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Apaziguado, PTB deve manter apoio ao Buriti

gim-argeloMesmo no Exterior, em férias, o senador Gim Argello (foto) permanece ligado na política brasiliense. Mexeu os pauzinhos e conseguiu atenuar, senão encerrar, a crise surgida nas relações entre seu PTB e o Buriti, com a demissão de seu único distrital Cristiano Araújo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O PTB, de que Gim é presidente regional, conta com outros cargos no governo do Distrito Federal e permanece com áreas de influência no governo, como no BRB.

Nem volta, nem sai

Cristiano não retornará à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, da qual foi demitido pelo governador Agnelo Queiroz após articular candidatura oposicionista à presidência da Câmara Legislativa. Mas também não deixará a base de apoio do governo na Câmara.

Fonte: Do alto da torre

Articulações no PTB DF

cristiano araujoO deputado distrital Cristiano Araújo deve se tornar, em breve, o nome mais forte do PTB no Distrito Federal. Segundo fonte da coluna, Cristiano é o nome mais cotado para assumir a presidência do partido na capital, no lugar do senador Gim Argello. Mas se engana quem pensa que Cristiano tomaria lugar de seu padrinho no partido. Nada disso! Gim estaria de saída para assumir a presidência nacional da legenda, no lugar do ex-deputado Roberto Jefferson. Com a mudança, caso se confirme, Gim e Cristiano teriam o PTB nas mãos e se fortaleceriam para as eleições de 2014.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

Protesto no jantar do PT

jantar ptO jantar promovido pela Juventude do PT de Brasília para ajudar a pagar as multas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a petistas condenados pelo mensalão teve mais repercussão que convidados presentes. Dos 170 convites oferecidos, 150 foram vendidos até o final do evento. No entanto, compareceram cerca de 70 pessoas à Galeteria Gaúcha, restaurante localizado em um dos barros nobres da cidade. Não havia nenhum nome de expressão na sigla.

Com ingressos de R$ 100, R$ 200, R$ 500 e R$ 1 mil, o PT arrecadou pelo menos R$ 15 mil. O valor total, contudo, não foi informado, conforme orientação da direção nacional do partido. Do total levantado, serão retirados os custos do jantar – R$ 46 por pessoa, inclusos o buffet e bebida não alcoólica.

A iniciativa beneficia o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e os deputados José Genoino (SP) e João Paulo Cunha (SP), condenados a pagar, juntos, R$ 1,8 milhão. Para um dos organizadores, Pedro Henrichs, porém, o valor não é o mais importante. A intenção era espalhar a iniciativa pelo País, ideia que já parece ter dados frutos. “O pessoal do Rio Grande do Sul vai promover um evento semelhante na segunda quinzena desse mês”, disse.

Sem tumulto. Apesar do pouco movimento, uma moradora da região que soube do jantar pelo noticiário, decidiu fazer um protesto silencioso. A advogada Marília Gabriela Ferreira de Faria, de 31 anos, chegou à porta do restaurante com um recado escrito em uma folha de papel: “Querem ajudar seus amigos? Dividam com eles parte da pena restritiva de liberdade”.

Ela classificou a iniciativa do jantar como imoral, apesar de saber que não é ilegal. “Quem ajuda bandido também está contribuindo para o crime.” O cartaz foi deixado na porta do restaurante, até que um dos militantes presentes retirou a placa.

Marthius Sávio Lobato, advogado do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato – um dos condenados pelo STF – foi uma das presenças mais marcantes da noite. Lobato afirmou ter comparecido a convite do PT Brasília, não tendo contribuído como a arrecadação. No discurso ele ressaltou que não houve desvio de recursos públicos no mensalão. “Direito e Justiça não podem ser separados. O processo não terminou. Há batalhas a serem enfrentadas. Todos sabemos de fato o que ocorreu ao longo do processo, que demonstra que houve injustiça.” (AE)

DÉBORA ÁLVARES – Agência Estado

Celina Leão representa contra secretário de Educação

celina leaoA deputada Celina Leão (PSD) protocolou na tarde desta quita-feira (17)  representação no Ministério Público contra a política de ciclos e semestralidade apresentada pelo  secretário de educação, Denilson Bento  da Costa, a ser implantada tanto de forma imediata, quanto por adesão na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.

