Ferramenta estimula a participação da sociedade e contribuir com a transparência das ações realizadas pela Câmara Legislativa / Foto: Carlos Gandra/CLDF
Você sabia que agora cada cidadão pode acompanhar pelo celular todo o trabalho legislativo realizado na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF)? Para isso, basta usar o aplicativo Processo Legislativo Eletrônico (PLE) CLDF Online, que já pode ser baixado nas lojas dos sistemas IOSe Android. O lançamento oficial será realizado nesta quinta (19) às 10h no plenário com transmissão pela TV Câmara Distrital no canal aberto 9.3 e no YouTube.
A nova ferramenta busca estimular a participação da sociedade e contribuir com a transparência das ações realizadas pela Câmara. Desenvolvido pela Coordenadoria de Modernização de Informática (CMI), a pedido da Vice-Presidência da Casa, o aplicativo permite acompanhar todos os projetos de lei em tramitação e ainda e opinar sobre o conteúdo da proposta.
Por fim, está disponível a opção de personalizar seu uso, escolhendo acompanhar um representante, as proposições de interesse, os temas e até a região administrativa que o usuário quer acompanhar. Assim, a plataforma enviará notificações sobre qualquer novidade do seu interesse.
A sociedade organizada pode ficar de olho em todas as propostas relacionadas a temas como meio ambiente ou questões fundiárias, por exemplo, e até mesmo com uma região administrativa. Para fazer o login, o cidadão precisa usar a plataforma federal “gov.br”, assegurando a entrada apenas de usuários únicos e verdadeiros, vinculados ao CPF.
“O principal propósito desse aplicativo é a aproximação da população com a CLDF. Todos os projetos de lei em tramitação poderão ser acompanhados na palma da mão. Semelhante à interação das redes sociais, a população poderá entrar em contato com os autores do projeto, dar opinião, curtir e descutir o que está tramitando. Isso é um avanço, pois as pessoas precisam participar do processo legislativo, pois é para elas que trabalhamos”, ressalta o vice-presidente da Casa, deputado Delmasso.
Transparência
Com o aplicativo CLDF Online e o acesso livre para qualquer pessoa sobre o inteiro teor da proposta, cresce a transparência do processo legislativo. Além disso, também fica mais fácil conferir se o que estão dizendo sobre aquela proposta realmente está em análise pelos parlamentares ou não.
“É um momento de orgulho para todos os servidores da Câmara Legislativa, pois consolidada o principal produto que é feito nessa casa Casa. Isso vai trazer muito mais transparência ao processo legislativo em tempo real, pois a população vai poder participar no momento em o processo está sendo construído”, explica Marcelo Herbert, coordenador da CMI.
O Conectado ao Poder entrevistou a Consultora Digital em Marketing Político Gisele Meter, que estará no 15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político abordando o tema: uso de TikTok e Reels para perfis políticos.
Como ganhar a atenção dos eleitores no TikTok?
O primeiro passo para ganhar a atenção das pessoas em qualquer plataforma, é saber com quem você quer falar. E o TikTok não é diferente pois, ao saber quem é o seu público, você tem um ponto de partida para a construção do conteúdo. O que você precisa entender é o formato da Rede. Hoje no TikTok conteúdos de informação + entretenimento (infotenimento) e micro learning (pequenos aprendizados) são conteúdos que funcionam muito bem para perfis políticos.
E no instagram?
O Instagram rege o mesmo princípio do TikTok para distribuir o Reels, ou seja, a retenção da atenção. Quanto mais tempo a pessoa parar no seu conteúdo (ou repetir o seu Reels), mais a plataforma entrega. A diferença entre Reels e TikTok é que o TikTok é uma rede social onde o seu conteúdo vai para fora da bolha e o Instagram abrange o aumento de visibilidades para seguidores e também não seguidores. O que vejo que funciona muito no Instagram, além dos conteúdos que já mencionei para criação de TikTok (infotenimento e micro learning), também são os conteúdos que geram conexão por meio de histórias do político (sejam em vídeos ou em fotos com movimento)
O TikTok é uma opção para qualquer perfil político?
O TikTok é uma opção para o político que sabe que seu público está lá. Entrar em uma rede social somente porque ela é a rede do momento não faz sentido. Toda escolha de rede deve ser usada com o objetivo de fortalecer a marca política. Se isso não estiver muito claro, é um desperdício de energia que poderia ser deslocada para outros lugares que poderiam trazer maior visibilidade ao político.
Quais os perfis tendem a ter mais sucesso no TikTok?
No TikTok os perfis políticos que mais tem sucesso são os midiáticos, justamente pela pegada em produção de conteúdo digital que esses políticos tem. Mas isso não significa que outros perfis também não possam ter bons resultados. Acredito também que a definição de sucesso deve ser adaptada ao contexto, produção de conteúdo e constância do político para criar conteúdo. Sucesso é uma palavra muito vaga se a gente não estabelece metas de acordo com a realidade de cada um.
