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O aperto de mão recusado

Um comercial antológico acabou por transformar limão em limonada na campanha para o senado nos EUA.

Às vezes um gesto impulsivo pode prejudicar seriamente a campanha, porque aparece como a exteriorização de uma atitude que é censurada pelo eleitor, e que não era conhecida até a ocorrência do gesto. É óbvio que não é qualquer gesto impulsivo que pode ter estas consequências.

Um gesto impulsivo e infeliz pode prejudicar muito uma campanha

Para tal, é necessário que preencha certas condições:

Precisa ocorrer em público;
Precisa ser registrado e comentado pela mídia;
Precisa referir-se a um adversário, ou a um eleitor ou grupo de eleitores;
Precisa ser uma atitude que é censurada pelo eleitor;
Precisa ser explorada por um adversário contra aquele que o praticou;
Precisa adquirir uma permanência na campanha. Em outras palavras, ele não pode ser facilmente esquecido.

Preenchendo estas condições, o gesto torna-se um tema de campanha. Ele é usado fartamente para abalar a imagem do candidato que o praticou, e acaba abalando, porque a cada nova exploração, mais pessoas tomam conhecimento e censuram o seu procedimento.

Torna-se assim um tema de campanha que, não poucas vezes, consegue ofuscar questões de muito maior importância. Diante de situações deste tipo, os candidatos tendem a adotar, uma ou outra das seguintes respostas:

Ignorar o fato e continuar a campanha acreditando que ao fim o assunto será esquecido, ou minimizado pelos eleitores;
Pedir desculpas publicamente;
Transformar o “limão em limonada”

Ignorar o fato

Ignorar o fato é sempre um risco alto. Pode ser que o eleitor venha a desconsiderar a sua importância, mas pode ser que não. Ignorar significa deixar um flanco aberto até o fim da campanha, apostando numa mudança de sentimentos sobre a qual ele não tem influência.

Se o gesto, ainda que infeliz, é de menor monta, e não tem suficiente importância para transformar o mal estar do eleitor em hostilidade, a estratégia de ignorá-lo pode funcionar. Pesquisas qualitativas podem ajudar muito na avaliação das conseqüências de ignorá-lo.

Em última análise, é o candidato que vai assumir esta decisão que sempre implica um risco. Ignorar significa assumir este risco.
Pedir desculpas

Tower não apertou a mão de seu adversário e foi visto como deselegante, grosseiro e raivoso

Pedir desculpas pode liquidar o fato e ainda acrescentar a virtude da humildade à imagem. Isto somente vai ocorrer se o pedido for feito logo após a prática do gesto, e se corresponder a um sentimento sincero e verdadeiro. Pedir desculpas é a decisão acertada para a correção de um gesto que implicou um agravo pessoal injusto.

Fora desta situação, o pedido de desculpas poderá parecer um sinal de fraqueza e temor.

Transformar o limão em limonada

Esta é a melhor saída, desde que possível. O “comercial da recusa do aperto de mão” é um exemplo antológico desta saída.

O comercial

Na eleição para o Senado no estado do Texas em 1978, o Senador republicano John Tower buscava sua reeleição contra Bob Krueger. A campanha estava sendo intensamente disputada e ninguém podia ainda prever o resultado final.

Apareceu então um material de campanha fazendo alegações pessoais contra Tower, e sua reputação em Washington. O texto era suficientemente ambíguo para permitir a Krueger afirmar que não se referia a Tower, embora publicamente tenha-se fixado a convicção de que se referia a ele.

Tower exigiu que Krueger se desculpasse, e este se recusou, negando sua responsabilidade sobre aquela peça. Quando ocorreu um debate, amplamente divulgado pela mídia, entre os dois candidatos, no momento em que se encontraram no palco Krueger estendeu a mão para cumprimentar a Tower, e este se recusou a cumprimentá-lo e virou-lhe as costas.

Os fotógrafos registraram toda a seqüência e, no dia seguinte, os jornais mostravam, em fotos diferentes, um com a mão estendida e o outro virando as costas. O resultado foi devastador para Tower. Ficou estigmatizado como deselegante, grosseiro, raivoso e começou a cair nas pesquisas.

