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Em Ceilândia Operação Tapa-Buracos contempla a comunidade do Privê

downloadPrograma já atendeu várias regiões da cidade com o tapamento de buracos, a poda de árvores e a limpeza de áreas próximas a escolas.

(Brasília, 03 de março de 2015) – A comunidade da região do Privê foi contemplada com a Operação Tapa-Buracos realizada pela Administração de Ceilândia. As benfeitorias atendem as novas medidas adotadas pela Administração para melhorar a infraestrutura da cidade, com a poda de árvores, o desentupimento de bocas de lobo, a limpeza de áreas públicas, principalmente próximas a escolas em função do inicio do ano letivo.

Para o administrador de Ceilândia, Vilson José, a meta é trabalhar com equipes em toda a cidade para monitorar quais locais precisam de mais atenção, além de pedir a colaboração da população, em levar demandas da comunidade à Administração. “Estamos com equipes nas ruas fazendo o serviço, mas é importante que a população também dê a sua colaboração, como não jogar lixo em locais inapropriados, ou resto de entulhos em áreas públicas”, ressalta o administrador.

A dona de casa Edileusa Sampaio, de 52 anos, diz que a iniciativa da Administração da cidade em atender as demandas da população é um sinal de que o governo está interessado em trabalhar para o povo. “ Minha rua estava esburacada há anos. Espero que essa ação atenda não só a minha quadra, mas que chegue a toda a Ceilândia”, elogia a moradora.

Monitoramento – Além da Operação Tapa-Buracos, a Administração de Ceilândia vai seguir um cronograma de benfeitorias na cidade. Para isso, a administração faz um levantamento constante das necessidades da comunidade, mas reforça à população da necessidade de informar sobre problemas encontrados na infraestrutura da sua região.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Administração Regional de Ceilândia

 

Bispo Renato quer acordo entre moradores da Nova Jerusalém e executivo

DSC_0368“Não há necessidade de se resolver uma situação dessa gravidade, desse jeito. É preciso diálogo e com urgência”, observou o deputado distrital Bispo Renato Andrade, ao visitar pessoalmente a comunidade Nova Jerusalém, no Sol Nascente, em Ceilândia, durante a operação da Agência de Fiscalização (AGEFIS), juntamente com a Polícia Militar, nesta segunda-feira, 02/03.

Bispo Renato ratificou que protocolou indicação ao Governo do Distrito Federal, pedindo a suspensão de qualquer ação demolitória, abertura de diálogo com a comunidade e elaboração de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Desde julho de 2014 a área está ocupada pelos moradores e nada foi feito à época pelo governo. “Por isso pedi a garantia de um clima de cooperação entre o governo e a sociedade. Essas famílias precisam de moradia e a melhor maneira de resolver essa situação é amenizando conflitos”, destacou Bispo Renato Andrade

“Estou desde sexta-feira em reunião com a sociedade e representantes do governo local para entrar em um acordo”, explicou o deputado. “É necessário que o governo ouça a população e que haja consenso. Precisamos de um canal de comunicação eficiente, para resolver essa situação de forma pacífica”, pontuou Bispo Renato, que acredita na construção de um acerto entre os envolvidos.

O deputado distrital Bispo Renato solicitou ainda a garantia  de ingresso das famílias nos programas habitacionais, assegurando assim, o direito à moradia, estabelecido pela Constituição Federal.

A operação

Na manhã desta segunda-feira, cerca de 600 policiais militares e civis, além de agentes da Subsecretaria de Ordem Pública e Social (SEOPS) e da Agência de Fiscalização (AGEFIS), iniciaram a desocupação da área conhecida como Nova Jerusalém, em Ceilândia.

Houve confronto entre moradores e policiais. Bombas de efeito moral e de gás lacrimogênio, além de balas de borracha, foram utilizadas para dispersar as pessoas. Manifestantes queimaram pneus para impedir a entrada dos policiais na comunidade. O local precisou ser interditado.

Segundo representantes do governo, através da imprensa, essa derrubada é o primeiro passo para realizar obras de infraestrutura no local. Uma bacia de drenagem deve ser construída, e por isso, a AGEFIS precisa retirar cerca de 400 famílias que hoje ocupam a área.

