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Na televisão o PSD será cada um por si

psdApós vencer na Justiça, o PSD-DF está pronto para levar ao ar suas inserções partidárias. O programa contará com a participação dos quatro distritais do partido, do presidente da legenda, o ex-governador Rogério Rosso, e ainda uma aparição do presidente nacional e fundador do partido, Gilberto Kassab. Como são poucas aparições e o PSD deixou a bancada local livre para posicionar-se sobre o apoio — ou não — ao governo de Agnelo Queiroz, os distritais vão focar mais em seus próprios trabalhos. O discurso mais crítico será apenas da deputada Liliane Roriz, que criticará a situação da saúde no DF.

Fonte: Do alto da torre

Em busca do passe de Cristiano

cristiano araujoO distrital Cristiano Araújo, que deixou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico para reassumir sua vaga na Câmara Legislativa, tem sido assediado por  partidos do Distrito Federal. Desconfortável por ter sido desligado do governo após liderar um movimento rebelde no Legislativo, Araújo não contou com o respaldo ostensivo do presidente do PTB-DF, o senador Gim Argello, que ainda não tomou qualquer providência para deixar a base. De olho nos votos de Cristiano, siglas da bancada de apoio ao governo Agnelo e até da oposição encenam um jogo de sedução com o jovem parlamentar.

Fonte: Do alto da torre

Massacre assusta bancada da bala

alberto fragaContrário à proibição da posse de armas, o ex-deputado Alberto Fraga está alarmado com a possibilidade de que, com o novo massacre cometido por um franco atirador, em escola no estado norte-americano de Connecticut, surjam restrições à indústria armamentista. Tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Quando deputado, Alberto Fraga integrava a chamada bancada da bala, que defendia a indústria de armas e o direito à posse delas por particulares.

Mudança inconstitucional

Reportando-se ao referendo que, em 2005, limitou o Estatuto do Desarmamento,  acha que esse tipo de medida seria inconstitucional. “No referendo, 64 milhões de pessoas decidiram pelo direito de comprar armas de fogo no Brasil. Não podemos passar por cima de uma escolha da população, que quer ter direito à legítima defesa”, apontou o ex-deputado.

Fonte: Do alto da torre

Um novo partido vem ai…

marina-silvaUnidos

Não duvidem de oposição e situação juntas em 2014, nas próximas eleições. Mas calma. Quando digo juntos digo juntos no mesmo partido. Segundo fonte, as próximas eleições prometem ter, no mesmo partido, o hoje petista Chico Leite e a deputada distrital Eliana Pedrosa (PSD). E olha, no partido da ex-senadora Marina Silva (que ainda não existe, mas vai existir, anotem).

Senado

Leite seria o nome da nova legenda para a disputa do Senado em 2014. A intenção é bater de frente com o deputado federal Reguffe (PDT), que pode ser um dos candidatos a senador nas próximas eleições. As apostas são de que tanto Reguffe quanto Chico Leite têm discursos idênticos, apenas com um diferencial: Leite teria mais “portifólio” para apresentar.

Chapa

Eliana é o nome especulado para ser a candidata ao governo pelo novo partido – que terá Marina Silva como candidata à presidência. Ainda segundo fonte, o nome da possível vice na chapa com Eliana e Chico Leite já teria sido escolhida e estaria apenas esperando um “aval” do pai da pupila. A conferir.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

Pesquisa avalia a intenção de voto para deputado distrital

guarda janioPesquisa do Instituto Exata Opinião Pública, divulgada na sexta-feira (21) perguntou  a intenção de voto para deputado distrital. Na espontânea, quando o entrevistado responde sem que lhe seja mostrada uma lista de candidatos, a preferência é pelo deputado Reguffe (PDT), com 1,4%. Com 1% estão empatados Dr. Michel (PEN) e Chico Vigilante  (PT). Cristiano Araújo (PTB), Chico Leite (PT) e Eliana Pedrosa (PSD) conseguiram 0,9%. Em seguida aparecem Arlete Sampaio (PT) e Raad Massouh (PPL) com 0.8%. Fechando a lista dos dez primeiros estão Claudio Abrantes (sem partido), 0,7% e Liliane Roriz (PSD), com 0,6%.

A pesquisa foi feita entre os dias 12 e 16 de dezembro, em 3.750 residências do Distrito Federal. A margem de erro é de 2,5%.

Na pesquisa, quando uma lista de nomes é apresentada, o primeiro lugar ficou com o deputado Chico Leite, com 5,5%, seguido de perto por Eliana Pedrosa. Em terceiro aparece Arlete Sampaio, com 4,6%. A lista dos dez primeiros é completada por Cristiano Araújo (4,5%), Chico Vigilante (4%), Liliane Roriz (3,9%), Dr. Michel (PEN), Paulo Roriz (2,8%), Alírio Neto (PEN, 2,3%) e Raad (2,1%). O instituto ofereceu uma lista com 36 nomes, entre deputado distritais e suplentes.