O Reels será o formato do Instagram mais assertivo nestas eleições?
Acredito que tem que ter ponderação quando falamos em conteúdo mais assertivo. O conteúdo mais assertivo é aquele que o público gosta de ver, então depende mais do que o público quer ver do que do formato em si. (apesar de termos no Reels hoje o formato que tem maior alcance). De nada adianta abusar de Reels com conteúdo que as pessoas não engajam, ao passo que um card ou uma foto com história poderiam surtir mais efeito. É fato que o Reels aumenta a sua visibilidade, porém isso só acontece se o conteúdo for bom o suficiente para reter a atenção e fazer com que as pessoas reajam de alguma forma a esse conteúdo.
Quais outros formatos valem a pena?
Gosto muito de fotos em perfis políticos, o formato carrossel com fotos que contam uma história, acredito que valem tanto a pena quanto o Reels. Mas claro, aí entra a questão da potencialização das fotos por meio da legenda. Postar uma foto sem contexto é pedir para não ter engajamento.
Os candidatos devem investir mais tempo no porta a porta ou no digital?
Penso que esse pensamento dicotômico deve ser banido de uma boa campanha. Explico: Hoje tanto o digital, quanto o presencial se complementam fortemente. Os políticos precisam entender que o digital é a forma que ele tem de permanecer nos lugares onde ele foi apertar a mão das pessoas. O político não pode ser onipresente, então temos o digital para ser utilizado como meio para que sua imagem continue sendo reforçada na cabeça das pessoas. Eu, particularmente gosto muito do político de chão, pois é isso que vai ajudar a equipe a ter bons conteúdos para o digital. Logo não podemos fazer essa separação do que é melhor e sim pensar em como cada forma de fazer campanha se complementa para atingir os resultados que queremos.
Quais dicas você daria para quem quer ter uma campanha de sucesso no digital?
Crie conteúdo! Seja um político que está disposto a ajudar a sua equipe de comunicação a fortalecer a sua marca política. Comunicação e Marketing político não fazem milagre se o político não está disposto a aparecer. Outra dica é o político se ver como marca e entender que uma marca deve ser lembrada na cabeça das pessoas, porém pela via da emoção e não da interrupção. Uma coisa que acho péssima são os cards de datas sazonais. Tá lá o dia do semáforo e a cara do político sorrindo em um card com um semáforo atrás. Que emoção gera esse tipo de conteúdo? Qual é o sentido? Cadê a história? É claro que o político pode e deve postar datas sazonais, mas a pergunta que fica é: Qual o contexto da data para o fortalecimento da sua imagem? Qual é a sua atuação efetiva naquilo que você está levando para o seu perfil? Se a resposta não vier de forma rápida e esclarecedora, a data será apenas mais um conteúdo sem engajamento perdido no feed do político, denunciando que não há estratégia ou pior… produção política.
O que pode ser considerado um erro e deve ser evitado no digital?
Fazer das suas redes um grande palanque. Redes sociais são conversa, as pessoas querem interagir, se sentir pertencentes a uma comunidade e buscar um líder que as guie e não que tente aparecer a qualquer custo. Evite falar somente sobre você. Criar conteúdo no digital é acima de tudo pensar no que as pessoas querem ver.
Qual é a expectativa da sua palestra no 15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político?
A minha palestra fala sobre Reels e TikTok para perfis políticos então a minha expectativa é responder de uma vez por todas perguntas como:
Quais conteúdos que não podem faltar em um Reels ou TikTok de perfis políticos?
Como faço para o político gravar vídeos curtos?
Onde encontro tendências de conteúdo para perfil político.
Espero levar esse conhecimento de forma prática, para que as pessoas saiam com respostas aplicáveis em suas realidades.
Serviço:
15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político
Local do evento: Faculdade Republicana, SEP Sul, Trecho 713/913 Edifício CNC Trade Térreo – Asa Sul, Brasília – DF
Gisele Meter, Psicóloga, Especialista em Marketing, Influência Digital, criação de conteúdo e Estratégia, professora da pós graduação da Universidade Positivo onde ministra o módulo de Marketing Digital e Redes Sociais, Escritora Internacional do Livro: A arte da Guerra na gestão – 2ª Ed (Editora Top Books) e Consultora Digital em Marketing Político. Idealizadora da Estratégia Parlamentar, agência de criação de conteúdo e fortalecimento de marcas políticas no mundo digital.
Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.
Com planejamento e estratégia, GDF tem tratamento e vacina de sobra; oferta de leitos públicos nunca foi zerada em dois anos de pandemia
Até segunda (16), 98.130 pessoas tomaram a quarta dose (segunda dose de reforço) | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
O Distrito Federal foi a primeira unidade federativa do Brasil a reconhecer a pandemia da covid-19. Foi a pioneira, também, a decretar o isolamento social e a adotar políticas públicas emergenciais na contenção e combate ao vírus, seja na distribuição de mais de 2,2 milhões de máscaras, na contratação de leitos de UTI da rede particular ou na abertura de hospitais de campanha.
