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Verdades e mentiras da política no DF

marina-silva1 – A Marina Silva, a ex-senadora petista que teve quase 20 milhões de votos nas eleições de 2010, quando concorreu à Presidência da República pelo PV, dará o start para a criação de um novo partido a partir do próximo mês de fevereiro.

2 – Dois nomes podem aparecer como candidatos ao GDF nas eleições de 2014: o ex-ministro do STF, Ayres Britto, e a ex-corregedora do CNJ, Eliana Calmon. A ex-senadora Marina Silva vem fazendo contatos com o intuito de atraí-los para o seu novo projeto político.

3 – Marina Silva acredita que Ayres Britto e Eliana Calmon são dois nomes com forte apelo, tanto para ser o seu vice na disputa pela Presidência da República como para a sucessão do governador Agnelo Queiroz.

4 – O senador Cristovam Buarque anda muito enciumado com a ex-senadora Marina Silva. O motivo é a intenção de Marina de fundar um novo partido e disputar à Presidência da República. Cristovam vem tentando convencer Marina a disputar o GDF. Isto porque o senador sonha em disputar mais uma vez à Presidência da República.

5 – Toninho do Psol vai disputar mais uma vez o GDF nas eleições de 2014. O partido está disposto a fazer alianças, mas não abre mão da cabeça da chapa.

6 – Está crescendo muito no PDT a resistência contra o apoio à candidatura do senador Rodrigo Rollemberg (PSB) ao GDF nas eleições de 2014. Rollemberg poderá ter apoio, mas apenas de alguns setores do PDT.

7 – A crise da saúde pode apressar a troca do secretário de Saúde, Rafael Barbosa, atualmente de férias. Só que ele não deixará o GDF. O que se comenta no Buriti é que ele irá ocupar a Secretaria de Governo do GDF. Filiado ao PT, Barbosa deverá ser um dos nomes do partido para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

8 – A Secretaria do Governo do GDF parece ser uma espécie de “joia da coroa”. Tanto que já se formou uma fila de pretendentes ao cargo: Roberto Policarpo, presidente do PT-DF, Wilmar Lacerda, secretário de Administração, e o capitão e deputado distrital Patrício.

9 – Quem anda rezando para que o deputado distrital Patrício (PT) aceite o convite para ir para a SEDEST é o ex-administrador de Vicente Pires, Dirsomar Chaves. Alguém fez um acordo para que ele assuma uma vaga na Câmara Legislativa. Só que nada acontece.

10 – O jornalista Donny Silva vem sendo assediado por vários partidos para entrar para a política. O curioso é que o mantra dos interessados é um só: tentar montar uma oposição de verdade. Até agora Donny não disse que sim nem que não
.

11 – No próximo dia 15, o Tribunal de Contas do DF deverá escolher um novo presidente, que poderá ser o decano conselheiro Manoel de Andrade. Só que o conselheiro Renato Rainha está forte na disputa e já conta com o voto do conselheiro Paulo Tadeu, que pode fazer a diferença.

12 – A estratégia é eleger o conselheiro Renato Rainha para presidência do TCDF. O objetivo é retirá-lo do dia-a-dia do tribunal. Tal medida ajudaria o GDF, pois Rainha vem sendo um feroz crítico das coisas do governo Agnelo Queiroz.

13 – Com crise na saúde ou não, Miami se tornou o point de muitos governistas endinheirados.

14 – A administração austera do hoje capitão Patrício – leia-se Câmara Legislativa – gastou algo em torno de R$ 600 mil na compra de tabletes. Alguns parlamentares não sabem sequer ligar o mimo.

15 – Os governistas da Câmara Legislativa estão ansiosos para encontrar o governador Agnelo Queiroz. Alguns querem desejar-lhe um 2013 se sucesso. Já outros querem cobrar a fatura da eleição da chapa Wasny de Roure/Agaciel Maia por unanimidade. Só falta a oposição querer a mesma coisa, pois votou no candidato de Agnelo.

16 – Tem muita gente no governo de Agnelo Queiroz com uma vontade louca de trair. Tem gente até sonhando com a cadeira de Agnelo. 

17 – Uma pesquisa que está circulando na cidade mostra que alguns supostos candidatos ao Buriti não conseguem se eleger nem dentro de casa.