INTENÇÃO DE VOTO ESTIMULADA PARA DEPUTADO DISTRITAL

1 – Chico Leite – 5,5
2 – Eliana Pedrosa – 5,4
3 – Arlete Sampaio – 4,6
4 – Cristiano Araújo – 4,5
5 – Chico Vigilante – 4,0
6 – Liliane Roriz – 3,9
7 – Dr. Michel – 2,9
8 – Paulo Roriz – 2,8
9 – Alírio Neto – 2,3
10 – Raad – 2,1
11 – Agaciel Maia – 2,0
12 – Cláudio Abrantes – 2,0
13 – Rôney Nemer – 2,0
14 – Wasny de Roure – 2,0
15 – Benedito Domingos – 1,6
16 – Patrício – 1,5
17 – Guarda Jânio – 1,4
18 – Olair Francisco – 1,4
19 – Maninha – 1,2
20 – Celina Leão – 1,2
21 – Dr. Charles – 1,0
22 – Sandra Faraj – 1,0
23 – Joe Valle – 0,9
24 – Raimundo Ribeiro – 0,9
25 – Washington Mesquita – 0.9
26 – Aylton Gomes – 0,8
27 – Prof. Israel Batista – 0,8
28 – Dirsomar – 0,6
29 – Milton Barbosa – 0,6
30 – Luzia de Paula – 0,5
31 – Evandro Garla – 0,5
32 – Robério Negreiros – 0,4
33 – Siqueira Campos – 0,4
34 – Rejane Pitanga – 0,2
35 – Renato Andrade – 0,1
36 – Roberto Lucena – 0,1
Nsr/indeciso – 35,8

Fonte: Blog do Donny Silva

Eleições para conselheiro tutelar no DF podem ser canceladas

celina leaoA deputada Celina Leão (PSD) analisa a possibilidade de pedir ao Ministério Público o cancelamento das eleições para Conselheiro Tutelar no Distrito Federal. A parlamentar recebeu  inúmeras denuncias de fraudes  nas eleições, que aconteceram no domingo (16/12) em todo o DF.

Segundo a parlamentar os indícios de irregularidades são fortes. “Diante da gravidade das denuncias estudo uma possível representação no Ministério Público pedindo o cancelamento das eleições”, observa.

Os problemas enfrentados pelos eleitores se tornaram uma via-crúcis. As reclamações foram de filas extensas, locais de votação fechados, incentivo ao  voto em branco por parte de mesários, tablets quebrados ou descarregados, teclas desconfiguradas, e boca de urna.  “Não tem como validar uma eleição que pode ter sido manipulada por interesses pessoais de grupos que desconhecemos. É preciso restabelecer a democracia, nem que para isso, tenha que haver outra eleição”, ressalta Celina.

Fonte: Blog do Donny Silva

Como o eleitor se informa e organiza informações para decidir seu voto III

eleitorO eleitor médio retira informações politicamente relevantes de sua vida diária e da mídia à qual está exposto habitualmente.

Não se trata pois, de um eleitor sem informação e sim de um eleitor com informações dispersas, desorganizadas, pontuais, sem a sistematicidade que o eleitor de alta informação dispõe. Entretanto, são informações reais, relevantes para a vida dele, e são informações que dizem respeito ao mundo político.

Sem alguma conexão com o mundo da política e do governo, entretanto, esta informação perde sua utilidade no processo decisório individual. A grande questão que desafia os estudos de Ciência Política neste particular é a seguinte: Como este eleitor conecta estas informações com a política e o governo?

A primeira explicação para esta questão apostava no que se chamou “pocketbook voting”, isto é, o “voto do bolso”. Argumentava-se então que o indivíduo decidia seu voto em função da forma como percebia sua condição econômica pessoal. Achava-se que, se ele estava bem votava com a situação, e se estava indo mal votava com a oposição.

O fato é que este tipo de explicação chocava-se com os fatos e com os resultados das pesquisas de comportamento eleitoral. Os eleitores não decidiam de forma tão simplista. O voto não refletia linearmente a condição econômica pessoal do eleitor. Ele se engajava em raciocínios que iam além deste fator, levava em conta outros aspectos, que invalidavam esta interpretação.

Em primeiro lugar, os eleitores discriminam entre problemas de governo e problemas individuais. Os eleitores não atribuem ao governo a responsabilidade pela totalidade de suas vidas, seus sucessos e derrotas. Eles também consideram o impacto de fatores pessoais, familiares, sociais, e até, conforme a cultura, fatores misteriosos, como azar e sorte.

Por fim, os eleitores também reconhecem muitas vezes que o governo está se esforçando, está agindo certo, e mesmo assim os problemas não conseguem ser resolvidos.