A Gestão Compartilhada era o modelo da Educação no DF até 2011. A partir de então a proposta mudou para Gestão Democrática, projeto que passou pela Câmara Legislativa e foi melhorado com emendas dos parlamentares. Agora mais uma mudança, só que desta vez arbitrária. Para Celina Leão a mudança no sistema de educação foi uma decisão unilateral. “Nem o  Conselho Escolar, nem o Sindicato dos professores nem a população, ninguém foi ouvido quanto à nova política de educação. É algo totalmente antidemocrático, que contraria o discurso do governo”, observa.

A parlamentar encaminhou ainda, um expediente ao Conselho de Educação para que se manifeste sobre as alterações na política de Educação, uma vez que sequer foi ouvido.

A Secretaria de Educação do DF apresenta uma proposta de reorganização da Educação Básica no Distrito Federal, com duas vertentes: A implantação de um sistema não seriado no Ensino Fundamental, dividido em ciclos e a organização semestral do Ensino Médio. Dentro da proposta de reorganização está o fim da reprovação no ensino fundamental, com exceção dos 3º, 5º e 9º anos, ou seja, ao final de cada ciclo.

“É uma mudança grande, que pegou todos de surpresa. Tirou a autonomia paradidática das escolas e feriu a Gestão Democrática, além de ferir a Lei Orgânica, quando deixaram de ouvir o órgão competente para tais alterações, que é o Conselho de Educação, por isso representei no MP com o pedido se sobrestamento de toda mudança abrupta na Educação do DF, até que a comunidade escolar seja ouvida e o diálogo reestabelecido”, explica a deputada Celina Leão.

Fonte: Do cafezinho

Direto do Facebook – Moises Tavares

aguas lindasENQUANTO ISSO, EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

As indicações e apadrinhamento de vereadores para contratação de cargos comissionados será tido como improbabilidade administrativa e o prefeito será responsabilizado judicialmente.

A medida jurídica pesou para os secretários: Silvério da educação e para o Dr. Willen secretário de saúde que segundo denuncia alguns contratos já foram efetivados nas referidas pastas. O professor Silvério explicou que enquanto o processo probatório segue seu curso, as escolas não podem ficar sem vigias, e, entretanto a promotora explicou que o contrato provisório é necessário, mas somente nos três meses, enquanto chamam os concursados.

Fonte: Facebook – 18/1/2013

Presidência vai gastar R$ 6,6 milhões com pesquisa de opinião em 2013

pesquisaA Presidência da República publicou na última segunda-feira (14) três editais no Diário Oficial da União para contratação de serviços de pesquisa de opinião pública. As pesquisas, juntas, vão custar R$ 6,6 milhões aos cofres públicos.

A ideia do governo é que a população possa avaliar os programas de governo e as estratégias de comunicação da presidência.

De acordo com o assessor especial de Pesquisa de Opinião da Presidência da República , Wladimir Gramacho, as pesquisas não são novidade, mas mudaram de formato desta vez.

— Este processo licitatório, iniciado em 2012, preferiu abrir três licitações em vez de uma só. Isso porque o mercado de empresas prestadoras desse serviço é segmentado. Ao realizarmos apenas uma licitação, perderíamos a participação de empresas que são especializadas em uma ou algumas das técnicas previstas, mas não em todas.

O último contrato de pesquisa de opinião foi feito em 2009, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e acabou em 2011.

São três editais diferentes. Um para pesquisa qualitativa, no valor de até R$ 1,9 milhão por ano. Outro para pesquisa quantitativa face a face, no valor de até R$ 3,0 milhões por ano. E o último para pesquisa quantitativa telefônica, no valor de até R$ 1,7 milhão por ano.

As propostas deverão ser entregues, respectivamente, nos dias 4, 5 e 6 de março de 2013.  Segundo Gramacho, quando as pesquisas forem realizadas, os resultados serão de livre acesso e todos que quiserem poderão acessá-las no portal de comunicação da Presidência.

Fonte: R7

A decisão de concorrer I

imagem-publicaEste é um complicado dilema que afeta a todos os pré-candidatos a uma eleição. Você deve pensar bastante antes de dar este passo.

Tomar a decisão de concorrer é um problema que afeta a todos os pré-candidatos a uma eleição. Para alguns se trata do próximo passo numa carreira já assumida. Para outros, entretanto, implica em uma decisão complexa e até angustiante de iniciar ou de mudar uma carreira.

A decisão de concorrer pode ser a última peça que falta para começar uma carreira política.

