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Ronaldo Fonseca desabafa

ronaldo-fonseca“Essa eleição (para a Câmara dos Deputados) é feita para carimbar acordos e para privilegiar segmentos. A campanha é feita por telefone, por e-mail, durante as férias dos parlamentares. Ela é feita para acordos e não para debater”, Ronaldo Fonseca, deputado federal (PR).

Fonte: Do alto da torre

Jurong e Codeplan

CODEPLANExistem grandes chances de que a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) receba a missão de tocar para frente o polêmico contrato do GDF com a empresa Jurong Consultants. Recentemente, uma delegação do Palácio do Buriti viajou para Cingapura para conhecer mais detalhes da empresa. No regresso para a capital federal, surgiu a ideia. A Codeplan ficaria responsável pela coordenação do projeto de elaboração do plano estratégico de desenvolvimento da capital junto com a equipe da empresa asiática.

Dizem que o presidente da Codeplan, Julio Miragaia, não veria problemas com isso. A proposta teria o apoio de um padrinho com estrela no GDF. Em relatórios iniciais, a Jurong teria apontado que o governo, tanto na gestão Agnelo, quanto nas gestões anteriores, está perdendo tempo e dinheiro com a lentidão para a construção do Parque Cidade Digital. Com tantos órgãos públicos e empresas vinculadas a serviços de informação e tecnologia com atuação direta e indireta no DF, a demora para a concretização do projeto é digna de um gol contra. Ou seria uma goleada?

O contrato com a Jurong foi alvo de fortes críticas de políticos e setores da sociedade civil. Um dos fatos que chamou a atenção foi a forma como ele foi feito dentro de um modelo sem licitação e sem uma discussão prévia com a população.

Fonte: Do alto da torre

Swedenberger cobra mais pró-atividade dos administradores

Swedenberguer BarbosaO secretário da Casa Civil, Swedenberger Barbosa, cobrou mais pró-atividade dos administradores regionais. No caso de obras e projetos parados, os gestores devem acionar a Casa Civil e a Coordenadoria de Cidades de imediato. E não ficar de braços cruzados esperando a bronca da opinião pública.

A Casa Civil está fechando as pontas para a compra de mais maquinário para a manutenção e conservação das cidades. As ferramentas ficarão sob cuidados da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e da Coordenadoria de Cidades.

Do outro lado da linha telefônica um administrador regional disparou: “Tem gente do governo que vive dizendo que a culpa dos atrasos é apenas dos administradores. Mas ninguém fala que a gente faz pedidos para liberação de recursos e obras e ficamos meses sem resposta”.

O gestor regional levou a critica adiante. O atraso é ainda mais sensível quando os atores pertencem a siglas distintas. Quando todos estão sob a mesma legenda os atrasos são ligeiros. Mas em determinadas situações em que os personagens estão sob cores distintas, a demora burocrática se estende por meses.

Fonte: Do alto da torre

Antecipação da corrida eleitoral

DilmaA antecipação da corrida eleitoral no plano nacional tende a repercutir no Distrito Federal. Segundo o presidente regional do PCdoB, Augusto Madeira, a movimentação prematura seja por parte da presidente Dilma Roussef seja em relação ao senador Aécio Neves (PSDB) vai repercutir progressivamente no tabuleiro político brasiliense.

“Esse ambiente de disputa política para 2014 tende a vir para cá. Não dá para esquecer que o DF sempre é muito visado politicamente. O clima vai esquentar por aqui”, comentou Madeira.

Na leitura do presidente regional, o GDF deve intensificar as articulações para unificar a base. “A base começou ampla e continua ampla. E isso leva a fricções”, ressaltou. Por outro lado, Madeira observa que a oposição também deverá se mobilizar com mais vigor para disputar o Buriti.

Fonte: Do alto da torre

Câmara aprova por unanimidade fim do pagamento de 14º e 15º salários a parlamentares

camara_dos_deputadosO plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) o projeto que acaba com o pagamento de 14º e 15º salário a parlamentares. O projeto não precisa de sanção presidencial e entrará em vigor imediatamente. A votação foi simbólica, não nominal, e houve unanimidade.

Durante a votação, o painel eletrônico registrou a presença de 476 deputados.

