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Marina Silva sem ideologia

marina-silvaDe olho nas eleições presidenciais de 2014, a ex-senadora Marina Silva (sem partido) intensifica pedido de apoios para a criação de seu novo partido. Futura legenda que vem do “Movimento Nova Política” poderá ter dissidentes do Psol, PT e até tucanos ou egressos das fileiras do Democratas, sucedâneos do PFL e, anteriormente, da Arena, que sustentou a ditadura militar no país.
heloísa helena marina silva partido.

Heloísa Helena já anunciou que apoiará Marina Silva na construção do novo partido.

Marina Silva diz que o seu será um “partido diferente”. A nova sigla não aceitará doações de pessoas jurídicas e terá uma cota de 50% de seus filiados dispostos a defender “bandeiras livres”, sem especificar quais. Ela não esclareceu se haverá algum critérios ainda em relação ao segmento partidário. A ideia é que o novo partido seja formado com políticos oriundos de legendas variadas.

O que se sabe, é que primeiramente, Marina pretendia anunciar o recolhimento das quase 500 mil assinaturas (necessárias para formar a nova legenda) ainda neste mês, mas auxiliada por companheiros, adiou para fevereiro, na reabertura dos trabalhos do Congresso Nacional.

Com o enfraquecimento do PSDB nas últimas eleições, Marina tem buscado possibilidades de aliados em todos os segmentos políticos. Uma de suas principais parceiras nesta nova empreitada é a ex-senadora e atual vereadora por Maceió, Heloísa Helena, do Psol, que já fez declarações sobre sua adesão à nova sigla.

Outros nomes também foram citados como o do deputado federal Walter Feldman (PSDB-SP), que antes admitia a possibilidade de aderir, ao também novo PSD de Gilberto Kassab, mas que agora é dado como certo no novo partido.
Segundo notícias que circulam na imprensa nesta quarta-feira (10), Marina tem confidenciado que seus objetos de desejos são os senadores Eduardo Suplicy (PT), e Cristovam Buarque.
Fora do PV

Depois de divergências políticas no Partido dos Trabalhadores (PT) e no governo federal, Marina desfiliou-se do PT em 2009, em seguida filiou-se ao Partido Verde (PV), para se candidatar à Presidência da República em 2010, quando foi a terceira candidata mais votada. Já no inicio de 2011, Marina Silva anunciou sua saída do PV e a possibilidade de criação da nova legenda.

A possibilidade de criação da nova legenda veio do Movimento Nova Política que já existe, mas o novo possível partido político ainda não recebeu denominação.

Dizendo ter severas críticas aos partidos existentes, Marina decidiu criar uma nova legenda. Por isso não aceitou o convite do presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), para ingressar no partido.

Segundo a Constituição, para poder se candidatar nas próximas eleições, o partido deverá ser fundado doze meses antes do pleito. Além disso, o recolhimento das assinaturas correspondentes deverá ter no mínimo, meio por cento (0,5%) dos votos válidos, dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados (não computados brancos e nulos), que deverão estar distribuídos em pelo menos nove estados. Além dessa exigência, em cada estado, deve-se atender ao mínimo de um décimo por cento (0,1%) do eleitorado.

Para criar esse novo partido, Marina terá ainda de superar obstáculos como o projeto de lei em tramitação no Congresso que impede que novos partidos tenham acesso pleno ao dinheiro do fundo partidário e ao tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV, antes de disputarem uma eleição.

Há atualmente 27 partidos políticos oficialmente registrados no TSE.

Fonte: Pragmatismo Político

Fraga não tira férias

alberto fragaO presidente do DEM no DF, ex-deputado Alberto Fraga, não tirou férias, preferiu articular com lideranças e amigos as estratégias que vai adotar neste ano pré-eleitoral. Fraga já teria conversado com muitos ex-auxiliares de José Roberto Arruda e Paulo Octávio. Ele está convencido de que é possível montar uma terceira via com chances de vitória. “O Fraga avalia que, ao dividir as forças de esquerda, com os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB) e Cristovam Buarque (PDT) de outro, o espaço para uma terceira via de centro-direita tem chances de vitória”, analisa um amigo do ex-deputado.

