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Princípios de estratégia política (II)

estrategia1Tanto na eleição como no exercício do mandato, nenhum político está livre e desimpedido para colocar em prática a sua estratégia. Existem várias estratégias em disputa.

Tanto na eleição como no exercício do mandato nenhum político, está livre e desimpedido para por em prática a sua estratégia. Terá que fazê-lo em meio a um combate, no qual cada um dos seus adversários vai tentar desconstruir a dele e impor a sua.

Obama e seu staff usaram com sucesso métodos tecnológicos

Assim, Cabe ao eleitor/cidadão julgar os políticos e, de forma implícita, suas respectivas estratégias, para decidir, pela opinião ou pelo voto, entre as alternativas em conflito.

O equacionamento estratégico de uma candidatura ou de uma administração é sempre singular e peculiar a ela. Uma candidatura ou um governo nascem circunstanciados por características próprias da pessoa do líder. De sua história de vida assim como das de seus adversários; dos sentimentos prevalentes dentro do eleitorado; da natureza do cargo; e de muitas outras variáveis ligadas ao partido, ao momento histórico, aos governantes de outros níveis etc.

Por razões como estas é que se diz, com propriedade, que “nenhuma eleição é igual a qualquer outra”. É verdade, mas não é toda a verdade. Não obstante a inevitável variação das eleições (cada uma com a sua singularidade própria), a história revela também que existem certos princípios estratégicos gerais que se aplicam a todas.

Seja sob a forma de dúvidas (O que é melhor para se eleger: propor ou atacar?); seja sob a forma de regras (Nunca interfira quando seu adversário está ocupado em se autodestruir); seja sob a forma de conselhos (Tente sempre pautar a campanha); seja sob a forma de advertências (Não se iluda, inimigo nunca perdoa….Nem esquece); estes princípios, testados e confirmados ao longo da história, assim como na prática eleitoral, são o produto depurado de uma sabedoria política. Chegam a ser considerados quase como dogmas políticos.

Eles se referem a questões que, na sua maioria, se manifestam em toda e qualquer campanha, seja para vereador ou para Presidente da República; em campanhas ricas, como nas pobres; em países desenvolvidos como em países subdesenvolvidos; hoje como há séculos atrás.

Não é pois um conhecimento que se deva desconhecer, e muito menos desprezar. Também não é um conhecimento teórico. Muito pelo contrário, é totalmente voltado para a prática, para a eficácia, a ponto de às vezes revelar-se demasiado rude, cínico e até amoral.

Na realidade, não são princípios morais. São princípios de eficácia política. Referem-se à conquista e à manutenção do poder, sem preocupar-se em subordinar o poder, assim conquistado, a valores morais, filosóficos ou religiosos.

São o produto do que costuma-se chamar a escola realista da política por contraste com o pensamento político doutrinário, ideológico, filosófico ou religioso.

Seu foco é o comportamento real das pessoas e não o ideal, seu objetivo é rigoroso e exclusivo – a conquista, o exercício e a manutenção do poder – e a sua sanção se manifesta no resultado. Esta escola “realista” da política se encontra nos escritos de pensadores, estadistas, militares, cortesãos, sacerdotes, cardeais, artistas, estrategistas. Personalidades históricas como Cezar, Sun Tzu, Gracian, Maquiavel, Napoleão, Bismark, Talleyrand, Richelieu,Clausewitz, Lao Tse, Ibn Khaldun,Guicciardini, Castiglione, Churchill, Mazzarin, são alguns dos principais formuladores deste pensamento.

Obama e o estrategista David Axelrod

Suas biografias ilustram a longevidade e permanência desta corrente de pensamento, a importância histórica dos pensadores e líderes que os escreveram, assim como a desconcertante variedade de épocas, países, culturas em que viveram.

São escritos que cobrem um período de, pelo menos, três milênios, e que provêm tanto do Ocidente como do Oriente.

Não obstante as enormes diferenças de épocas históricas e das sociedades em que viveram guardam uma notável coerência entre si, a constituir um verdadeiro corpo de conhecimentos, em torno de um mesmo objeto de estudo, apoiado principalmente na observação e na prática.