Assessoria de Comunicação – Bianca Lima

Bispo Renato Andrade

Deputado Distrital

Lista de Janot com políticos sai esta semana

20150302084524193570iA semana começa com a expectativa de quais políticos terão o nome cravado na lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, como citados no esquema de corrupção da Petrobras. A preocupação maior no meio político é com a possibilidade de Janot apresentar denúncias contra parlamentares ao Supremo Tribunal Federal – o que significaria haver indícios fortes da participação do acusado nos desvios de verba.

Apreensivos, alguns políticos já tentam reduzir o impacto da medida com o argumento de que, se houver apenas pedidos de inquérito – quando há necessidade de mais investigação -, o reflexo pode ser a desidratação do escândalo de corrupção na Petrobrás e diminuição da força do trabalho que está sendo desenvolvido pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as investigações da Lava Jato.

Dezenas de nomes de parlamentares apareceram nos depoimentos dos delatores da Operação Lava Jato, entre eles os dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), que negam as acusações. Conforme revelou o Estado em dezembro passado, só na lista do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa são ao menos 28 políticos mencionados.

A lista também é esperada para definir os rumos da nova CPI da Petrobras na Câmara. A bancada do PSOL pretende solicitar ao Supremo que os citados na lista não integrem a comissão.

Existem 42 procedimentos no Supremo relativos aos fatos apurados em duas delações da Lava Jato. O número não coincide necessariamente com a quantidade de políticos citados.

Além da lista de Janot, que deve ser apresentada até quarta-feira, os acordos de delação premiada firmados por dois executivos da Camargo Corrêa – Dalton Avancini e Eduardo Leite – são outro motivo de apreensão no meio político. Eles são os dois primeiros executivos de uma empreiteira de grande porte que aceitaram colaborar com as investigações. O temor é de que essas delações estimulem outros empreiteiros a também contar o que sabem, o que poderá ampliar o leque de atingidos.

Fonte: Estadao Conteudo

CPI da Petrobras abre protocolo com 180 pedidos de requerimento

politica-oposicao-protocola-600x400A oposição na Câmara dos Deputados dominou o período de abertura para protocolo de pedidos de requerimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. Até o fim da manhã de hoje (2), foram mais de 180 pedidos. Os partidos recordistas são o PSDB, que protocolou, logo no início da manhã, 57 requerimentos. Em seguida, o DEM apresentou 51 pedidos.

Além do PSDB e DEM, o PPS e o Psol protocolaram, respectivamente, 23 e 16 requerimentos. No período, o PT protocolou 17 pedidos. O início da abertura dos pedidos foi anunciado pelo presidente da comissão, deputado Hugo Motta (PB), na última quinta-feira (26), quando a CPI foi instalada.

Os tucanos e os parlamentares do PPS pedem a criação de sub-relatorias na Comissão. Caso sejam aprovadas, essas sub-relatorias podem reduzir a atuação do relator, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). PSDB e PPS também pediram a convocação do ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco.

Em depoimento à Polícia Federal, Barusco afirmou que começou a receber dinheiro do esquema de pagamento de propina entre 1997 e 1998, ainda durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O pedido se antecipa à intenção do PT de também pedir a convocação do ex-gerente e de aumentar o período investigado pela CPI para o mandato de FHC.

Além de Barusco, o PPS quer a convocação dos ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci, do senador Fernando Collor (PTB-AL), de João Vaccari, tesoureiro do PT, e do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque.

O PT também quer convocar Barusco e Duque, além de José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras Entre os pedidos do Psol, destacam-se as convocações do também ex-diretor da empresa, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Ablerto Youssef.

Fonte: Agência Brasil

Cerveró tem Range Rover igual a dada por doleiro a Paulo Roberto

images (2)Dois ex-diretores de áreas estratégicas da Petrobras, alvos da Operação Lava Jato, têm mais uma coisa em comum, além da acusação de corrupção que pesa contra ambos: o gosto por carros de luxo, no caso a Range Rover Evoque.

Paulo Roberto Costa, ex de Abastecimento, ganhou um carrão desses do personagem central da trama de corrupção na estatal, o doleiro Alberto Youssef. A compra ocorreu no dia 15 de maio de 2013. O doleiro pagou R$ 250 mil. A nota fiscal foi faturada em nome de Costa.