Fonte: Jornal Opção

Caos nas prefeituras de todo Brasil

caosDeplorável o estado de algumas Prefeituras mostrado no Fantástico,resultado de uma gestão de apadrinhamentos e de falta de compromisso com a população.

Os vereadores, cuja principal função seria de fiscalizar o Executivo são omissos, geralmente recebem favores do prefeito. Tanto é que grande parte dos prefeitos interferem até mesmo na eleição para composição da Mesa Diretora do Legislativo.

Os “favores” políticos falam mais alto. É uma indicação para Secretariado aqui, outra ali… e, ficam os poderes atrelados.

Por outro lado, o Tribunal de Contas (TC) não tem servidores suficientes para investigar as prefeituras. Assim é a prática da política neste País, onde praticamente não há independência entres os poderes Legislativo e Executivo.

Os maiores índices de corrupção, sem dúvida, estão onde há menos fiscalização, onde os Parlamentares não cumprem corretamente seus deveres de fiscalizar.

A corrupção é um “câncer” que vai corroendo as estruturas da sociedade, se alastrando de forma violenta.

Se não houver um engajamento da sociedade numa nova forma de pensar e agir, a corrupção nunca terá fim neste País, pois, em matéria de corrupção não se escolhe ideologia, já que existem gestores de todas as correntes, de tal modo que, os discursos são diferentes, porém de práticas idênticas.

A luta contra a corrupção não pode ser apenas Partidária, mas social!

Fonte: Blog do JULIO  MENEGOTTO

Conselho de Comunicação Social

censuraO Distrito Federal também terá Conselho de Comunicação Social. O texto foi elaborado pelo governo Agnelo Queiroz (PT), com contribuição de organizações da sociedade, sindicatos e universidades. Após recolher as novas sugestões, o governo irá sistematizá-las e finalizar uma proposta a ser encaminhada à Câmara Distrital. Se o texto for aprovado pelos deputados até o final do ano, como desejam seus entusiastas, o DF será a terceira unidade da federação a contar com um Conselho de Comunicação Social. De acordo com o texto em discussão, o Conselho será um órgão de “assessoramento do Poder Executivo na formulação e acompanhamento da política regional de comunicação social, com base nos princípios da democracia e da comunicação como direito fundamental”.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

Princípios de estratégia política (I)

estrategiaAs ações, declarações e procedimentos adotados pelos políticos buscam alcançar um objetivo: o poder.

Este texto trata daquela que é a questão central da dinâmica política: a estratégia, isto é, as ações, declarações e procedimentos adotados pelos políticos com vistas a alcançar o objetivo buscado: o poder. A estratégia política contudo não se subordina com facilidade a um conhecimento feito de certezas, como é o caso das ciências da natureza, (física e a química, por exemplo).

Trata-de de um conhecimento que se encontra muito distante das certezas da ciência. Muito ao contrário, a ciência e a prática política estão sempre a “correr atrás” da melhor estratégia, como se perseguissem sua própria sombra.

Por outro lado, estratégia também não se constrói com intuições, percepções e outras manifestações subjetivas. Tampouco podemos nos apoiar na experiência política para encontrá-la, e, menos ainda. usar exemplos do passado como modelos.

A frustrar todas essas tentativas, impõe-se o fato de que a estratégia política – na busca pelo encontro da melhor combinação de meios para alcançar os objetivos visados – deve conhecer, analisar, interpretar e prever uma realidade política que é incessantemente cambiante, gerada por uma multidão de vontades, mais ou menos livres/organizadas.

E, como se não bastasse, depois disso tudo, deve ainda ser capaz de adotar as ações certas, dentro de um timing adequado, provendo-as com os meios humanos e materiais necessários para que se produzam os efeitos desejados.

Conceber uma estratégia política é, pois, um exercício intelectual de grande complexidade.