18 – Tem um suposto candidato ao GDF que diz com todas as letras que “dinheiro não é problema”. Quer dizer: o problema é a falta de voto.

19 – O deputado distrital Chico Leite, um dos mais votados do PT, já estaria à procura de um novo caminho. Ele pode ser mais um soldado do partido de Marina Silva, que está procurando aliados no DF.

20 – O secretário-adjunto de Saúde, Elias Miziara, vem enfrentando sozinho a crise na saúde do DF após as denúncias da falta de médicos em alguns hospitais do DF. Pessoas do GDF dizem que titular Rafael Barbosa, que está de férias, é um especialista em fugir das crises. Até quando?

21 – O advogado paraense Antônio Amaral Júnior é o novo ouvidor da OAB/DF.

Fonte: Blog do Honorato

Amostra e amostragem I: princípios gerais

pesquisaO atributo da representatividade é a principal qualidade a ser buscada em uma amostra.

Amostra e amostragem são palavras que a todo o momento aparecem na campanha, quando se fala de pesquisa, nem sempre com a clareza necessária sobre seu real significado.

Obter amostra é econômico e rápido. Mais do que um censo.

A idéia básica da amostra é simples:

Busca-se informação sobre uma totalidade de indivíduos
Selecionam-se alguns deles que são estudados naquilo que diz respeito à informação que queremos obter
Estendem-se as descobertas obtidas com os indivíduos estudados para a totalidade que integram

Costumamos chamar a totalidade de universo e o conjunto de indivíduos selecionados e estudados de amostra. O conjunto de procedimentos mediante os quais os indivíduos são selecionados para formar a amostra chamamos de amostragem. O estudo do “universo”, isto é, de todos e cada um dos indivíduos que compõem aquela totalidade, chama-se de censo.

Adquirir conhecimento sobre uma totalidade de indivíduos por meio de amostras é mais econômico e muito mais rápido do que fazê-lo por censo. Na verdade, na quase totalidade de situações em que precisamos adquirir conhecimentos sobre um conjunto grande de indivíduos, o censo é inviável. Imagine a situação das pesquisas de intenção de voto que a todo o momento são divulgadas. Se tivéssemos que fazer um censo dos eleitores brasileiros para poder saber sua intenção de voto, nenhuma pesquisa seria feita, em razão de tempo e custos.

O problema está no fato de que, na medida em que nos afastamos do censo, corremos o risco de errar, se selecionarmos uma parte daquele conjunto que não é representativa dele. Portanto, a amostra que desejamos tem que ser representativa do conjunto de onde foi extraída, afim de que as descobertas que fizermos com poucos indivíduos possam ser generalizadas para a totalidade de indivíduos (universo).

Em outras palavras, espera-se que os resultados obtidos com a amostra representem a população de indivíduos, no sentido de que resultados semelhantes seriam obtidos se, ao invés de uma amostra tivéssemos feito um censo. O requisito da representatividade, entretanto, não se resume aos indivíduos da amostra. Numa pesquisa de opinião (“survey”) o que nos interessa é estudar certas variáveis, e a amostra precisa também ser representativa, da distribuição dos indivíduos da amostra naquelas variáveis, em relação à distribuição dos indivíduos do universo nas mesmas variáveis.

Há aqui dois conceitos que precisam ser melhor explicados. Variável significa um atributo que está presente em graus diferentes em todos os indivíduos do conjunto (universo). Renda, por exemplo, é uma variável.

Todos os indivíduos de um universo têm alguma renda, mas a quantidade de renda de cada um é diferente da dos demais, portanto ela “varia”. Distribuição diz respeito à forma como o atributo em questão se dispersa entre os indivíduos.

Na variável renda os indivíduos do universo
poderiam ser classificados assim:
Com uma classificação como a demonstrada na página anterior se consegue que:

(1)    todas as possibilidades de renda estejam contempladas na classificação (critério da exaustividade das categorias)

(2)    cada um dos indivíduos da amostra situa-se em uma e apenas uma categoria (critério da mútua exclusão das categorias)

Os indivíduos então se distribuem entre as categorias, e assim obtém-se a distribuição da variável renda. Numa amostra busca-se igualmente representatividade das variáveis. Em outras palavras, se a amostra foi bem realizada, espera-se que os indivíduos que a compoem distribuam-se dentro das categorias das variáveis de maneira semelhante à distribuição que têm no universo. Não basta que os indivíduos sejam representativos do conjunto da população estudada, é preciso que a variação existente entre eles seja também representativa da que existe na população.

