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Agaciel Maia usa influência para tentar alterar pacote de cortes no Senado

agaciel maiaAinda influente no Congresso, ele virou emissário de servidores para negociar com o presidente um recuo nas medidas recém-anunciadas.

Afastado da Diretoria-Geral do Senado por envolvimento no escândalo dos atos secretos, o deputado distrital Agaciel Maia (PTC) faz lobby na Casa para frear a reforma administrativa que prevê corte de gastos. Abalado pelas denúncias, mas ainda influente no Congresso, ele virou emissário de servidores para negociar com o presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL), e outros parlamentares um recuo nas medidas recém-anunciadas, entre elas a que reduz em 25% os cargos comissionados e acaba com parte dos contratos de terceirização.

Os funcionários do Senado já entraram na Justiça contra algumas das mudanças, mas, no âmbito político, apostam no poder de Agaciel, dono de uma extensa lista de favores prestados a parlamentares nos anos em que dirigiu a Casa. “Os servidores estão pagando por um pecado que não cometeram. Assumiram compromissos financeiros por contar com o salário. Fizeram uma redução abrupta, sem que eles tivessem tempo para se preparar”, critica Agaciel, referindo-se à reforma, formatada por Renan logo depois de assumir o cargo.

Nos últimos dias, Agaciel reuniu-se no gabinete de Gim Argello (PTB-DF) para discutir as reivindicações dos servidores. Já falou com Renan e tem procurado outros parlamentares de alta patente. “Estamos lutando por um menor corte possível”, resume Argello, acrescentando que tanto ele quanto Agaciel têm bom relacionamento com Renan, com quem mantêm as tratativas. A operação atende os interesses do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), que aposta nesse prestígio do deputado, mesmo combalido pelo escândalo.

Ao Correio, Paixão afirma que Agaciel sempre atuou na defesa dos servidores. E, agora, tem servido como ponte entre o sindicato e os parlamentares. Ainda não conseguimos nada, mas as conversas continuam, relatou, acrescentando que Agaciel conhece a fundo os problemas dos servidores.

Fonte: Correio Braziliense

Dilma convida Afif e tenta aliança informal com PSD

psdA presidente Dilma Rousseff já convidou o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), para assumir a recém-criada Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que tem status de ministério. A entrada de Afif no primeiro escalão, porém, só deverá ocorrer no fim de abril ou mesmo em maio, já que a nova pasta ainda precisa ser estruturada.

Afif assumirá o cargo na chamada “cota pessoal” de Dilma, já que o PSD do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, decidiu não integrar formalmente o governo. Mesmo assim, a tendência do PSD é apoiar a reeleição de Dilma, no ano que vem. O plano do partido é ocupar espaços na administração a partir de 2015, caso a presidente conquiste o segundo mandato.

Na quinta-feira, Dilma sancionou o projeto de lei que criou a Secretaria da Micro e Pequena Empresa. Trata-se do 39º ministério, que terá impacto orçamentário de R$ 7,9 milhões por ano. A pasta contará com 66 cargos em comissão. Para comandar o ministério, o vice-governador de São Paulo não pretende renunciar, mas, sim, pedir uma licença. “Afif deve ser uma escolha mais técnica do que política”, afirmou o deputado Guilherme Campos (SP), ex-líder do PSD na Câmara. “Ele é o nome mais ligado ao tema da micro e pequena empresa no Brasil”, completou Campos, ao lembrar que Afif foi presidente da Associação Comercial de São Paulo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Eduardo Campos cogita acomodar PDT na vice

EDUARDO CAMPOSOs ajustes ministeriais de Dilma Rousseff não riscaram dos planos de Eduardo Campos as legendas com representantes na Esplanada. O presidenciável do PSB cogita entregar ao PDT a segunda posição da sua futura chapa.

Quem dialoga com Eduardo em nome do PDT é seu presidente, Carlos Lupi. O mesmo Lupi que acaba de obter de Dilma a troca do ministro do Trabalho –saiu o desafeto Brizola Neto e entrou o escudeiro Manoel Dias.

A preferência de Eduardo pelo PDT levou-o a refugar um aceno de Gilberto Kassab. Presidente do PSD, o ex-prefeito de São Paulo insinuou que, tendo a vice, sua legenda poderia fechar com o governador pernambucano.