Os profissionais mais valorizados da política são, exatamente, os que dominam a ciência e a arte da estratégia política. Homens como James Carville, David Axelrod, e Karl Rove, dos partidos democrata e republicano nos EUA, são contratados pelos Clintons, Obamas e Bushes porque detêm um conhecimento, uma sabedoria e uma sensibilidade que seus contratantes e futuros presidentes da república, não possuem!! No Brasil, entretanto, a maioria dos políticos acha que o problema nem é tão complexo assim. Tanto que, segundo eles, já possuem a sua estrategia e não precisaram de muito esforço para concebê-la. Com ela sabem o que querem, como consegui-lo, o que os adversários vão fazer etc. As coisas só não darão certo se o “seu pessoal” falhar, ou se faltar recursos…

Mais ainda. Há um generalizado preconceito contra a explicitação de uma estratégia para orientar uma campanha ou a trajetória de um governo. Segundo estes, a explícita adoção de uma estratégia traz consigo tendências de teorização e a rigidez.

Bem ou mal, todos os agentes políticos, trabalham com estratégias. Em muitos casos nem estão conscientes disso. Alguns usam estratégias auto-destrutivas, onde alguns dos componentes estão em frontal e irreversível guerra com outros (é o caso, por exemplo, do político cuja personalidade está em guerra com a imagem que pretende ostentar); outros (creio que a maioria) usam estratégias do tipo “ad hoc”, feitas de ações que buscam responder aos diferentes momentos e desafios do jogo político ajustando-se a decisões emocionais e impulsivas do líder; em outros casos a estratégia é defensiva, responsiva, sendo determinada pelas ações do adversário; em outros ainda ela é ignorada, aberta ou dissimuladamente, em troca de uma alegada “experiência” que se considera completa e atemporal.

Na campanha eleitoral são várias estratégias em disputa. A melhor é o resultado da eleição que diz

Olhadas com um olhar analítico se assemelham à caminhada trôpega de um embriagado, feita de tropeços, acelerações, paradas, indecisões e voltas.

O certo é que não se conquista nem se mantém o poder com estratégias implícitas, mal concebidas e incompetentes. E o mais grave é que: “Se você não tiver a sua estratégia, você é parte da estratégia de alguém.”

Na campanha eleitoral são várias estratégias em disputa. Qual a melhor? O resultado da eleição vai dizer.

Para quem está no exercício do governo o problema não é menor. Tem mais tempo para conceber e pôr em ação sua estratégia. Por outro lado seu tempo “de vitrine” é bem maior e terá que manter em ação por 4 anos, com correções periódicas, 3 estratégias políticas simultâneas: de curto, de médio e de longo prazo.

Fonte: Política para Políticos

Os conceitos de ator e papel social (I)

marketing-politicoCom o nome de “papel” estamos sempre a indicar uma posição que vai além da sua mera definição formal ou tradicional.

Na linguagem política corrente e acadêmica, os conceitos de ator e de papel social/político, extraídos do mundo artístico, em especial do teatro, são frequentemente usados para significar o agente da ação e o comportamento padrão que dele se espera. É comum falar-se no “papel” que alguém desempenha nas mais diferentes organizações da vida social. O papel na família, na igreja, no sindicato, no partido político, no governo, etc.

As pessoas desempenham “papeis” nas diferentes organizações da vida social

Com o nome de “papel” estamos sempre a indicar uma posição que vai além da sua mera definição formal ou tradicional. Na sociologia e política tradicionais, falava-se em cargos e não em papéis, em instituições e não em estruturas. O problema não é meramente semântico.

Cargo e instituição são conceitos que supõe um grau de formalização que somente sociedades modernas atingiram, e dirigem nossas atenções para normas, regras e leis. Papéis e estrutura permitem-nos comparar quaisquer duas ou mais sociedades, em diferentes níveis de desenvolvimento social, cultural, político ou econômico, e dirigem nossa atenção para comportamentos reais e observáveis.

A moderna análise política, ao trabalhar com estes conceitos, escapa do viés tradicional da política vista pela ótica do formalismo jurídico, reconciliando-a com a sua base sociológica.

