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Dinheiro em caixa e pouca aplicação

Por falta de dinheiro o Detran não deve padecer. De janeiro a junho deste ano, a indústria de multas do GDF arrecadou mais de R$ 43 milhões com 950 mil multas. O dinheiro poderia ser revertido em educação no trânsito, mas não é o que acontece. Levantamento feito no Sistema de Gestão Governamental mostra que no primeiro semestre deste ano R$ 8,5 milhões foram destinados a serviços gerais, como pintura de faixas. A administração geral consumiu R$ 3,4 milhões, e em investimentos no policiamento apenas R$ 908 mil. O Detran gasta mais para existir do que para cumprir o seu papel, e com isto aumentar a insatisfação da sociedade brasiliense vítima das centenas de pardais espalhados pelas cidades.

Fonte: Do cafezinho

Tomando gosto pela política

Como se não bastassem os evangélicos, católicos, bombeiros, civis, militares, sindicatos, empresários de vigilância, quem promete estrear na política são os donos de cursinhos. No DF já temos o deputado Professor Israel Batista, que é super ligado a uma escola de preparação para concursos. Outro que poderá concorrer  ao cargo de deputado distrital ou até mesmo de deputado federal é o todo poderoso chefão dos concursos professor Wilson Granjeiro. Agora resta saber se este currículo será suficiente para elegê-lo ao tão sonhado cargo político.

Fonte: Do cafezinho

Um Rorizista na toca do GDF

Uma notícia que chamou muito a atenção no meio político foi sobre um almoço já selado de paz entre ex-governador “tampão” Rogério Rosso e o Dep.Chico Vigilante. No cardápio, PT e PSD juntos mais uma vez. A conversa durou horas com direito a sobremesa, provavelmente de cargos com chantily. Para Vigilante, o embate entre Rosso e Filippelli não atrapalha o projeto de juntar o PSD à base do governo Agnelo Queiroz. Agora uma pergunta que se faz: vale a pena trazer o Rosso e jogar Filipelli para o outro lado?

Fonte: Do cafezinho

Um campeão de votos, porém sem votos!

Por mais que o promotor de justiça e deputado Chico Leite deseje, dificilmente terá condições de disputar a presidência da Câmara Legislativa. A coluna conversou com deputados aliados do governo e todos foram unânimes em afirmar que não adianta empurrar um nome que sempre jogou no time do eu sozinho e dizer que será o novo presidente da Casa. Uma candidatura para presidente precisa ser costurada de dentro para fora e não ao contrário. Então meu caro Chico, é melhor tirar o banquinho e aguardar quem sabe para uma próxima oportunidade. Até lá comece a construir pontes entre seus pares e não fazer buracos para se sair bem sozinho perante a opinião pública, como tem sido até agora.

Fonte: Do cafezinho

Gasto além da conta

O Brasil pode até ser considerado o País do Futebol, mas gastar uma fortuna com um estádio que sediará apenas alguns jogos no mundial é desmerecer a população do DF. Se levarmos em conta o que já se gastou até agora, aproximadamente 850 milhões, daria para solucionar problemas da falida saúde pública. Como os gastos vão chegar a quase R$ 1,3 bilhão, ainda poderia melhorar consideravelmente a educação com a valorização do professor. Ou ainda recuperar a segurança pública, cuja criminalidade voltou a crescer depois de muito tempo de queda. Se estes gastos acontecessem em outro governo, o que diriam alguns políticos governistas de hoje?

Fonte: Do cafezinho

Por onde anda o super-secretário?

Uma pergunta tem sido feita nos quatro cantos do mundo: por onde anda o super secretário Swedenberguer Barbosa? Desde que  o todo poderoso ex-deputado Federal e hoje conselheiro do TCDF Paulo Tadeu saiu do governo, não ouvimos mais falar de Berger. Há de se reconhecer o grande desafio que vem enfrentando para botar o governo para funcionar. Mas será que estão querendo abafar o nome dele? Afinal, se o GDF volta a andar seu nome passa ser de um potencial candidato para disputar um cargo em 2014.