Kassab fez isso longe dos refletores, há cerca de dois meses e meio, numa fase em que ainda discutia com Dilma a entrada do PSD no governo. Eduardo não topou. Parte de seus operadores achava que ele deveria ter dado asas à negociação.

Por quê? O PSD dispõe de um tempo de tevê equivalente ao do PSDB de Aécio Neves. Nas suas avaliações, Eduardo concluiu que o benefício da vitrine eletrônica não compensaria o custo político de ter como companheiro de chapa um vice “conservador”. O PDT seria, na opinião dele, uma logomarca mais apresentável.

A coligação idealizada por Eduardo é composta de cinco partidos: além do seu PSB e do PDT, os oposicionistas PPS e DEM, e o governista (ma no troppo) PTB. Nesta segunda-feira, a própósito, Dilma deve receber os líderes congressuais do PTB.

Enquanto a presidente tricota com a turma de Brasília, Eduardo se entende com o ex-deputado Roberto Jefferson (RJ). Delator do mensalão, condenado no julgamento do STF, Jefferson encontra-se licenciado da presidência do PTB. Mas diz-se que ainda controla a legenda. Em 2010, entregou o tempo de tevê ao tucano José Serra.

Fonte: Blog do Josias

Eleição de 2014

lulaNa entrevista ao “Valor”, Lula disse que a prioridade do PT no próximo ano será a reeleição de Dilma Rousseff. E falou sobre os casos de Rio e São Paulo, estados em que governistas estão rachados sobre quem deve ser o candidato.

No Rio, disse, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) pode ser candidato sem prejudicar a aliança com o PMDB, partido chave para a reeleição de Dilma. Os peemedebistas fluminenses pretendem lançar o atual vice-governador Fernando Pezão. Em São Paulo, Lula disse que é preciso fechar aliança com o PSD, de Kassab, com o PTB, de Campos Machado, e com o PMDB, de Michel Temer e Gabriel Chalita. E citou como possíveis candidatos petistas ao governo paulista os ministros Aloizio Mercadante (Eduação), Alexandre Padilha (Saúde), Marta Suplicy (Cultura) e José Eduardo Cardozo (Justiça), além do prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho.

Fonte: Blog do Fernando Rodrigues

Cláudio Abrantes se rendeu ao assédio do PT

claudio abrantesO deputado distrital Cláudio Abrantes não está mais sem partido. Depois de várias especulações o seu destino está selado. O parlamentar agora pode ser chamado de petista.  A sua filiação ao PT era mais que prevista apesar de todas as especulações.  Inclusive há fortes  boatos de que a sua ficha de filiação vai ser abonada pelo cardeal do partido Roberto Policarpo.

Nas fileiras petistas vai haver um grande ato para receber o distrital, com direito a tapete vermelho e lapela em formato de estrela.

Memória – Cláudio Abrantes conseguiu a desfiliação do PPS-DF, no dia 13 de dezembro de 2012. Na época o TRE-DF concedeu a desfiliação sem perda de mandato por 6 votos a 1.

Fonte: Blog Evan do Carmo / Blog do Odir

Bola cheia

ROBERIO-NEGREIROSProjeto do distrital Robério Negreiros pretende obrigar o Detran a fundamentar toda decisão sobre recursos impetrados por motoristas multados. O deputado constatou que frequentemente os reclamantes recebem só a informação de que o recurso foi rejeitado. Nem ficam sabendo por que. Se o processo passar, não só deverão ser avisados sobre os motivos da decisão como ela deverá ser divulgada pela internet.

Fonte: Coluna ons e offs / Jornal de Brasília

A força de Marconi Perillo na região

brasilia.qxdPrefeitos Luiz Attié (Cristalina), Cristóvão Tormin (Luziânia), Itamar Barreto (Formosa), Hildo do Candango (Águas Lindas) e Gisele Araújo (Cidade Ocidental): força política de Marconi Perillo no Entorno.

Superado os desafios de reorganizar a máquina pública e a falta de recursos, o governador Marconi Perillo (PSDB) voltou a sorrir. O mau humor que orbitava a gestão tucana tornou-se história do passado. Agora, só se fala em correr contra o tempo para pôr em prática quase uma centena de grandes projetos estruturantes, principalmente na área de infraestrutura. Entre estas metas, projetos de alcance social que vão desde o aumento na construção de casas populares, saneamento básico, saúde, segurança, renda cidadã e bolsa universitária, só para ater aos mais divulgados, compõem as metas de Marconi.

