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Bombeiros socorrem e mulher tem gêmeos em carro em Sobradinho

a-imagem-registrada-por-cinegrafista-do-programa-cidade-alerta-da-tv-record-mostra-o-momento-em-que-equipes-de-resgate-socorrem-a-vitima-1394665405633_700x500Uma mulher de 39 anos deu à luz a gêmeas dentro de um carro na BR-020, próximo a uma parada de ônibus em Sobradinho, por volta das 7h desta terça-feira (31). As informações são do G1.

A Polícia Rodoviária Federal e o Corpo de Bombeiros foram acionados para ajudar no parto, considerado de alto risco, que ocorreu quando ela estava a caminho do Hospital Universitário.

A primeira criança já havia nascido quando a corporação foi chamada por um parente da mulher. Os policiais chamaram o Corpo de Bombeiros, que realizou o parto da segunda bebê.

O sargento dos bombeiros Marcelo de Oliveira Campello afirmou que a mãe contou que a bolsa se rompeu ainda no trânsito. Segundo Campello, a gestante afirmou que se tratar de um parto de alto risco porque ela tem problemas de circulação.

O policial rodoviário Emerson Borges afirmou que ele e um outro policial estavam patrulhando próximo ao km 4 da via quando viram um homem pedindo ajuda.

– A gente seguia sentido Plano Piloto quando nos deparamos com um senhor desesperado pedindo socorro. Paramos a viatura e vimos a senhora dentro do veículo. Chegamos lá e uma criança tinha acabado de nascer dentro do carro, disse.

Fonte: Notibras

Júlio Cesar calça diálogo com o PT e sepulta tese de fusão das satélites

entrevista-da-semana-com-julio-ribeiro-portal-prb-df-secretario-de-esporte-14-04-14Nos próximos dias, a Câmara Legislativa receberá detalhadamente tudo o que se refere às contas do ex-governador Agnelo Queiroz. Será o momento de se tirar a limpo minúcias inimagináveis. Será posto a prova o jogo da verdade. Quem está mentindo ou forjando números.

Ao receberem as contas, os deputados terão a responsabilidade de aprovar ou reprovar. Aparentemente, há sinais de que o petista pode ter problemas. Um desses sintomas é a situação de crise financeira em que o Distrito Federal se encontra.

Por outro lado, das 24 cadeiras votantes do plenário, ao menos 15 foram parlamentares da base de Agnelo na gestão passada, ou eram titulares de alguma pasta do primeiro escalão do GDF, na era petista.

Mas a responsabilidade pode pesar um pouco mais sobre os ombros do deputado Júlio Cesar (PRB). Ele esteve à frente da Secretaria de Esporte na metade do período em que Agnelo Queiroz  ocupou o Palácio do Buriti. Mas agora sua função é outra.

Convidado pelo governador Rodrigo Rollemberg, o distrital assumiu o cargo de líder. Ou seja, é ele o responsável por pavimentar o caminho de diálogo da Câmara Legislativa até o Palácio do Buriti. Uma espécie de conciliador entre os dois poderes, principalmente quando a situação estiver belicamente complicada.

Júlio Cesar, assim como seus correligionários do PRB, tem uma característica incomum: o respeito supremo às suas lideranças. Por isso, antes de assumir a função de líder, o deputado colocou a proposta para a análise do partido.

“Quando o Rollemberg me convidou para ser líder, tive que consultar meu partido. Conversei com o meu presidente local e submetemos ao nosso presidente nacional”, contou em entrevista a Notibras. O republicano foi mais além, ao revelar o motivo que avalizou o convite. Segundo ele, o governador precisava de alguém que tivesse bom trânsito dentro da situação e da oposição.“Como fui secretário de Estado do governador Agnelo, isso contribuiu”, reconhece.

Júlio, aliás, não se constrange em dizer que participou do governo de Agnelo Queiroz, uma administração marcada por alta rejeição da população. Mas confessa que durante a campanha o PSB era a aliança ideal.

“Víamos que o Rollemberg tinha ideias que coadunavam com a gente, mas tínhamos assumido com o PT lá atrás. Demos a nossa palavra. No momento que o PT perdeu, decidimos fechar com o Rollemberg”, recorda.

Quando chegou a Brasília, apesar de ser uma cidade naturalmente política, Júlio garante que não veio com o pensamento de se candidatar.