Tower tentou de tudo. Começou ignorando, depois passou para a versão “afinal era apenas um aperto de mãos”, e tentou ainda levar a campanha para a discussão de temas substantivos, mas nada funcionava. O adversário explorava o gesto e ganhava votos com a exploração. Foi então que ele fez produzir o comercial “aperto de mãos”.

Krueger aproveitou um erro de Tower para subir nas pesquisas

No comercial, John Tower aparecia sentado numa mesa, com a bandeira americana atrás, segurando um jornal, onde aparecia a seqüência de fotos da mão estendida e da recusa. Ele começa a falar e diz:

“Talvez vocês tenham visto estas fotos da minha recusa em apertar a mão do meu oponente. Pois bem, eu fui criado na crença de que um aperto de mãos é um símbolo de amizade e respeito, e não um gesto hipócrita e sem significado algum.

Meu adversário atacou minha esposa, minhas filhas e divulgou uma versão falsa e mentirosa de meu passado político. Meu estilo texano não aceita apertar mãos com este tipo de pessoa. A integridade é uma tradição texana que vocês podem contar comigo para manter.”

Aparece então no vídeo a assinatura de Tower, com o seguinte texto: John Tower, ele representa o Texas, sempre representou e sempre representará.

Tower mandou retirar todos os seus comerciais do ar e deixou este durante todo o tempo que tinha disponível. Com o comercial ele começou a subir nas pesquisas, e venceu a eleição.

Fonte: Política para Políticos

Cachoeira é solto após condenação na Justiça

Horas depois de ser condenado a cinco anos de prisão por formação de quadrilha e tráfico de influência, o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi solto do Complexo Prisional da Papuda, em Brasília, no início da madrugada desta quarta-feira (21). Ele estava preso desde fevereiro preventivamente devido às Operações Monte Carlo e Saint-Michel. Após ganhar a liberdade provisória, Cachoeira seguiu para Goiânia (GO), onde mora.

Tudo sobre o caso Cachoeira

Ontem (20), a juíza da 5ª Vara Criminal de Brasília Ana Cláudia Costa Barreto condenou Cachoeira a dois anos de prisão por quadrilha e três anos por tráfico de influência. Ele foi acusado de participar de uma tentativa de fraude no sistema de bilhetagem eletrônico no transporte público do Distrito Federal. Outras sete pessoas foram condenadas pelos mesmos crimes. Em agosto, ele compareceu à Justiça do DF para prestar depoimento sobre o caso.

Condenado a prisão no semi-aberto, Carlinhos Cachoeira será solto

Cachoeira estava preso por causa de um mandado de prisão preventiva expedido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) como desdobramento da Operação Saint Michel, realizada pela Polícia Civil do DF e pelo Ministério Público local. A determinação é dada quando existe o temor que o acusado possa interferir nas investigações. Como o julgamento em primeira instância já aconteceu, ele foi solto.

O bicheiro vai recorrer da decisão em liberdade. Se cumprir pena, ela será no regime semiaberto. A legislação penal estabelece que ele ficará inicialmente em uma colônia agrícola, industrial ou similar. Após cumprir um sexto da pena – dez meses – pode pedir autorização para trabalhar fora da unidade prisional durante o dia, retornando à noite. Se ficar preso em Brasília, pode ser alojado no Centro de Internamento e Reeducação (CIR) ou no Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Se não houver vagas, ele pode ir direto para o regime aberto. A decisão cabe ao juiz da Vara de Execução Penal de onde Cachoeira permanecer preso.

Fonte: Congresso em Foco

Em plenária, moradores de Ceilândia cobram mais atenção às questões locais

As reivindicações da população foram ouvidas pelo deputado distrital Joe Valle (PSB-DF), pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e por representantes da legenda no governo local.

Cerca de 150 pessoas, entre filiados e moradores, participaram da Plenária Zonal de Ceilândia. No encontro, realizado na segunda-feira (19), representantes do Partido Socialista Brasileiro no Distrito Federal (PSB-DF) e a comunidade fizeram análise da situação política local e elencaram as áreas com mais deficiências na cidade.