A decisão de concorrer empurra o candidato para o melhor dos mundos e para o pior dos mundos. É uma experiência inesquecível que, no breve espaço de tempo em que ocorre, traz à tona o melhor e o pior das pessoas.

Concorrer implica jogar-se para dentro de um novo mundo, fascinante e atemorizante, que tem o poder de fazer com que sua vida nunca mais seja como era antes. Ela será melhor ou pior, mas o certo é que não será igual. Poucas atividades produzem um envolvimento pessoal, tão intenso e tão exigente, quanto a de ser um candidato. A candidatura provoca altos e baixos no seu humor e sentimentos, a cada dia, ou mesmo a cada hora.

Com a decisão, você transita, de maneira imediata, do mundo privado para a esfera da vida pública. Nesta passagem há perdas e ganhos. Você perde a proteção de sua privacidade, o comando do seu tempo e muito da qualidade de sua vida pessoal e familiar.

Você, por outro lado, ganha a experiência única de participar e influir nas questões maiores da sua comunidade, o envolvimento no mais emocionante dos jogos que um adulto pode jogar e a condição honrosa, para você e sua família, de poder tornar-se uma autoridade pública.

A decisão de concorrer, portanto, considerando-se todos os aspectos que ela envolve, exige uma madura reflexão prévia e um julgamento sóbrio e realista. Você tem que entrar sabendo, para não se arrepender depois.

Embora quem decida concorrer o faça na expectativa da vitória, é oportuno estar consciente de que somente um, em cada 3 ou 4 candidatos, conseguirá se eleger. Saber conviver com a derrota é, pois, uma condição psicológica indispensável para quem entra na política.

É bem verdade que as derrotas na política não são absolutas. Sua votação torna-se seu capital, seu patrimônio. Um candidato derrotado para uma função pode vir a ocupar outra (derrota parcial/vitória parcial), em razão da votação que logrou fazer. É, pois, possível permanecer no “jogo”, mesmo não tendo obtido sucesso na disputa que enfrentou.

Para quem decidiu concorrer, portanto, o importante é continuar no jogo, o que se consegue com o apoio dos eleitores, mesmo que em número insuficiente para se eleger. A competição política, como a guerra, não é uma escaramuça simples, onde pessoas de “pele sensível” se enfrentam.

Ela exige, ao contrário, pele grossa para resistir aos ataques e muita determinação e firmeza. Os melhores candidatos são operadores duros, capazes de aplicar tantos golpes, quanto os que recebem. Deve-se estar preparado para lidar com gestos tocantes de apoio e solidariedade, assim como gestos de covardia e traição. Deve-se ser capaz de inspirar outros, de motivá-los, de identificar-se com os seus sentimentos e desejos, sem comprometer sua visão estratégica e racional. Não se faz campanha sem emoção, mas não se ganha sem planejamento e racionalidade. A decisão de concorrer causa também a necessidade de preparar-se para a campanha eleitoral. O talento para a política pode ser inato na pessoa. Mas, como em outras áreas, o aproveitamento do talento, como um diferencial na competição, dependerá sempre da disciplina, da preparação, do aprendizado e, no caso da política, da capacidade de produzir um trabalho coletivo.

A campanha funciona como uma pequena empresa, na qual a união é fundamental

O talento, sem estes acompanhamentos, pode produzir lances brilhantes, mas carecerá da continuidade, da profundidade e da disciplina, sem as quais dificilmente se conquistará a vitória. Há um conhecimento, testado e comprovado, sobre eleições e campanhas eleitorais, que o candidato não pode ignorar. Mais ainda, este é um conhecimento que está em constante transformação e evolução, de forma que, mesmo os políticos experientes, precisam se atualizar.

Uma campanha eleitoral moderna é um empreendimento muito complexo e sofisticado, quando comparado com as formas antigas e tradicionais de fazê-la. Correndo contra um tempo que sempre é inferior ao desejável e, contra uma necessidade de recursos que sempre é maior do que a disponibilidade, o planejamento, e a organização para a coleta de informações, o marketing da candidatura e a correta estratégia são imperativos dos quais dependem as chances de sucesso na disputa.

Na realidade, a campanha eleitoral é uma empresa (em certos casos, uma grande empresa) feita para durar alguns meses e produzir uma vitória. Montar esta empresa, sustentá-la, e operá-la com eficiência constitui um desafio que, por certo, exige preparação prévia e conhecimento.

