Marketing cookies are used to track visitors across websites. The intention is to display ads that are relevant and engaging for the individual user and thereby more valuable for publishers and third party advertisers.
Preference cookies enable a website to remember information that changes the way the website behaves or looks, like your preferred language or the region that you are in.