A variação também é decisiva para determinação da amostra
É por meio das variáveis, e das relações existentes entre elas que podemos explicar os fatos políticos, prever tendências, e antecipar as conseqüências das ações políticas. Em uma palavra, é este procedimento que nos permite conceber uma estratégia. Por exemplo, não é bastante saber qual a intenção de voto dos entrevistados de uma pesquisa e estimar que aquela é a situação real do conjunto do eleitorado. Preciso saber qual a relação que existe entre sexo, idade, renda, educação, e preferência de voto.

Preciso pois relacionar uma variável (sexo, idade, renda etc) com outra (preferência de voto). Somente conhecendo estas relações eu posso saber, por exemplo, onde concentrar minha publicidade, que tipo de eleitor eu preciso dar mais atenção.

A variação também é decisiva para a determinação do tamanho da amostra. Se a população que eu pesquisar for muito homogênea, isto é, exibir pouca variação entre os indivíduos, posso trabalhar com uma amostra reduzida.

Se, por outro lado, a população estudada for muito heterogênea, exibir muita variação entre os indivíduos, e se eu não tiver uma amostra grande, não serei capaz de ter uma adequada representação do universo. Perderei algumas variações que existem no universo, mas que não estarão representadas na minha amostra.

Para dar um exemplo claro. Se eu estiver pesquisando a crença na imortalidade da alma num mosteiro (população de sacerdotes), posso trabalhar com uma amostra de 1 indivíduo apenas e ela será representativa do conjunto.

Porquê? Pela razão de que todos os sacerdotes, por definição, acreditam neste princípio. Se eu estiver pesquisando a mesma questão para a população do país, minha amostra terá que ser grande para poder captar toda a variação de opinião que existe sobre o assunto.

Fonte: Política para Políticos

Fraga quer união da “centro-direita”

alberto fragaPouco antes do Natal, o presidente regional do DEM, Alberto Fraga (foto), telefonou para o ex-governador Joaquim Roriz. Combinaram de retomar a conversa neste início de ano. O objetivo do presidente do DEM é justamente manter contato permanente entre as forças que chama de “centro-direita” e entre as quais se inclui. Acha que falar em sucessão, por enquanto, é “precipitação”, mas que a partir de fevereiro ou março já se deve pensar no futuro. “O importante”, diz Fraga, “é que não pode haver divisão na centro-direita”. Além de Roriz e dele próprio, o presidente do DEM quer ver em uma mesma coligação figuras como Eliana Pedrosa e Izalci Lucas.

Rollemberg dividirá só esquerda

A virtual candidatura de Rodrigo Rollemberg ao Buriti, na avaliação de Fraga, divide votos apenas à esquerda. “A posição do senador é cômoda, pois terá mais quatro anos de mandato após a eleição qualquer que seja o resultado e, portanto, pode ser franco-atirador, pode ser o que quiser”. Será um problema para as aspirações de outros candidatos da mesma vertente, em especial o governador Agnelo Queiroz, mas também, eventualmente, Cristovam Buarque ou José Antônio Reguffe.

Sem risco real

Fraga não acredita que Rollemberg possa representar risco real para o governador Agnelo Queiroz. Previsivelmente, lembra o desempenho do atual senador em 2002, quando disputou o Buriti e amargou um quarto lugar, ficando abaixo dos 7% dos votos e atrás não apenas de Roriz e do petista Geraldo Magela, mas também do hoje distrital Benedito Domingos. Rollemberg, acredita Fraga, precisará de uma coligação para puxar votos, como ocorreu na eleição passada.

Fonte: Do alto da torre

De dentro para fora

ronaldo-fonsecaCandidato avulso a presidente da Câmara dos Deputados, o brasiliense Ronaldo Fonseca evitou circular pelo País para pedir votos, como estão fazendo seus três adversários. Fonseca usa o telefone e a internet. Insiste em um tema: a recuperação da imagem do Legislativo. Diz que não dá mais para ficar como está, sob forte cobrança da sociedade. “Se a sociedade quer reforma do Legislativo, essa reforma precisa ser feita por nós. De dentro para fora”, afirma.

