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Começa obra do Terminal Rodoviário do Sol Nascente

Serão investidos mais de R$ 3,5 milhões na obra, que vai gerar 200 empregos e beneficiar cerca de 20 mil pessoas

A empresa vencedora da licitação para a construção do terminal rodoviário já começou a cercar a área onde será erguida a estrutura

Foi dado o pontapé inicial na construção do Terminal Rodoviário do Sol Nascente. A empresa vencedora da licitação já começou a cercar, com estacas e tapumes de ferro, a área onde será erguida a estrutura. O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) na obra é de mais de R$ 3,5 milhões, com a expectativa de geração de 200 postos de trabalho e, quando concluída, vai beneficiar mais de 20 mil pessoas da região.

Mesmo ainda nos momentos iniciais, a construção do terminal já é aguardada com expectativa pela população local. A dona de casa Eliane da Silva, 46, mora na Chácara 117 e tem dificuldade de se locomover por conta de uma artrose nas articulações dos dois pés. “Tenho que caminhar muito pra chegar nesse ponto de ônibus, que tem um banco pra sentar”, conta.

Ela diariamente tem que pegar ônibus para se deslocar para Samambaia Sul, onde faz um curso de panificação, e para a L2 Sul, onde estuda em uma instituição de Educação de Jovens e Adultos (EJA), e comemora a chegada do futuro terminal rodoviário. “Vai ser bem melhor, para nós e para os motoristas também”, ressalta.

“Assim que o governador Ibaneis Rocha criou a região administrativa Sol Nascente/Pôr do Sol, determinou prioridade para o terminal de ônibus no local”, lembra o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro.

“A secretaria elaborou o projeto e licitou a obra. Além disso, criamos várias linhas de ônibus e instalamos abrigos nas paradas para melhorar o transporte público para os moradores da região”, completou o secretário.

“Esta é uma obra muito aguardada pela população do Sol Nascente e o GDF vai dar prioridade na construção desse espaço. O novo terminal será amplo, confortável e com acessibilidade para todos os usuários”, destaca o subsecretário de Terminais da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), Ronivaldo Bento Costa.

O administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, destaca o impacto que as obras de desenvolvimento urbano estão tendo para a cidade. “O Sol Nascente era visto como uma favela, e agora está se tornando uma cidade, com aparelhos públicos, obras de infraestrutura, e o terminal rodoviário vai trazer ainda mais dignidade e conforto para essa população que tanto precisa”, afirma.

Sobre o terminal

O terminal de ônibus do Sol Nascente será construído em terreno com área de 24.250 metros quadrados, localizado na Quadra 105, Conjunto M, AE1, Trecho 2. A área construída será de 5.875 metros quadrados, e o terminal contará com seis baias para embarque, 10 pontos de estocagem, 14 vagas de estacionamento para veículos e 11 para motos, paraciclos com 24 vagas, três salas para apoio administrativo, além de lanchonete e banheiros com acessibilidade.

Atualmente, o Trecho II é atendido por cinco linhas com 243 viagens em dias úteis, 154 aos sábados e 84 aos domingos. Recentemente foi criada a linha 0.907, que faz o trajeto Sol Nascente/Rodoviária do Plano Piloto, e a 364.5, para o Taguatinga Shopping.

Com a infraestrutura do terminal, outras linhas serão criadas e haverá ampliação da oferta de transporte coletivo que atende o local, de forma que os usuários poderão ter acesso a destinos como no Plano Piloto, SIA/Saan, Águas Claras, Pistão Sul, em Taguatinga, e Samambaia.

* Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade

Fonte: Agência Brasília

‘A economia do DF está aquecida e teremos mais empregos em 2022’, disse Ibaneis

Em entrevista à Agência Brasília, governador faz um balanço da gestão, do enfrentamento à pandemia e apresenta um cenário de propostas para 2022

Foto: Renato Alves / Agência Brasília

Um Distrito Federal que enfrentou a pandemia, vacinou a população, manteve os canteiros de obras ativos e, ainda em meio à crise nacional, conseguiu reaquecer a economia nos diversos setores produtivos. Esse é o balanço que o governador Ibaneis Rocha faz dos três anos de sua gestão, em meio ao prenúncio do que esperar para 2022.

No penúltimo dia do ano, o chefe do Executivo local recebeu a equipe da Agência Brasília para uma conversa. Nela, fez uma avaliação das ações de governo, das obras que vão impactar positivamente a vida do brasiliense –  principalmente de quem depende do transporte público – , das construções de unidades básicas de saúde (UBSs) e das unidades de pronto atendimento (UPAs), e lembrou ainda as mais de 18 mil nomeações de concursados para melhorar o serviço prestado à população.

“Nós temos as contas em dia, não temos o risco de deixar de pagar nenhum funcionário, estamos avançando nos benefícios sociais, temos muitas obras na cidade e melhoramos a nossa capacidade de pagamento da classe C para a classe B”, resumiu Ibaneis, ao dar nota 8 à condução do governo na gerência da pandemia.

Confira abaixo os principais trechos dessa conversa.

Esta gestão já acumula mais de 1,4 mil obras em todo o DF. O que o brasiliense pode esperar para 2022?