“Tudo é consequência. Eu vim para prestar um serviço ao partido. Até porque tínhamos um deputado atuante, que era o Evandro Garla. As coisas foram acontecendo e o partido teve essa sensibilidade. Logo no início de 2013, as coisas começaram a clarear e o partido me chamou e disse que eu tinha condições de ser deputado e gostariam que eu me candidatasse. Aí eu aceitei”, diz.

Ele assumiu a vaga do PRB na Câmara deixada por Evandro Garla, que renunciou à disputa da reeleição por acumular o cargo de secretário nacional do partido. E por isso, tinha dificuldades de atuar efetivamente na política local. Mas Garla foi o coordenador da campanha de Júlio.

Como líder, Júlio Cesar deve pegar experiência antes do que se pode imaginar. Muito devido às matérias polêmicas, passíveis de um bom jogo de cintura. Uma delas, sem dúvida, é a redução no número de administrações regionais, ou as antigas ‘cidades satélites’, termo que ficou impregnado nas mentes dos brasilienses.

“Esse é um tema realmente polêmico. Já há um consenso entre os deputados que do jeito que o projeto veio para cá, dificilmente será aprovado. Fizemos uma comissão geral tempos atrás. A população veio, participou e ela é contra a extinção de várias RAs”, diz. O GDF, no entanto, pretende insistir na proposta.

Há um entendimento entre os deputados, segundo Júlio Cesar, de se criar um substitutivo para apresentar ao governo. “Já identificamos que 95% das administrações não devem ser extintas”. Pelo contrário. A ideia dos parlamentares é dividir algumas cidades, como Ceilândia, e colocar duas RAs.

E para que essa proposta chegue à mesa de Rollemberg redondinha, o deputado explica que cada bloco partidário indicará um assessor para trabalhar na elaboração do substitutivo.

Quanto à questão das suas relações com Agnelo Queiroz, por força da participação no governo petista, Júlio ressalta que o vínculo com o ex-governador não o atrapalhou nas eleições. Prova disso é que foi o mais votado para a Câmara Legislativa.

“Não posso negar que o segmento evangélico me ajudou, e muito. Agora, eu fui um secretário muito atuante na pasta do Esporte, onde consegui desenvolver alguns programas que deram mídia, que valorizavam os atletas e os esportes de Brasília”.

Quando era secretário, o deputado republicano conseguiu desenvolver anticorpos para problemas. É o que pode se deduzir pelo seu distanciamento da eleição e condução da presidência da Federação Brasiliense de Futebol, alvo de questionamentos pela sua ineficiência.

Contudo, o deputado não conseguiu administrar a vinda da Universíade para Brasília. Até porque, Agnelo foi o principal lobista para trazer o evento à capital federal. Mas Júlio Cesar reconhece que a situação ficou fora de controle devido aos altos valores.

Agora, junto com seu partido, tenta levar a competição para outro Estado. O mais provável, é que o Rio de Janeiro seja o destino, já que há a possibilidade de se aproveitar as instalações das Olimpíadas e não deixar de trazer um grande evento para o Brasil.

Fonte: Notibras

Redução da maioridade penal é aprovada na CCJ da Câmara

20150331141515470456iSob protestos, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta de emenda à constituição que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal. A PEC 171/1993 foi considerada constitucional por 42 deputados, que aprovaram o relatório do deputado Marcos Rogério (PDT/RO) – favorável à admissibilidade da proposta – diante de 17 votos contra. Ele foi escolhido como novo relator após o parcer original, do deputado Luiz Couto (PT-PB), contrário à admissibilidade da proposta, ser vencido por 43 a 21 votos.

Voce é a favor da redução da maioridade penal? Vote na enquete!

O texto segue para análise de uma comissão especial a ser formada que pode demorar até 40 sessões e terá de passar por duas votações no plenário da Câmara. “Ela (a PEC) visa reduzir um direito individual, o que é expressamente proibido”, afirmou Couto, ao defender que a proposta deveria ser arquivada por alterar uma cláusula imutável da Constituição de 1988. Ele também destacou a ineficácia da medida para reduzir a violência.

Segundo dados do Ministério da Justiça de 2011, menos de 1% dos homicídios foram cometidos por menores de 18 anos. Do total de jovens que cumprem medidas socioeducativa, a maioria cometeu que crimes patrimoniais como furto e roubo (43,7% do total) e envolvimento com o tráfico de drogas (26,6%).