Com uma população estimada em 3.010.881 habitantes, de acordo com a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) 2021, da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), a capital do país mantém o estímulo da imunização da população, com vacinas de sobra – nunca faltaram em quase um ano e meio de campanha. A cobertura da primeira e da segunda dose alcança um percentual bem alto, o que não se repete nas etapas de reforço, por falta de procura por parte da população.
“Nossa logística é ímpar. A vacina chega às 6h no centro de armazenamento e distribuição e às 10h já conseguimos abastecer mais de 160 postos” Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde
A vacinação contra a covid-19 no DF começou no dia 19 de janeiro de 2021. De lá para cá, foram recebidas 7.137.727 doses do imunizante – e aplicadas 6.216.243 até 16 de maio de 2022. Confira o vacinômetro. O planejamento estratégico e a liberação escalonada do imunizante por faixas etárias e grupos prioritários – obedecendo a destinação das doses de acordo com o previsto pelo Ministério da Saúde – fez com que ele nunca faltasse para quem estava previsto recebê-lo.
Para que a vacina chegue ao braço do brasiliense, existe um processo de logística comandado pelos servidores da Rede de Frio Central. “Nossa logística é ímpar. A vacina chega às 6h no centro de armazenamento e distribuição e às 10h já conseguimos abastecer mais de 160 postos”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero.
Autoridades de saúde do GDF são unânimes em lembrar que a pandemia não acabou e que, apesar da flexibilização das medidas sanitárias – por uma questão econômica –, a Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda mantém o alerta pandêmico pelas características de contágio da doença. Completar o esquema vacinal, portanto, é imprescindível para o arrefecimento da proliferação do vírus.
“À medida que avançarmos na vacinação, reduzimos as internações e a média de mortes por dia, pois o vírus em uma pessoa imunizada tem muito menos força do que em alguém que não se vacinou”Fabiano Martins, diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde
“À medida que avançarmos na vacinação, reduzimos as internações e a média de mortes por dia, pois o vírus em uma pessoa imunizada tem muito menos força do que em alguém que não se vacinou”, alerta o diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Fabiano Martins.
Carro da Vacina
Técnicos da Secretaria de Saúde apontam duas razões pelas quais as pessoas não cumprem seus ciclos imunizadores contra a covid-19: o viés ideológico ou a dificuldade de acesso e locomoção. A desinformação, neste caso, inexiste, em se tratando da pandemia. O GDF, então, decidiu levar a vacina a quem tinha dificuldade de ir até ela.
Em 8 de janeiro de 2022, o Carro da Vacina circulou pelas ruas do Sol Nascente. A proposta era levar o imunizante à população em situação de vulnerabilidade com ausência de equipamentos públicos e falta de infraestrutura – ou incapaz de arcar com o custo do deslocamento até uma delas. Eram ali, nos trechos 1, 2 e 3 no Pôr do Sol e nas áreas rurais de Brazlândia, os maiores bolsões de não vacinados registrados pela Secretaria de Saúde.
De lá pra cá, foram 11 edições em que uma van com um rotolight e um megafone saiu pelas ruas chamando as pessoas para se vacinarem. O resultado: 4.816 doses aplicadas – 1,2 mil só da primeira –, uma adesão considerada satisfatória para quem está na linha de frente desse atendimento.
“Acredito muito na busca ativa de pessoas não vacinadas”, defende a superintendente da Região de Saúde Oeste (Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol e Brazlândia), Lucilene Florêncio. “Sempre que o calendário de vacinação for ampliado, há necessidade de ir até essa população. E pode ter certeza de que nós iremos”, conclui.
Região já recebeu 35.915 km de pavimentação, 87.832 km de meios-fios e 18.940 m² de calçadas. Urbanização recebe aporte de R$ 16 milhões
Duas lagoas de detenção de águas pluviais já foram entregues e outras duas ainda estão sendo executadas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília
O Governo do Distrito Federal trabalha a todo vapor para entregar ruas e avenidas mais urbanizadas aos moradores do Trecho 2 do Sol Nascente/Pôr do Sol. Com aporte de R$ 16 milhões, as obras de pavimentação e drenagem atingiram 90% de execução em abril deste ano.
Segundo a Secretaria de Obras e Infraestrutura, já foram asfaltados mais de 35,915 km de ruas; outros 11,797 km foram pavimentados em blocos intertravados, usados em locais de tráfego leve. A população recebeu ainda 18.940 m² de calçadas e 87,832 km de meios-fios. Duas lagoas de detenção de águas pluviais já foram entregues e outras duas ainda estão sendo executadas.