Agora se sabe que Nestor Cerveró, ex de Internacional, também tem a sua Range Rover. Na declaração de Imposto de Renda que entregou à Receita Federal, exercício 2013, Cerveró informa que pagou R$ 203 mil pelo veículo.

Tanto o importado de Paulo Roberto Costa quanto o de Cerveró foram adquiridos na mesma loja, AutoStar, em São Paulo. Os dois ex-diretores, contudo, moravam no Rio de Janeiro.

A Range Rover do ex-diretor de Abastecimento foi confiscada pela Justiça Federal.

Em janeiro de 2015, foi decretado o bloqueio de ativos de Cerveró no valor de R$ 106 milhões – correspondente à propina de US$ 40 milhões que ele teria recebido na contratação de navios sondas da Petrobras.

Os dois ex-diretores estão presos. Cerveró cumpre prisão preventiva na sede da PF em Curitiba, base da Lava Jato. Ele é réu em duas ações penais por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Costa fez delação e, como prêmio, ganhou prisão domiciliar. Mas ainda responde a acusações formais pelos mesmos delitos atribuídos a seu ex-colega de cúpula da estatal.

Fonte: Estadao Conteudo

Viaturas inapropriadas oferecem risco aos policias

pmA Polícia Militar precisa de viaturas mais seguras ou de motoristas mais bem treinados. Nos últimos dois anos, pelo menos 64 policiais – considerando uma média de quatro ocupantes por transporte – foram envolvidos em acidentes que resultaram em 16 automóveis avariados. Somente nos dois primeiros meses deste ano, foram seis veículos da corporação capotados, quase todos durante perseguição.

“Essas viaturas não têm estabilidade para que os policiais trabalhem no dia a dia, defendendo a sociedade”, acusa o vice-presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal (Aspra-DF), sargento Manoel Sansão Alves Barbosa. “Os policiais fazem cursos de direção defensiva e são capacitados. São os veículos que não oferecem proteção”, critica.

O discurso encontra respaldo técnico nas próprias recomendações e alertas dos veículos de suspensão alta, protagonistas de grande parte dos acidentes. Os modelos utilizados atualmente, Mitsubishi Pajero Dakar e GM Blazer, têm estabilidade naturalmente pior em relação a carros de passeio, especialmente por serem mais altos e pesados.

“São carros que ficam imprecisos nas curvas. É necessária certa experiência do motorista. Eles têm tração 4×4, mas não o controle de estabilidade. Um deslize pode significar um acidente”, diz o mecânico Jeferson Silva. Os dois modelos apresentam as mesmas condições, de modo que perseguições são atividades de alto risco para quem estiver no automóvel.

Insegurança

A reportagem do Jbr. conversou com militares e constatou opiniões divididas sobre o desempenho das viaturas. Um policial, que disse ter dirigido caminhonete da corporação poucas vezes, relatou reclamações de colegas sobre a qualidade da direção dos utilitários. E confessou certa insegurança. “Ele parece perder o controle mais fácil. Lógico que o carro comum é melhor. Alguns colegas já reclamaram que (as viaturas) não são boas nas curvas”, conta.

Outro militar, que também preferiu não se identificar, concorda. As Blazers e Pajeros se tornam instáveis demais ao atingir determinada velocidade. “O veículo samba. Se você pega uma curva mais fechada, fica muito ruim de manobrar”.

Lembram ainda que as motos são transportes igualmente ou ainda mais perigosos, mas não podem ser excluídos da frota da corporação pela facilidade de acesso a lugares estreitos.

Histórico negativo e condecoração

Em janeiro deste ano, um homem, de 34 anos, do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam) de Belo Horizonte morreu após acidente durante perseguição policial. Ao desviar de um veículo na rua, Ramon Seixas subiu o meio-fio e capotou seguidas vezes. O modelo da viatura era uma Pajero, do mesmo tipo utilizado pela PMDF. A corporação tem 378 caminhonetes em sua frota.

O caso mais grave em Brasília ocorreu em setembro de 2013, quando o sargento Adriano Ricardo Ferreira teve o braço esmagado após capotagem durante perseguição e precisou amputar parte do braço.

