Governador do Distrito Federal inaugura prática de realizar reunião semanal com a presidente da Câmara Legislativa
A menos de uma semana de completar 100 dias de governo, Rodrigo Rollemberg inicia uma nova fase no relacionamento com a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O governador tenta se reaproximar dos deputados – com quem se distanciou após encaminhar à Casa propostas polêmicas, como a de redução das administrações regionais-, inaugurando, a partir de hoje, a prática de realizar uma reunião semanal com a presidente da Assembleia, Celina Leão, e com a participação do líder do governo na Câmara Legislativa, Júlio César. As reuniões serão sempre às segundas-feiras.
Encontro
No primeiro encontro realizado nesta segunda-feira (06), no Palácio do Buriti, que durou, aproximadamente, duas horas, Rollemberg mostrou preocupação com a gestão da cidade, principalmente com as áreas da Saúde e Educação. Destacou o fôlego nas contas públicas de Brasília, após um período de escassez de recursos e afirmou que vai pôr, em dia, os salários dos servidores e quitar os débitos com décimo terceiro da categoria.
Mas a disposição do chefe do Poder Executivo de ouvir mais os deputados parece não ser suficiente para reatar o bom convívio com o Poder Legislativo. Um dos entraves da relação com o vizinho de Eixo Monumental continua em tramitação na CLDF e prevê a reestruturação nas Regiões Administrativas, diminuindo de 31 para 24 sedes. Mesmo após receber uma moção com a assinatura de 20 deputados, que sugeriram ao governo a retirada do projeto da Casa, Rollemberg não recuou e manteve a proposta.
Votação
Presente no encontro, o líder do governo na Câmara, Júlio César, disse que vai propor a definição do projeto amanhã na reunião de líderes. “A gente tem que passar por isso logo. Tirar essa pauta negativa que está sobre a Câmara”, afirmou o deputado. Segundo ele, a proposta está nas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Teconologia, Meio Ambiente e Turismo (CDESCTMAT).
Mesmo sendo líder do governo, César também é contrário a parte do projeto que reduz o número de RA’s. “Se há consenso, que a casa se posicione: não vamos votar. Quero propor que a gente limpe a pauta, dando uma posição oficial”, disse.
Criticado por centrais sindicais, mas apoiado por grande parte do empresariado nacional, o projeto de lei que regulamenta a terceirização dos contratos de trabalho deve ser votado na tarde desta terça-feira pela Câmara dos Deputados cercado de pontos polêmicos.
O principal deles é a permissão de que empresas terceirizem não só atividades-meio (funções de apoio ao negócio central da empresa, como limpeza e vigilância), mas também as atividades-fim (por exemplo, a fabricação de carros, no caso de uma montadora).
Para os críticos, o projeto de lei é prejudicial aos trabalhadores pois coloca em risco a conquista dos direitos trabalhistas e pode levar a uma substituição em larga escala da mão de obra contratada diretamente pela terceirizada.
Já os defensores da proposta acreditam que ela acaba com a insegurança jurídica, aumenta a produtividade e gera mais empregos.
Até agora, por causa da ausência de parâmetros definidos para a terceirização, o tema vem sendo regulado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), por meio da chamada Súmula 331, que proíbe a contratação de trabalhadores por meio de empresas interpostas, exceto os trabalhadores temporários (como aqueles que trabalham em época de Natal e Páscoa). De acordo com o dispositivo, a terceirização somente é legal quando se refere à atividade-meio da empresa, e não à atividade-fim.
No ano passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu entrar na polêmica, ao declarar o tema de repercussão geral, em meio à multiplicação de ações civis públicas ajuizadas pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) envolvendo indenizações milionárias. O julgamento não ocorreu e está previsto para acontecer em 2015.
Centrais, sindicatos e movimentos sociais prometem realizar manifestações em todo o Brasil nesta terça-feira para barrar a votação do projeto de lei. “Vamos fazer uma campanha massiva contra todos os deputados que votarem a favor dessa proposta”, afirmou à BBC Brasil Graça Costa, secretária das Relações de Trabalho da CUT (Central Única dos Trabalhadores).
A BBC Brasil listou três pontos polêmicos do projeto de lei e ouviu opiniões – contra e a favor – sobre ele.