A obra no Trecho 2 do Sol Nascente/Pôr do Sol beneficia mais de 150 mil moradores e já criou 150 empregos
“A pavimentação vai beneficiar a população em relação a infraestrutura, valorização dos imóveis, deslocamento ao trabalho e escola e ao comércio. Vai mudar o Sol Nascente”, afirma o administrador da cidade, Marcelo Pinheiro. A previsão é que tudo esteja pronto ainda no segundo semestre deste ano.
Resta concluir a construção dos dissipadores de energia de duas lagoas, o plantio de grama e o cercamento das lagoas, a abertura de bocas de lobo, a implantação de rede de drenagem e a execução de mais calçadas e pavimentação.
O engenheiro fiscal da Secretaria de Obras e Infraestrutura, Alex Sidney Silva e Costa, explica que, com as ruas asfaltadas, os moradores têm mais acesso aos serviços públicos e menos problemas no período de chuvas. “As lagoas são construídas para captar a água pluvial e evitar estragos nas casas e nos córregos”, diz o profissional. “Além de que, quando as cidades são urbanizadas, começam a aparecer mais serviços públicos na região”, completa.
A obra no Trecho 2 do Sol Nascente/Pôr do Sol beneficia mais de 150 mil moradores e já criou 150 empregos. Recém-chegado ao Sol Nascente, o ajudante de pedreiro Genivaldo Ferreira de Silva, 59 anos, está feliz com a urbanização do Trecho 2. Nascido em Maceió (AL), ele veio para Brasília em 2012, mas se mudou para a região administrativa há apenas dois meses. “É bom ver as máquinas passando na rua, ver o pessoal trabalhando aqui. Vai melhorar bastante”, diz.
Ezio Marques, de 51 anos, é outro morador que está contente com a urbanização do bairro. Ele, a esposa e a filha se mudaram para a chácara 89 do Trecho 1 há nove anos e acompanham de perto a evolução da área. “Quando cheguei aqui, o chão ainda era de terra. Tudo muito precário. Mas aos poucos foi melhorando e acho que ainda vai desenvolver bem mais”, diz.
Desenvolvidas para trazer mais qualidade de vida aos moradores do DF, as Leis já estão sendo colocadas em prática
Cuidar da população é dever de qualquer gestor, seja presidente, governador ou deputado. É preciso entender as dificuldades da sociedade e batalhar para que a realidade seja transformada, favorecendo, assim, a todos, em especial os mais vulneráveis.
Sabendo disso, o deputado distrital Hermeto (MDB), possui várias leis aprovadas que beneficiam diariamente a vida de milhares de pessoas da Capital Federal, nos mais diversos setores.
Conheça 10 leis que fazem a diferença:
Lei 6.343/2019 – Dispõe sobre cirurgia metabólica
Cerca de 15 milhões de brasileiros são portadores da Diabetes Mellitus tipo 2, e somente poucas pessoas respondem ao tratamento convencional, mas quem não responde, em razão da glicose não abaixar, sofre de complicações, tais como cegueira, infarto, AVC, e passa até pelo risco de morte. Com a Lei, é permitida a indicação de cirurgia metabólica para tratamento dos portadores dessa doença.
Lei 6.390/2019 – Programa Cidade Segura (PCS)
As câmeras de monitoramento espalhadas pelo DF inibem a ação dos bandidos e têm ajudado na redução dos índices de criminalidade.
Lei 6.724/2020 – Medicamento em casa
Mais de 40 mil pessoas têm sido beneficiadas com esta norma. As pessoas que antigamente precisavam pegar filas para adquirir remédios nas farmácias de alto custo, agora estão livres dessa burocracia.
Lei 6.569/2020 – Política de Assistência Integral à Mulher (PAIM)
A medida promove o bem-estar das mulheres, assegurando a elas a assistência integral à saúde em ações de caráter preventivo e curativo.
Lei 6.510/2020 – Cuidados ortodônticos para crianças
Observando que crianças entre 6 e 12 anos precisam de atenção redobrada na hora de cuidar dos dentes, a Lei garante que os pequenos tenham o direito de receber os devidos cuidados nessa fase da vida.
Lei 6.712/2020 – Tecnologia de Reconhecimento Facial (TRF)
Visando maior segurança da população, a Lei facilita o trabalho da polícia, ajudando a identificar foragidos, por meio de reconhecimento facial em câmeras de segurança.
Lei 6.740/2020 – Regularização de terras rurais
A partir disso, o acertamento fundiário deve solucionar os questionamentos relativos à localização dos imóveis, de seus limites e confrontantes, bem como sobre sua efetiva titularidade, formando uma base jurídica consistente para a progressão da regularização fundiária rural.
Lei 6.905/2021 – Tatuagem reparadora gratuita para mulheres vítimas de agressão
Só em 2021, mais de 16 mil mulheres foram agredidas no DF. Essas agressões, além de deixarem marcas na alma, muitas vezes deixam cicatrizes no corpo. A Lei foi criada para dar a essas mulheres a opção de fazer uma “tatuagem reparadora” e, assim, resgatar sua autoestima.