A excepcional longevidade, coerência e universalidade deste “corpo de conhecimentos”, permitiu a sua validação ao longo da história política. Não é por outra razão que seus formuladores recorrem, com tanta freqüência, a exemplos históricos, para buscar a confirmação dos princípios, regras e postulados que apresentam.

A busca da confirmação na história

Os exemplos históricos que usam, para confirmar a validade dos princípios que postulam, são ilustres, fartamente conhecidos e memoráveis:

O Velho Testamento;
Episódios da história dos grandes impérios como o Egípcio, o Chinês, o Persa, o Romano, o Islâmico;
A história do Papado, em especial da renascença italiana;
A Itália dos ducados e principados renascentistas, dos Sforza, Médici e Borgia;
A arte da guerra;
A vida de reis e a educação de príncipes;
Os conflitos religiosos;
As revoluções, as sedições e golpes políticos;
Até às obras literárias irreverentes, às reflexões “realistas” sobre os homens, a política e o governo.

Estes princípios, às vezes referidos como as Leis do Poder, partem de uma premissa muito simples:

“Certas ações, praticadas em observância àquelas leis, resultam em maior poder para quem as pratica; enquanto outras, praticadas em conflito com aquelas leis, resultam em perda de poder e até mesmo em ruína política”.

Finalmente, resta acrescentar que consistem num conhecimento prático, aplicável a qualquer situação onde a problemática da política – conquistar e manter o poder – se faça presente. Consistem de conselhos, advertências e orientações para aqueles que se dispõem a participar da política no mundo real, assumindo seus riscos e custos, diferentemente daquela outra política, da oratória balofa, da submissão à retórica das intenções, e ao “politicamente correto”.

James Carville, estrategista dos democratas Clinton/Obama(EUA)

É para os primeiros que este corpo de conhecimentos foi criado. Por isto é um conhecimento prático, amparado em uma fartura de exemplos e medido por resultados visíveis.

Tais conselhos e advertências não devem ser entendidos como “meros conselhos e meras advertências”. São muito mais. Para os que os postulam são regras de sobrevivência. São avisos do que funciona e do que não funciona. Há um preço a pagar por desrespeitá-las, e o poder é a moeda com que se paga. Modernamente, a este corpo de conhecimentos clássico, agregou-se aquele produzido pelas obras sobre política e eleição, escritas por quem participa destes processos. É, sobretudo nas obras de consultores estratégicos e de publicitários políticos, que os princípios dos clássicos da “escola realista” são utilizados, na prática da moderna democracia.

Nestes trabalhos a tradição da “escola realista” é preservada e expandida. Ao descreverem processos políticos reais, tanto no governo como em eleições, seus autores comprovam a fecundidade daquela tradição, com os exemplos dos dias atuais. Além disso, utilizam, com uma formulação mais moderna, os princípios e “leis” que os clássicos propuseram, como regras de estratégia e prudência política.

Foi com base neste ilustre tradição, que vem desde os gregos aos consultores americanos dos nossos dias, desde a China Imperial ao Brasil republicano e democrático de hoje, que os princípios estratégicos que serão analisados nesta coluna do nosso site foram escolhidos.

Fonte: Política para Políticos

Comunicação Governamental: Ter ou não ter?

comunicação governamentalEm sua maioria, os prefeitos eleitos em 2012 encontraram prefeituras falidas e sucateadas, com salários atrasados, dividas, falta de estrutura básica como móveis, computadores e carros sem condições de uso. Uma irresponsabilidade tremenda por parte de quem saiu.

Outra característica comum dos prefeitos é a de não valorizar sua Comunicação Governamental. A maioria das prefeituras estão com organogramas novos e elaborados pelos novos prefeitos, e sequer tem uma Secretária de Comunicação, no máximo tem uma assessoria de comunicação.

Ora, isso é um grande erro. Na iniciativa privada circula um comentário que a maioria das pessoas já devem ter ouvido: “A propaganda é a alma do negocio”. Durante as eleições, tudo é propaganda, mas, no governo a coisa fica diferente.
Todo governo deve investir num planejamento de marketing com boas definições para sua comunicação, publicidade e propaganda.

Não tenha duvida de que em momentos de crise, o melhor investimento é a comunicação.