2022 é o ano da conclusão da maioria dessas obras. É um ano que a gente tem expectativa de acelerar bastante, principalmente a partir do término das chuvas, o que deve gerar muito emprego para população do Distrito Federal – e nós precisamos que isso cresça realmente. Nós temos outras obras que serão lançadas ao longo do ano, principalmente na área da saúde. Temos ainda algumas unidades básicas de saúde que precisam ser construídas para a gente estabilizar o atendimento da saúde na nossa cidade. Será um ano de muito crescimento, um ano de desenvolvimento para cidade, um ano que a gente vai buscar, o máximo possível, não atrapalhar a continuidade do trabalho da máquina administrativa.

O que o senhor destaca como a principal ou as principais entregas para esse primeiro semestre do ano?

Olha, nós temos aí a principal entrega para o primeiro semestre que é o túnel de Taguatinga que deve sair ali por volta do mês de junho. E nós temos vários desses viadutos que foram iniciados, em especial do Sudoeste, também com previsão de entrega ainda no final do primeiro ou início do segundo semestre.

O brasiliense se locomove muito de carro e o DF tem um automóvel para cada três habitantes. As novas obras de arte feitas na cidade estão sendo pensadas nesse fluxo de veículos nas vias?

Nós temos uma dificuldade muito grande que é o modelo de transporte público feito aqui no Distrito Federal. É um modelo ponta a ponta. A pessoa entra no ônibus em Samambaia e vem descer na Estrutural. Isso dificulta o sistema público de transporte porque não se tem o reabastecimento ao longo das linhas dessa população. Em razão disso utiliza-se muito o transporte veicular, as pessoas fazem isso aqui com muita constância. Mas o foco dessas obras todas é exatamente facilitar o transporte via ônibus. Todas essas vias estão sendo pensadas com corredores. É o caso da Avenida Hélio Prates, que vai ter um corredor de ônibus saindo lá do final de Ceilândia, próximo ao Sol Nascente, e desaguar no Eixo Monumental. Todo pensamento é exatamente voltado para que a gente tenha um tráfego mais ágil no transporte público. Isso vai ser feito também com a continuidade da EPTG – que, hoje, para ali logo depois do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Nós vamos concluí-la, tanto paro o Setor Policial Sul quanto para chegar ao Eixo Monumental. Isso vai facilitar muito a vida das pessoas, vai tirar um bom tempo gasto no trânsito e devolvê-lo às famílias para que elas possam viver em conjunto.

Por falar em transporte público e mobilidade, mesmo com a alta do combustível, que foi um destaque nacional, o GDF segurou o aumento do preço das passagens de ônibus. Há algum reajuste das tarifas previsto para 2022?

Não, não temos nenhuma previsão de aumento e estamos com as nossas tarifas equilibradas. Tivemos alguns problemas aí no final do ano porque houve uma complementação tarifária feita com orçamento do Distrito Federal, exatamente para que a gente não tenha aumento no valor das tarifas. A gente sabe que nós estamos vivendo um período de muito desemprego, um período de muita dificuldade e tudo que a gente não quer nesse momento é um aumento de tarifa de ônibus.

As aulas presenciais voltaram agora no fim do ano. E o governo tem algum planejamento para suprir o déficit educacional forçado pela pandemia nesses quase dois anos de ensino remoto?

Em primeiro lugar, o retorno às aulas foi um sucesso. Nós temos que parabenizar os professores, os educadores do DF como um todo. A direção das escolas fez um belíssimo trabalho de retomada das aulas. Só que nós temos um déficit educacional que foi muito grande em virtude desse período em que ficamos assistindo aulas remotas. Então, está na hora da educação, e aí a secretária de Educação Hélvia Paranaguá está fazendo isso. Fazer um reforço escolar para que todos esses alunos possam recuperar o conteúdo educacional perdido ao longo desse período.

O ICMS é a principal fonte de tributação de um Estado. O GDF abriu mão em várias taxações para movimentar setores e fomentar a economia, com reflexos, inclusive, no custo de produtos consumidos pelo cidadão. A gente pode entender quase como uma política de promoção de uma minirreforma tributária feita pelo senhor?

O que a gente tem visto é que determinadas cobranças de impostos que são feitas pelo Estado não tem o reflexo que se espera. A arrecadação termina sendo muito pequena em relação ao que você tem de benefício para as cidades. De outro lado, também há a necessidade de incentivar determinadas áreas de desenvolvimento no Distrito Federal. Isso foi feito em inúmeras áreas durante esse período de pandemia e, por incrível que pareça, o retorno tem sido muito positivo. Nós estamos arrecadando mais do que arrecadávamos antes, cobrando menos e arrecadando mais. O efeito tem sido muito favorável na balança para o Distrito Federal. Então, aquilo que for necessário fazer nos espaços onde nós tivermos condições de fazer desoneração de tributos, nós vamos continuar fazendo. Isso é uma política que eu chamo de política liberal da qual eu sou extremamente favorável. Eu acho que o Brasil perde muito de ter a sua reforma tributária. Com uma reforma de verdade, nós teríamos condições de investimentos muito maiores, teríamos investidores internacionais. Mas temos que pensar no nosso “quadradinho”. Aqui no Distrito Federal nós estamos fazendo a cartilha. Era pra ter avançado mais se não fosse a pandemia. Esperamos para 2022 poder crescer um pouco mais.

Em três anos de governo, a sua gestão foi a que mais convocou concursados – mais do que outros governos que passaram pelo DF e eram historicamente ligados às bandeiras do trabalhador. São 18 mil novos servidores até agora. O que significa esse investimento e por que ele é importante para a máquina pública?