Para os participantes da plenária, a Região Administrativa, assim como a maioria das RA’s do DF, enfrenta problemas pela falta de infraestrutura, segurança e a correta prestação de serviço nas áreas de educação e saúde. As reivindicações da população foram ouvidas pelo deputado distrital Joe Valle, pelo senador Rodrigo Rollemberg, ambos do PSB-DF, e por representantes da legenda no governo local.

A plenária foi encaminhada pelo presidente zonal Rodrigo Mercúcio e contou ainda com a mediação do presidente do PSB-DF, Marcos Dantas. Na avaliação do socialista, a Zonal de Ceilândia cumpriu com o principal objetivo da série de plenárias zonais de convidar a militância e os moradores para o centro das discussões do partido. “É essencial para qualquer força política ouvir os filiados e a comunidade. Só assim será possível aproximar o PSB das questões locais e tornar a legenda cada vez mais a cara da população do DF”, explicou Dantas.

Durante a plenária, foi apresenta uma pesquisa, sobre a avaliação dos moradores com relação ao desempenho do governo do Distrito Federal em atender às demandas das cidades. Coordenada pelo Consultor de Marketing Político, Sandro Gianelli, a pesquisa apontou o nível de satisfação de pessoas que vivem em Ceilândia com a situação política atual e o que a população espera para os próximos anos no cenário político da capital federal.

Ceilândia precisa de que?

As principais reivindicações da população foram apresentadas também em vídeo, exibido durante o debate, com a opinião de vinte moradores sobre o que a cidade precisa para ser melhor. O atendimento insuficiente e inadequado na rede pública de saúde e a falta de investimento em segurança foram pontuados pelos entrevistados e pelos participantes da plenária. Produzido e editado pela militante Cassiana Umestu, formada em cinema e videografista, o material audiovisual, com 12 minutos de duração, traz depoimentos de estudantes, trabalhadores e pessoas que vivem em Ceilândia há décadas. “O interessante é saber que as pessoas ouvidas nunca se encontraram ou tiveram acesso aos depoimentos, e ainda assim citaram problemas tão recorrentes”, argumentou a cineasta. “As pessoas gostam da cidade, até mesmo por uma questão cultural, e por isso querem melhorar o lugar onde vivem”, disse Cassiana.

Quando chega a hora de cortar o orçamento III: o que não cortar

No momento de realizar uma redução dos recursos, é preciso que a decisão seja sábia e madura para não atingir programas e ações indispensáveis.

O ato de fazer cortes no orçamento supõe uma decisão racional e tecnicamente sustentável. Seu objetivo é alcançar um perfil de despesas que se enquadre (aproxime) no equilíbrio orçamentário. Você não pode nem deve tentar fazer isto por meio da “mutilação” de programas e ações de governo indispensáveis, nem tampouco mediante uma decisão, cujo custo de implantação venha a ser maior do que os recursos obtidos por meio dela. Cortar o orçamento é uma ação que se completa pela decisão sábia e madura sobre onde não cortar.

Cortar o orçamento supõe uma decisão racional e sustentável

1. Assegure-se que o corte faz sentido economicamente

Na ansiedade de reduzir despesas pode-se decidir equivocadamente e apressadamente, por fazer cortes cujo custo final é maior do que os recursos que libera. Nestas situações, o corte não faz sentido do ponto de vista econômico, afinal, você quer diminuir e não aumentar despesas! Este é o caso, por exemplo, de proceder a demissões de funcionários antigos, que ganham salários mais altos do que o mercado paga a quem se inicia na função. À primeira vista parece uma decisão correta e racional. Ocorre que, muitas vezes, um funcionário antigo e experiente desempenha múltiplas funções e domina completamente sua tarefa.

Substitui-lo por outro que é novo pode sair mais caro que mantê-lo. Talvez, nesses casos, você tenha que acabar contratando 2 ou mais funcionários novos para fazer o que aquele antigo fazia sozinho; talvez tenha que suportar falhas e defeitos onerosos até que os novos adquiram a necessária “expertise”; talvez tenha que fazer gastos, que não foram previstos, em treinamento e supervisão para eles, etc. O mesmo ocorre com um contrato de prestação de serviço em andamento, cuja multa por rescisão imotivada seja maior do que a economia que se obteria.