Adriano foi contemplado com Medalha de Mérito, conforme publicação do Diário Oficial em 7 de abril do ano passado. Ele foi agraciado “em virtude de atos de abnegação, coragem ou bravura, ocorridos em serviço com risco para própria vida”.

Reunião

O sargento Sansão, da Aspra, espera que haja consulta aos militares sobre o tipo de veículo que deve substituir os atuais ou reforçar a frota. “Nunca fomos convidados a uma reunião. Os carros já capotaram várias vezes e não existe segurança. O que existe é uma plaquinha dentro do veículo indicando que ele não pode entrar em alta velocidade nas curvas”, reclama.

Versão oficial

Os novos modelos de viatura são herança de uma renovação de frota promovida no último governo. A Secretaria de Segurança Pública informou que a escolha dos veículos e as definições sobre os trâmites burocráticos das licitações são de responsabilidade da Polícia Militar. Esta, por sua vez, afirmou terem sido realizados avaliações prévias. “No processo de aquisição é feito um estudo que analisa, além do fator preço, o tipo de acréscimo ao serviço policial que o modelo trará, como desempenho, segurança, capacidade para cubículo e mobilidade”, informou a corporação, que ainda informou ser exigido das viaturas altas “subir meio-fio, passar por terrenos irregulares etc”.

Saiba mais

A PMDF informou que as 16 viaturas avariadas nos acidentes desde fevereiro compuseram um cenário de 35 veículos em manutenção. Os outros 19, no entanto, teriam sido reparados recentemente e teriam voltado à circulação.

A frota atual da PMDF é de 3,9 mil veículos. De acordo com a corporação, o número contempla a possibilidade de acidentes e representa uma quantidade 20% maior do que nos últimos anos.

A Mitsubishi e a Chevrolet ainda não tinham se manifestado até o fechamento desta edição.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Confusão na derrubada de casas no Sol Nascente

protesto moradores sol nascente derrubadaNa manhã desta segunda (2), cerca de 380 policiais militares e civis auxiliam servidores da Agência de Fiscalização (Agefis) a derrubarem casas irregulares no condôminio Sol Nascente, em Ceilândia. O coronel do Secretaria de Estado da Ordem Pública (Seops), Alexandre Silva, informou que serão quatro dias de operações quando cerca de 400 lotes serão desocupados.

No início da operação, os militares foram recebidos com fogos de artíficio e pedradas pelos manifestantes. O Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) utilizou bombas de efeito moral e gás lacrimogênio para tentar dispersar os moradores. Um adolescente de 15 anos foi apreendido por porte de maconha e encaminhado à “Pequim”, local da Academia de Polícia Civil montado para apreensão de moradores da Nova Jerusalém.

Policiais fizeram um cordão de isolamento para impedir que o grupo se aproxime do local onde são realizadas a operação. Até o momento, 32 casas de alvenaria e 34 de madeira haviam sido derrubadas. O local invadido é área de proteção ambiental.
Segundo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), as famílias já haviam sido informadas sobre um cadastro para nova moradia e que a operação de derrubada iria prosseguir, mas os moradores negam a informação.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Deputado Sóstenes pede medidas de repressão para grupo que transmitem o vírus HIV propositalmente

IMG_2496Sóstenes:”Este caso necessita de medidas para a repressão destas ações criminosas em todo o País, desde identificação e punição a quem pratica este ato, até campanhas de alerta e prevenção à população, sobre este movimento”.

O deputado Federal Sóstenes Cavalcante (PSD/RJ) encaminhou, na última semana, documento aos ministérios da Justiça e Saúde, solicitando providências sobre ações de grupos homossexuais que estão infectando outras pessoas de forma criminosa em todo o País. O fato veio a tona após o jornal O Globo publicar, no dia 22/02/2105, matéria intitulada “Clube do carimbo: Soropositivos pregam técnicas de transmissão do HIV de propósito”.

Em trecho da publicação o jornal explica que ”um grupo de homossexuais soropositivos se reúne em sites para passar dicas de como transmitir Aids para outras pessoas. A premissa é que se todos tiverem a doença, ela não será mais um problema social. Junto com isso, a prática do bareback, o sexo sem camisinha, misturado com uma dita sensação de aventura faz com que as “carimbadas” aconteçam mais e já se tornem um problema de saúde pública”, alerta.