1. Terceirização de toda e qualquer atividade
A possibilidade de que as empresas passem a terceirizar não só a atividade-meio (aquelas que não são inerentes ao objetivo principal da empresa, ou seja, serviços necessários, mas não essenciais), mas também a atividade-fim (aquela que caracteriza o objetivo principal da empresa) é um dos itens mais controversos do projeto de lei que regulamenta a prestação de serviços por terceiros.
No caso de um banco, por exemplo, a mudança permitiria que bancários – de operadores de caixa a gerentes, ou seja, aqueles que desempenham atividade-fim nessas instituições – passem a ser terceirizados. Atualmente, nessas empresas, apenas trabalhadores como seguranças ou faxineiros podem ter esse tipo de contrato, pois exercem atividade-meio, já que a atividade principal de um banco não é fazer segurança tampouco faxina.
Os críticos dizem, no entanto, que a flexibilização dos contratos “precariza as relações de trabalho”. Eles também argumentam que, ao serem empregados como terceirizados, os trabalhadores perdem os benefícios conquistados pela categoria, como, por exemplo, piso salarial maior, plano de saúde, vale-alimentação, participação nos lucros, entre outros.
“Esse projeto de lei precariza as condições de trabalho no país. Dizem que mais empregos serão gerados, mas com que padrão? Padrão chinês?”, critica o juiz Germano Silveira, vice-presidente da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), em referência às más condições de trabalho em fábricas na China.
“Os terceirizados ganham salários mais baixos, até metade do que ganha um contratado direto, e sofrem acidentes de trabalho com mais frequência, pois as empresas que prestam o serviço terceirizado economizam nos itens de segurança para cortar custos”, acrescenta. “Os deputados (a favor do projeto de lei) querem transformar essa diferença de salário em lucro para os empresários”.
Graça Costa, secretária das Relações de Trabalho da CUT (Central Única dos Trabalhadores) concorda. Segundo ela, o projeto, se aprovado, vai provocar uma substituição em massa de trabalhadores contratados por terceirizados.
Permissão para que toda e qualquer atividade seja terceirizada desagrada lideranças sindicais
“Há hoje no Brasil quase 13 milhões de trabalhadores terceirizados, contra 35 milhões de trabalhadores contratados. Essa situação vai se inverter com a aprovação desse projeto de lei. O objetivo das empresas é unicamente reduzir custos. A relação de trabalho, que hoje é bilateral, ou seja, entre trabalhador e empregador, vai deixar de sê-lo, abrindo espaço para subcontratações a torto e direito. Será quebrada a coluna vertebral do direito do trabalho no Brasil”, avalia.
Segundo Costa, estimativas apontam que, além de terem salários menores, os terceirizados trabalham mais e correm mais riscos de sofrer acidentes, inclusive fatais. Ela acrescenta ainda que, dos dez maiores grupos de trabalhadores em condições análogas à escravidão resgatados entre 2010 e 2014, 90% eram de mão de obra terceirizada.
2. Responsabilidade das empresas contratantes sobre obrigações trabalhistas
Pela atual versão do PL 4.330/2004, a empresa contratante (tomadora de serviços) deve fiscalizar se a empresa terceirizadora (fornecedora de serviços) está fazendo os pagamentos trabalhistas e previdenciários e garantindo os benefícios legais, como férias remuneradas. Apenas se não comprovar ter feito a fiscalização, ela poderá ser punida no caso de haver alguma irregularidade. O projeto de lei determina que a empresa contratada comprove por meio de documentação mensal que está cumprindo com suas obrigações.
As centrais sindicais, no entanto, defendem que a responsabilidade do tomador de serviço não seja “subsidiária”, mas “solidária”. No linguajar jurídico, a chamada “responsabilidade subsidiária” significa que a empresa contratante (tomadora de serviços) somente pagará se o devedor principal deixar de pagar. Isso leva o trabalhador a demorar mais tempo para receber seu dinheiro, no caso de uma demissão sem justa causa, por exemplo – porque ele precisa esgotar primeiro todas as possibilidades para receber do devedor solidário, ou seja, da empresa contratada.
Como muitas vezes essas terceirizadoras têm capital social muito baixo, com poucos bens no nome da empresa ou dos sócios, o trabalhador acaba enfrentando um longo périplo na Justiça para reaver seus direitos, dizem os representantes dos sindicatos.