É a reestruturação do Estado. A gente reclamou muito, por exemplo, que a saúde não está bem. Mas se você não contratar servidores na saúde, sejam eles celetistas ou estatutários – e nós fizemos os dois -, você não consegue recuperar a parte de recurso humano. Então, saúde se faz com investimentos nos suprimentos e com recursos humanos. Nós olhamos pra esse lado. Zeramos a fila de professores. Ninguém pode querer ter uma educação de qualidade se você não tiver professores lá na ponta e, principalmente, os concursados. Nós temos aqui no Distrito Federal, no caso da educação, ainda são convocados vários outros [professores] que são temporários. Mas o mais importante para nós é exatamente essa contratação de servidores públicos concursados. E tem uma área na qual não foi dada muita atenção nos últimos anos e é uma coisa que é muito importante que é a assistência social. Nós conseguimos crescer muito o número de servidores tanto da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) quanto na Secretaria de Justiça (Sejus) e na Secretaria da Mulher. Nós quase que não tínhamos nenhum chamamento para a Secretaria da Mulher. Hoje a Secretaria da Mulher funciona com quadro de pessoal efetivo. Temos o atendimento feito na Casa da Mulher Brasileira em Ceilândia que não existia, só existia Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto. Nós temos hoje uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Ceilândia também e tudo isso envolve um número de servidores que foram chamados. Eu me orgulho muito de, sendo um liberal, ter o respeito que eu tenho com a classe dos servidores públicos do Distrito Federal. E esse respeito se traduz também naquilo que eu fiz por eles. Além de pagar a terceira parcela do reajuste – vamos pagar a partir de abril, já está previsto -, também criamos o plano de saúde dos servidores do Distrito Federal que envolve aí mais de 50 mil pessoas inscritas. São 50 mil vidas e a gente espera chegar até o final de 2022 com aproximadamente 80 mil vidas no plano de saúde.

Na área de desenvolvimento social o GDF, inclusive, zerou as vacâncias que tinham?

E nós estamos esperando: o que aparecer de vacância nós vamos complementar.

Na saúde houve um investimento pesado: seis Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em 2021. Que impacto positivo o brasiliense vai sentir na área?

A gente espera muito porque uma UPA dessas ela atende em torno de quatro mil pessoas por mês. Temos aí sete UPAs, sendo que duas serão entregues agora no início do ano. Vamos ter um aumento muito grande no número de atendimentos. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são muito importantes para a saúde do brasiliense porque é exatamente nela que se faz o acompanhamento da família. É ali onde você tem todo um atendimento, seja na área odontológica, seja dos pacientes com diabetes, e isso diminui muito o impacto dentro dos nossos hospitais. Estamos também reformando os nossos hospitais, dando uma melhor condição para que eles possam atender a população. Isso vai ser feito no Hospital Regional de Planaltina, com ampliação com mais um bloco, e com o Hospital Regional de Brazlândia, onde também vai ser feito mais um bloco.

Essa pandemia veio como imprevisto para todo mundo e a condução de um governo durante ela não foi algo fácil. Que análise que o senhor faz hoje das suas tomadas de decisões, tanto no fechamento quanto na liberação de serviços e espaços?

Olha, é uma história pra se contar quando ninguém sabia o roteiro. Tivemos ali vários momentos de dificuldade, principalmente aqueles em que o número de leitos foi muito reduzido. Mas nós avançamos muito no atendimento à saúde. Conseguimos agir rápido para que a gente pudesse atender essa população. Ficou um saldo negativo na questão da saúde, porque deixou-se de atender as cirurgias eletivas, aquelas cirurgias mais simples, para atender os pacientes de covid-19 que estavam necessitando de UTI. De um modo geral, eu acho que nós conseguimos sair bem. E uma coisa que revela isso foi, agora nesse final de ano, eu ter tido o prazer de ser homenageado por quase todas as federações do Distrito Federal: pela Fibra, pela Fecomércio, pela CDL, todas elas trabalhando ali e vendo que o que foi feito era o necessário. E quando deu pra aliviar a gente conseguiu aliviar no tempo certo. Então, se tivesse sido tão ruim, quem mais sentiu, que foi o comércio, a indústria e essas categorias, estariam reclamando. E, graças a Deus, isso não existe. Aqui no Distrito Federal todos os comerciantes voltaram agora a trabalhar com força total e têm condição de tornar o emprego viável para diversas pessoas que foram demitidas ao longo da pandemia. Acho que aos poucos nós vamos conseguir retomar. Agora, o balanço geral eu acho que a gente pode tirar uma nota 8 aí que dá pra ser aprovado. No momento certo nós fechamos aqui no Distrito Federal. Fomos o primeiro Estado da Federação a fechar. Seguramos as medidas. Fomos abrindo ao longo do tempo. Conseguimos dar segurança na saúde da população do DF e chegamos hoje numa condição de que as pessoas estão cada vez vivendo com mais tranquilidade.

O governo conseguiu manter, inclusive, as obras em funcionamento desde o início da pandemia, né?

É isso que nós não paramos, nós conseguimos manter todo a força de trabalho nas ruas, nós não paramos dentro das secretarias, fizemos todas as licitações necessárias, e é por isso que o Distrito Federal hoje continua numa situação de normalidade, nós estamos com tudo andando dentro da normalidade.