Procuradoria muda

Aos colegas a quem pede apoio, Fonseca lembra que a Câmara, assim como o Senado, conta com uma Procuradoria Parlamentar. Sua função é a defesa institucional da Casa. No entanto, ressalta, isso não é feito. “Nós apanhamos o tempo todo e ninguém faz nada para reagir, nem para mostrar a verdade dos fatos”, constata. Por isso mesmo pretende ativar a Procuradoria.

Sem engavetadores

Claro, os próprios deputados tem culpa do que ocorre. Ronaldo Fonseca lembra o caso do voto secreto, usado por exemplo nos casos de julgamento dos próprios parlamentares por quebra de decoro. Não há dúvidas de que a sociedade cobra o voto aberto. Projeto nesse sentido foi aprovado pelo Senado. Chegou à Câmara e lá está, parado. Um presidente de Casa do Congresso, diz Fonseca, não pode ser um engavetador.

Por alguma razão precisa correr

Fonseca tem seus momentos de maldade. De longe, acompanha a movimentação do favorito na sucessão da Câmara, o veterano Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB, que em tese tem o apoio de 13 partidos, mas que tem viajado por todo o País em busca de votos. “Parece que ele está correndo atrás do prejuízo…se o acordo em seu favor fosse para valer, ele não precisaria estar fazendo isso”, observa. “Se estivesse firme, não precisaria correr tanto”.

Fonte: Do alto da torre

De olho na fatia nacional

psdA decisão do PSD brasiliense sobre aproximação com o Buriti deve acompanhar a do PSD nacional, que pretende declarar  apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff logo após o Carnaval — e, em seguida, receber sua cota no primeiro escalão do Governo Federal. No caso da capital, o PSD tinha como primeira opção a Secretaria do Entorno.

Tomaram gosto

Depois que o PT faturou pela primeira vez uma prefeitura importante da Região Metropolitana, a de Valparaíso, ficou mais difícil a qualquer outro partido tomar a Secretaria do Entorno. Ainda mais que o atual secretário, o interino Arquicelso Bites, tem tudo a ver com a campanha petista na região.

Fonte: Do alto da torre

Tucanos querem buscar caras novas

cristiano araujoAno novo, cara nova. De preferência, também caras novas. Acompanhando tendência da direção nacional, o PSDB brasiliense já começou a mostrar uma posição mais dura frente ao Buriti. Sua primeira ação nesse sentido foi a nota dura sobre o absenteísmo dos médicos nos plantões da rede pública do Distrito Federal. Mas o partido pretende, também, reforçar seus quadros, em especial na Câmara Legislativa, onde está sem representação desde que o distrital Washington Mesquita aderiu ao governo e transferiu-se para o PSD. Seu mais novo alvo é o deputado Cristiano Araújo (foto), do PTB.

Demissão constrange

O comando tucano acredita que Cristiano ficou em posição difícil ao ser demitido pelo governador Agnelo Queiroz da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e duvida de que o PTB brasiliense parta para a oposição. A situação ficou ainda mais constrangedora por Alírio Neto, que em tese teria cometido o mesmo deslize de Cristiano, envolver-se em uma articulação oposicionista na escolha da Mesa da Câmara, ter permanecido na Secretaria de Justiça. O PSDB pretende contactar Cristiano e lhe oferecer a legenda.

Deputadas à espera

Além de Cristiano, são alvos dos tucanos as distritais Eliana Pedrosa e Liliane Roriz. Nos dois casos já houve contatos. As deputadas esperam ainda uma definição do PSD, onde estão hoje abrigadas, a respeito de provável adesão ao Buriti.

Sucessão interna pesa

Pesa também para a nova linha do PSDB brasiliense a sucessão interna. O mandato de Márcio Machado, já prorrogado, vence em abril. Não há consenso sobre sua sucessão, ainda que se mencionem os nomes do deputado federal Izalci Lucas, único tucano com mandato na capital, e do suplente de distrital Raimundo Ribeiro. Entrosado com a direção nacional, Márcio Machado pode ser eleito para novo mandato ou ter mais uma vez prorrogado o atual.