“Essa foi uma solução intermediária (para o impasse), mas é apenas uma fiscalização formal”, critica Silveira. Para Costa, da CUT, a proposta prejudica o trabalhador porque tira do Estado o poder de fiscalização”.
“Se a empresa terceirizada não cumprir com os direitos dos trabalhadores e a empresa contratante provar que se responsabilizou, o prejudicado será o trabalhador. Não faz sentido deixar na mão do empresário, que tem interesses financeiros nesse sistema, a tarefa de fiscalização, que deveria caber ao Estado”, argumenta.
Costa lembra que o escândalo de desvio de verbas na Petrobras criou, recentemente, um impasse sobre obrigações trabalhistas. “Mais de 20 mil trabalhadores terceirizados foram demitidos recentemente de empresas que prestavam serviços à Petrobras e não sabem a quem recorrer”.
3. Garantias dos direitos trabalhistas aos terceirizados
A garantia dos direitos trabalhistas aos terceirizados, especialmente como deve ficar a representação sindical, é outro ponto de atrito entre críticos e apoiadores do projeto de lei que regulamenta a terceirização da mão de obra.
O texto não assegura a filiação dos terceirizados no sindicato de atividade preponderante da empresa, o que, segundo as lideranças sindicais, fragiliza a organização dos trabalhadores terceirizados.
De acordo com os sindicatos, é comum que terceirizados que trabalhem em um mesmo local tenham diferentes patrões e sejam representados por setores distintos. Negociações com o patronato acabam, assim, prejudicadas, apontam.
“Flexibilizar as relações trabalhistas é um erro, sobretudo no momento de crise. Precisamos de um mercado de trabalho forte, uma massa de trabalhadores com bons salários e com boas condições para que eles possam ser consumidores. O governo vai deixar de arrecadar”, conclui Costa.
Outro lado
Na visão dos que apoiam o projeto de lei, a regulamentação dos contratos de prestação de serviços de terceiros beneficia os trabalhadores.
Segundo o deputado Arthur Maia (SD-BA), autor do substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania para o PL 4.330/04, havia uma “discriminação contra o trabalhador terceirizado”.
“Não temos uma legislação que discipline a matéria. Nosso objetivo é regulamentar as relações de trabalho nesse campo criando uma série de exigências para que uma empresa possa funcionar como terceirizada. Isso beneficia o trabalhador pois lhe dá a segurança que hoje ele não tem”, diz Maia.
O deputado argumenta que os sindicatos são contra a proposta por temer uma “redução da arrecadação”.
“Quando acontecer a legalização, haverá um fracionamento maior da contribuição sindical entre mais sindicatos. A crítica é legítima. Temos de reconhecer, porém, que não é justo que haja um prejuízo do trabalhador face à arrecadação sindical”.
Em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), afirmou que “com a regulamentação do trabalho terceirizado, o Brasil irá se alinhar às mais modernas práticas trabalhistas do mundo”.
“Depois de muitos anos de debate, a terceirização poderá, enfim, ser regulamentada no Brasil. Isso acabará com a insegurança jurídica, aumentará a competitividade e certamente vai gerar mais empregos”.
Para a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), a regulamentação da terceirização é “condição imprescindível para que as empresas possam colocar seus produtos no mercado a preço competitivo e, com isso, ajudar o Brasil a sair desta crise inédita e de tamanho imprevisível”.
A solução para combater o aumento da criminalidade por crianças e adolescentes encontrada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, de reduzir a maioridade penal, aprovada na semana passada não encontrou consenso.
OAB-DF
Atacar a causa. Esse é o ponto de vista do presidente da Comissão de Ciências Criminais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF), Alexandre Queiroz, para reduzir a delinquência juvenil. O assunto ganhou fôlego e virou polêmica depois que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da PEC 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos na semana passada.
Alexandre Queiroz, presidente da Com. de Ciências Criminais OAB – DFFoto: Assessoria de Comunicação OAB-DF
Para Queiroz, se aprovado, o projeto vai piorar a situação da violência envolvendo menores de idade em vez de reduzir as infrações cometidos por essa parcela da sociedade. “O que leva esse jovem a isso passa prioritariamente pela educação. A solução seria educação integral: de 8h às 17h. Para tirar esses jovens da rua e leva-los à escola”, pondera.