Desde o início da sessão, PT, PSol e PCdoB usaram manobras regimentais a fim de impedir a votação, mas foram vencidos. Eles tentaramsem sucesso evitar a inversão de pauta para que o projeto fosse o primeiro item a ser discutido e retirar o tema da pauta, além de promoverem obstrução, se revezando em discursos. De acordo com eles, a mudança é inconstucional por querer alterar cláusulas imutáveis da Constituição. Já parlamentares favoráveis se pronunciaram brevemente, a fim de agilizar o debate.

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), também destacou a inconstitucionalidade da medida. O partido estuda enviar um mandado se segurança ao Supremo Tribunal Federal (STF) a fim de evitar a tramitação da PEC. Ele lembrou ainda que o Estado da Criança e do Adolescente (ECA) prevê sanções a menores infratores. “É possível que um adulto fique menos tempo preso por um homicídio do que um adolescente que cometa o mesmo crime”, afirmou.

Por outro lado, o deputado Evandro Gussi (PV/SP) afirmou que não é unanimidade entre juristas o entendimento da inconstitucionalidade. “Não há essa leitura apenas. Vamos afastar essa ideia de que essa é uma cláusula pétrea” disse. O deputado Giovani Cherini (PDT/RS) ressaltou que é preciso diminuir a certeza da impunidade de adolescentes de 16 anos que cometem crimes.

Protestos

A fim de evitar tumultos como os da semana passada, a entrada de ativistas a favor e contrários à proposta foi limitada a 15 pessoas de cada grupo. Aqueles pró-redução seguram cartazes com frases como “O Brasil pede a redução da maioridade penal”. Já manifestantes contra a redução exibiram faixas com os dizeres “mais escolas e menos cadeias ” e “crianças e adolescentes são pessoas em desenvolvimento e necessitam de uma proteção especializada, diferenciada e integral”. Eles gritaram “não à redução” e “fascistas, não passarão” no fim da sessão.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou um comunicado contrário à medida, por considerar que ela viola direitos e garantias individuais. Outras entidades, como o Conselho Nacional dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes (Conanda), o Conselho Federal de Psicologia e Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced) também se opõem à medida. Eles argumentam que ela será ineficaz na redução da violência no país, além de ir na contramão das recomendações internacionais.

O que muda

A Proposta de Emenda à Constituição 171 de 1993 altera a redação do artigo 228 da Constituição Federal, reduzindo a maioridade penal de 18 para 16 anos. Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece que a partir dos 12 anos, os jovens estão sujeitos a sanções por cometerem crimes, sendo três anos o tempo máximo de internação. As medidas socioeducativas tem caráter predominantemente educativo e não punitivo. Elas incluem prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação.

Fonte: Correio Braziliense

Dilma: “Somos todos contra a censura”

dilma3Ao empossar novo ministro da Secretaria de Comunicação, presidente diz que não irá coibir liberdade de manifestações, numa referência aos protestos que tomaram conta das ruas neste mês

Na cerimônia de posse do novo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Edinho Silva, nesta terça-feira (31), a presidente Dilma Rousseff reforçou o compromisso do governo com a liberdade de imprensa e de expressão.

Em seu discurso, a presidente também defendeu o direito à livre manifestação por parte da população. “Reitero que nós não temos e não teremos, sob nenhuma hipótese, uma ação de coibir e impedir a liberdade de manifestação”, disse ela, referindo-se nitidamente aos protestos enfrentados por seu governo.

“A liberdade de imprensa, para mim, é uma das pedras fundadoras da democracia. Liberdade de expressão e de imprensa são, sobretudo, o exercício do direito de ter opiniões, o direito de criticar e apoiar. O direito de ter oposições e o direito de externá-las sem consequências e sem repressão”, completou.

A presidente também não perdeu a chance de relembrar sua luta contra a ditadura, no dia em que se completa 51 anos do golpe militar. “Quem, como eu, e todos aqueles da minha geração que viveram sob uma ditadura, sabem o imenso valor da liberdade de imprensa e de expressão. Somos todos contra a censura”, concluiu.​

Ajuste fiscal

Em meio à negociação das medidas econômicas com o Legislativo, Dilma afirmou em seu discurso que é obrigação do governo, pela Secom, explicar à população sobre as turbulências na economia. “Temos a obrigação de explicar ao povo que passamos por uma conjuntura que exige maior rigor nos gastos públicos e ajustes para que o país volte a crescer o mais breve possível”, declarou.

Abertura

Em entrevista coletiva após a posse, o novo ministro da Secom reiteirou que a comunicação não é uma política de ministério, mas de governo. E adiantou: “não há tema proibido na minha gestão”. Edinho Silva assumiu no lugar do jornalista Thomas Traumann, que pediu demissão na última semana, depois do vazamento de documento com críticas à comunicação do governo federal.