Mesmo eleitores que haviam ficado desempregados, não conectavam automaticamente a “culpa” pelo seu desemprego com a ação/omissão do governo. Não poucas vezes a responsabilidade pela situação é assumida como pessoal. Em segundo lugar, os eleitores discriminam entre problemas de acordo com as respectivas responsabilidades dos diferentes níveis de governo. Os eleitores também sabem diferenciar a respectiva responsabilidade de níveis diferentes de governo, para diferentes problemas.

O eleitor é capaz, portanto, de penalizar politicamente um partido pela sua incapacidade de lidar com um problema social sério no plano estadual, e, ao mesmo tempo, apoiar este mesmo partido no plano federal, porque aquele problema é responsabilidade do governo estadual e não federal, e inversamente.

Em terceiro lugar, os eleitores discriminam também entre a situação atual e expectativas de médio prazo. Se o eleitor, ainda que considere que a situação atual lhe é prejudicial, possui expectativas de médio prazo de que ela vai melhorar, pode votar contra a lógica do seu “bolso”.

As pessoas aceitam sacrifícios e incômodos desde que tenham esperanças e confiança. É importante lembrar sempre que as eleições testam também as preocupações do eleitor por progresso, segurança e benefícios públicos de médio prazo, e não apenas aqueles que supostamente produziriam benefícios diretos e imediatos.

Não é demais lembrar que, com a sucessão de eleições e governos, o eleitor fica mais experiente e pragmático. Ele passa a descrer de promessas atraentes e aparentemente fáceis de cumprir, porque “já se enganou” várias vezes. Ele passa a valorizar mais a consistência; pequenos, mas continuados avanços; torna-se mais exigente na outorga de sua confiança aos governantes; e menos dependente de soluções mágicas e imediatas aos seus problemas provindos do governo.

A situação corrente do eleitor é um parâmetro definido e importante no seu processo de raciocínio para decidir seu voto. Entretanto, entre sua situação atual e o voto que finalmente dá, há muitas variáveis que intervêm.

É óbvio que para merecer o voto do eleitor o candidato precisa estabelecer uma relação entre sua candidatura e a vida do eleitor. É o nexo emocional sobre o qual já discorremos na coluna Consultoria Política.

Entretanto, está errado o candidato que supuser que o eleitor é um desesperado, que exige soluções diretas e imediatas, e que espera da ação do governo uma melhoria instantânea para a sua vida pessoal e familiar. O eleitor médio, usando a “racionalidade de baixa informação”, é muito mais complexo e sofisticado no seu processo de decisão política do que esta “imagem de desesperado” supõe.

As conexões, entre informações colhidas na vida diária, na mídia, e, como veremos, na campanha eleitoral, com a política e o governo, são também “conexões racionais”, estabelecidas mediante “atalhos cognitivos” bem mais diversificados do que a mera reação (positiva ou negativa), em resposta à sua condição atual.

Fonte: Política para Políticos

Blog do Sandro Gianelli deseja um Feliz Natal

Natal

Desejo um Feliz Natal, cheio de bençãos para todos os leitores, seguidores e colaboradores deste blog.

De malas prontas

malasExiste a possibilidade de que um novo partido seja montado em 2013. No DF tem deputado distrital que aguarda ansiosamente o registro deste partido. Os dirigentes do partido não estão gostando nada disso.

Por Sandro Gianelli

Gilberto Carvalho diz ter ouvido de Luiz Fux que ele absolveria os réus do processo do mensalão

Gilberto CarvalhoO ministro Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, revelou que Luiz Fux o procurou antes de ser indicado por Dilma Rousseff para o STF. Contou que, durante a conversa, o magistrado deixou claro que absolveria os réus do mensalão. Deu a entender que Fux dissera o mesmo a outros petistas com os quais se reuniu.

“A única coisa que eu posso dizer é que ele foi falar comigo também”, disse Gilberto Carvalho na noite passada, em entrevista ao repórter Kennedy Alencar, que pode ser assistida aqui. “Sem que eu perguntasse nada, ele falou pra mim o que falou pra todos os outros: que ele tinha estudado o processo, que o processo não continha prova nenhuma, que era um processo absolutamente sem fundamento e que ele tomaria uma posição muito clara.”

Durante o julgamento, Fux seguiu 99,9% dos votos do relator do mensalão, Joaquim Barbosa, condenando os réus. E Gilberto Carvalho: “Não vou julgar a consciência de um ministro do Supremo. Só posso narrar o que aconteceu factualmente comigo. Eu não pedi pra falar com ele, eu não perguntei essa questão pra ele. Essa é uma questão dele, que a consciência dele vai trabalhar.”