Atualmente, os parlamentares recebem 15 salários, cada um de R$ 26,7 mil, por ano. Os dois pagamentos a mais são feitos em fevereiro e em dezembro de cada ano, a título de ajuda de custo. O depósito de fevereiro de 2013 já foi feito.

O projeto de decreto legislativo, de autoria da ex-senadora e atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi aprovado há cerca de um ano no Senado. Ao extinguir os salários extra, o projeto prevê que os parlamentares recebam apenas dois salários a mais, um no início e outro no final do mandato.

O texto tramitava na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara desde maio, mas um acordo entre os líderes partidários permitiu caráter de urgência na votação.

“Essa é uma votação importante para esta Casa. Não me envaidecem e não me preocupam os aplausos a esta iniciativa”, disse presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). “Está nas mãos e na consciência dos senhores a decisão que esta Casa vai tomar”, afirmou Alves antes do início da votação.

A colocação do assunto em pauta é uma tentativa de Henrique Alves de melhorar a imagem da Câmara dos Deputados mediante a opinião pública. “Parabéns a este plenário, que resgata a altivez dessa Casa”, declarou após a aprovação.

“Como trabalhadores que somos, não merecemos nenhum direito a mais”, disse a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), líder da bancada comunista.

“Esta tarde é uma tarde histórica”, declarou o deputado Rubens Bueno (PPS-PR). “Esse dinheiro não nos pertence.”

Como era de se esperar, nenhum deputado subiu à tribuna para defender a permanência do benefício.

A extinção do pagamento do 14º e do 15º trará economia de R$ 27,4 milhões anuais à Câmara e de R$ 4,32 milhões ao Senado. De acordo com a assessoria da Câmara, apenas 30 dos 513 deputados abriram mão do benefício.

No Senado, além de receberam os salários a mais, a maioria dos senadores não pagava impostos sobre os rendimentos recebidos. Em novembro de 2012, o Senado informou que pagou à Receita Federal mais de R$ 5,04 milhões referentes ao Imposto de Renda (IR) que deveria ter sido recolhido nos últimos cinco anos sobre os 14º e 15º salários recebidos pelos senadores.

Fonte: UOL

Exerça a sedução na política

marketing-politicoNa política, assim como nas relações amorosas, a arte da sedução exige sutileza.

Não se conquista alguém aos brados, anunciando abertamente seus objetivos, abusando da insistência, articulando argumentos e afirmando suas qualidades e virtudes em contraste com os defeitos dos concorrentes. Mas tudo isso é feito numa campanha eleitoral. Atenção: o que se busca, com tais ações, é só o voto e não o comprometimento emocional, a adesão afetiva. Portanto, a sedução aplicada à política constitui-se numa forma de buscar o voto – ou o apoio – diferente dos estímulos usuais da propaganda eleitoral: mais indireta que direta, mais emocional que racional, mais sugestiva que propositiva.

A sedução é indireta, leve, envolvente, gratificante e induz ao prazer e ao desarmamento das defesas pessoais. Ela nunca parece ser o que é: conquista sem parecer estar conquistando, “vende uma imagem” sem parecer estar vendendo, convence sem parecer esforçar-se para convencer. A sedução funciona melhor nas relações “face a face” e com pequenos grupos, mas também pode ser exercida em grande escala, entre o político e o público. Não é qualquer líder, entretanto, que consegue envolver o público. É preciso que haja uma disposição prévia e favorável por parte da população e que o líder possua ou pareça possuir os atributos desejados a um sedutor. Também é preciso seguir algumas regras:

Sua aparição deve se transformar em notícia

1. Apareça como uma novidade, nunca como mera publicidade

Evite surgir para o público num contexto publicitário. Antes, faça que sua aparição seja notícia. As pessoas dão maior atenção e se interessam mais por notícias do que por publicidade. Frente a uma notícia, também estão psicologicamente desarmadas e predispostas a aceitar seu conteúdo como verdadeiro. Revele-se a propósito de algum assunto que chame a atenção da mídia, para que ela, voluntariamente, paute o assunto para cobertura. Faça uma detalhada orquestração do evento e do local, de tal forma que o “roteiro” tenha algum conteúdo emocional. Esconda sua intenção real e comporte-se como “parte do evento”.

2. Priorize a forma, não o conteúdo

Prepare o cenário de sua aparição como um espetáculo para os olhos. A imagem sempre será mais forte do que as palavras. Ilustre a maior parte de sua mensagem com estímulos visuais persuasivos e sutis.