Lei 6.983/2021 – Cirurgia plástica de reparação posterior a procedimentos bariátricos e mastectomia
As pessoas que fizerem cirurgias invasivas, como a redução de estômago e a retirada da mama, não precisarão mais esperar por longos anos por uma cirurgia reparadora. Com esta Lei, o SUS deve realizar a cirurgia plástica em até 6 meses após o pedido médico.
Lei 6.803/2021 – Militares da reserva nas escolas de gestão compartilhada
A utilização de policiais e bombeiros militares da reserva nas escolas de gestão compartilhada é uma forma de reconhecer o serviço que eles prestam para a sociedade, além de aproveitar sua experiência. No mais, a norma permite que os agentes da ativa cedidos a essas escolas voltem às ruas para combater a ação de criminosos.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (17) que publicará um decreto presidencial estabelecendo a possibilidade de trabalho remoto na administração pública. A mudança está prevista nas normas publicadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República que instituem o Programa de Gestão de Desempenho para Pessoal Civil da Administração com trabalho presencial ou remoto.
Segundo o documento, a comprovação de frequência para agentes públicos que concordarem em realizar suas funções de maneira remota passará a ser a entrega periódica de demandas. A possibilidade de trabalho remoto será integral ou parcial, observada a necessidade do funcionário estar disponível para chamadas telefônicas – inclusive para atender ao público externo – durante todo o expediente.
Também há a previsão do aumento de produtividade para aqueles que optarem pelo serviço remoto. O texto cria, ainda, a possibilidade de trabalho a partir do exterior, mas apenas por tempo limitado e em “hipóteses restritas”. O regime de trabalho remoto será estabelecido seguindo os interesses da administração pública. O documento não detalha como a nova norma será implementada.
“Essa substituição tem foco na administração voltada para resultados e busca maior transparência em relação às atividades desenvolvidas pela administração pública e seus agentes”, diz o comunicado da Secretaria-Geral.
De acordo com o governo federal, a medida terá impactos sobre a produtividade do funcionalismo público, já que institui um modelo de trabalho “voltado para resultados e incremento de eficiência.”
Acordo prevê série de medidas do Tribunal para incentivar a circulação de informações oficiais sobre o processo eleitoral
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Telegram celebraram, nesta segunda-feira (16), acordo de colaboração mútua para enfrentamento da desinformação. O TSE é o primeiro órgão eleitoral no mundo a assinar um acordo com a plataforma que envolve cooperação e ações concretas.
De acordo com o documento, que deve vigorar até 31 de dezembro de 2022, a parceria envolve a criação de um canal oficial do TSE na plataforma para divulgar informações oficiais sobre as eleições, suporte da equipe técnica do Telegram para o desenvolvimento de um robô para tirar dúvidas dos usuários sobre as eleições, bem como o desenvolvimento de uma nova funcionalidade na plataforma para marcação de conteúdos desinformativos.
Além de apoio técnico e inovações no produto para enfrentar a desinformação, a plataforma se comprometeu a apoiar o TSE na divulgação do canal para todos os usuários do Telegram no país.
Também será disponibilizado um canal extrajudicial para que o TSE realize denúncias na plataforma. Quando houver denúncias, o Telegram conduzirá investigação interna para verificar se os canais indicados violaram os termos de serviço e políticas da plataforma.
O Tribunal se compromete também a fornecer informações e relatórios sobre o desenvolvimento das eleições que possam ser importantes para que o Telegram desenvolva políticas internas e melhores práticas.
Outros acordos
No dia 15 de fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral firmou ou renovou parceria com as principais redes sociais e plataformas digitais de compartilhamento de mensagens e vídeos. Fazem parte do acordo para ação coordenada de combate às fake news nas eleições de 2022: Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube, LinkedIn, Kwai e Spotify.
Desde 2018, a Justiça Eleitoral atua no combate à disseminação de notícias falsas relacionadas às eleições e à Justiça Eleitoral. Os memorandos de entendimento, que não acarretam nenhum custo para o TSE, integram o Programa de Enfrentamento à Desinformação, lançado em agosto de 2019 e tornado permanente em 2021. Nesta segunda-feira (16), o Telegram aderiu ao programa, comprometendo-se a implementar medidas concretas para combater a divulgação de conteúdos falsos.
“É o governador mais barato e produtivo do Brasil,” diz Celina Leão sobre Ibaneis
Da redação
#Celi
A deputada federal Celina Leão (PP) concedeu entrevista para o jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (15), na Rádio Metrópoles (104.1 FM), e comentou sobre a nova regra eleitoral, fez uma análise sobre a disputa para o Senado, falou sobre seu trabalho para as mulheres, tendo em vista o diálogo com a esquerda, além de pontuar seu voto para presidente e avaliar o governador Ibaneis Rocha (MDB).