Os índices de desemprego inclusive têm caído nos últimos três meses. O senhor acredita que seja uma tendência?

Acredito que sim. Para nós aqui no Distrito Federal há uma tendência de diminuição do desemprego até porque os setores estão todos aquecidos, em especial a construção civil. A construção civil do Distrito Federal está num patamar bem elevado e deve contratar muito ainda nesse início do ano.

Por que o senhor tomou a iniciativa e transformou políticas provisórias como o Cartão Gás e o programa Prato Cheio em políticas permanentes de Estado?

Eu acho que existia ali um receio da população de baixar um decreto e terminavam com o programa, né? Então, nós mandamos exatamente para converter essas políticas públicas em políticas permanentes, não só políticas que seriam tomadas durante o período da pandemia. A ideia foi exatamente essa: dar segurança tanto para aqueles que estão em uma ponta recebendo quanto para aqueles outros que estão na outra ponta prestando serviço, como é o caso do cartão creche.

Nestes três anos completos de governo, que avaliação geral o senhor faz da sua gestão?

Olha eu não sou político, aliás eu não era político, eu agora sou político. E as experiências são muito grandes que a gente vive na tomada de decisões. Mas eu acredito que o saldo é bastante positivo em relação à administração do Distrito Federal. Nós temos as contas em dia, nós não temos o risco de deixar de pagar nenhum funcionário. Nós estamos avançando nos benefícios sociais, nós temos muitas obras na cidade. Nós melhoramos a nossa capacidade de pagamento da classe C pra classe B, o que permite ao DF tirar financiamentos nacionais ou internacionais. Do ponto geral, pra quem não tinha participado ainda e não conhecia a máquina pública, eu acho que nós estamos com um saldo positivo, muito positivo.

E o senhor está gostando de ser político?

Estou. Estou gostando porque é a única maneira que se tem realmente de transformar a vida das pessoas. E quando você pega uma pessoa que não tinha um plano de saúde – e eu já encontrei várias nas ruas – e vira pra mim e diz: “Olha, eu descobri que estou com câncer e estou fazendo tratamento no [hospital] Sírio Libanês”. Era quase impossível um servidor público fazer isso e para fazer tinha que tirar do seu salário uma parcela muito alta para pagar um plano de saúde. Então você consegue através da política fazer diversas mudanças nas vidas das pessoas, ajudando-as naquilo que é possível. E o Distrito Federal precisa de muita coisa ainda. Nós pegamos uma cidade em estado de degradação muito grande, muito grande. Temos aí asfaltos que precisam ser feitos, calçadas que precisam ser feitas, obras públicas que precisam ser realizadas e muita coisa ainda a fazer no DF. Eu vou focar em 2022 para que a gente consiga tirar do papel a maioria dos projetos para que a gente consiga avançar mais para população do Distrito Federal.

Fonte: Agência Brasília

Procura cresce, e vacina contra gripe está disponível

Governo local segue imunizando população, porém cobertura em 2021 ainda é baixa entre grupos prioritários

A educadora entrou na fila na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Norte para finalmente completar seu calendário vacinal | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

O contágio por covid-19 em toda a família, em momentos diferentes, desregulou o controle vacinal da professora Daniela Frade, 47 anos. Moradora da Asa Norte, ela focou em se imunizar contra o novo coronavírus, ainda que contraído entre a primeira e a segunda dose, e acabou retardando a busca pela vacina que toma anualmente: a que previne a contaminação pelo vírus influenza.

Nesta semana, a educadora entrou na fila junto com outras pessoas na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Norte para finalmente completar seu calendário vacinal. “Sou totalmente favorável a qualquer tipo de vacina. Tomo todos os anos contra a gripe, mas me atrasei administrando os casos de covid em casa”, conta ela, mãe de três filhos.

O aumento de síndromes gripais em outros estados brasileiros tem feito a população do Distrito Federal procurar um dos pontos de vacinação espalhados pelo Plano Piloto abertos das 8h às 17h.

Agora, já não é mais necessário o intervalo de 14 dias entre as vacinas da gripe e da covid, podendo ser tomadas, inclusive, na mesma hora.

Ainda assim, a cobertura vacinal contra a gripe no DF foi aquém do esperado em 2021. Durante a campanha aberta pelo Governo do Distrito Federal (GDF), entre 12 de abril e 31 de agosto, foram vacinadas 1.002.342, contra 1.082.667 em 2020, e 894.959 em 2019. Confira aqui os pontos de vacinação.

Com o baixo interesse pelos grupos prioritários, o Ministério da Saúde liberou a vacinação gratuita para toda população acima dos 6 meses de idade.

Seja motivado pelo aumento dos números de casos de gripes no país ou interesse em sair do DF para aproveitar as festas ou férias de fim de ano, a busca pelo imunizante nos últimos dias impressionou até os atendentes das UBSs. “Tá vindo tanta gente que parece ainda estarmos em campanha”, observa a técnica em enfermagem da UBS 1 Simara Penido.

Entre os grupos prioritários, os idosos foram os que mais se preveniram ao contágio da gripe. Entre esse grupo a cobertura vacinal chegou a 76,7%, seguidos dos professores, com 75,9%; das gestantes, com 65.5%; das puérperas, com 55,7%; e das pessoas com comorbidades, com apenas 27,3% imunizadas.