A tese do especialista é reforçada pelos números do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mencionados por ele nesta reportagem. “Entre 2010 e 2014, o Brasil foi o país que mais encarcerou no mundo. Mas isso não diminuiu a violência”, afirmou. “Dos crimes violentos que são praticados no país, apenas 0,5% tem a participação de menores é o que constata a Secretaria Nacional de Justiça – vinculada ao Ministério da Justiça – em balanço divulgado na semana passada”, emenda.
A reportagem do Fato Onlinepublicou hoje a história de Hélia Batista, 49 anos, mãe de um jovem preso no Complexo Penitenciário da Papuda por roubo. Hélia conta que tentou mudar o destino do filho quando este apresentou os primeiros indícios que estava no caminho do crime quando ainda era adolescente. Mas não encontrou ajuda no governo. “Pedi socorro, expliquei o que estava acontecendo, perguntei se não tinha um curso que eu pudesse colocar ele. Se tinha um local que eu pudesse deixar ele por um tempo para tratamento, mas fui informada que em nada eles podiam me ajudar. Que eu, como mãe, é que tinha que vigiar e saber o que fazer”, resumiu.
Uma das portas procuradas por Hélia foi a do Conselho Tutelar de Planaltina. Mas ao invés de ajudar, lembraram do que ela não poderia fazer. “Disseram que eu não poderia prender ele em casa e nem poderia agredi-lo verbal ou fisicamente. Do contrário, poderia ir presa”, lembra com tristeza mãe.
Cuidar do menor
A reportagem do Fato Online também procurou a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude para repercutir a polêmica sobre a redução da maioridade penal e sobre o caso de Hélia Batista. De acordo com a assessoria da pasta, em casos como esse, o artigo 136 do Estatuto da Criança e do Adolescente obriga o Conselho Tutelar a inserir a criança ou adolescente no Sistema de Direitos e ajudar a interromper a trajetória de atos infracionais.
Ainda de acordo com a secretaria, caberá ao conselheiro encaminhar o menino para a escola, inseri-lo na Rede de Ensino (caso ele não esteja estudando), inclui-lo na rede de saúde em casos de eventuais desintoxicações por uso de drogas e encaminha-lo órgãos vinculados para a proteção da criança ou do adolescente.
Se o Conselho Tutelar se recusar a fazer isso, os pais devem procurar a Secretaria e o conselheiro poderá responder um processo na Comissão de Ética dos Conselhos por não estar realizando suas funções. Além das obrigações dos conselhos, a Secretaria tem buscado parcerias diversas para apresentar oportunidades aos adolescentes e jovens. Assessoria da secretaria também informou que o GDF já providenciando a construção de novos Centros da Juventude, espaços de arte, cultura e lazer e tem buscado cursos profissionalizantes para colocar esses meninos e meninas.
A 15ª Via Sacra do Novo Gama foi um verdadeiro espetáculo
Quem foi ao Morro Santo Lago Azul na sexta-feira da Paixão (03) pôde prestigiar o sucesso da Via Sacra do Novo Gama. Mais de 400 atores encenaram o nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo em uma encenação que durou pouco mais de 3 horas, com músicas no início e fim.
Os organizadores do evento esperavam a presença de 40 mil fiéis, mas foram surpreendidos com 55 mil pessoas que tiveram uma vista totalmente livre devido à disposição das arquibancadas – além da projeção nos telões. “Foi surpreendente o público nesta edição de 2015!”, comentou o diretor da Secretaria Municipal de Cultura, Eliel Bruno da Silva Miranda.
A moradora do Pedregal, Lígia Maria Venâncio (21), participa da Via Sacra do Novo Gama há três anos.Acompanhada pela irmã e mais três sobrinhas ela disse ter gostado da apresentação. “A parte dos anjos foi muito bonita, foi a parte que mais chamou a atenção.”, comentou sobre a encenação de mais de 100 atores que interpretaram os anjos durante a Via Sacra.