Segundo ele, é preciso prestar contas à sociedade sobre os recursos públicos e valorizar, de acordo com orientação da presidente Dilma, o trabalho dos órgãos de comunicação. “Vou valorizar todos os veículos. A partir de hoje meus companheiros de trabalho passam a ser vocês”, prometeu aos jornalistas.

Antes de tomar posse, o novo ministro participou da reunião de articulação do governo e admitiu que a aprovação das medidas econômicas foi debatida pelos ministros convidados. Além do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), participaram os titulares da Casa Civil, Aloizio Mercadante; das Relações Institucionais, Pepe Vargas e da Secretaria Geral, Miguel Rossetto, entre outros ministros.

Para Edinho, o momento é de turbulência e de ajustes. “Evidentemente que se discutiu a agenda do governo, que é a necessidade de dialogar com o Congresso Nacional para que as medidas econômicas sejam aprovadas”.

Edinho Silva é sociólogo, foi deputado estadual, em São Paulo, e prefeito de Araraquara (SP) por dois mandatos. Também presidiu o PT paulista e coordenou as finanças da campanha da presidente à reeleição, em 2014, e a campanha ao governo de São Paulo, em 2010, do atual ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Fonte: Fato Online

‘Eu me rendo’. Foto de criança síria de quatro anos comove o mundo

Sem-título-110Milhares de pessoas compartilharam a imagem de uma criança síria com as mãos para cima, como se estivesse se entregando, ao confundir a câmera fotográfica com o cano de uma arma. Mas quem fez este flagrante?

A imagem começou a viralizar no Twitter na terça-feira da semana passada, quando foi postada por Nadia Abu Shaban, uma fotógrafa baseada em Gaza.

A mensagem original foi retuitada mais de 11 mil vezes. “Estou chorando”, “muito triste” e “a humanidade fracassou” foram alguns dos comentários. Na sexta-feira, a imagem foi compartilhada no Reddit, onde recebeu mais de 5.000 votos positivos e 1.600 comentários.

Não demorou para que surgissem acusações de que a foto era falsa. Muitos no Twitter questionaram quem seria o autor da foto e por que a imagem havia sido postada sem crédito. Nadia confirmou que não tinha tirado a foto, mas não sabia explicar quem havia feito a imagem.

No Imgur, um site de compartilhamento de imagens, um usuário pesquisou a origem da fotografia – um clipping de um jornal – e disse que ela era real, mas tirada “por volta de 2012″. A mensagem também nomeou o fotógrafo: o turco Osman Sagirli.

A BBC conversou com Sagirl, que agora trabalha na Tanzânia, e desvendou o mistério. A criança é uma menina, Hudea, de 4 anos. A imagem foi tirada no campo de refugiados de Atmeh na Síria, em dezembro do ano passado. Hudea viajou ao campo – a cerca de 10 km da fronteira turca – com a mãe e dois irmãos, a 150 km da cidade deles, Hama.

“Eu usei uma lente de telefoto e ela pensou que fosse uma arma”, disse Sagirli.

“Depois que eu tirei, eu olhei [para a foto] e percebi que ela [a criança] estava assustada, porque ela mordeu os lábios e levantou as mãos. Normalmente, crianças correm, escondem os rostos ou sorriem quando veem uma câmera”, disse.

Ele diz que fotos de crianças dos campos de refugiados são especialmente reveladoras. “Você sabe que há pessoas que foram desalojadas nos campos. Faz mais sentido ver o que elas sofreram através das crianças e não dos adultos. São as crianças que refletem os sentimentos com a inocência que têm.”

A imagem foi publicada inicialmente no jornal “Türkiye” em janeiro e foi amplamente compartilhada pelas redes sociais em turco, mas só na semana passada se tornou viral em mídias na língua inglesa.

Fonte: Notibras

Secretários participam de reunião para estudos do Plano de Saneamento Básico das RIDE´s

Secretários participam de reunião para estudos do Plano de Saneamento Básico das RIDENa última quarta (24) os Secretários de Governo, Delmar Carneiro; Infraestrutura Urbana, Warley Lúcio e de Saúde, Tânia Brandão se reuniram com uma equipe técnica da Universidade de Brasília – UNB. Os profissionais são responsável pelos estudos do Plano de Saneamento Básico das Regiões Integradas de Desenvolvimento do Brasil – RIDE’s

Os Planos são fruto de uma competência comum atribuída pelo Art. 23 da Constituição Federal à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. Os mesmos estão previstos na Lei nº 11.445/2007 e são instrumentos de planejamento do setor. Esse estudo tem como objetivo apresentar uma proposta para elaboração do diagnóstico do saneamento básico das RIDE’s e será composto por três partes: diagnóstico analítico, visão estratégica e plano regional do saneamento básico.