A comunicação será necessária para explicar aos servidores municipais e aos eleitores a verdadeira situação encontrada na prefeitura, bem como as soluções que serão apresentadas para solucionar os problemas. Por isso é necessário uma estratégia bem elaborada para gerir a informação e se comunicar bem, para que todos entendam o que está acontecendo na prefeitura e aquilo que a prefeitura vai fazer pela recuperação da cidade. Lembre-se que comunicação não o que você diz e sim o que o outro entende.

Qualquer político que pretende ter uma carreira pública e não apenas 1 ou 2 mandatos, tem que investir numa comunicação governamental permanente. É preciso se comunicar sempre, para manter a população bem informada e contra atacar as noticias criadas pela oposição.

Por Sandro Gianelli

Governo Hildo fecha o cerco a Geraldo Messias

hildoNo Governo do Ex-prefeito Geraldo Messias a imprensa não tinha acesso nem autorização para acompanhar de perto os bastidores do governo. Só se passava informações maquiadas. O Hospital Bom Jesus entrou numa ampla reforma de três anos e segundo as informações a reforma incluía uma nova área de recepção adequada, o centro cirúrgico seria ampliado e os cinco consultórios seriam reformados.

Os recursos dessas reformas foram entorno de R$ 500 mil reais, dinheiro do próprio município. Em 2009 a Secretaria de Saúde de Águas Lindas assinou um convênio de 12 milhões quantia que seria repassado no decorrer do ano através do Fundo de Saúde do DF, na época a secretária de saúde era a Margarete Alcântara indicada pelo ex-deputado Dr. Charles a promotoria da saúde do DF (PROSUS) começou a investigação do dinheiro repassado pelo órgão. A suspeita era pagamentos de salários de funcionários fantasmas lotados na Secretaria de Saúde com 760 servidores.

Se o objetivo era governar com o povo a gestão do ex- Prefeito Geraldo Messias começa a mostrar o contrário, só no Hospital Bom Jesus nós constatamos que as estruturas estão caindo aos pedaços, na sala de recepção o teto desabou tem rachaduras enormes nas paredes, infiltrações e mofo por toda parte, os equipamentos novos e caros estão abandonados e os leitos estão sucateados e com as camas enferrujadas.

A demora no atendimento, a falta de remédios e a estrutura sucateada do hospital são algumas reclamações dos pacientes de Águas Lindas, ali muitos saem frustrados após passar horas a espera de um médico. Essa é a realidade do único Hospital de Águas Lindas.

Cabem agora aos órgãos competentes: o Ministério da Saúde, o Ministério Público, (TCM) tribunal de Contas dos Municípios, mais a Polícia Federal apurar esssa denúncia de maus tratos com o povo aguaslindense.

Fonte: TV CMN

Mobilizações populares

Mobilizacoes popularesSinto falta de um tempo que não vivi. Tempo de mobilizações populares como o “Diretas Já”, “Caras Pintadas” ou “Fora Collor”, enfim, sinto falta de um tempo que se lutava pelo bem popular, por alguma coisa que valesse a pena.

Pelos jornais assistimos mobilizações populares em diversos países, com centenas, milhares de pessoas indo às ruas e lutando pelo que acreditam. Já no Brasil, assistimos escândalos por cima de escândalos: corrupção, roubo, estupro, assassinatos e ficamos ali, apenas assistindo. Vivemos um momento de falsa liberdade com uma vasta cultura do nada.

Espero que nossos filhos e netos tenham dias melhores e possam se orgulhar dos nossos feitos, da mesma forma que tenho orgulho daqueles que perderam suas vidas indo em busca da nossa liberdade.

Por Sandro Gianelli

Ex-prefeitos do Espirito Santo são presos. E no entorno?

entorno ride remdfSete ex-prefeitos de municípios do Espírito Santo foram detidos nesta terça-feira (15/1) na segunda fase da “Operação Derrama”, iniciada no ano passado para investigar irregularidades em contratos de prefeituras capixabas.

Tem muito ex-prefeito do entorno do DF de cabelo em pé. Já pensou se a moda pega?