São várias as situações deste tipo, onde, na análise simplificadora, parece acertado cortar, mas cuja efetividade não resiste a uma análise mais aprofundada. Assim, demitir um funcionário antigo, interromper um contrato em andamento, são dois exemplos de medidas que precisam ser precedidas de uma detalhada análise das consequências que advirão destes atos.

2. Não corte programas que geram recursos

A advertência pode parecer desnecessária. Afinal, porque alguém iria cortar um programa que gera recursos? Parece um contra-senso, um absurdo que jamais ocorreria em nenhuma administração. Não é assim. Para o administrador que adotou a estratégia de um corte feito de maneira indiscriminada (20% em todos os setores, por exemplo), é muito comum que, mesmo programas que geram recursos, não sejam excluídos do corte, por “razões de coerência” e de inexistência de “favoritismo”! Uma administração que age desta maneira agride a lógica, a racionalidade e a própria coerência que pretende respeitar.
3. Congelar todas as novas contratações por vacância

Esta é outra medida muito adotada, quando se trata de cortar o orçamento. Ela é popular, passa a imagem de austeridade do governo e de seriedade. Afinal, uma imagem negativa do serviço público é, em todos os lugares, a sua proclividade para contratar. É óbvio que, de maneira geral, o corte vai implicar o congelamento de novas contratações. Esta matéria, entretanto, não deve ser encarada de forma doutrinária e radical, para legitimar uma medida que se aplique de forma universal para toda a administração.

Um bom administrador não deve cortar programa que está gerando recursos
Há cargos que precisam ser preenchidos, sob pena de causar-se danos maiores, seja nos serviços à população, seja na própria administração. Esta visão doutrinária – congelamento universal – apoia-se no pressuposto, que nunca é explicitado, de que todas as posições funcionais possuem a mesma prioridade, o que não é verdadeiro de forma alguma.

4. Congelamento da compras de equipamentos

Não faz sentido, do ponto de vista econômico, manter funcionários caros e especializados, pela importância que possuem e pela sempre duvidosa vantagem de trocar por outros mais novos, e não equipá-los com os recursos tecnológicos dos quais dependem para realizar seus trabalhos.

5. Eliminação de programas de treinamento

Nesta área, como nas demais, o equilíbrio, o juízo racional, o bom senso e a maturidade são fundamentais. Haverá programas de treinamento em andamento que podem e devem ser descontinuados, porque não vão acarretar maiores perdas. Podem ser transferidos para o futuro. Por outro lado, é exatamente na crise financeira que funcionários bem treinados para executar suas funções com a devida eficiência podem fazer diferença do ponto de vista econômico.

Uma das formas de compensar os cortes feitos é o avanço na qualidade do serviço público. Um funcionário bem treinado poderá colaborar para manter a qualidade dos serviços sem aumentar despesas, “cobrir” áreas que ficaram a descoberto pelos cortes, e até mesmo, obter ganhos de produtividade. Programas de treinamento que contribuam para estes objetivos não devem pois, ser descontinuados, pois isto causaria maiores perdas, do que o custo de sua preservação.

Fonte: Política para políticos

O gênio de Duda Mendonça

Os programas de televisão do candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à Prefeitura de Fortaleza, dirigidos por Duda Mendonça, antigo marqueteiro do ex-Presidente brasileiro Lula da Silva, são, simplesmente, geniais. Cada vídeo do candidato do partido de Dilma Roussef e Lula da Silva é uma aula de marketing político, que vemos com interesse e atenção – objetivos máximos de qualquer campanha eleitoral (ver aqui o canal). O segredo destes vídeos parece simples: todos eles contam uma história e não procuram impingir promessas eleitorais. As promessas e os compromissos vão passando, muitas vezes de forma subliminar. E também de forma direta, mas sem exagero. O sonho vai passando. E o eleitor fica agarrado à tela. Cada programa é uma peça sedutora, onde ouvimos o povo, onde ouvimos a família e os amigos do candidato a contar histórias que incorporam um lastro de verdade numa narrativa prometedora, reforçada por um jogo de imagens muito dinâmico e tecnicamente muito apurado. Com todo este “embrulho”, o eleitor menos atento ou menos formado até pode pensar que está a assistir ao relato da realidade quotidiana de um serviço telejornalístico.