A unidade básica da vida social: relação social entre indivíduos no desempenho de papéis

A unidade básica da vida social, o menor elemento ao qual ela pode ser reduzida, não é o indivíduo isoladamente, e sim a relação social. Pode-se dizer que há relação social quando indivíduos ou grupos de indivíduos têm expectativas recíprocas em relação ao comportamento dos outros(com quem interagem) de modo que tendem a agir de maneiras relativamente padronizadas.

Alguns exemplos: relação médico/paciente; professor/aluno; policial/motorista; vendedor/comprador; político/eleitor. “Agir de maneira relativamente padronizada” significa que as relações sociais, por serem recorrentes, tendem a adquirir regularidade, a repetir-se. Nós temos uma série de “rotinas” que adotamos para orientar nossa forma de agir em diferentes situações sociais.

Sem essas rotinas, a vida social estaria carregada de imprevisibilidade, toda interação seria uma incógnita quanto à sua forma e consequências. A vida social seria então inviável, porque nenhuma forma organizada de vida pode existir sem previsibilidade. Por outro lado, as relações sociais tendem a se padronizar porque os indivíduos trazem para a relação não a sua personalidade total e sim aspectos, setores de sua personalidade.

A imagem de um político, por exemplo, significa a sua apresentação social para credenciar-se à ocupação de um determinado papel político. O que se conhece de um político é sua imagem, e não sua personalidade total.

Algumas relações(poucas) implicam no envolvimento completo da pessoa. A relação de amor por exemplo. Estas relações onde o indivíduo atua como pessoa são poucas, segregadas e muito seletivas. Sobre elas não se edificam organizações. É o campo da liberdade, do sentimento, da espontaneidade. Na vida em sociedade, entretanto, a quase totalidade das relações sociais são menos abrangentes e menos envolventes. São específicas, limitadas, “regulamentadas”, e portanto padronizadas. São os múltiplos papéis que desempenhamos. Ao sair de casa relacionamo-nos com nossos filhos como pai ou mãe; ao dirigir na rua relacionamo-nos com outros motoristas, pedestres, e policiais como motorista; ao chegar no comitê para a reunião, como político; passando no super mercado, como consumidor; ao ir ao teatro, como espectador; ao passar na casa dos pais, como filho; em casa, ao consultar por telefone o advogado sobre uma questão, como cliente; e assim sucessivamente. O que há de comum entre todas estas relações?

O que se conhece de um político é a imagem, não a personalidade

A pessoa é a mesma, mas para cada uma das relações sociais em que se envolveu a posição social do ator é diferente. São diferentes e específicas porque para cada uma delas pré-existiam certas expectativas padronizadas que condicionaram a sua maneira de agir. São diferentes porque não se espera que o indivíduo como médico comporte-se como pai ou espectador; ou como cliente se comporte como filho, etc. São específicas porque a “rotina” muda conforme muda a interação. Para cada uma há um “script” próprio e até mesmo “rituais” de execução.

Como os papéis sociais, e as expectativas que lhes dão conteúdo sobrevivem aos indivíduos, eles são unidades que podem formar as estruturas sociais, e, em última análise, o próprio sistema social.

O sistema social (político,econômico etc) edifica-se sobre papéis organizados em estruturas, e não sobre as pessoas na radical singularidade de sua personalidade. Na verdade, quando as estruturas se personalizam a sociedade se fragiliza. Em nenhum sistema da sociedade essa fragilização fica mais evidente do que na política. Quando uma instituição ou organização personaliza-se num indivíduo, ela perde sua majestade, sua legitimidade, e adquire em troca todas as fragilidades daquele indivíduo.

Papéis sociais são desempenhados por “atores”

O conceito de papel está estreitamente vinculado ao conceito de “ator”. Os papéis são desempenhados por atores. O papel de Hamlet sobreviveu e sobreviverá a todos os atores que o interpretaram, e, embora haja variações pessoais na interpretação de cada um, há marcos definidos e parâmetros estabelecidos (texto) que definem o papel de Hamlet para todos.