Enfermeira da área técnica de Imunização da Secretaria de Saúde, Fernanda Lemos diz que o aumento do número de casos de pessoas gripadas fez com que pessoas “vissem” a doença, e começassem a correr atrás do imunizante. “É importante se vacinar antes de a doença aparecer, logo quando a campanha é liberada para o seu grupo. O efeito da vacina é preventivo e não curativo”, lembra.

Fonte: Agência Brasília

Goiás | Estado leva alimentos, remédios e água aos afetados pelas chuvas

Governador vistoria, no primeiro dia do ano, Teresina de Goiás e Monte Alegre de Goiás, acompanha execução de plano de contingência formulado pela Agência Goiana de Transportes e Infraestrutura (Goinfra) e se reúne com prefeitos da região para avaliar situação dos municípios e rodovias afetados pelas fortes chuvas dos últimos dias. Expectativa é liberar GO-118 para tráfego de carros no próximo final de semana

Governador Ronaldo Caiado vistoria pontes, rodovias e municípios afetados no Nordeste goiano pelas fortes chuvas: “Agora é uma ação de proteção das pessoas e de atendimento a todas elas” | Fotos: Hegon Côrrea

O governador Ronaldo Caiado vistoriou, neste sábado (1º/1), os municípios de Teresina de Goiás e Monte Alegre, que foram fortemente afetados pelas chuvas dos últimos dias registradas no Nordeste goiano.

Ele se reuniu com outros dois prefeitos da região: os de Divinópolis, Charley Tolentino, e de Nova Roma, Eleuses Gonzaga.

Equipes da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Militar e representantes de outros órgãos do Poder Executivo acompanharam a visita e monitoram as áreas afetadas.

“Vamos fazer chegar alimentos, medicamentos e água mineral para essas pessoas”, disse Caiado, em Teresina, onde a administração estadual montou a base da força-tarefa criada para solucionar os problemas advindos das precipitações pluviométricas. “Agora é uma ação de proteção das pessoas e de atendimento a todas elas. Depois, entramos na segunda etapa, a de recuperação das nossas rodovias”, detalhou o governador.

Em trânsito para Monte Alegre, Caiado parou na ponte que fica sobre o Rio Paranã, na GO-118, na região da Chapada dos Veadeiros. “Estamos vivendo aqui uma situação jamais vista, com chuvas que já duram mais de 20 dias”, afirmou o governador, que passou a virada do ano em Alto Paraíso de Goiás para participar da força-tarefa em auxílio às comunidades quilombolas que ficaram isoladas em decorrência das enchentes.

De acordo com o prefeito de Monte Alegre, Kleverton Barbosa de Mello, o apoio do governo estadual, neste momento, tem sido essencial para restabelecer a estrutura do município. “O governador nunca nos abandonou. Então, a população pode ficar tranquila porque em breve vai ser solucionado o tráfego na GO-118”, comentou.

Investimentos

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Transportes e Infraestrutura (Goinfra), irá investir R$ 80 milhões em ações emergenciais do plano de contingência, para garantir segurança e trafegabilidade aos motoristas e moradores da região.

Considerado o principal eixo do Nordeste goiano, a GO-118 sofreu um deslizamento na sexta-feira (24/12), e por isso, o tráfego de veículos na rodovia está limitado. Recentemente, o governo autorizou a passagem de ambulâncias. Além disso, estão sendo colocadas pedras para aterrar o local e a expectativa é de que a passagem esteja liberada até o final da semana que vem. “Espero que até no máximo o dia 07 ou 08 de janeiro, a gente consiga liberar um fluxo maior de carros. Para os carros de carga ainda terá uma limitação”, complementou Caiado.

Força-tarefa

Em Teresina de Goiás foi montada uma base de apoio para dar auxílio às famílias atingidas. O governador espera que a situação dos municípios seja resolvida em breve. “Se Deus quiser, as chuvas vão diminuir e nós vamos poder recuperar isso o mais rápido possível”, disse Caiado.

Na reunião com autoridades, realziada em Teresina de Goiás, também estiveram presentes o superintendente de produção rural sustentável da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Donalvam Maia, o subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Jailton Pinto; e o tenente-coronel Fábio Nunes, que é o responsável pelas operações no município.

Fonte: Secretaria de Comunicação (Secom)

BRB e WIZ iniciam operação no modelo novo Bancassurance

Atuação conjunta recebeu aval de órgãos reguladores e começa a operar em 2022

O Banco de Brasília (BSLI3 e BSLI4) e a Wiz Soluções (B3: WIZS3) abrem 2022 com a operação conjunta no modelo novo bancassurance, que consiste na distribuição de produtos de seguros, previdência, capitalização e consórcios, de forma omnichannel em toda a rede de atendimento do BRB e em ambientes digitais. Selada em junho, a parceria foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pelo Banco Central.

A Wiz é benchmark em bancassurance e parceira das principais instituições financeiras do País, entre elas BMG, Inter, Santander, Itaú e Banco do Brasil. A Companhia alcançou receita de R$ 707 milhões até o 3T21.

“Vamos colocar em prática um modelo bem-sucedido de captura de oportunidades comerciais dentro do ecossistema do BRB, aliando tecnologia com cuidado, fazendo uma oferta de seguros de forma personalizada e inteligente, com base no perfil do cliente e do seu momento de vida”, afirma Heverton Peixoto, CEO da Wiz.