No Entorno, agora rebatizado de Região Metropolitana do Distrito Federal (RemDF), onde o governo de Goiás tem empreendido um grande esforço para suprir as demandas da população, os investimentos, em parceria com o governo federal, começam a chegar aos municípios. Com estes investimentos e uma base aliada considerável, aliados de Marconi acreditam que podem deter o avanço petista. Desses aliados, o prefeito de Cristalina, Luiz Attié (PSD), juntamente com o senador Gim Argello (PTB-DF), lidera o pelotão de frente que advoga a reeleição de Mar­coni Perillo. “Acredito muito na capacidade modernizadora da gestão pública implantada pelo governador, reconduzindo o Estado na trilha do desenvolvimento. Este, sem dúvida, será seu passaporte para a reeleição pois os cidadãos acompanham o esforço do governo para cumprir seus compromissos”, analisa Attié.

O prefeito de Cristalina ao lado de Cristóvão Tormin, Itamar Barreto, Hildo do Candango e Gisele Araújo formam um grupo unido que não pertence ao PSDB, mas reconhecem – e acreditam – que Marconi é o candidato da base. Eles, mesmo envolvidos na busca de recursos junto ao governo federal, não desgrudam o olho da movimentação política. Todos sabem que a oposição liderada pelo PT-PMDB tenta montar uma chapa competitiva turbinada pela popularidade da presidente Dilma Roussef. Dilma é forte candidata à reeleição assim como Marconi, mas o PT em Goiás terá muitas dificuldades para unir forças para derrotá-lo. Attié vai mais além: “O governo Dilma não deixaria de ajudar Goiás por ser um Estado governado pelo PSDB. Somos uma força econômica no agronegócio, base de sustentação de nossa economia e mais, equilíbrio nos preços da cesta básica. Prejudicar Goiás, negando verbas, além de não ser nada republicano, prejudicaria uma força econômica que tanto contribui para o desenvolvimento do país”.

Fonte: Jornal Opção

Lêda aclamada na convenção do PSDB de Valparaíso

leda borgesA ex-prefeita de Valparaíso e presidente do diretório municipal do PSDB, Lêda Borges, realizou convenção do partido recentemente e ficou entusiasmada. De acordo com um dos participantes, houve um grande comparecimento de filiados, além do vereador de “oposição real e efetiva”, Pábio Mossoró, conforme está sendo lembrado pelos tucanos mais aguerridos. Outros aliados de Lêda, como os vereadores Joaquim Lacerda, Emanuel Ayres, também do PTdoB, foram conferir o grau de oposição à prefeita Lucimar Nascimento.

Antigos aliados da ex-prefeita e agora presidente da Agência Goiana de Desenvolvimento Regional, relembraram aos presentes o avanço de sua gestão, traçando planos para o futuro. Teve muita gente entusiasmada chamando Lêda de deputada. Ela apenas sorria sem emitir qualquer sinal de concordância ou de negativa. “Ela não quer ser o bode na sala da deputada Sônia Chaves”, disse um militante tucano.

Ultimamente, tem circulado boatos de que Lêda pode ser candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás. Se for verdade, o PSDB não faz deputado na região. As duas ajudam Célio Silveira, mas dividem os votos para deputado estadual favorecendo o PT. Na sua fala, Lêda delimitou o território onde será travada a luta de 2014: Valparaíso. A esperta presidente da AGDR já percebeu que sua gestão será confrontada e, de quebra, tentarão desconstruir o governo de Marconi Perillo. Outro ponto positivo foi que ela tem o controle do diretório pois a chapa não teve dissidência ou oponente.

Fonte: Jornal Opção

Marcelo Melo e Célio em movimento

marcelo meloEx-deputado federal e atual diretor da Conab, Marcelo Melo (PMDB) discretamente vem ampliando seus contatos na Região Metropolitana do Distrito Federal (RemDF). Como ele sempre diz: “Estou apalpando o terreno para saber onde vou caminhar”, ou seja, avaliando possibilidades de alianças para 2014 quando vai disputar uma vaga na Câmara Federal.