A Ação de Alimentos tem início no Fórum onde reside a criança e serve para obrigar seus responsáveis atender suas necessidades vitais e sociais básicas (Art. 1.694 do Código Civil- CC). É de responsabilidade de quem detém a guarda da criança ou mesmo por seu responsável legal que deve procurar um defensor público ou um advogado particular.
Ajuizada a ação, o juiz de pronto determina liminarmente Alimentos Provisórios que será um valor a ser pago imediatamente pelo possível alimentante; este valor poderá ser maior ou menor ao final do processo. Para arbitrar o valor o juiz levará em conta a necessidade da criança e a possibilidade de pagar do pai, da mãe ou do responsável arrolado na inicial.
A necessidade da criança deve ser comprovada através de provas documentais acostadas nos autos onde serão anexadas na petição inicial, que deverá ser disponibilizadas por quem representa a criança. Estas provas poderão ser através de recibos de despesas, notas fiscais, boletos, contratos, receituário médico. Tudo isso para comprovar os gastos com escola, aluguel, água, energia elétrica, formação profissional, saúde, lazer, etc.
A possibilidade do alimentante (pai, mãe, avós paternos ou maternos e irmãos – Art. 1.697 CC) será observada pelo juiz ao fixar o valor dos Alimentos Provisórios. Esta possibilidade, também, deverá ser demonstrada na petição inicial por quem ajuizou a ação.
Ao arbitrar os alimentos provisórios o juiz deverá marcar Audiência de Conciliação, Instrução e Julgamento que poderão ser ouvidas as testemunhas indicadas por ambos que, preferencialmente, saibam da vida do casal e que tenham conhecimento das necessidades da criança e da vida do alimentante.
Com base nas oitivas dos responsáveis pela criança, do possível ou possíveis alimentantes e das testemunhas de ambos o juiz julga definitivamente podendo estipular um valor que poderá ser um percentual dos ganhos ou mesmo por quantidades de salários mínimos vigente.
Esse “quantum” da verba arbitrada na fixação da obrigação alimentar deve se basear na proporcionalidade entre a necessidade comprovada e a capacidade financeira do alimentante, sempre levando em conta o trinômio proporcionalidade, necessidade e capacidade que serão os norteadores do valor da pensão a ser paga mensalmente.
Edilson Barbosa
Advogado, professor de física e matemática, secretário escolar e assessor parlamentar
OAB/DF 40.337
Olá internauta. Sou Paulo Saphi, Master Coach, e vou estar aqui fazendo algumas postagens no site Conectado ao Poder sobre diversos assuntos, como liderança, gestão do tempo, o processo de mudança, como ter mais qualidade de vida dentro do trabalho, entre outros temas. Pretendo mostrar como o Coaching pode ser assertivo nesses processos de gestão.
Antes de tudo gostaria de falar para você o que é Coaching?
Muitos confundem o processo de Coaching com autoajuda, terapia, mentoring e até mesmo com programas de caça-talentos (headhunters).
Para entender melhor o significado de Coaching é necessário saber que se trata de um processo com começo, meio e fim, sempre focado no futuro. O Coaching desenvolve as habilidades e percepções dos clientes, para que eles encontrem a saída para os seus problemas. As origens destes não são tratadas durante uma sessão e as metas futuras são sempre prioritárias.
O treinamento de Coaching também faz o indivíduo estipular uma meta a ser atingida no futuro, para que um trabalho centrado seja feito, com o intuito de descobrir e desenvolver habilidades para atingir o sucesso desejado.
Simplificando:
O processo de Coaching é, essencialmente, uma assessoria focada na geração de motivação pessoal e profissional que tem como objetivo potencializar o nível de resultados positivos de uma pessoa, grupo ou empresa.
Uma das empresas pioneiras do setor no Brasil, a Sbc Coaching, foi quem primeiro estabeleceu essas ideias e fiz questão de compartilhar esses conceitos com você, pois é a linha que sigo e desenvolvo, não desmerecendo os outros vários tipos de metodologias de Coaching existentes no País.
Acredito que o Coaching é uma das profissões mais promissoras em todo o mundo, já que ela é focada no desenvolvimento humano e na melhoria da qualidade de vida, bem estar e na felicidade do indivíduo. Afinal, quem não quer ser feliz?
Na próxima postagem estarei falando sobre os benefícios do Coaching. Qualquer dúvida entre em contato. Até lá.