Qual é a sua visão sobre a nova regra eleitoral?
A nova regra foi criada para justamente o número de partidos diminuir, mas na primeira eleição ela é muito cruel, porque todos os partidos estão tentando montar uma nominata. A lógica está invertida, você olhava para o lado e todos os partidos estavam tentando montar nominata de federal e não davam conta, porque se pegar o número de eleitores, é limitado dentro do DF, não tem voto para esse tanto de candidato e isso acontece na mesma perspectiva para deputado distrital, então não vai ter voto para todo mundo que está aí.
Teremos deputados federais eleitos pelo 80/20?
As pessoas até agora não entenderam a lógica da nova eleição. Por exemplo, quem montou nominata em Brasília na expectativa de fazer 80/20, vai ficar sem deputado federal.
Como você observa a disputa para o Senado aqui no DF?
Nós temos duas candidaturas do campo centro-direita, de duas ex-ministras do presidente Bolsonaro, então em algum momento o diálogo tem que prevalecer, porque quem se beneficia do rompimento são os outros candidatos ao Senado, pelo lado da esquerda. Essa dificuldade do momento é até para ver quem tem tamanho realmente para estar no Senado, mas isso será decidido nas convenções.
Como é vista a questão do trabalho para as mulheres?
Eu tenho muito orgulho desse trabalho que eu consegui consolidar com as mulheres, porque eu sou uma deputada que sou fruto do meu trabalho, sempre me achei tão capaz quanto qualquer homem. Eu peguei uma pesquisa e observei que 64% do meu eleitorado é formado por mulheres e fiquei muito feliz, é muito legal quando uma mulher se enxerga em você. Acredito que a coroação desse trabalho veio quando eu fui eleita para coordenar a bancada federal das mulheres e estou podendo retribuir com muito carinho, com uma legislatura que teve aprovação recorde de número de projetos voltados para as mulheres, são 167 leis votadas para as mulheres.
Qual foi o projeto de lei mais desafiador?
Eu acho que o projeto de lei que foi mais difícil de avançar foi o que colocamos na lei de diretrizes básicas de uma semana de combate à violência doméstica dentro das escolas. Foi complicado porque ele tinha divergências entre a extrema direita e a extrema esquerda e no primeiro momento existia a preocupação da direita conservadora de que isso fosse uma forma de alienação de falar de gênero e não era isso, e por outro lado, a esquerda radical não queria que a gente mexesse na Lei Maria da Penha, mas nós conseguimos fazer várias reuniões e tirar um belíssimo projeto, que vai mudar a vida das mulheres.
Como é o diálogo com a esquerda para chegar nessas pautas?
Eu aprendi na minha vida pública que todas as pessoas têm algo de bom para contribuir. Eu tenho muita admiração por todas as deputadas da bancada que eu coordeno, elas têm muito respeito pelo meu trabalho e eu tenho tentado tratar todas elas com igualdade. Quando eu assumi a Bancada Feminina, várias deputadas da esquerda nunca tinham relatado nenhum projeto na Câmara e eu falei que a relatoria iria para todas e comecei a dividir e até o convívio entre esquerda e direita melhorou, a gente se uniu.
Seu voto para presidente vai para quem?
Eu vou de Bolsonaro. Ele foi o que mais sancionou leis para mulheres, foram 66 ao todo.
Como é sua avaliação ao governador Ibaneis?
Eu acredito que ele tem feito um bom trabalho. É o governador mais barato e produtivo do Brasil, ele não usa carro oficial, ele abriu mão do salário, ele não mora na residência oficial, mora na casa dele. Ibaneis trabalha muito e tem mudado a cara dessa cidade. Eu dou 9,5 para esse governo.
Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.
Cidade completou 62 anos e está em constante desenvolvimento
Por todas as localidades do DF existe trabalho realizado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), do lado sul ao lado norte.
Na sexta-feira (13), a cidade completou 62 anos e somente na gestão do emedebista muito foi entregue, como construção de passarelas, iluminação de led para maior segurança, construção de retornos, para mais facilidade aos motoristas, pavimentação de ruas, por mais bem-estar, além da rodoviária e do estacionamento na feira.
Além de todas essas benfeitorias, está em andamento a obra do viaduto da cidade, que ficará localizado às margens da BR-020, facilitando a vida dos motoristas, esses poupando tempo em trânsito, chegando mais cedo em casa e aproveitando melhor suas famílias.
O Complexo Viário Governador Roriz, no Trevo de Triagem Norte, também beneficia os habitantes de Sobradinho, já que uma grande parcela dos residentes da cidade certamente trabalha pelo Plano Piloto e se deslocam todo dia e, desse modo, há ajuda para facilitar o trânsito.
O Conectado ao Poder entrevistou o cientista político Valdir Pucci, que é Diretor-Geral da Faculdade Republicana e será um dos palestrantes do 15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político.