Cores, fotos, bandeiras, vídeos, cartazes e banners devem compor um ambiente agradável e estimulante. Deixe que as pessoas mergulhem o olhar em tais elementos enquanto você fala. Suas palavras, como é óbvio, devem estar integradas ao ambiente criado, mas devem ser incidentais a ele.

Sua linguagem deve ser sugestiva, quase hipnótica, e precisa buscar sintonia emocional, mais que persuasão racional. As pessoas vão compor a mensagem, misturando frases que você disse com o sentimento provocado pelos visuais.
3. Privilegie o aspecto emocional

A força da sedução está no fato de ela lidar com os sentimentos

A sedução acontece porque maneja emoções e sentimentos. A racionalidade pode até ajudar, mas nunca estará em primeiro plano. Não promova sua mensagem pela argumentação razoável. Se agir assim, você vai dividir o público e quebrar o “clima”. Busque, ao contrário, uma emoção básica, algo que todos possam compartilhar. Patriotismo, solidariedade, valores familiares, orgulhos regionais, exemplos históricos de grandeza e heroísmo são temas que podem provocar uma unanimidade afetiva, sobre a qual você vai, cuidadosamente, justapor sua mensagem. Com tais temas você pode mobilizar o afeto das pessoas, deixá-las emocionalmente sensíveis, atentas ao seu discurso e dispostas a aceitar o que você diz.

Sua mensagem deve estar inserida de maneira natural e aceitável no desenvolvimento do “tema”. Para tanto, você deve, mais que articulá-la racionalmente, sugeri-la, insinuá-la. Sua presença também deve carregar símbolos adequados ao tema, sem exageros que a tornem caricata.

4. Fale a linguagem de sua audiência

Evite de todas as formas parecer superior às pessoas com as quais vai falar. Evite palavras complicadas, dados e estatísticas enfadonhas e raciocínios complexos. Ainda que os eleitores o reconheçam como uma autoridade, prove que você é capaz de sentir como eles, é um deles e compartilha medos, projetos e esperanças.

Faça-os acreditar em você, confiar em você. A linguagem, se usada com naturalidade, é um poderoso recurso de aproximação e identidade. Se você fala e sente como eles, usa, inclusive, as expressões que somente os “locais” usam, você então pode ser visto como um deles.

Sua mensagem, falada “nessa língua”, tende a ser acolhida sem maiores reservas e defesas. E apresentada sob as formas de sugestão e insinuações, pode ser internalizada pelo público como se fosse o raciocínio deles. Este é o objetivo.

Fonte: Política para Políticos

Governo do DF assume a gestão das empresas de ônibus do Grupo Amaral

valmir amaralO governo do Distrito Federal está assumindo, neste momento, a gestão das empresas de ônibus do Grupo Amaral, uma das mais importantes que circulam em Brasília e demais cidades. A intervenção, legalmente denominada de “assunção”, foi determinada em ato publicado no Diário Oficial desta segunda-feira e eenvolve as empresas Rápido Brasília, Rápido Veneza e Viva Brasília, que operam linhas de São Sebastião, Paranoá, Itapoã, Planaltina, Sobradinho e Plano Piloto. As empresas são de propriedade da família do ex-senador Valmir Amaral. Elas atendem mensalmente 2,4 milhões de passageiros. A decisão do governo está baseada no declínio do grupo empresarial, que já não consegue honrar o contrato que o obrigada a explorar linhas com mais de quatrocentos ônibus, mas hoje opera com cerca de 250. Além disso, como não teve êxito na licitação em curso para contratação de novas empresas, o Grupo Amaral deslocava seus ônibus mais novos para linhas que explora em outros estados, deixando a parte velha da frota cieculando na capital. Mais de cinquenta ônibus do Grupo Amaral se encontram com motores fundidos. A intervnção está sendo realizada por equipes da Secretaria de Transportes, incluindo dirigentes da empresa estatal de ônibus TCB, que vão administrar as empresas sb intervenção, acompanhados de policiais militares. A intenção do Governo do Distrito Federal seria evitar o colapso do sistema, no momento em que está em fase final a licitação destinada tirar a capital do País do incômodo último lugar em qualidade do transporte público entre as 17 maiores capitais da América Latina.