Para o deputado Sóstenes, tal situação é alarmante e precisa ser combatida. “Enviei um requerimento aos ministros José Eduardo Cardozo e Arthur Chioro para que tomem providência sobre este caso que necessita de medidas para a repressão destas ações criminosas em todo o País, desde identificação e punição a quem pratica este ato, até campanhas de alerta e prevenção à população, sobre este movimento”.

O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, demonstra que a Aids avança tanto entre homossexuais quanto em heterossexuais. Contudo, o aumento de infectados entre os gays é bastante superior. Atualmente, são 6.043 soropositivos diagnosticados anualmente. No levantamento de 2003, eram 4.679 novos casos por ano, ou seja, 1.364 casos a menos.

Fonte: Jaqueline Mendes – Assessora de Imprensa

Servidores do GDF podem ter que devolver reajustes concedidos por Agnelo

imagesO pedido de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), para 33 leis que concederam reajustes, na gestão de Agnelo, a cerca de 100 mil servidores públicos do GDF, se acatado pela Justiça e levado adiante por Rollemberg pode gerar o caos no DF. Isso é o que prevê o líder da oposição na Câmara Legislativa do DF, Chico Vigilante (PT), uma vez que os servidores podem ser obrigados a devolver parte dos salários da época em que os aumentos foram concedidos até a presente data.

A concessão de reajustes salariais parcelados, por Agnelo, entre os anos de 2012 à 2014, deixou remanescentes que devem atingir o GDF na gestão de Rollemberg em cheio, nos anos de 2015 e 2016. Isso porque o GDF vive um drama para lidar com o déficit financeiro de mais de R$ 3 bilhões, deixados pelo ex-governador e a atual equipe de governo busca fórmulas ‘perigosas’ para tentar sanar o problema. A proposta é mexer em direitos adquiridos de cerca de 100 mil servidores públicos do DF.

No que tange ao reajuste de salários desses servidores, as ações de Agnelo foram consideradas irresponsáveis pela equipe de governo. Isso porque o GDF alegou e o MPDFT comprou a briga, que na ocasião dos reajustes, o GDF havia atingido o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), descumprindo a Lei Orgânica do DF, com o agravante de preverem apenas 15% do montante necessário para cobrir os gastos com os reajustes na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2015.

Por outro lado às entidades sindicais ligadas a esses trabalhadores não cogitam a possiblidade de ter um direito adquirido, em muitos casos por meio de manifestações, paralisações, negociações e até greves, por causa de erros cometidos por Agnelo, não questionados pelo MPDFT à época.

Devolução de reajustes

O Deputado distrital, Chico Vigilante (PT), líder da oposição na Câmara Legislativa do DF (CLDF) alerta que se a ADIN for acatada pela Justiça, os servidores terão que devolver os valores já recebidos a partir de 2013, o que pode gerar um caos no DF.

Segundo Vigilante: “Ontem eu avisei ao procurador-geral, doutor, Leonardo Bessa, que eles vão jogar Brasília no caos. Porque se eles tirarem esse direito, as categorias vão parar sem nem precisar de assembleia. Porque se considerar inconstitucional, o pessoal vai ter que devolver o que recebeu em 2013 e 2014. Essa é a questão que está colocada.”, conclui Vigilante.

E Vigilante vai além: “Na verdade é uma jogada articulada com o Ministério Público. Isso o Ministério Público está fazendo a pedido do GDF. Porque se ele tivesse que questionar a constitucionalidade, teriam questionado quando as leis foram aprovadas em 2013 e publicadas no Diário Oficial.”, alfineta Vigilante ao lembrar que o MPDFT esperou dois anos sem questionar os reajustes concedidos por Agnelo: “Ele (Rollemberg) está usando o Ministério Público como ‘muleta, do Rodrigo Rollemberg. Agora acho que todo mundo se lembra da parceria do Ministério Publico com o governo Arruda no que deu né.”, conclui.

O relator da ADIN no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o desembargador, Humberto Adjuto Ulhôa, deve definir se aceita ou não o pedido do MPDFT. Mas a dúvida, caso dê parecer favorável, é se a anulação será apenas sobre as parcelas que recaem na gestão de Rollemberg para os anos de 2015 e 2016, ou se anula totalmente os reajustes concedidos na gestão de Agnelo, o que implicará em devolução dos valores reajustes aos cofres públicos.