A reunião foi realizada na Secretaria Municipal de Governo de Novo Gama, na oportunidade os presentes discutiram todas as etapas do plano incluindo estruturas de esgoto, redes de águas pluviais, infraestrutura, impactos nas condições de vida, utilização de indicadores sanitários, epidemiológicos e socioeconômicos que devem estar presentes no diagnóstico.

Assessoria de Comunicação

Foto: Mizael

O que podemos avaliar para indicar os principais erros da política econômica da presidente Dilma Rousseff.

dilma-3441452No quesito Dívida Pública, durante os cinco anos frente à política econômica, a presidente chegou a pagar entre juros e amortização R$ 1 trilhão conforme dados do Banco Central. No comparativo aos oito anos do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, este montante equivale a cerca de 80% do valor de R$ 1,2 trilhão.

Referente à Taxa de Juros, no período de agosto de 2012, a Taxa Selic alcançou 7,5.Na metade do primeiro mandato, a presidente vangloriou-se quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) fixou a taxa básica (Selic) para o menor patamar da história: 7,25% ao ano. Com tal iniciativa esperava – se que os juros baixos garantissem o crescimento do país, mas o “tiro saiu pela culatra”o governo não fechou a torneira dos gastos públicos, que dispararam; a inflação voltou a atormentar os brasileiros e o BC se viu obrigado a iniciar, em abril de 2013, uma nova escalada de juros.Desde então, foram 11 aumentos, até a Selic alcançar os atuais 12,75% ao ano, dois percentuais acima dos 10,75% do fim do mandato de Lula. Espera-se ainda,que neste ano haja mais dois aumentos na Selic.

O Programa de swap cambial, criado em agosto de 2013, para apaziguar a volatilidade da moeda norte americana,até o início de Março deste ano, período em que a moeda norte-americana se valorizou 38% frente ao real, a autoridade monetária teve um prejuízo de R$ 58,8 bilhões, com a estratégia ganhou R$ 46,7 bilhões e perdeu R$ 105,6 bilhões no período.

Quanto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a presidente, a fim de, incentivar o desenvolvimento do país concedeu cerca de R$ 400 bilhões, nos últimos anos, para que a instituição pudesse financiar grandes grupos privados, com taxas de juros subsidiadas.  Para que o montante pudesse ser repassadoo Tesouro Nacional recorreu à estratégia de vender papéis da dívida pública a investidores, pagando juros com variação da taxa Selic.

Por fim, ao tratar da Articulação Política apesar de ter 39 ministérios entregues aos aliados da base, a presidente não conseguiu engajar sobre sua tutela os presidentes da Câmara Federal e do Senado, o que fragilizou a relação do Executivo em ter suas medidas econômicas aprovadas pelo Congresso.

Rodrigo Mercúcio

O (mau) ajuste fiscal de Dilma

Levy-e-DilmaA Administração Pública cuida de seus recursos como uma família em casa, sempre buscando equilibrar o orçamento. Assim como uma família, quando as despesas (contas e compromissos) estão muito altas e a receita (Salário, fonte de renda) não aumenta, É necessário cortar gastos. Esse é o ajuste fiscal. Enxugar a máquina pública.

A Gestão Pública consiste em aumentar receitas e diminuir despesas para que possa ter recursos suficientes para elaborar e executar políticas públicas como saúde, educação, segurança, mobilidade e etc.

Acontece que Dilma não preferiu trilhar esse caminho, preferiu trilhar o caminho do inchaço da máquina pública, hoje existem na estrutura do Governo Federal, mais de 20 mil cargos comissionados, 39 Ministérios, além das empresas públicas, autarquias e afins. Isso é alarmante é extremamente desnecessário ainda mais quando vemos a atual condição econômica do nosso país. No início do mês Dilma enviou para o Congresso Nacional uma Medida Provisória que sustava a desoneração da folha de pagamento das empresas, adotada em 2011 para aliviar os gastos com mão-de-obra das empresas e estimular a economia. O Presidente do Senado, Renan Calheiros devolveu a MP, impondo uma derrota política ao Governo, o Governo por sua vez, mandou de volta a mesma MP, só que agora em forma de Projeto de Lei.