Fonte: Do cafezinho

 

A hora do troco

O governo do DF estava “cantando vitória” com a determinação da justiça para que a Polícia Civil parasse a greve de mais de 80 dias. Acontece que os agentes deram um recado: eles prometem mostrar serviço ao próprio GDF, com ações contra a corrupção (a Operação Firewall, por exemplo). A informação foi publicado pelo jornalista Donny Silva. Com isso, o Buriti pode ficar de calças curtas. Segundo o jornalista, a PCDF já teria vasta informação envolvendo políticos e ocupantes do primeiro escalão do GDF. O cenário do DF está assim então: toma lá dá cá.

Fonte: Do cafezinho

PMs denunciam postos comunitários com apenas um soldado e sem viaturas

Parede de vidro está quebrada há seis meses.

A foto acima é de um Posto Comunitário de Segurança (PCS) localizado na Estrutural. A estrutura não fornece nenhuma condição, até mesmo higiênica, aos policias que ali trabalham. Esta PCS apenas simboliza a situação da Polícia Militar no Distrito Federal.

O Portal Guardian Notícias esteve no local. Para ter ideia, uma parede de vidro no PCS está quebrada há seis meses. “O que disserem, além disso, é mentira”, cravou um policial que preferiu não se identificar. O ventilador que tinha, também está sem funcionar. Também não há material de limpeza. “Na época da inauguração tinha de tudo”, relembra os policiais.

Além da falta de uma estrutura adequada, a falta de efetivo para um trabalho ostensivo é motivo de reclamação dos policiais.

Na Estrutural, por exemplo, existem 32 mil habitantes, segundo a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios. Porém, de acordo com PMs que trabalham na região, apenas, de fato, somente 4 homens fazem o serviço, dos oito que trabalham diariamente na cidade.

Numa conta simples da situação encontrada na Estrutural são 8 mil habitantes por PM. Segundo a Associação dos Praças Policiais e bombeiros Militares do DF, o ideal seria um soldado por 100 pessoas. Além disso, em cada PCS, segundo a Aspra, um sistema falido, deveriam ter seis policiais. “Hoje tem unidade com apenas um militar, e às vezes até sem viatura”, denuncia a associação. É o que acontece naquela cidade segundo depoimentos colhidos pela reportagem.

A preocupação da associação também refere-se ao déficit do efetivo policial. Atualmente existem 22 mil militares na PMDF. Mas apenas 15 mil estão na ativa. Para a Aspra, deveria ter pelo menos mais 15 mil policiais.

Por Elton Santos, do Guardian Notícias

Barbosa põe Supremo em rota de colisão com Congresso

A perda de mandato dos deputados condenados por envolvimento no mensalão, que começam a receber suas penas nesta semana, deve deflagrar a primeira crise entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal na gestão do ministro Joaquim Barbosa, que assume a presidência nesta quinta-feira.

Barbosa defende, por exemplo, que a condenação pelos crimes do mensalão gera a perda automática de mandato dos deputados federais envolvidos: Valdemar Costa Neto (PR-SP), Pedro Henry (PP-MT), João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP) – se este assumir como suplente. Com Barbosa à frente, a proposta de alguns ministros é determinar a perda do mandato como decorrência da condenação. No Congresso, deputados afirmam que a cassação exigiria aprovação do plenário da Casa.

Fonte: Congresso em Foco

Obama alerta Israel contra invasão por terra em Gaza

O presidente americano, Barack Obama, alertou ontem Israel para que não invada Gaza e limite a operação militar na região a ataques aéreos, informa o enviado especial, Roberto Simon. Chefes de Estado europeus também são contrários à invasão. O chanceler britânico, William Hague, disse que o movimento comprometeria o “apoio e a simpatia” internacional por Israel na luta contra o Hamas. Os líderes americano e britânico, porém, afirmam que o governo de Binyamin Netanyahu “tem o direito de defender” sua população. Os alertas chegam no momento em que o governo israelense disse estar pronto para expandir a operação militar, com a convocação de 75 mil reservistas, e no dia mais sangrento da ofensiva a Gaza: pelo menos 26 palestinos morreram ontem em bombardeios. Em Israel, cidades do sul e Tel-Aviv também foram alvo de mais de cem foguetes. Ao mesmo tempo, negociações de bastidores sobre um cessar-fogo vêm se intensificando no Cairo.

Fonte: Congresso em Foco

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