O BRB está em uma crescente jornada de digitalização sob a liderança de Paulo Henrique Costa, executivo com mais de 20 anos de experiência em instituições financeiras. O Banco registrou R$ 433 milhões de lucro líquido acumulado no terceiro trimestre de 2021, um aumento de 38,1% comparado com o mesmo período de 2020 e conseguiu com o NaçãoBRBFLA, banco digital em parceria com o Flamengo, superar a marca de mais de 2,7 milhões de correntistas em 1 ano e meio.

“Com a operação conjunta do BRB e da Wiz vai nascer o novo modelo de bancassurance, que permitirá oferecer aos nossos clientes uma experiência inovadora e um portfólio completo de seguros, fortalecendo a nossa de estratégia de ser o primeiro e o melhor relacionamento do cliente”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

A BRB Corretora negociou, nos 9 primeiros meses de 2021, R$ 582 milhões em prêmio de seguro, com uma base de aproximadamente 178 mil clientes ativos. É uma empresa que já nasce grande e com perspectivas de crescimento acelerado, contando com a expertise das duas companhias.

Sobre a Wiz

A Wiz Soluções (WIZS3) é uma gestora de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros. A empresa tem 48 anos e está avaliada em R$ 1,4 bilhão na B3, onde tem ações listadas desde junho de 2015. A Companhia atua na oferta de soluções remotas e digitais que aportam inteligência desde a qualificação de leads até a venda totalmente automatizada no ambiente virtual. Obteve Receita Bruta de R$ 905 milhões e Lucro Líquido de R$ 199 milhões, ano passado. Dispõe de parcerias estratégicas com Inter, BMG, Itaú, Santander, Banco do Brasil, BRB, entre outros.

Sobre o BRB

O BRB atua como banco público sólido, ágil, moderno, eficiente e rentável, protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano, da geração do emprego e renda e da melhoria da qualidade de vida regional, alinhado às melhores práticas de governança e gestão, e aos princípios e valores éticos. Com mais de 3,3 milhões de clientes ativos, o BRB está em 5044 municípios, o equivalente a 90% das cidades do Brasil, em 39 países e todos os continentes. O BRB conta ainda 138 agências pelo Brasil. Ao número de agências, somam-se 141 correspondentes bancários (Conveniência BRB) e 585 ATM próprios, complementados por mais de 24 mil ATM da Rede 24 horas.

Fonte: BRB

Ano começa com 5 presidenciáveis e 4 correndo por fora para a eleição

Bolsonaro, Lula e Moro aparecem como pré-candidatos a presidente neste ano / Imagem: Reuters/Folhapress/AFP

As cartas para a eleição presidencial, em outubro deste ano, já estão sendo dadas. Por enquanto, há nove pré-candidatos para o cargo de presidente da República. Mas, até o dia 2 de outubro, esse número —e até os próprios presidenciáveis— deve mudar. Conversas para alianças e o surgimento de federações devem influenciar no xadrez político.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) busca a reeleição com a vantagem de uma base fiel, mas a maior rejeição entre os pré-candidatos. Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém-se favorito, de acordo com as pesquisas —algumas indicam a possibilidade de vitória dele no primeiro turno.

Coordenadora da pós-graduação de ciência política da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), Maria do Socorro Sousa Braga diz acreditar que “ainda é cedo para trazer um quadro mais preciso” para a eleição.

Para ela, tudo vai depender dos movimentos em torno de Lula e Bolsonaro. “São eles que estão atraindo e afastando as forças.”

Cientista político e professor do Insper, Carlos Melo concorda que é prematuro fazer previsões. “Me parece cedo. Ainda que me pareça que Lula tenha se consolidado. Bolsonaro está em risco, mas até aqui nenhum outro disparou para chegar a ele.”

Nessa caminhada, em busca da chamada terceira via, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), o governador paulista João Doria (PSDB) e o ex-ministro Sergio Moro (Podemos) tentam se apresentar como uma alternativa viável.

Braga e Melo concordam que as definições sobre federações —que devem estar prontas até o começo de abril— terão impacto nas conversas.

“Acho que elas devem acompanhar a lógica desses candidatos: Lula, Bolsonaro, Doria, Moro. Talvez Ciro tenha maiores dificuldades, com certo isolamento do PDT”, diz o professor do Insper. “Mas penso que o grid de largada seja com esses cinco. Os demais podem desaparecer naturalmente, ou servirem para coligações.”

Correm por fora, ainda sem grande popularidade —ou expressividade nas pesquisas— os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Simone Tebet (MDB-MS), e o cientista político Luiz Felipe d’Avila (Novo).

Para Braga, esses são “balão de ensaio”, nomes que aparecem para a disputa mais “tentando se cacifar para aumentar a visibilidade em nível nacional”. Vieira e d’Avila, por exemplo, já se mostraram mais próximos de Moro, e Tebet teve um encontro recente com Doria.

Confira como estão as candidaturas para as eleições de 2022:

Ciro Gomes (PDT)

O ex-governador do Ceará tentará, pela quarta vez, chegar ao Planalto. Depois de ficar também em terceiro lugar em 2018, atrás de Bolsonaro e Fernando Haddad (PT), com 12%, tem dedicado os últimos três anos a rodar o país e divulgar seu plano econômico.

Em abril, contratou o marqueteiro João Santana, vitorioso com o PT, para tocar sua campanha com cifras milionárias —R$ 250 mil por mês. Crítico de Bolsonaro e Lula, ele tem focado suas cutucadas em Sergio Moro (Podemos), com quem disputa a terceira colocação nas pesquisas.