Essa questão do Ajuste Fiscal de Dilma e do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, tomou proporções mais preocupantes quando Dilma afirmou que – nas palavras dela – “Não há espaço fiscal” para resolver o problema da renegociação de dívidas dos Estados e Municípios. Essa é outra novela com fins dramáticos de Dilma em relação a Ajuste Fiscal, o que ela praticamente está fazendo é colocando nas costas dos estados e municípios o peso de sua própria incompetência, já que foi aprovado ano passado no Congresso uma nova renegociação da dívida de estados e municípios com outro indexador, isto é, com outro parâmetro de cobrança de juros, outro índice. Atualmente as dívidas são cobradas com base no IGP-DI que é de 6% a 9%, o Projeto de Lei aprovado pelo Congresso prevê que as dívidas sejam cobradas com base no IPCA que é de 4%. Na prática, mais dinheiro fica para estados e municípios, e menos vai para o governo federal. Pra se ter ideia, a dívida da Prefeitura do Rio de Janeiro ficou em R$ 1,2 bilhão. Antesdo Prefeito Eduardo Paes entrar na Justiça para que se cumpra a Lei, era de R$ 6 bilhões.

Ora Dilma… Não há “espaço fiscal”? Corta seus ministérios! Corta os cargos comissionados! Diminui o salário dos ministros! Diminui gastos com carros oficiais! Acabe com a farra dos cartões corporativos! Pare de pagar os blogs sujos financiados pelo governo pra destruir reputações! Há muitos meios para se fazer ajuste fiscal, mas Dilma está vocacionada a sempre tomar a decisão errada. Punir empresários com a desoneração da folha de pagamento – e assim contribuir para o desemprego – e punir os estados e municípios não parecem ser boas decisões de gestão pública.

Lucas Pinheiro é graduado em Gestão Pública e Analista de Administração Pública e Orçamento Público

Carisma de Celina atrai crianças que um dia vão votar

cebekaQuando a deputada Luzia de Paula (PEN) manifestou em evento na Câmara Legislativa, há alguns dias, seu  desejo de ver a presidente Celina Leão (PDT) galgando a cada passo degraus mais altos, parece ter traduzido o sentimento da sociedade brasiliense. Carismática, com um sorriso sempre terno que contagia todos à sua volta, Celina parece levar a sério o comentário de Luzia. O reflexo desse futuro vitorioso está por onde passa a presidente. Crianças que um dia estarão na cabine de votação como eleitores, fazem questão de posar ao lado da deputada, como que semeando voto adolescente para a carreira política de Celina nos próximos 8 anos.

Fonte: Notibras

Correio Braziliense reconhece que errou sobre gastos de distritais com combustíveis

Celina-LeãoOs valores gastos pelos deputados distritais com combustíveis e lubrificantes ocuparam as páginas dos principais jornais e espaços nos blogs mais acessados de política no DF, nos últimos dias.

Mas a coisa não é bem assim, o barulho parece ser bem menor e, como dizem popularmente, “o buraco é mais embaixo”. Claro que a utilização de dinheiro público exige, acima de tudo, transparência. Como requer, também, uma apuração aprofundada. O mesmo procedimento respeitoso que se espera dos gestores, espera-se, também, dos “olhos e ouvidos da sociedade”, a imprensa.

Prova disso é que o jornal correio Braziliense, em sua edição de hoje(28), admitiu ter errado ao citar valores individuais gastos por suas excelências no ano de 2014, veja o que diz o jornal:

“Aos leitores: Diferentemente do publicado na edição de ontem do Correio, a despesa diária com combustíveis e lubrificantes, por deputado distrital, em 2014, representou R$ 64, em média, e não R$ 1,535 mil, como publicado na capa da edição da última quinta-feira e no editorial de ontem. O montante de R$ 1,535 mil, corresponde ao gasto diário de todos os distritais.”

Acima e na mesma matéria, informa que a presidente da CLDF, deputada Celina Leão, encaminhará à Justiça as justificativas sobre os gastos com combustíveis dos deputados distritais ressarcidos com a verba indenizatória. A forma como são realizadas essas despesas, sem licitação, é questionada em ação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Mais do que ser obrigada a responder pelos parlamentares da Casa que preside, Celina Leão revelou a este blog que vivemos novos tempos, e que esses exigem transparência  total. Além disso, e como ela declarou ao próprio Correio, “o recurso é legal, lícito e os gastos são transparentes”.

Fonte: Blog do Professor Chico

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