Em notícia veiculada no dia 2 de dezembro, a repórter Mônica Bergamo informara que Fux fizera uma campanha para ser promovido do STJ para o STF. Reunira-se com várias pessoas, entre elas dois réus petistas: José Diceu e João Paulo Cunha.  Fux não negou os encontros. Porém, diferentemente da versão difundida nos subterrâneos do PT, ele negou que houvesse assumido compromissos em relação ao julgamento do mensalão. É contra esse pano de fundo que soam as revelações de Gilberto Carvalho.

O ministro relatou também um diálogo que manteve com o ex-presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto. Os dois se encontraram no Planalto, durante a abertura da exposição de seis obras do pintor italiano Michelangelo Merisi, o Caravaggio (1571-1610), no dia 5 de outubro. Carvalho disse que se queixou a Britto.

“Eu tive ao longo desses anos uma amizade muito grande com o ministro Ayres Britto, eu reconheço as posições dele, muito importantes na questão dos direitos humanos, na defesa indígena, na questão da adoção, tivemos uma grande confluência. E foi assim que ele foi lá, na inauguração da exposição do Caravaggio”, esmiuçou Carvalho.

O ministro prosseguiu: “Quando a gente estava descendo a escada, a gente travou uma conversa, apenas eu e ele, onde [sic] ele me perguntou como é que eu estava.” Seguiu-se, de acordo com Gilberto Carvalho, o seguinte diálogo:

– Olha, Carlinhos, nós estamos muito mal e muito tristes por vocês terem marcado esse julgamento exatamente agora, no tempo das eleições. Não é pelo julgamento.

– Eu quis antecipar, mas não foi possível.

– Ó, Carlos, você é o presidente da Casa, você podia ter determinado.

– Mas fiquem tranquilos que nós sabemos separar aqueles que praticaram delitos de vocês.

– Ó, Carlos, nós e a opinião pública não separamos isso. Esses nossos amigos cometeram erros mesmo, mas não merecem esse tratamento que está sendo dado.

“Foi essa a conversa, basicamente”, encerrou Gilberto Carvalho. “Só quero salientar que mantenho pelo Carlos Ayres Britto, não importa que agora ele não esteja mais no Supremo, o respeito. Ainda que eu divirja profundamente da maneira como ele conduziu esse processo.”

No curso da entrevista, Carvalho repisou a tecla de que o mensalão não passou de “caixa dois”. Voltou a refutar as acusações feitas por Marcos Valério de que Lula teria autorizado os emprétimos fictícios do mensalão. A certa altura, o ministro foi instado a dizer o que pensa sobre quatro dos julgadores do processo no STF.

– Sobre o relator Joaquim Barbosa, declarou: “É uma pessoa que tem, a meu juízo, boas intenções, que eu tenho que respeitar, mas de quem eu divirjo profundamente na maneira como relatou o processo do mensalão, o foco que ele deu para o processo.

– Sobre o revisor Ricardo Lewandowski: “É um homem de coragem, um homem que soube nadar contra a corrente num momento muito difícil, que a história irá reconhecer como um verdadeiro juiz.”

– Sobre Ayres Britto: “É um humanista, um homem de grande capacidade e sensibilidade e que, a meu juízo, encerra sua carreira no Supremo conduzindo de maneira inadequada um processo.”

– Sobre Luiz Fux: “Prefiro não falar.”

No pedaço da entrevista dedicado à sucessão presidencial, Gilberto Carvalho declarou que o PT trabalha para ter o apoio do governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) à reeleição de Dilma Rousseff em 2014. E declarou que, pessoalmente, não considera absurda a hipótese de o partido abrir mão da cabeça de chapa em 2018, para associar-se a uma eventual candidatura presidencial de Eduardo.

Carvalho contou que Lula “não leva a sério” a sugestão do marqueteiro do PT, João Santana, para que ele concorra ao governo de São Paulo em 2014. Confirmou que o ex-presidente voltar a corre o país, numa caravana programada para o início do ano. “O Lula não pode ficar longe do povo”, disse.

Sobre economia, Gilberto Carvalho informou que a previsão do Banco Central de que o PIB de 2012 crescerá apenas 1% “foi uma surpresa”. Chegou mesmo a pôr em dúvida a estimativa: “A gente ainda está um pouco perplexo, tentando aferir se realmente é esse o PIB real. Mas eu não sou economista nem técnico em estatística.”

Questionado sobre os erros do ministro Guido Mantega (Fazenda), que previra um crescimento econômico de 4% para 2012, Carvalho afirmou: “É evidente que isso cria um problema, não vou negar. Agora, o papel do Guido é fazer previsão dentro de um cenário que tem naquele momento. Não tem como, muitas vezes, naquele momento que faz a previsão, avaliar o conjunto de fatores que vão interferir…” Segundo ele, Dilma mantém a confiança em Mantega e não cogita substitui-lo.

Fonte: Blog do Josias

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