A condição primeira, para que estas exigências da moderna campanha eleitoral sejam satisfeitas, é uma decisão de concorrer assumida “com gosto”, disposição para enfrentar o que vier pela frente e a ambição de vitória.

Na próxima edição, vamos apresentar as perguntas que o candidato deve responder para si mesmo, antes de decidir-se a concorrer.

Fonte: Política para políticos

Grupos políticos já estão de olho em 2014

alberto fragaNuma estratégia para montar um grupo forte formado por políticos que já estiveram no poder, até desafetos podem se unir. O importante é reunir forças. Abatidos por crises, mas ainda com capital eleitoral considerável, Joaquim Roriz e José Roberto Arruda, ambos sem partido, são dois nomes que podem construir uma alternativa de poder e de conquista de objetivos comuns. É o que apostam aliados dos dois ex-governadores do Distrito Federal. Além deles, políticos como o ex-vice Paulo Octávio, os deputados federais Luiz Pitiman (PMDB) e Izalci Lucas (PSDB) e a distrital Eliana Pedrosa (PSD) se movimentam de olho em 2014.

Um dos que tem trabalhado a construção de uma via com todos os chamados “partidos conservadores” é o presidente regional do DEM, o ex-deputado Alberto Fraga. Ex-secretário de Transportes, Fraga é um dos interlocutores dos dois ex-chefes do Executivo que já foram aliados, mas se tornaram inimigos principalmente depois da Operação Caixa de Pandora.

Os próximos nove meses serão decisivos para a definição das filiações partidárias e da montagem das listas dos candidatos para 2014. Em outubro, a um ano das próximas eleições, os exércitos partidários estarão compostos para início das negociações sobre alianças. Até lá, haverá uma intensa movimentação política. Apesar de distante, Arruda é considerado um nome ainda com força para desequilibrar uma eleição, pelo cacife que reuniu ao longo de mais de duas décadas na política. Por isso, é respeitado principalmente entre representantes do PSDB e do DEM, duas legendas integrantes do governo nos três mandatos anteriores ao atual.

Esses partidos compuseram a administração de Roriz e Arruda. A estratégia desses opositores de Agnelo Queiroz hoje é conquistar quadros e aliados para ampliar o grupo político. Pelo DEM, Fraga tenta formar uma aliança que contaria com democratas, tucanos e integrantes do PPS, PTdoB, PR, PP, além de rorizistas. “Nesse momento, sou pré-candidato ao governo. Mas abro espaço para quem tiver mais condições de representar essa possível aliança”, afirma Fraga. Entre os partidos visados, pelo menos dois, PR e PP, são hoje parceiros de Agnelo. O PPS esteve na coligação com o PT em 2010, mas rompeu no ano passado.

Conversa

Fraga conversou com Roriz durante as festas de fim de ano e quer estreitar os laços. Aposta que Roriz, mesmo sem condições legais de se candidatar, em virtude da Lei da Ficha Limpa, será um eleitor importante na próxima disputa. No PSDB, há opções ao governo como os deputados federais Luiz Pitiman — hoje no PMDB, mas com convite para mudar de partido — e Izalci Lucas. Presidido pelo ex-secretário de Obras Márcio Machado, o PSDB também abrirá espaço para Paulo Octávio, caso o ex-vice-governador opte pelo retorno à vida pública.

Arruda, com discrição, faz análises políticas com o grupo mais próximo que sempre o acompanhou, como o ex-presidente da Terracap Antônio Gomes. Eles analisam pesquisas de opinião que ainda colocam Arruda com um percentual alto de aprovação, apesar das denúncias da Operação Caixa de Pandora. Entre os políticos com mandato mais próximos de Arruda está Pitiman. Presidente da Novacap na gestão do ex-governador, o deputado é um dos nomes cotados para a disputa ao Palácio do Buriti pelo grupo adversário de Agnelo. No primeiro ano do governo petista, Pitiman, então secretário de Obras, era um dos parceiros do governador do DF e do vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB). Hoje, no entanto, adotou uma postura crítica.

Sonho

Pitiman nunca escondeu sonho de concorrer ao GDF no futuro, planos que externou a petistas ainda na condição de aliado. Esse projeto pode ter se aproximado em virtude do rompimento com o governo. Na própria base que elegeu Agnelo, surgiram dois potenciais candidatos ao Buriti: o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e o deputado José Antônio Reguffe (PDT-DF). Para aumentar as condições de disputa, eles, no entanto, precisam conquistar parceiros. O caminho natural desses políticos que sempre militaram no espectro da esquerda é ampliar forças na base petista.