A verdade é que Duda Mendonça conseguiu transformar Elmano de Freitas, uma figura desconhecida de Fortaleza, que em Julho tinha apenas 3% nas sondagens, num potencial prefeito da quinta maior cidade brasileira. E, em grande parte, à custa do bom aproveitamento da televisão. Aliás, no Brasil, e de acordo com a representatividade eleitoral dos partidos na Câmara dos Deputados de Brasília, os candidatos têm direito a tempos de antena diários ao longo de várias semanas e “spots” de publicidade muito curtos durante o dia, nos intervalos dos programas de entretenimento das televisões de sinal aberto. Curioso é também o recurso à popularidade e ao capital político do ex-Presidente Lula da Silva. Aliás, Lula apareceu em anúncios e tempos de antena de TV a falar das virtudes de muitos dos candidatos petistas. Ao contrário de Dilma, mais resguardada. E, em apenas três meses, o PT fabricou candidatos que chegam ao segundo turno – cuja campanha decorre – potencialmente vencedores.

A mesma linha de excelente qualidade no marketing político televisivo brasileiro também pode ser vista nos programas de Fernando Haddad, também do PT, candidato à Prefeitura de S. Paulo (ver aqui o seu canal) – neste caso sob a batuta de João Santana, antigo parceiro de Duda Mendonça até rebentar o escândalo do Mensalão, no qual o ex-marqueteiro de Lula da Silva foi acusado de evasão de divisas, tendo sido absolvido (ver informação aqui). Ainda quanto a Duda Mendonça, que em Portugal, fez a última campanha da rede de supermercados “Pingo Doce”, vale a pena ler o seu livro “Casos & Coisas” para ficar a conhecê-lo melhor e aprender coisas interessantes sobre os meandros das campanhas políticas.

Fonte: Comunicação integrada

Celina e Liliane de malas prontas

Assim como o PEN, PSDB e PPS tentam conquistar mais gente para o projeto de 2014. De acordo com o os bastidores de Brasília, há “rebeldia” das deputadas distritais pessedistas Liliane Roriz e Celina Leão, que tem como pano de fundo acertos já concretizados com outras siglas. Esta indignação contra o presidente da legenda, Rogério Rosso, é uma forma de sair de fininho sem ter que dar muitas explicações aos eleitores. Liliane estaria com um pé no PSDB abençoada pelo pai, Joaquim Roriz (sem partido). Ela sonha em ser ungida candidata a vice ou disputar a Câmara Federal já que sua irmã, Jaqueline, volta à condição de executiva na empresa do pai.

Liliane teve várias conversas com o deputado Izalci Lucas (neo tucano) e o presidente Márcio Machado. Pela lógica, este seria o caminho natural da caçula do clã rorizista, pois todos os demais partidos estão na base de Agnelo. “Liliane teme que o PSD migre para o guarda-chuva do governador Agnelo Queiroz. Isto seria o fim da carreira dela como política promissora e de oposição”, avalia um aliado que pediu para não ser citado. Mesmo que ela quisesse permanecer no PSD, depois de tanto barulho, fica difícil sua permanência na legenda.

Quanto a Celina Leão, depois do entrevero com Rogério Rosso, teria conversado com o presidente nacional da legenda, Roberto Freire, e o presidente regional no DF, Caetano Ernesto Pereira, o embarque na sigla socialista. Celina pretende aumentar os ataques ao governo de Agnelo e, fora o PSDB, o único partido que desde o primeiro momento se posicionou contra o GDF foi o de Roberto Freire. Esta posição motivou a saída de Alírio Neto e sua turma, deixando a legenda sem representantes  na Capital do País. Com esta jogada, Freire traça o caminho para 2014 se posicionando francamente contra o PT.

Fonte: Do cafezinho

Projeto do Deputado Reguffe, proíbe a investidura de membros do Poder Legislativo no poder executivo

Projeto apresentado pelo Deputado Federal Reguffe, na Câmara dos Deputados no ultimo dia 8 de novembro pode acabar com a farra de muitos políticos que se elegem para cargos de Vereador, Deputado, Senador e após a posse deixam seus cargos para exercerem outros cargos no poder executivo abrindo vaga para seus suplentes.