De forma análoga, o papel de Presidente da República, implica num mesmo “script” – constitucionalmente fixado – para todos. Mas, cada um possui o seu espaço de liberdade para conferir a marca pessoal do seu talento/ou falta de, na interpretação do papel. Assim, o papel de Presidente sobrevive a todos que o interpretam, não se identificando de forma excludente com nenhum.

O sistema político, com as estruturas que o compõem, constrói-se sobre a relação entre papéis, e não entre pessoas, circunstancialmente desempenhando seus papéis. Por isso ele adquire estabilidade no tempo; por isso é possível a substituição de indivíduos sem mudar o papel; por isso a política torna-se inteligível e previsível: porque se apoia em expectativas padronizadas e legalmente sancionadas, sobre o desempenho dos papéis, e não sobre a imprevisibilidade do comportamento individual.

Fonte: Política para Políticos

Acesso às creches

cristovam buarqueO senador Cristovam Buarque procura hoje o Ministério Público. Quer entrar de imediato no Judiciário com uma ação para assegurar o acesso das crianças brasilienses a creches. Cristovam indignou-se com os relatos das longas filas formadas por pais que tentam matrículas e acabam informados de que não há vaga.

Fonte: Do alto da torre

Postos estratégicos em disputa

CCJC
PEC dos Veriadores
Plenário 01
1ª/04/09
Foto: Jorge CamposO vice-governador Tadeu Filippelli,  governador em exercício desde a virada do ano, teme uma perda da identidade da aliança que elegeu a atual administração e garante sua base de apoio. Na origem do problema, a crescente ocupação, pelo PT, de cargos estratégicos como as administrações regionais ou postos que garantem interface com a comunidade.

Risco de perder conquistas

Desde que se formou a coligação, diz Filippelli, conquistou-se espaço político, o que conduziu à vitória nas urnas e à constituição de um governo com ampla cobertura política, o que se mostrou crucial em diversas ocasiões. O risco, afirma o vice-governador, é perder o que conquistamos.

Exemplos de voracidade

Como exemplo do que considera busca de hegemonia por parte do PT, Filippelli cita o que ocorre na Câmara Legislativa, quando os petistas cobraram a presidência da Mesa, a liderança do Governo, as indicações para o Tribunal de Contas do Distrito Federal. O mesmo se repete nas secretarias e administrações. Isso tende a afetar o espaço político e a força eleitoral para 2014.

Fonte: Do alto da torre

Direto do Facebook – Matheus Leone

matheus leoneNOTA EM RESPOSTA AO PRESIDENTE DO PT-DF, DEP. POLICARPO

Nessa última semana o presidente do PSDB-DF, Márcio Machado, divulgou nota onde fez críticas contundentes ao descaso do Governo do Distrito Federal com nossa cidade, mas em especial com saúde pública que está um verdadeiro sistema de tortura. Em resposta à nota do PSDB-DF, o presidente do PT, deputado Policarpo, lançou uma nota leviana e desavergonhada onde criticou de forma infundada as críticas do nosso partido. Diante da natureza ordinária da nota divulgada cabem os seguintes esclarecimentos:

1) Se o PT-DF passasse menos tempo procurando desculpas e ataque a adversários e mais tempo trabalhando para melhorar o sistema público de saúde do DF a situação estareia um pouco melhor.

2) O PSDB-DF fez parte do governo Arruda (que Policarpo chama de o mais corrupto da história) e saiu dele quando as denúncias surgiram, saindo desse governo sem nenhuma denúncia contra seus filiados que tenha perdurado na Justiça.

3) Tenho plena noção dessa estratégia petista de atacar quem o questiona ao invés de responder de fato aos questionamentos e críticas. Atacam o interlocutor com argumentos ad hominem no intuito de jogar todos que lhes criticam na vala comum de podridão em que o PT se encontra.

4) O PT-DF fez dos ataques ao governo Arruda seu principal mote, mas manteve como principal projeto governamental um estádio iniciado no governo Arruda. Dessa forma, descarada, o GDF retira dinheiro de áreas fundamentais como a educação para colocar nesse grande elefante branco que está construindo.