Fonte: Blog do Claudio Humberto

TRE-DF anuncia o início do cadastramento biométrico dos eleitores

urna-biometrica-cadastramentoQuem não se recadastrar até 31/3/2014 terá o título eleitoral cancelado.

Começa, nesta segunda-feira (25/2) o cadastramento biométrico dos eleitores no DF, já para as eleições gerais de 2014. A meta do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) é recadastrar biometricamente 100% dos eleitores entre 25/2 deste ano e 31/3/2014. Segundo o tribunal, o uso da biometria garantirá mais segurança e celeridade ao processo e eliminará possíveis fraudes. Em todo o DF, o tribunal contabiliza 1.861.622 eleitores.

O anúncio das medidas para implantar o novo sistema, que consiste na identificação por meio das impressões digitais, ocorre na manhã desta segunda-feira (25/2), na sede do TRE, em Brasília. Segundo o presidente do órgão, desembargador Mário Machado, o tempo aproximado necessário ao recadastramento será de 10 minutos. “O atendimento ao público será monitorado diariamente. À medida que percebermos um baixo comparecimento dos eleitores, poderemos lançar campanha de conscientização e mobilização”, disse em coletiva.

O eleitor que for se recadastrar tem que realizar o agendamento no site ou pelo telefone 3048-4000, de segunda a sexta-feira. Quem não se recadastrar terá o título eleitoral cancelado. Ao comparecer a um posto eleitoral no dia do recadastramento, o cidadão deverá levar o título de eleitor, um comprovante de residência e apresentar documento de identidade com fotografia.

Fonte: Correio Braziliense

Cristovam Buarque: ser ou não ser

cristovam buarqueO senador Cristovam Buarque (PDT), o mais bem avaliado postulante ao Palácio do Buriti, mantém a tradição de acadêmico: discursa insinuando que pode vir a ser candidato ao governo do DF e, ao mesmo tempo, deixa lacunas de que deseja negociar com Agnelo. O experiente senador sabe que dificilmente haverá união em torno de um bloco de esquerda, forte suficientemente, que faça frente ao poder de fogo eleitoral da base de Agenlo. No íntimo, o PDT quer é ampliar o espaço, principalmente se a vaga de senador for oferecida ao deputado Antônio Reguffe. Cristovam já percebeu que o rasto de onça que o deputado federal Geraldo Magela (PT) deixou na semana passada, era uma forma de chamar a atenção para a vaga de senador. Agnelo nunca daria este maná a um petista. Ele segura o espaço para alguém fora da sua base de sustentação para negociar. E é exatamente isso que Magela deseja: negociar.

Geraldo Magela, assim como o governador, sabe que o PT não tem como ficar com duas vagas majoritárias. Portanto a intenção é esticar a corda e trazer os interessados para conversar, principalmente o senador Gim Argello (PTB). Esta conversa de que “os petistas não aceitam Gim na chapa de Agnelo” é pura força de retórica. Seria o sujo falando do mal lavado. O PT não tem moral para dar lições de ética e comportamento republicano a nenhum político.

Voltando ao senador Cristovam. Ninguém aposta uma nota de dois reais que ele leve este debate de oposição muito longe. “Cristovam não vai rifar o senador Rollemberg. Os dois têm um acordo de ir até o fim fustigando Agnelo. Depois, as pesquisas de intenção de voto vão determinar quem será o candidato ao governo, mas até isso soa impossível. Seria estranho um candidato ao governo, no caso Cristovam, segurar duas vagas majoritárias. A de governo e a outra para o Senado que seria para Reguffe. Enquanto isso, o senador faz teatro shakespeareano: ser ou não ser candidato.

Fonte: Jornal Opção

Todos querem apoio de José Roberto Arruda para enfrentar máquina estatal

jose-roberto-arrudaA romaria de políticos que têm procurado o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido) re­centemente aumentou consideravelmente. Depois que vazou a informação de que gostaria de ser candidato, mas correria o risco de ter sua vida — e da família — devastada, Arruda não tem tido sossego.

Uma fonte contou ao Jornal Opção na sexta-feira, 22, que quatro personagens importantes no cenário político do DF pediram bênçãos do ex-governador. Ou seja, apoio para enfrentar Agnelo.

Fonte: Jornal Opção

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