Marcelo já teve reunião com lideranças de Cristalina, Valparaíso, Cidade Ocidental, Novo Gama, Santo Antônio do Descoberto e claro, Luziânia, sua base de sustentação. “Se existe um deputado fe­de­ral que realmente ajudou vários mu­nicípios na nossa região, foi o Mar­celo quando estava na Câmara. Mesmo agora que está num cargo executivo na Conab, ele nunca deixou de atender lideranças que o procuram, orientando sobre recursos no governo federal abrindo portas”, resume um aliado de Marcelo em Cristalina.

Outro pretendente a uma vaga de deputado federal é o ex-prefeito de Luziânia e atual presidente da Agência Goiana de Esportes e Lazer, Célio Silveira (PSDB). Mesmo não tendo conseguido fazer um sucessor, Célio trabalha, de acordo com fontes ouvidas pelo Jornal Opção, numa reconquista do capital político perdido. “O doutor Célio tem consciência de que não é uma tarefa fácil, mas sua capacidade de trabalho e com ajuda de seu grupo, acredito numa virada. Ele tem grande prestígio político por conta de seu trabalho, não só por Luziânia mas pela região como um todo”, lembra a fonte.

Fonte: Jornal Opção

O PT quer eleger dois deputados na RemDF

brasilia.qxdO Partido dos Trabalhadores de Goiás tem como meta eleger de seis a oito deputados estaduais. Deste número, lideranças da Região Metropolitana do Distrito Federal (RemDF) acreditam que elege no mínimo dois: vereadora Cassiana Tormin, de Luziânia, e o secretário de Desen­volvimento da Região Metro­politana do governo do DF, Arquicelso Bites. Ele é marodor de Valparaíso. A corrente que apoia o deputado estadual Mauro Rubem (PT) articula lançar um nome ligado aos movimentos sociais, principalmente da agricultura familiar, para disputar uma vaga na As­sembleia Legislativa. Mauro Rubem confirma, mas não revela quem. “Ainda estamos discutido o nome, mas garanto que vamos ter um candidato oriundo deste movimento de trabalhadores.”

Ao conquistar a prefeitura de Valparaíso com a professora Lucimar Nascimento, derrotando a também professora Lêda Borges (PSDB) – uma forte aliada do governador Marconi Perillo -, o PT viu uma brecha para ampliar o projeto político de chegar ao governo estadual. Os petistas avaliam que, ao perder as Prefeituras de Luziânia, principal município da RemDF, Valparaíso e Novo Gama, o grupo liderado pelo ex-prefeito de Luziânia Célio Silveira, que tem Lêda Borges, deputada estadual Sônia Chaves e Sônia Melo, de Cidade Ocidental, ficou fragilizado. “O PT terá como argumento em 2014 a necessidade de alternância de poder e a RemDF, até então um tradicional reduto tucano, deixa de ser um ponto de desequilíbrio em favor do PSDB. Temos, além do apoio do governador Agnelo Queiroz, a Prefeitura de Valparaíso, e provavelmente o apoio do prefeito de Novo Gama, Eve­raldo Detran (PPL)”, analisa um dos aliados de Lucimar.

De fato, o argumento é realista, mas a base do governador Marconi Perillo, liderada pelos prefeitos Luiz Attié (Cristalina), Cristóvão Tormin (Luziânia) e Itamar Barreto (For­mosa), ambos do PSD, mais os prefeitos de Águas Lindas, Hildo do Can­dango, e de Cidade Ocidental, Gisele Araújo, ambos do PTB, tem um capital político próximo de 300 mil votos contra, no máximo, 120 mil do lado do PT. É bom lembrar que o PSDB liderado por Célio Silveira também está à frente de duas importantes agências do governo estadual: Esportes e Lazer (AGL) e de Desenvolvimento Regional (AGDR).

Mesmo tendo perdido prefeituras importantes, o PSDB, conforme pesquisas na região, não anda assim tão ruim de voto. Em Novo Gama, por exemplo, Sônia Chaves conta com a simpatia do eleitor para se reeleger, sinal de que a derrota para Everaldo Detran foi um recado do eleitor: queremos Sônia deputada e não prefeita. Em Valparaíso, Lêda é lembrada para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, projeto que ela nega de joelhos. Ela teme que sua aliada Sônia Chaves interprete isso como traição já que as duas são unha e cutícula. Sem dúvida será um bom combate. A pergunta que se faz é: Lucimar e Arquicelso dão con­ta de liderar uma onda contra Marconi Perillo?

Por Wilson Silvestre

Fonte: Jornal Opção

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