Segundo a proposta que tem como objetivo Proibir a investidura de membros do Poder Legislativo nos cargos de Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território, de Prefeitura ou de chefe de missão diplomática temporária.

Caso o politico que tenha sido eleito para um mandato no poder legislativo prefira assumir cargo no poder executivo será obrigado a renunciar ao mandato, pois o autor deixa baste claro em sua justificativa do qual apresentou junto com o projeto de Emenda a Constituição.

As prerrogativas dos cargos do legislativo nas diferentes esferas são únicas. Eles são eleitos para que representem os interesses dos cidadãos, façam suas leis e, fiscalizem a aplicação dos recursos públicos pelos outros poderes como se os próprios cidadãos fossem. Não é justo que o eleitor escolha o ocupante de um cargo para exercer seu mandato em outro. O eleitor brasileiro vota no candidato porque confia no mesmo e quer que aquela pessoa o represente durante todo o mandato. Trocar de cargo é enganar o cidadão.

O detentor de um mandato legislativo que decidir assumir um cargo no Executivo terá que renunciar ao seu mandato. A Constituição Federal é clara quando fala da separação dos poderes e uma pessoa não pode fazer parte de dois poderes. Até porque um é o que gasta o dinheiro público e o outro é o que fiscaliza o gasto deste dinheiro.

Nossa Constituição prevê mecanismos de controle entre os poderes, que configuram importante condição para o accountability do regime democrático. Por isso, conto com o apoio dos nobres pares para mais esta medida moralizadora, que veda aos membros do Poder Legislativo em todas as esferas a investidura em cargos do Poder Executivo.

Fonte: Do cafezinho

Usuários do transporte público do DF pedem socorro

Chuva causa transtorno aos usuários do transporte publico que chegaram à rodoviária do Plano Piloto entre 17h e 20h, alguns usuários ficaram mais de duas horas para pegarem seu transporte para voltarem para casa, o local parecia um formigueiro e alguns usuários ficaram revoltados com a demora.

O transporte do Distrito Federal como todos sabem está caótico há vários anos mas devido as enchentes ocorridas na tarde de ontem (19) a volta do brasiliense para casa foi bastante prejudicada, vários ônibus que rodam em péssimas condições tiveram pane na Asa Norte, Via Estrutural, Taguatinga e Ceilândia, demonstrando o total descaso das autoridades com a manutenção das vias urbanas e falta de fiscalização das famosas “latas velhas” ou “latas de sardinha” como são conhecidos os ônibus do transporte público do DF.

A pergunta que vários usuários faziam ontem na Rodoviária do Plano Piloto é ‘o que impede o governo de tirar estes ônibus das ruas do DF?’

São arrecadados bilhões de reais em impostos, será que o governo não poderia destinar um percentual para limpar a cidade e fazer a manutenção preventiva das bocas de lobo?

Fonte: Do cafezinho

Música na Escola

A Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa (CESC),aprovou o projeto de lei 870/2012 de autoria do Deputado Benedito Domingos (PP-DF),que inclui o ensino da música nos conteúdos curriculares do Ensino Fundamental das escolas públicas e privadas do Distrito Federal. Agora, o projeto segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).De acordo com a proposta, as aulas deverão ser ministradas por professores com formação em Música e caberá à Secretaria de Educação do DF regulamentar os procedimentos para a definição dos conteúdos dessa atividade.

Fonte: Benedito Domingos

Dinheiro em caixa e pouca aplicação

Por falta de dinheiro o Detran não deve padecer. De janeiro a junho deste ano, a indústria de multas do GDF arrecadou mais de R$ 43 milhões com 950 mil multas. O dinheiro poderia ser revertido em educação no trânsito, mas não é o que acontece. Levantamento feito no Sistema de Gestão Governamental mostra que no primeiro semestre deste ano R$ 8,5 milhões foram destinados a serviços gerais, como pintura de faixas. A administração geral consumiu R$ 3,4 milhões, e em investimentos no policiamento apenas R$ 908 mil. O Detran gasta mais para existir do que para cumprir o seu papel, e com isto aumentar a insatisfação da sociedade brasiliense vítima das centenas de pardais espalhados pelas cidades.

Fonte: Do cafezinho

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