5) Ao chamar os outros de corruptos, o PT-DF deveria explicar o processo judicial que corre no STJ investigando o envolvimento do governador Agnelo Queiroz no esquema que desviou milhões de reais do programa Segundo Tempo, no Ministério do Esporte, na época em que Agnelo era ministro. Deve também explicar as graves denúncias de pagamento de propina ao governador quando esse era diretor na Anvisa. Mais uma vez deve explicar o sistema de arapongagem montado no Buriti para investigar e grampear ilegalmente quem faz oposição ao governo. Nessa longa lista, deve explicar também a compra da casa do governador a um preço muito abaixo do mercado, onde em decisão em favor de jornalistas processados por Agnelo, a Justiça afirmou que não há indícios nem de que Agnelo tenha declarado sua casa no imposto de renda. A lista de coisas que o GDF e Agnelo têm que explicar prossegue: Devem explicar a contratação – por contrato emergencial – da empresa de esposa de secretário. Deve explicar a contratação – sem licitação – de uma empresa de Cingapura para planejar o desenvolvimento econômico do DF. Deve explicar porque faz tanta força para aprovar a construção a quadra 901 norte. Deve explicar porque retirou tanto dinheiro da educação pública, que tampouco vai bem. Deve ainda explicar o envolvimento de agentes governamentais com a Delta e com Carlinhos Cachoeira. E a lista prossegue.

6) Por fim, peço para que o presidente do PT-DF (chamado pelo vice-governador de bedel de escola) não meça os outros partidos pela régua enlameada do Partido dos Trabalhadores, que recentemente foi declarado corrupto pelo Supremo Tribunal Federal. Peço o que parece ser difícil para o PT ter, seriedade, e que o presidente do PT vocifere suas boçalidades para quem é da sua estirpe. Que não venha para cima do PSDB-DF como se fôssemos da sua laia, pois não somos. Não fazemos parte do governo mais incompetente e mais mal-avalidado da história do DF e não nos furtaremos de fazer qualquer crítica que considerarmos pertinente, pois não temos medo das boçalidades do senhor deputado e muito menos de leviandades por ele proferidas.

MATHEUS LEONE
Graduando em Ciência Política na Universidade de Brasília

fonte: Facebook – 13/1/2013

Transição de gerações no PT

PTConta o deputado Chico Vigilante, líder do bloco PT-PRB na Câmara Legislativa, que foi provocado, em um encontro do partido, por sua comadre Marisa Letícia, que mais tarde viraria primeira dama. “Temos que nos preocupar com nossos filhos, que saber se eles vão querer fazer o que fizemos”, disse-lhe dona Marisa. “Desconfio até que não, de tão chatas que estão ficando essas reuniões do PT”, completou a mulher de Lula. Ou seja, conclui Chico Vigilante, há bastante tempo existe no PT a preocupação com o que hoje mais se discute, a transição entre gerações.

Quadro já está mais claro

Para Chico Vigilante, um dos fundadores do PT no Distrito Federal, hoje esse quadro já está clareando. O desafio era saber como evoluir da geração que se concentrou no combate à ditadura, seja na luta armada, na política, ou na sindical — Chico Vigilante lembra, além de Lula, sindicalistas como Olívio Dutra ou Jacó Bittar — para uma nova geração. E, em especial, quem seria essa nova geração.

Quadros com qualificação

Com mensalão ou sem ele, essa transição teria de ser feita. Chico Vigilante atribui a Lula o mérito de ter impulsionado uma nova geração. “Hoje, mesmo se Lula ou Dilma não quisessem ou não pudessem concorrer a cargos de relevância, o partido conta com quadros em condições”, avalia o deputado. Ele cita Aloizio Mercadante, Gleisi Hoffmann, Fernando Haddad ou Alexandre Padlha como figuras capazes de disputar eleições majoritárias sem deixar a peteca cair.

Contando nos dedos

Seria uma situação, na visão de Chico Vigilante, muito diferente da registrada, por exemplo, no PSDB, que não conseguiu proceder a uma renovação significativa. “Entre os tucanos, pode-se contar nos dedos os novos nomes que surgiram”, avalia o deputado.

Fonte: Do alto da torre

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