Por Sandro Gianelli

MP recorre à justiça para suspender Caldas Country

Caldas_CountryPromotoria propôs ação civil pública contra as empresas organizadoras do evento; argumento é de que município não tem a infraestrutura necessária para abrigar o evento, que em 2012 reuniu cerca de 200 mil pessoas; cidade não teria condições sequer de oferecer água aos turistas sem comprometer o abastecimento regular da população local.

O Ministério Público de Goiás propôs ação civil pública contra as empresas organizadoras do evento Caldas Country, o município de Caldas Novas e o Estado de Goiás visando impedir a realização do festival até que a cidade tenha a infraestrutura necessária para abrigar o evento, sem causar prejuízo à população local. Entre as medidas cautelares requeridas está a suspensão deste e de qualquer outro festival similar até a ampliação da Estação de Tratamento de Água (ETA) do município.

Conforme apresentado na ação pelos promotores de Justiça Rafael Machado de Oliveira, Alessandra Aparecida de Melo Silva, Giordane Alves Naves e Pedro Eugênio Beltrame Benatti, o Departamento Municipal de Água e Esgoto de Caldas Novas (Demae) informou ao MP a impossibilidade de fornecimento regular de água a toda a cidade durante o evento.

Segundo afirmou a direção do Demae, o sistema não consegue atender a população sazonal recebida nos dias do festival. Dessa forma, o MP defende que a população de Caldas Novas não pode ser tolhida de seu direito de abastecimento regular de água potável em detrimento do interesse dos organizadores do evento.

Foram acionadas as empresas JFC Produções e Eventos Ltda., GBM Promoções e Produções Ltda. e C-3 Eventos Ltda.

Situação caótica

Conforme sustentaram os promotores, a cidade recebeu cerca de 200 mil pessoas entre os dias 15 e 18 de novembro de 2012 para o evento, não tendo sido oferecida infraestrutura adequada, apresentando deficiências gritantes nas mais diversas áreas. “A cidade foi palco de uma verdadeira baderna”, definiram.

Conforme noticiado amplamente nos meios de imprensa, os promotores apontaram que o excesso de pessoas provocou diversos problemas na cidade, entre eles a falta de água. Também acrescentaram que “o trânsito ficou caótico, vários jovens embriagados e entorpecidos andavam com seus carros pelas ruas, levando passageiros dependurados nas janelas, nos porta-malas, em cima dos capôs e sobre os tetos. Ao mesmo tempo, deixavam os rádios ligados, com os sons muito além do tolerável, obrigando que todos ao redor compartilhassem de suas preferências musicais”, relataram.

Os promotores salientaram ainda que o Plano Diretor de Caldas Novas estipula a necessidade do Estudo de Impacto de Vizinhança sempre que a atividade não estiver especificada pela lei. No entanto, os 15 agentes municipais de trânsito, apesar de terem lavrado 640 multas e apreendido mais de 120 veículos irregulares, não puderam disciplinar o tráfego na cidade.

Também foi citada a segurança insuficiente e ineficaz, já que, dos 300 policiais que seriam enviados pelo comando da Polícia Militar da Capital como reforço, menos da metade compareceu, tendo sido impossível evitar a onda de crimes e controlar a bagunça generalizada. Os registros das Polícias Militar, Civil e Rodoviária, entre os dias 15 a 18 de novembro, somaram 488 ocorrências, incluindo dois homicídios, sendo um deles por bala perdida. Além disso, faltou dinheiro nos caixas eletrônicos e de equipe médica suficiente para atender à demanda.

Consumidor por extensão

Na ação, os promotores de Justiça analisaram que existe uma relação de consumo das empresas realizadoras do evento não apenas com os frequentadores do festival, mas também com todos aqueles que vão à cidade em virtude da enorme publicidade promovida pelo evento. Segundo esclareceram, além do consumidor padrão, o Código de Defesa do Consumidor equipara terceiros a consumidores todas as vezes que as pessoas, mesmo não sendo compradoras diretas do produto ou serviço, utilizam-no em caráter final.

“Todos os serviços e produtos devem ser seguros, não só para quem diretamente o usa, mas para o público em geral, dentro do princípio de segurança, que é direto de todos e dever daquele que o coloca no mercado (fornecedor)”, afirmaram os promotores.