A Faculdade Republicana é uma das poucas no Brasil que ministra cursos superiores voltados para profissionais do Marketing Político. Qual a avaliação dos cursos ofertados?
Para nós da Faculdade Republicana o saldo e a avaliação são bastante positivos. Temos como lema da Republicana: o melhor de Brasília para o Brasil. Sendo Brasília o centro das decisões políticas do país, o que acontece e é decidido aqui reverbera em todo o país, portanto, entendemos que cursos voltados para a política e para o marketin político nascidos em Brasília, criados e ministrados por quem vive essa realidade diariamente, só pode gerar muito conhecimento aos alunos e a nós também. Como ofertamos cursos em EaD, podemos juntar em uma única turma, realidades de norte a sul e a troca de experiencias é muito rica para todos os envolvidos no processo de aprendizagem. Outro ponto importante é a importância de se capacitar. O marketing político não é feito de tentativas e erros. Possui uma ciência e uma lógica que pode ser aprendida por profissionais de várias áreas interessadas no assunto. Quanto mais a pessoa se especializar no tema, maior serão as chances de sucesso na profissão.
A baixa quantidade de jovens com título de eleitor pode influenciar as eleições de que forma?
Os jovens expressam uma população importante no país. Apesar da nossa pirâmide demográfica ter se alterado nas últimas décadas, com aumento do número de pessoas idosas e adultas e diminuído o número de jovens, estes ainda são uma fatia importante da população e do eleitorado. Outro ponto que deve ser levado em consideração é, que devido a sua natureza, o jovem é mais questionador e aberto a mudanças. Com essas duas observações, quando temos uma baixa participação da juventude no processo eleitoral as consequências não são boas para o processo e nem mesmo para eles. No quesito processo eleitoral, sem os jovens, a política tende a ser menos aberta a mudanças e inovações. O status quo tende a ganhar com a baixa participação dos jovens e sua veia questionadora faz falta no debate político. Acredito que haja um empobrecimento da política sem os jovens. Para eles também é muito ruim. Aqueles que não participam não entendem que tudo na sua vida é influenciado pela política (educação, emprego, saúde, segurança, diversão…). Quando o jovem não participa, deixa essas decisões para gerações mais velhas, que muitas vezes possuem outras preocupações diferentes de quem está começando a vida adulta.
Atualmente o eleitor está mais ou menos interessado em participar das eleições?
O eleitor brasileiro tem amadurecido politicamente. Temos que lembrar que essa já é a nona eleição seguida que realizamos no período democrático, sem contarmos as eleições municipais. O eleitor brasileiro já sabe o que esperar do processo e da política. Dito isso, temos que lembrar que, mesmo em sociedades consideradas democracias avançadas e onde não há o voto obrigatório, a participação no processo eleitoral é, por volta, de 60% em condições normais. Claro que em momentos de polarização ou de mobilização, esse número tende a aumentar, mas no geral, são números de participação menores que no Brasil e isso não diminui a visão que temos de democracias sólidas. Portanto, participação popular nas eleições não pode ser o único nem a principal referência de participação política. Não vejo o brasileiro menos ou mais interessado em participar das eleições que cidadãos de outros Estados, pois isto é um sazonal, com momentos de maior ou menor participação política. Agora, não podemos deixar de destacar que atualmente há um grande descrédito na maioria dos países que a política tradicional possa dar as respostas que as sociedades esperam para seus problemas.
Você acredita que teremos mais votos brancos, nulos e eleitores que não vão comparecer?
Teremos, nessa eleição, um número significativo de eleitores que não irão votar ou simplesmente anularão ou votarão em branco. Não acredito em um aumento significativo desses números, mas ficaremos acima dos 20%, como em eleições anteriores. Ressalvo o que foi dito na pergunta anterior, mesmo com esse alto índice, o eleitor brasileiro não se porta de maneira diferente do eleitor médio mundial. Hoje, em quase todo o mundo democrático, um dos grandes desafios de políticos, marqueteiros e partidos é convencer o eleitor a sair de casa para votar e, se sair, não votar em branco ou nulo.
Ainda é possível que um candidato da terceira via consiga se posicionar e fazer frente a polarização Lula x Bolsonaro?
Acredito ser muito difícil o rompimento dessa polarização pelos números de hoje. Vejo que a terceira via perdeu o “timming” de se colocar como uma alternativa ao eleitor, que em seu imaginário já consolidou a eleição entre Bolsonaro X Lula. É interessante que as pessoas não perguntam em quem você votará, mas se você votará em Bolsonaro ou em Lula, como se não houvesse um primeiro turno com mais candidatos. A 3º via perdeu tempo com suas disputas internas e esqueceu o mais importante que é falar com o eleitor. Temos que lembrar que a campanha oficial é muito curta no Brasil (45 dias) e nesse prazo é muito difícil reverter posições consolidadas no eleitor. Agora, não podemos esquecer que há casos em que isso foi possível. Há exemplos de candidaturas que vieram de baixo, no início da campanha, e saíram vitoriosas ao final. Em eleições, uma boa estratégia de marketing político pode mudar cenários, mas desde que feita de forma profissional
Você acredita que o peso dobrado no voto feminino trará alguma mudança de comportamento entre os dirigentes partidários?