Jair Bolsonaro (PL)

Após finalmente escolher um partido para disputar a reeleição —o PL—, o presidente enfrenta hoje o pico da rejeição de seu governo, com má avaliações de gestão da pandemia e da economia.

Com laços estreitos com o PP —de Arthur Lira, presidente da Câmara, e do ministro Ciro Nogueira—, sua chapa deverá unir bolsonaristas e centrão. Apesar da alta rejeição (60%), tem um núcleo duro de apoiadores (cerca de 20%) que pode garanti-lo no segundo turno.

Para Braga, o apoio do centrão ajuda a pré-candidatura de Bolsonaro em um momento de baixa. Mas o presidente precisa ficar atento aos efeitos da crise econômica —principalmente os números do desemprego e da inflação. “Elas podem afetar a candidatura do atual presidente. E isso pode levar a saída desses partidos que hoje o apoiam.”

Ela ainda avalia que, se o nome de Bolsonaro for se desidratando para o pleito de outubro, a tendência é que surjam mais nomes de concorrentes. “Haja visto que a direita está muito fragmentada.”

João Doria (PSDB)

O governador paulista saiu fortalecido das prévias que o alçaram a pré-candidato tucano ao derrotar o governador gaúcho Eduardo Leite. A seu favor, tem a máquina do maior estado do país e a CoronaVac, primeira vacina contra covid-19 usada no Brasil.

Por outro lado, como ex-apoiador de Bolsonaro e crítico da esquerda, o hoje opositor do governo tem compilado também a antipatia dos dois lado, com 34% de rejeição no último Datafolha —segunda maior entre os pré-candidatos, empatado com Lula.

Lula (PT)

Após ter de retirar a candidatura em 2018 por causa de condenação criminal, o ex-presidente Lula chega a 2022 com um cenário totalmente diferente: suas condenações na Lava Jato foram suspensas e seu nome desponta em primeiro lugar nas pesquisas, com indicação de vitória no primeiro turno no último Datafolha.

Com aliança apalavrada com PSB e PCdoB, Lula poderá ganhar o reforço do ex-governador paulista Geraldo Alckmin (ex-PSDB) para vice. A chapa, até há pouco tempo improvável, tem tomado corpo e já é aceita por muitos quadros do PT. Isso, porém, deve ter outras consequências, como perder o PSOL na aliança, refratário a uma aliança com o ex-tucano.

O próprio PSOL já tem dialogado com a Rede para formar uma federação, o que pode mudar o cenário de apoio a Lula. “Pode impactar na apresentação de uma outra candidatura à esquerda. E isso pode reduzir a votação no ex-presidente”, analisa Braga.

Sergio Moro (Podemos)

Depois de negar envolvimento com a política em diversas ocasiões, Moro desembarcou dos Estados Unidos para se filiar ao Podemos em novembro. Estreou em terceiro lugar nas pesquisas como aguardado nome forte da terceira via, olhado com atenção pelos outros candidatos, mas a pré-candidatura ainda não decolou e ele enfrenta 30% de rejeição, segundo Datafolha.

Ex-juiz da Lava Jato, ele se afastou do bolsonarismo ao deixar o governo e tem focado no discurso anticorrupção e nos bolsonaristas arrependidos para crescer. Há também a dúvida se, ao longo do primeiro semestre, Moro e Doria, que são próximos, não irão decidir que apenas um irá efetivamente participar da disputa.

Correm por fora

  • Alessandro Vieira (Cidadania)

Saído da Rede em meio à eleição de 2018 por querer apoiar Bolsonaro, o senador eleito por Sergipe em primeiro mandato desponta entre grupos anticorrupção e de renovação política, mas, pouco conhecido, ainda não pontua nas pesquisas.

  • Luiz Felipe d’Avila (Novo)

O cientista político se tornou o nome do Novo no momento mais delicado da curta história do partido. Em meio à briga de bolsonaristas com o fundador João Amoêdo, ele participado do diálogo da chamada “terceira via” e não descarta retirar a candidatura.

  • Rodrigo Pacheco (PSD)

O presidente do Senado chegou ao PSD, saído do DEM, em outubro a convite do ex-ministro Gilberto Kassab. Alçado a presidenciável, sua candidatura ganha destaque pela posição no Congresso, mas ainda não ganhou engrenagem popular, com cerca de 1% nas pesquisas. Para lideranças de outros partidos, porém, a pré-candidatura pode servir como moeda de troca para articulações de Kassab.

E é esse ponto que pode ter peso na eleição do ano que vem. “Fica uma questão em razão da postura de Kassab: que insiste em candidatura própria e não fazer federação. Teremos que esperar para verificar se ele mantém essa posição. Hoje, ele afirma que sim, mas a realidade é sempre soberana”, analisa Melo. “Político profissional não briga com os fatos. Kassab é profissional. Vamos ver.”

  • Simone Tebet (MDB)

A senadora ganhou destaque nacional por sua atuação na CPI da Covid no segundo semestre. É tida como um nome que circula bem entre liberais e conservadores e tem sido cortejada para composição de chapa por Doria e Moro —o que o MDB diz não estar na mesa, ainda.

Fonte: UOL

Jaqueline Silva conta que população reconhece seu trabalho

Da redação

Deputada diz que o trabalho é feito com carinho

A deputada distrital Jaqueline Silva foi entrevistada por Sandro Gianelli e equipe no programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles, momento no qual, além de falar sobre o partido do qual faz parte, contou um pouco sobre o retorno da população em relação ao trabalho realizado.