Pedidos

Ainda como medida cautelar, o MP requereu que seja proibida a ocorrência do evento ou outros similares nas dependências do estabelecimento denominado Caldas Park Show, local onde é tradicionalmente realizado, ou em qualquer outra região do perímetro urbano. Conforme reiteraram os promotores, parecer da Polícia Militar apontou o local como sendo inapropriado para a realização deste tipo de evento. “Da forma como está, o evento é inviável para a manutenção da segurança e ordem pública”, manifestou a PM.

Caso as determinações quanto à suspensão do evento e à realização deste fora do perímetro urbano não sejam deferidas, o MP pede que seja imposta às empresas a obrigação de proibição da venda de ingressos para o Caldas Country 2013 por qualquer meio (site ou loja física). Esta medida pretende ratificar pedido feito pelo MP em outra ação civil pública, e já acolhido pelo Judiciário, que visa impedir a comercialização de ingressos para um possível evento neste ano.

Também é requerida a imposição ao município da proibição de conceder o alvará para a realização do evento ou similares, enquanto não cumpridos requisitos como: relatório fornecido pelo Demae demonstrando a capacidade de fornecimento de água durante o período do evento, o Estudo do Impacto de Vizinhança, a aprovação do local pela PM, Corpo de Bombeiros, Agetop, Detran, Samu e Demae, a existência de pelo menos 30 agentes de trânsito, a comprovação da existência de banheiros químicos para atender todos os turistas, além da comprovação de que foi viabilizado um local adequado para a concentração do público durante o dia e a noite.

Por fim, é pedido que o Estado de Goiás seja obrigado a monitorar o evento por todos os órgãos estaduais de segurança, e que seja obrigado ainda a enviar no mínimo 600 policias militares, por dia de evento, para assegurar a ordem pública. E, por fim, que providencie o envio de equipes do programa Balada Responsável em número capaz de fiscalizar os veículos e motoristas, além do envio de equipes do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc), de delegados e escrivães e de equipes do Corpo de Bombeiros.

Audiência pública

O Conselho de Desenvolvimento Urbano de Caldas Novas realizou ontem (14/1) pela manhã uma audiência pública para tratar da realização de grandes eventos no município, em especial o Caldas Country. Mais de 500 pessoa participaram da reunião, ocorrida na Câmara Municipal.

A promotora de Justiça Alessandra Silva, afirmou que a audiência foi importante para estabelecer os critérios para implantação dos eventos no município. “Com dez anos de promotoria em Caldas Novas eu nunca vi uma participação tão grande da comunidade, o que é extremamente positivo. A participação da população nos fortalece como Ministério Público, e vamos cobrar da organização desses eventos que eles assumam suas responsabilidades”, ponderou. O promotor Rafael Oliveira também participou da audiência, que reuniu ainda o prefeito, vereadores, secretários municipais, representantes de órgãos estaduais, da Polícia Militar, além dos organizadores do Caldas Country. (Cristina Rosa, da Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

Fonte: Brasil 247

Marina abre portas a Cláudio Abrantes

claudio_abrantesO distrital Cláudio Abrantes  ainda pode ir para o partido que a ex-senadora Marina Silva pretende fundar. Já foi contatado pelos organizadores da legenda. Tem simpatia pela presidenciável e pelas suas teses. Além disso, o ingresso em partido na condição de fundador traz a comodidade de não precisar preocupar-se com prazos para filiação.

Prazo para filiação

O acórdão relativo à sentença do Tribunal Regional Eleitoral que liberou Cláudio Abrantes para se desfiliar do PPS deve ser publicado ainda esta semana. Ele aguarda a publicação para verificar se há um prazo para que faça sua nova opção. À parte o fato novo representado pela legenda de Marina Silva, Abrantes tem entre suas principais opções o PT, que insistiu muito em seu ingresso, e o PMDB.

Apoio do bloco

Hoje presidente da Comissão de Assuntos Fundiários da Câmara Legislativa, Cláudio Abrantes postura, para este ano, a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças, uma das mais disputadas. Hoje ele integra o bloco encabeçado pelo PEN. Precisará deixá-lo, porém, caso vá para PT ou PMDB. Mas Abrantes acredita que os integrantes do PEN não o abandonarão. Afinal, se o partido está contemplado na Mesa Diretora — Israel Batista ganhou a segunda secretaria — isso se deve em grande parte à presença de Abrantes no bloco.