Fonte: Do alto da torre

Eleições: Depois de caos na saúde e segurança, candidata de peso tira sono de Agnelo Queiroz

marina-silvaMarina nega candidatura ao Buriti, mas tem no DF, parcela importante para 2014 Marina nega candidatura ao Buriti, mas tem no DF, parcela importante para 2014.

O Distrito Federal deve representar uma parcela importante para os planos da ex-ministra Marina Silva no pleito de 2014. Na última eleição, ela recebeu mais de 600 mil votos e se dependesse da vontade eleitoral da população brasiliense, teria sido eleita presidente da República.

É por essa quantidade de votos que seu nome é objeto de cobiça para disputar a cadeira maior no governo do DF, o Palácio do Buriti. Marina Silva corre pelos bastidores para articular a criação de uma legenda com força suficiente para concorrer também ao Palácio do Planalto, que é com certeza o maior interesse da ex-ministra.

Ela também une forças em outros estados como São Paulo e no Rio de Janeiro, com Eduardo Suplicy e Heloisa Helena, respectivamente.

No DF, Chico Leite (PT), Reguffe (PDT) e Joe Vale (PSB) estão na lista para dá força substancial ao futuro partido. Marina Silva pode não se candidatar ao GDF, mas vai cacifar alguns desses para a disputa. Com a bagagem de votos que trouxe do último pleito, ela será um forte trampolim.

O governador Agnelo Queiroz, apesar de negar que já esteja pensando na reeleição, está com as barbas de molho. Ele afirma que está pensando no governo agora e na “qualidade de vida da população”. A situação está delicada para ele e seu nome, é bem provável, estará descartado para a reeleição. Isso só o tempo dirá.

Fonte: Guardian Notícias – 10/1/2013

Arruda venceria Roriz

jose-roberto-arrudaArruda versus Roriz: uma disputa que muitos sonharam ver nas eleições do Distrito Federal.

Está causando perplexidade e comentários dos mais diversos o resultado de uma pesquisa encomenda por alguns empresários do Distrito Federal. A surpresa é que numa hipotética disputa entre dois ex-governadores – José Roberto Arruda e Joaquim Roriz, que está inelegível até 2022 com base na Lei da Ficha Limpa – Arruda (34%) venceria Roriz (27%). É bom lembrar que Arruda foi denunciado na Operação Caixa de Pandora e responde a vários outros processos.

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB), eleito na coligação do governador Agnelo Queiroz (PT), seria o terceiro colocado com 11%. Já o governador e candidato à reeleição Agnelo Queiroz teria apenas 7%. Outro fato curioso é que supostos candidatos ao GDF nas eleições de 2014 – Gim Argelo, Luiz Pitiman etc –  aparecem na pesquisa com um honroso traço.

Fonte: Blog do Honorato

Caos na saúde do DF prejudica reeleição de Agnelo

agnelo_queiroz_19Os dois principais protagonistas do governo precisam correr contra o tempo para resolver problemas no combalido sistema de saúde do DF. Os dois principais protagonistas do governo precisam correr contra o tempo para resolver problemas no combalido sistema de saúde do DF.

O ano de 2013 será decisivo para as pretensões do governador Agnelo Queiroz. Mas ao que parece, o PT-DF se mostra assustado com os rumos que o governo e o viajante governador vêm tomando às vésperas do inicio das “negociações” para as composições das próximas eleições. Onde Geraldo Magela, atual Secretário de Habitação, e dono da pasta mais cobiçada do governo PT, pode surgir como forte candidato a derrubar a reeleição de Agnelo.

Durante a última campanha eleitoral, a promessa de resolver os problemas que assolam o sistema de saúde do Distrito Federal em 100 dias, não foi cumprida, após mais de dois anos de governo Agnelo, elevando negativamente a cidade de Brasília à chacota nacional.

A crise no sistema chegou ao seu ápice e no começo de 2013, a situação se tornou vexatória. Diversos casos podem retratar esse quadro, um dos exemplos, ocorreu nesse final de semana, quando médicos da rede pública abandonaram os seus postos de trabalho e o caso veio tona em rede nacional.