Paulo Saphi
Paulo Saphi, é Master Coach, idealizador do método IDÉIA Facebook Marketing. Empresário, apresentador, palestrante e consultor de marketing especializado em comunicação digital.
Para maiores informações o meu whatsapp é (61) 83261744 e o site da minha empresa é www.alcoaching.com.br.
Três nomes conhecidos do Ministério Público e da Polícia Federal estão atormentando a consciência de Joe Valle, deputado distrital do PDT. João Dias Ferreira, Michel Vieira e Luiz Carlos Medeiros aparecem como fantasmas que preparam a volta à cena em grande estilo. Informações preliminares indicam que as investigações servirão para complementar ações sobre convênios que têm as digitais do parlamentar. Quem tomou conhecimento dos novos passos do MP e dos federais garante que se desenha um horizonte bem sombrio.
Apenas uma consulta rápida a qualquer órgão ou entidade de defesa do consumidor, como o Procon por exemplo, em um dos estados brasileiros, confirma que as empresas de telefonia móvel disputam, em pé de igualdade, com as empresas de planos de saúde, o primeiro lugar em queixas de clientes insatisfeitos com os serviços prestados, ou como na maioria das vezes, pelos serviços prometidos contratados e não prestados. A reclamação maior é pela maneira arbitrária como essas empresas procedem no relacionamento com os clientes.
Nem a Câmara Legislativa escapou dos abusos das operadoras
Ao tomar conhecimento de que os serviços de telefonia móvel da CLDF haviam sido suspensos deixando parlamentares e servidores fora do ar, este blog foi atrás de apurar os motivos.
Segundo informou a assessoria da Casa responsável pelo assunto, a operadora que presta serviços á CLDF não havia apresentado certidões negativas indispensáveis para a realização do pagamento dos serviços prestados. Diante da negativa da Casa em proceder com o pagamento de forma irregular, pois a lei determina a exigência de vários documentos, a operadora decidiu, unilateral e arbitrariamente, suspender os serviços. Contestada pelo setor competente da CLDF, a operadora já restabeleceu os serviços na data de hoje(2), e prometeu enviar com maior brevidade os documentos pendentes para que receba pelos seus serviços, como manda a lei.
Caso ocorreu após o blog Política Distrital publicar matéria sobre os atrasos dos detentos, reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal , que atuam na Região Administrativa Núcleo Bandeirante e Administrador afirmar ao vivo em programa de rádio que havia efetuado os pagamentos.
O administrador interino de Candangolândia, Park Way e Núcleo Bandeirante, Roosevelt Vilela (PSB), Roosevelt Vilela (PSB) negou, no início da tarde desta quinta-feira (2/Abr), que haja atrasos de pagamentos à Funap-DF, vinculada a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal (SEJUS) e responsabiliza a Funap-DF, por eventuais atrasos aos detentos que trabalham na Região Administrativa de Núcleo Bandeirante. Após tomar conhecimento a Fundação desmente e repudia a postura de Vilela.
A afirmação ao vivo, durante o programa de rádio Barra Pesada, de Geraldo Naves, na Rádio OK FM. Ao ser questionado sobre atrasos nos pagamentos dos detentos, Vilela afirmou que RA de Núcleo Bandeirante havia efetuado os pagamentos e responsabilizou a Funap-DF pelos pagamentos.
Segundo Vilela os pagamentos foram realizados, porém o sistema do BRB (responsável por fazer o repasse à Funap), entrou em “colapso” e os pagamentos estavam sendo realizados manualmente. Questionado novamente por Naves, Vilela foi taxativo: “Independente de ter recebido ou não a Funap deveria garantir o pagamento de terceiros.”, afirmou.
Após repercussão do programa o Blog Política Distrital foi procurado pelo diretor de administração da Funap, Daniel, Cancelli, responsável pela liberação de pagamentos dos reeducandos. Cancelli confirmou os atrasos dos pagamentos, por parte da RA de Núcleo Bandeirante.