Com certeza. Essa ideia de contar com peso 2 o voto dado as mulheres durante as eleições muda muito a forma como passam a ser vistas nas eleições. Infelizmente não eram poucos os casos em que as candidaturas femininas eram utilizadas apenas como forma de cumprir a regra eleitoral de 70/30 para gêneros. Agora, o partido que quiser ter sucesso na distribuição de recursos depois das eleições não pode apenas lançar candidatas, mas deve investir nas candidaturas femininas para que isso se converta em votos e, futuramente, em fundo eleitoral.
O que pode ser feito para incentivar as mulheres a participarem da política?
O incentivo a participação feminina vem de exemplos. Quanto mais mulheres vitoriosas na política tivermos, mais mulheres serão incentivadas a participar. Agora, o apoio partidário também é importante. A mulher que ingressa na política precisa de suporte do partido para enfrentar, primeiro os desafios naturais de qualquer um que se aventure como candidato/representante, mas também os desafios que a política realizada, majoritariamente por homens, impõe a elas. Importante a mulher se capacitar para a política com cursos, palestras, seminários… Quanto mais conhecimento ela tiver, mais estará preparada para enfrentar as barreiras que possam ser colocadas a sua participação.
O voto nos deputados distritais/estaduais continua sendo decidido em cima da hora?
Sim, infelizmente o eleitor brasileiro se concentra muito nas eleições majoritárias (presidente e governador) e ainda não entende o papel e a importância do legislativo para a sua vida cotidiana, além do número excessivo de candidatos que são apresentados ao eleitor em pouco tempo, o que dificulta a sua percepção de escolha (vale lembrar que essas eleições terão um aspecto diferente que é a diminuição do número de candidatos pela regra eleitoral em vigor, o que também poderá alterar essa dispersão da percepção eleitoral). Diante deste quadro, nosso eleitor tende a escolher seu candidato de última hora. O grande desafio do candidato e de seu marketing político é consolidar a imagem do candidato em um universo amplo de opções do eleitor ainda durante a campanha. Quanto mais cedo o candidato estiver identificado com aquela campanha/cargo, mais fácil será para o eleitor optar por ele na hora do voto.
O que os candidatos podem fazer para serem mais atrativos para o eleitor?
Falar a linguagem do eleitor conforme o discurso e o público. O candidato não precisa fingir ser alguém que não é, mas deve adaptar seu discurso a quem o está recebendo. Por exemplo, ele não pode falar com os jovens da mesma forma que fala com o eleitor mais idoso. As propostas de campanha podem e devem ser as mesmas, mas a forma de interação adequada a cada público. Isso aproxima o eleitor do candidato e o torna mais atrativo.
Qual é a expectativa da sua palestra no 15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político?
A expectativa e passar aos participantes o conhecimento necessário para enfrentar uma eleição conhecendo as regras eleitorais, o que é um grande desafio já que as regras mudam a cada eleição. O que era permitido há dois anos pode ser proibido este ano, por exemplo. Conhecer as regras com antecedência é essencial para o planejamento de uma campanha. Espero compartilhar com todos minha experiencia na área e, ao mesmo tempo, aprender com as realidades dos participantes, pois a troca de experiências é uma das principais formas de construção do conhecimento.
Serviço:
15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político
Local do evento: Faculdade Republicana, SEP Sul, Trecho 713/913 Edifício CNC Trade Térreo – Asa Sul, Brasília – DF
Valdir Pucci é Mestre em Ciência Política pela Universidade de Brasília (2001), possui graduação em Ciência Política pela Universidade de Brasília (1998) e em Direito pelo Centro Universitário Euro-Americano (2009). Atual Diretor-Geral da Faculdade Republicana, foi também Pró-Reitor Administrativo do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos – UNICEPLAC, de julho de 2018 a março de 2020 e coordenador do Curso de Direito da UNICEPLAC de maio de 2017 a julho de 2018. Professor do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), onde Coordenou o Curso de Direito (2013 ao 2º semestre de 2016) e ministrou a disciplina de Direito Eleitoral de 2008 a 2016. Também foi Coordenador da Comissão Própria de Avaliação – CPA do UDF de 2012 a 2016. Coordenou o Núcleo de Pesquisa e Produção Científica. Lecionou como professor substituto no Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília – UnB de 2010 a 2012. Foi ainda professor da Universidade Paulista – Campus Brasília. Tem experiência na área de Ciência Política, Direito Eleitoral e Constitucional, com ênfase em Estado e Governo.
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*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.
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