Fonte: Do alto da torre

Prefeito Ronaldo Queiroz afirma que recebeu a prefeitura de Alexânia em estado de penúria

ronaldo queirozDando sequência à série de pequenas entrevistas feitas pelo Jornal Opção com os novos prefeitos do Entorno, nesta edição conversamos com o prefeito de Alexânia, Ronaldo Queiroz, do PMDB. Ele resumiu, logo no início da conversa, a situação do município: “Nunca imaginei que um gestor público tivesse a capacidade de destruir uma cidade em apenas quatro anos”.

Ronaldo disse que máquinas e a frota de veículos da prefeitura estão totalmente inoperantes. Soma-se ao caos nos equipamentos públicos, dívidas com fornecedores, ruas esburacadas, estrutura administrativa sem condições de funcionar e muito lixo nas ruas, “mas vamos colocar a casa em ordem. Foi para isso que o povo nos elegeu”. Con­fira a entrevista:

A maioria dos prefeitos encontraram os municípios em situação de penúria, com máquinas su­cateadas, frota parada por falta de peças, cofre no zero e com o cadastro junto aos órgãos federal e estadual negativados. Como o senhor pretende superar este caos e atender às crescentes demandas da população?
Recebi a prefeitura em um estado de penúria. Nunca imaginei que um gestor público tivesse a capacidade de destruir uma cidade em apenas quatro anos. Soma-se a tudo que você citou na sua pergunta o salário atrasado do funcionalismo, prédios públicos destruídos, obras paralisadas e todas elas com suspeita de superfaturamento e desvios de recursos. Para você ter uma ideia, encontramos um contrato com uma procuração da empresa que venceu o processo licitatório, autorizando o secretário da pasta a concluir a obra. Um verdadeiro absurdo!

O sr. pretende fazer caça às bruxas com a gestão anterior?
O povo não me elegeu para este fim e sim para reconstruir a nossa cidade. E este é o meu principal objetivo. Entretanto, todas as irregularidades e desvios éticos, serão devidamente apurados e encaminhados aos órgãos competentes para que tomem as providências cabíveis. Adianto que existem sérios e fortíssimos indícios de que o governo anterior teve como regra a prática da corrupção. Considero uma covardia o que fizeram com os servidores públicos. O dinheiro da folha foi usado, no apagar das luzes, para pagamento de peças de veículos e material elétrico. E o interessante é que não encontramos nenhum veículo em condições de uso e as ruas às escuras. Lamentável!

Mesmo com sua experiência em gestão pública, pois esta é a segunda vez que o sr. é eleito prefeito, como alocar recursos para dar respostas rápidas à população?
Administração pública não tem segredos. É só não gastar além do que se arrecada. Vamos fazer um governo austero, cortando despesas supérfluas, economizando nas contratações, não permitindo nenhum desvio ético de quem quer que seja. Vamos cobrar dos nossos colaboradores muita criatividade, seriedade e resultado nas suas ações. Quem se encaixar nesse perfil continua no governo, caso contrário, vão ser convidados a sair. Agora, neste início de governo, minha prioridade será o pagamento da folha e a limpeza da cidade. Estamos preparando um grande mutirão de limpeza para os próximos dias. Paralelamente, reorganizaremos a saúde e a educação.

Alexânia está em franco desenvolvimento econômico e social e o sr. é tido como um homem republicano, hábil na negociação política e também com trânsito junto a várias lideranças partidárias, mas em Goiás, o seu PMDB faz oposição ao governador Marconi Perillo (PSDB). Como vai ser a sua relação com o governo?
Não vejo nenhum problema. Não se trata do prefeito Ronaldo e do governador Marconi Perillo. Trata-se do prefeito de Alexânia e do governador de Goiás. Uma parceria entre nossos governos será fundamental para o povo e, pelo que conheço do governador, Alexânia não será discriminada por ter um prefeito no PMDB. Marconi tem mantido boas relações com outros prefeitos de oposição, inclusive o de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela.