A população, maior afetada por um sistema sucateado e abandonado, tem que suportar os hospitais sucateados, os postos de saúde sem condições de receber nenhuma pessoa, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) inauguradas sem terem sido totalmente concluídas e algumas notícias como, por exemplo, a de que a médica Luíza Virgínia Pimentel, que agrediu um paciente no hospital da Ceilândia, não será punida, pois, de acordo com Secretaria de Saúde do DF, a servidora sofreu um ataque de estresse devido à sobrecarga de trabalho que ela vem sofrendo.  Enquanto isso, Agnelo viaja com o dinheiro do povo, que morre nas filas dos hospitais.

Mas o questionamento que todos fazemos; é como um governo que anuncia todos os dias em suas propagandas, que contratou mais de 7 mil profissionais de saúde, pode fazer a população sofrer com a falta de médicos? Só Agnelo e Rafael Barbosa podem responder.

Ao que parece, as soluções para os problemas na saúde pública, e para os outros setores do serviço público, não serão resolvidos nesta legislatura como prometido em campanha.

Sendo assim, corre sério risco o projeto “Novo Caminho” de Agnelo Queiroz, que pode não durar muito mais tempo. Nas fileiras do PT-DF, o nome de Geraldo Magela ganha força para ser o escolhido do partido para as eleições de 2014 e também não podemos esquecer que, apesar de ser minoria, existe uma grande possibilidade de a oposição ser elevada ao Buriti, após uma gestão que se mostra fracassada de Agnelo Queiroz, que tem tudo para ser o governador de um mandato só no Distrito Federal.

Por Ricardo Faria e Odir Ribeiro

Fonte: Guardian Notícias

Nota de repúdio do PSDB-DF

psdbSobre a atual grave crise, talvez a maior já vivida no sistema público de saúde do Distrito Federal, o Diretório Regional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB-DF) declara publicamente que:

1.     É inadmissível que o atual governo, eleito com a promessa de resolver os graves problemas da saúde pública, neste momento de total desespero da população, esconda-se atrás de falácias e justificativas banais para tentar explicar o injustificável: a falta do serviço mínimo, que é pronto-atendimento médico nas unidades de saúde do DF;

2.     Causa estranheza testemunhar o Governo do Distrito Federal gastando milhões de reais em propagandas para divulgar a suposta contratação de 5 mil servidores para a saúde pública, a compra de equipamentos modernos, enquanto milhares de cidadãos amarguram nas filas das unidades de saúde pública do DF;

3.     A falta de prioridade da atual gestão do Governo do Distrito Federal já era conhecida a partir do momento em que determinou que um estádio absorvesse mais de um bilhão de reais de recursos públicos para sua construção enquanto pacientes crônicos e usuários da saúde pública convivam com a constante falta de remédios essenciais, sem exames e sem atendimento médico e, consequentemente, travando uma verdadeira batalha para conseguir a sobrevivência;

4.     É intolerável que um cidadão de bem, que paga em dias seus impostos e que depende unicamente do governo para cuidar da própria saúde, tenha de agonizar em imensas filas nos hospitais públicos, sem saber nem mesmo se conseguirá ser atendido por um único especialista;

5.     Mais inaceitável ainda é saber que enquanto as cidades do DF se afogam na grande crise vivida na saúde pública, o senhor governador do PT, Agnelo Queiroz, e seu secretário de Saúde, Rafael Barbosa, estejam aproveitando dias de férias fora de Brasília – apenas mais uma demonstração pública do descaso dessa gestão com toda a população do DF;

6.     Do mesmo modo, é lamentável saber que esses mesmos dois gestores possuam a formação médica e que, em vez de fugirem dos problemas, deveriam primar pelo bem mais precioso que é a vida;

7.     O Partido da Social Democracia Brasileira exige dos atuais gestores que tomem medidas imediatas sensatas e acertadas, e não apenas midiáticas, para estancar a grande crise vivida na saúde pública, que mais uma vez faz o DF protagonizar a mídia negativa nacional;

8.     Assim sendo, o PSDB-DF vem a público não apenas para manifestar sua solidariedade à população do Distrito Federal, mas também para repudiar veementemente a cada vez mais escancarada incompetência do atual Governo do Distrito Federal em gerir não apenas o sistema público de saúde, mas todas as outras áreas essenciais para a população do DF.

Márcio Machado

Presidente do PSDB-DF

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