Quem é o ‘pai da criança’?

Em matéria publicada pelo Correio Braziliense (28/Fev), intitulada ‘MP entra com ação contra aumentos’, o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, afirmou só ter tomado conhecimento da ADIN no início daquela noite: “Já tínhamos essa preocupação, mas trata-se de uma ação de iniciativa do MP. Teremos que analisá-la posteriormente para saber de que forma vamos proceder”.

Vigilante por sua vez relata que em uma conversa com o procurador-geral, Bessa alegou que o problema do cancelamento dos reajustes era entre o Executivo e do Judiciário, em que o líder petista contrapôs: “Provocado por vocês (MPDFT).”, afirmou Vigilante.

Nas mãos do GDF

Embora tenha pedido a ADIN o MPDFT já se manifestou avisando que o GDF não ficará impedido de conceder os reajustes. Em matéria publicada no site o MPDFT esclarece: “A Ação Direta de Inconstitucionalidade ingressada pelo MPDFT na última quinta-feira, dia 27,  não impede o GDF de conceder aumento aos servidores do DF. A iniciativa da Instituição tem o objetivo de assegurar que os reajustes sejam concedidos com segurança jurídica, após estudo de viabilidade orçamentária e autorização específica da Lei de Diretrizes Orçamentárias.”

Sindicatos vão à Luta

A Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF) promete mobilizar as entidades sindicais e se preciso for convocar greve geral, caso Rollemberg ou a Justiça venha a suspender os reajustes dos servidores públicos do DF.

Fonte: Política Distrital – Por Kleber Karpov

Bispo Renato quer acordo entre moradores da Nova Jerusalém e executivo

DSC_0377bispo renato“Não há necessidade de se resolver uma situação dessa gravidade, desse jeito. É preciso diálogo e com urgência”, observou o deputado distrital Bispo Renato Andrade, ao visitar pessoalmente a comunidade Nova Jerusalém, no Sol Nascente, em Ceilândia, durante a operação da Agência de Fiscalização (AGEFIS), juntamente com a Polícia Militar, nesta segunda-feira, 02/03.

Bispo Renato ratificou que protocolou indicação ao Governo do Distrito Federal, pedindo a suspensão de qualquer ação demolitória, abertura de diálogo com a comunidade e elaboração de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Desde julho de 2014 a área está ocupada pelos moradores e nada foi feito à época pelo governo. “Por isso pedi a garantia de um clima de cooperação entre o governo e a sociedade. Essas famílias precisam de moradia e a melhor maneira de resolver essa situação é amenizando conflitos”, destacou Bispo Renato Andrade

“Estou desde sexta-feira em reunião com a sociedade e representantes do governo local para entrar em um acordo”, explicou o deputado. “É necessário que o governo ouça a população e que haja consenso. Precisamos de um canal de comunicação eficiente, para resolver essa situação de forma pacífica”, pontuou Bispo Renato, que acredita na construção de um acerto entre os envolvidos.

O deputado distrital Bispo Renato solicitou ainda a garantia  de ingresso das famílias nos programas habitacionais, assegurando assim, o direito à moradia, estabelecido pela Constituição Federal.

A operação

Na manhã desta segunda-feira, cerca de 600 policiais militares e civis, além de agentes da Subsecretaria de Ordem Pública e Social (SEOPS) e da Agência de Fiscalização (AGEFIS), iniciaram a desocupação da área conhecida como Nova Jerusalém, em Ceilândia.

Houve confronto entre moradores e policiais. Bombas de efeito moral e de gás lacrimogênio, além de balas de borracha, foram utilizadas para dispersar as pessoas. Manifestantes queimaram pneus para impedir a entrada dos policiais na comunidade. O local precisou ser interditado.

Segundo representantes do governo, através da imprensa, essa derrubada é o primeiro passo para realizar obras de infraestrutura no local. Uma bacia de drenagem deve ser construída, e por isso, a AGEFIS precisa retirar cerca de 400 famílias que hoje ocupam a área.

Assessoria de Comunicação – Bianca Lima

Bispo Renato Andrade

Deputado Distrital
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