Segundo Cancelli: “Em Novembro (2015) a administração do Núcleo Bandeirante devia à Funap uma repasse de pouco mais de R$ 15.300 e fez um repasse de R$ 8.400 reais e comunicou por meio de oficio 08/2014 que não efetuaria o restante de pagamento por falta de dinheiro. A folha deles somente de salário dos reeducandos que lá trabalham seria de R$ 8.400. Eles (Administração) não conseguiram pagar nem dos salários dos reeducandos. Os valores de Dezembro e Janeiro foram devidamente pagos pela administração e já foram repassados aos educandos. Os valores de fevereiro e março, fevereiro especificamente nós emitimos um espelho do pagamento dos valores que são devidos e o executor do contrato deve nos dar, um positivo, para que façamos a emissão da nota no valor que eles nos devem. Até o presente momento o executor não fez essa autorização. Então a nota fiscal referente a fevereiro não foi emitida, consequentemente, Março também não.”, afirmou Cancelli.
Política Distrital foi procurado ainda pelo diretor adjunto da Funap-DF, Paulo Fernando, que repudiou a postura de Vilela: “Culpar à Funap uma vez que a Administração não efetuou os pagamentos é totalmente sem nexo.”, afirmou ao questionar ainda à afirmação de Vilela que caberia a Fundação efetuar os pagamentos independente de ter recebido ou não: “Como nós poderíamos ralizar os pagamentos se a Funap não recebeu os valores devidos.”, completou.
Fernando observou ainda que a Funap deve relatar o caso e a postura do administrador do Núcleo Bandeirante, ao governador, Rodrigo Rollemberg (PSB). “Todos nós somos governo, somos do mesmo partido.”, lamentou o ocorrido.
Nesse sentido parece que Vilela se esqueceu que sendo a Funap-DF, é parte integrante de uma empresa pública, sem fins lucrativos, consequentemente, a julgar pelos últimos meses, em que o GDF estava em uma situação de crise financeira a colocação de Fernando é totalmente pertinente, como a instituição poderá repassar os pagamentos se não os recebe por parte da administração. O ponto positivo de tudo isso é que talvez a polêmica faça com que o administrador busque resolver a situação junto a Funap-DF, para que possam repassar os valores devidos aos reeducandos, que têm na possibilidade de trabalhar, um caminho importante para se qualificarem e mais que isso, de serem impactados do ponto de vista da ressocialização.
Rei posto – Após reunião de cerca de duas horas entre o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, e a presidente Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada, o ministério anunciou o nome de Reynaldo Soares da Fonseca para ocupar uma das cadeiras vagas do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Fonseca é desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª região (TRF1), no Distrito Federal. Natural de São Luís, no Maranhão, Fonseca já passou pelo Tribunal de Justiça do Maranhão e pela Justiça Federal. O novo ministro ocupará a vaga de Arnaldo Esteves Lima, que se aposentou em junho do ano passado. O STJ dispõe de mais três cadeiras vagas.
O nome de Reynaldo Soares da Fonseca foi escolhido pela presidente da República a partir de uma lista tríplice apresentada em 11 de março passado. Também concorriam à vaga os desembargadores João Batista Pinto da Silveira e Joel Ilan Paciornik, ambos do TRF da 4ª Região, com sede em Porto Alegre.
O anúncio acontece em meio à expectativa de que a presidente anuncie também o nome do indicado que ocupará a décima primeira cadeira do Supremo Tribunal Federal (STF), vaga desde a aposentadoria antecipada do ministro Joaquim Barbosa. Vale ressaltar que antes de assumir a cadeira, o magistrado indicado deverá passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal e pela aprovação do plenário da Casa.
Cookies são pequenos arquivos de texto que podem ser usados por sites para tornar a experiência do usuário mais eficiente. A lei afirma que podemos armazenar cookies no seu dispositivo se eles forem estritamente necessários para o funcionamento deste site. Para todos os outros tipos de cookies, precisamos de sua permissão. Este site usa diferentes tipos de cookies. Alguns cookies são colocados por serviços de terceiros que aparecem em nossas páginas.
Necessary cookies help make a website usable by enabling basic functions like page navigation and access to secure areas of the website. The website cannot function properly without these cookies.
Marketing cookies are used to track visitors across websites. The intention is to display ads that are relevant and engaging for the individual user and thereby more valuable for publishers and third party advertisers.
Preference cookies enable a website to remember information that changes the way the website behaves or looks, like your preferred language or the region that you are in.