Mesmo que seu partido não o tenha ajudado na sua eleição, o sr. foi o único prefeito peemedebista eleito no Entorno. Os lideres do PMDB já o procuraram para conversar sobre apoios à sua gestão?
Ainda não, mas não podemos ficar parados esperando a ajuda chegar. Se for preciso, vamos procurar os deputados federais do partido em Brasília para pedir essa ajuda ao governo federal. Em Goiás, o PMDB está fora do governo e não tem como nos ajudar.

Fonte: Jornal Opção

Eleições 2014: Após dois anos “na moita”,oposição afina discurso e enfim começa a reagir no DF

oposicao dfOposição afinada, sinal de que o governador Agnelo terá muito com o que se preocupar até as eleições de 2014. Oposição afinada, sinal de que o governador Agnelo terá muito com o que se preocupar até as eleições de 2014.

A má gestão do “Novo Caminho” e os recentes escândalos ligados à saúde, ao que parece, despertou a oposição. Até então reduzida a poucas vozes, 2013 será um ano de cobranças e Agnelo/Filippelli sofrerão com uma oposição unida.

Políticos que estavam afastados, ou que, em um passado não tão distante, eram adversários, hoje fazem o mesmo discurso. Personagens como o ex-deputado Alberto Fraga, o ex-deputado distrital Raimundo Ribeiro as deputadas Eliana Pedrosa, Liliane Roriz e Celina Leão e outros personagens, viram que, separados não teriam tanta força para cobrar de um governo que se mostrou até o momento, inoperante.

Apesar de que a oposição ainda não ter estruturado as ações com vistas a 2014, a unificação do discurso, a partir de agora, é uma sinalização de que há uma grande probabilidade de que se apague a fogueira das vaidades e, de fato, consiga marchar coesa em direção ao Buriti.

Foram precisos mais de dois anos de uma calamidade generalizada nos serviços públicos para que, ao menos, o tom dos discursos oposicionistas ganhasse o tamanho exato da indignação da população do DF.

Outro ponto favorável à união dos oposicionistas foi a reposta a nota que o PSDB-DF soltou, nela o partido acentuava o modo como é conduzido do sistema de saúde do DF. Ao responder de forma nada republicana, o presidente do PT-DF, o deputado federal, Roberto Policarpo provocou a oposição, e o resultado foi o retorno ao plano local da crise que está instalada no PT nacional, reavivando o julgamento do mensalão do PT.

Verdade seja dita, 2013 será um ano decisivo para a oposição; ou se posicionam de forma firme e contundente diante do letárgico governo Agnelo/Filippelli, ou correm o risco de ver uma terceira via política ganhar força suficiente para disputar com reais chances de vitória os próximos quatro anos a frente do Buriti, já que ao que tudo indica o “Novo Caminho” não deverá durar mais do que um mandato.

Por Ricardo Faria e João Zisman

Fonte: Guardian Notícias

Saúde unifica o discurso oposicionista

eliana pedrosaA crise na saúde pública do DF serviu para unificar o discurso da oposição local. Mesmo em número pequeno na Câmara Legislativa, os opositores decidiram cobrar do Buriti providências para minimizar os estragos causados pela ausência de médicos nos plantões dos hospitais públicos. As deputadas Eliana Pedrosa e Liliane Roriz, ambas do PSD e às turras há um mês, afinaram o discurso criticando a atual gestão como a reprovação do uso de R$ 500 mil dos recursos da saúde em aplicações financeiras.

Escalada de acusações

Dentro desse espírito, serviu também para despertar um surto de oposicionismo no sonolento PSDB local. O presidente regional tucano, Márcio Machado, divulgou uma nota duríssima contra o Buriti. Recebeu o troco em uma nota ainda mais dura da Executiva do PT brasiliense, falando do “comportamento covarde dos tucanos”. Teve tréplica. O vice-presidente do PSDB, Raimundo Ribeiro, acusou agora o PT de ser “o único partido político na história do Brasil reconhecidamente corrupto”, em referência ao mensalão. Roberto Policarpo, presidente regional do PT avisou ontem que haverá nova resposta. Até mais forte.

Fonte: Do alto da torre

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