“As pessoas de fato tem reconhecido o trabalho e tem tido um carinho e uma referência muito grandes e tem sido muito positivo. Temos sentido da comunidade um reconhecimento muito bom e eu sou muito grata, porque é isso que estamos fazendo como obrigação como parlamentar.”

Acontece que por mais positivo que seja o trabalho, é necessário continuar na busca sempre por uma melhor sociedade e a deputada tem consciência disso. “Isso não significa que tem que parar de trabalhar, há muitas coisas ainda por fazer”, disse.

Com isso, Jaqueline relatou que todo o trabalho realizado é com todo carinho e mesmo que não alcance o resultado esperado nas próximas eleições, ela quer deixar um bom legado. “Fazemos tudo com muito carinho e concentrando muito para as entregas. Posso até não ser reeleita, mas quero sair com o sentimento que deixei um bom legado e fiz minha parte e contribuímos, isso é importante.”

Iniciativas de Hermeto no combate à violência doméstica

Da redação

Hermeto é da polícia militar e já vivenciou de perto mulheres sendo agredidas

Uma situação muito escancarada no Brasil é a da violência contra mulheres, que mesmo com diversas leis que punem, como é o caso da Lei Maria da Penha, ainda é uma questão muito perceptível, sobretudo para quem atua em ocorrências desse tipo, como é o caso do deputado distrital Hermeto, que é também da polícia militar e esteve no programa Conectado ao Poder e falou sobre violência doméstica, mostrando que é mesmo uma situação difícil.

“A violência doméstica eu vivenciei com minha vida policial muitas ocorrências, eu tirava as mulheres das mãos dos agressores e hoje vimos que a situação não mudou muito, nos finais de semana e nesta pandemia existe muita agressão às mulheres”, contou.

Com isso, é necessário um trabalho incessante para enfrentar a triste realidade, algo que Hermeto faz. “Eu tenho trabalhado. Tem, inclusive, uma lei aprovada nossa, que é da tatuagem de mulheres que foram agredidas e hoje poderiam fazer tatuagens nos locais onde ficaram as marcas das agressões dos supostos maridos”, disse.

“Time que trabalha”, diz secretário de obras sobre equipe do governo Ibaneis

Da redação

Secretário de obras entende que o governador honra com o que promete

Não é novidade que o Distrito Federal avança em todos os quesitos a cada dia que passa, como infraestrutura e saúde, por exemplo. O grande responsável pelo avanço é Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, no entanto ninguém faz nada sozinho e há uma equipe com ele, que faz acontecer, como relata Luciano Carvalho, secretário de obras e infraestrutura, recebido no programa Conectado ao Poder. “O governador Ibaneis conseguiu criar um time que trabalha de forma conjunta e somos uma equipe. O governo todo se fala e nós temos muita facilidade de resolver os problemas,” disse.

Esse time é composto por secretários e subsecretários que não estão excluídos, estão ligados uns aos outros “Existe uma integração completa de todo governo hoje. O secretário Zé Humberto ajuda muito nisso, ele faz muito bem a integração entre todos os secretários e companhias e os demais órgãos do governo, e com isso nós temos uma facilidade de comunicação e uma determinação muito grande”, disse Luciano.

O secretário percebe o potencial de Ibaneis, mostrando que, de fato, ele honra com o que promete, sendo um líder que gosta de executar obras e que dá condições para isso. “O Ibaneis é um governador que gosta de obra e executar, ele está aqui para fazer entregas de verdade, não são promessas vazias e sim para cumprir os nossos objetivos. Nos dá a condição de trabalhar, mas nos cobra bastante e é por isso que as coisas estão acontecendo”, finaliza.

“Eu sou o síndico dos síndicos”, diz Daniel de Castro ao falar de Vicente Pires

Da redação

Embora segura, o principal crime na cidade é de violência doméstica

A região de Vicente Pires conta hoje com uma série de avanços e melhorias, que antes não eram vistas, sobretudo em época de chuva. No entanto, alguns fatores ainda são bem complicados, embora o administrador da cidade, Daniel de Castro, tenha dito, no programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles, que “Vicente Pires é uma cidade extraordinária”.

É fato que com a gestão de Ibaneis muito se avançou na região, como o administrador percebe, por isso da expressão utilizada para se referir à cidade. “Já estamos a 93% da conclusão de tudo que já estava aberto e isso é extraordinário porque estamos falando de menos de 3 anos de gestão com uma cidade que há 10 anos vem sofrendo bastante.”

Em aspectos de segurança, Daniel percebe que a cidade é segura, mas que necessita de mais coisas, tendo em vista que o maior crime na região é a violência doméstica. “Somos uma cidade segura, precisamos de mais coisas. Já discuti com o governador uma companhia da polícia militar e não um batalhão, para Vicente Pires. Mas nós temos a 30º DP uma delegacia, e sempre converso com todo mundo e com os delegados, e o maior crime em Vicente Pires hoje é a violência doméstica, e somos uma cidade bastante segura, graças a Deus, mas também tem um detalhe, a minha vida quase não existe, ela é dos outros, se acontecer um problema as 3h da madrugada eu estarei lá dentro do problema. Eu sou o síndico dos síndicos”, finaliza.

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