Para Reguffe, há alternativa de se aliar ao PSol, legenda que conta com dois potenciais candidatos ao Buriti: Antônio Carlos de Andrade, o Toninho do PSol, e a ex-deputada Maria José Maninha. Embora Roriz não aprove, há rumores de que a deputada distrital Liliane Roriz (PSD) possa se aproximar de Rollemberg na campanha de 2014. Para o senador socialista, essa aliança traz vantagens e dissabores.

A pessoas próximas, Rollemberg admite acreditar na força eleitoral de Roriz. No PSB, no entanto, há divergências sobre o impacto de uma dobradinha como essa. Existem riscos de ganhos e também de perdas, uma vez que o eleitor do PSB sempre votou contra Roriz. Na família do ex-governador, a filha mais velha, deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), sempre manteve uma boa relação com Arruda e pode ser uma das interlocutoras para a aproximação dos ex-governadores que hoje ainda não se falam.

Por ANA MARIA CAMPOS

Fonte: CORREIO BRAZILIENSE – 11/01/2013

Perfil – Guarda Janio

guarda janioO ceilandense Jânio Farias Marques, mais conhecido como Guarda Jânio, é um defensor de Ceilândia. Vindo da Vila do IAPI, ainda pequeno, cresceu junto com a cidade e hoje batalha para ver o progresso e o bem da população.

Foi candidato a Deputado Distrital em 2002 e recebeu o voto de confiança de 3.310 eleitores, em 2006, encarou as urnas mais uma vez e quase dobrou seus votos passando para 6.441 votos, em 2010 foi candidato pela terceira vez e obteve 13.735 votos, sendo o 18º mais votado do DF.

Foi destaque inúmeras vezes em canais de televisão (Globo, Record, SBT, Rede Bandeirantes, Rede TV, TV Justiça e TV Câmara). Foi entrevistado no programa do Jô (Globo), teve matérias em diversos jornais e revistas (Correio Brasiliense, Jornal de Brasília, Jornal Coletivo, Jornal Noticias do DF, Jornal Ceilandense, Jornal O Globo, Jornal Gazeta de Taguatinga e Revista Em Foco) e com esse trabalho, se tornou o primeiro soldado da Polícia Militar do Distrito Federal a receber o Título de Cidadão Honorário de Brasília.

nao faca do transito uma armaAtualmente é o editor do Blog Olho do Guarda no Trânsito, e é o idealizador da campanha Não faça do trânsito uma arma.

Carismático, divertido e irreverente, começou com trabalho social no grupo de Teatro Rodovia, onde realizava campanhas educativas de trânsito em Escolas Públicas e particulares.

Guarda Jânio ficou muito conhecido no Distrito Federal, por sua atuação extremamente irreverente no Centro de Taguatinga, quando organizava o trânsito no semáforo.

Com uma grande circulação de pessoas e carros, ele apitava, fazia gestos, gritava, jamais aplicou uma multa, seu papel era de conscientizar motoristas e pedestres para terem mais atenção no trânsito.

Por Sandro Gianelli e Esdras Messias

Faltam médicos e materiais no Hospital de Base, diz CRM

hospital de baseA falta de materiais e de profissionais é o principal problema do Hospital de Base, conforme pré-relatório do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF). A entidade fez uma visita à unidade para verificar o andamento das reformas do centro cirúrgico e avaliar os materiais, equipamentos e profissionais do hospital. As informações são do Jornal de Brasília.

De acordo com o pré-relatório, ainda há deficit de material, como   macas em salas cirúrgicas. Alguns equipamentos foram adquiridos para melhorar a estrutura, mas ainda não há confirmação de que estão sendo utilizados. E há falta de profissionais principalmente nas áreas de neurocirurgia, clínica geral, ortopedia e anestesiologia. “Enquanto isso, os pacientes esperam na fila”, conclui a assessoria do CRM-DF.

A Secretaria da Saúde confirma que há deficit de profissionais na rede, mas alega que esse problema é global. A pasta diz que mais concursos na área estão sendo realizados, contando com um acréscimo de mais de 800 servidores. De acordo com o subsecretário da Secretária de Atenção a Saúde, Roberto Bittencourt, há uma tentativa de forjar um “caos artificial” na área da saúde pública.

Fonte: Blog do Honorato

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