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PL propõe escala 4×3 como alternativa à PEC que altera jornada 6×1


Da redação

O deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, afirmou na noite desta terça-feira, 26, que o partido apresentará um destaque para incluir a escala 4×3 na análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1. A votação está prevista para esta quarta-feira, 27, na Câmara dos Deputados.

Segundo Cavalcante, o objetivo do destaque é possibilitar que os deputados decidam, durante a votação da PEC, sobre a adoção do regime de trabalho 4×3. Esse formato propõe que o trabalhador cumpra quatro dias de trabalho seguidos por três dias de folga, alternativa à escala 6×1, que prevê um dia de folga a cada seis dias trabalhados.

A iniciativa do PL ocorre em meio ao debate sobre mudanças nas jornadas de trabalho regulamentadas. A proposta de fim da escala 6×1 integra a PEC que reduz o tempo semanal de trabalho, medida considerada de impacto para diversos setores. O partido avalia que a escala 4×3 pode oferecer mais flexibilidade para empregadores e trabalhadores.

O líder do PL destacou que a inclusão do destaque promoverá, segundo ele, maior debate ao tema. “Queremos garantir que todas as alternativas sejam apreciadas pelo plenário”, declarou Cavalcante. Parlamentares de outras legendas ainda não se manifestaram oficialmente sobre a proposta de destaque apresentada pela bancada do PL.

A expectativa é que, durante a apreciação da PEC nesta quarta-feira, haja discussão tanto sobre a jornada semanal quanto sobre o formato das escalas adotadas em diferentes categorias profissionais. O resultado da votação poderá alterar regras históricas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A escala 6×1, prevista atualmente na legislação trabalhista, exige que o empregado trabalhe seis dias consecutivos com um de descanso, enquanto a proposta de escala 4×3 sugere quatro dias de trabalho seguidos por três de folga. Alterações nesse modelo poderão afetar milhões de trabalhadores em todo o país.

Moradores de Vicente Pires cobram votação de projeto sobre preço de imóveis na CLDF


Da redação

Manifestantes ocuparam a galeria da Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta quarta-feira, reivindicando a votação de projetos parados por falta de quórum. Entre os temas em pauta, moradores de Vicente Pires cobraram a apreciação do Projeto de Lei nº 2.257/2026, que trata de critérios para regularização fundiária no DF.

Representantes da Associação de Moradores de Vicente Pires solicitaram “regularização justa”, defendendo que os lotes sejam vendidos apenas pelo valor de terra nua, sem considerar construções já existentes. Segundo eles, a proposta beneficiaria milhares de famílias da região aguardando solução para o impasse fundiário.

Além desse tema, integrantes do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do DF (Sindireta-DF) também participaram do ato. O grupo pressionou pela votação do Projeto de Emenda à Lei Orgânica nº 20, que pretende reconhecer oficialmente a carreira de Políticas Públicas e Gestão Governamental como típica de Estado.

Segundo os representantes sindicais, a consolidação asseguraria funções já desempenhadas em áreas como planejamento governamental, formulação de políticas públicas, modernização administrativa e transformação digital. O objetivo é formalizar o papel estratégico da categoria no serviço público do Distrito Federal.

Na mesma sessão, foi noticiado o encaminhamento ao Tribunal de Contas do DF de uma representação solicitando suspensão do contrato, firmado pela Secretaria de Educação, com a empresa HD Empreendimentos. O documento aponta problemas de qualidade em kits de copos, pratos e talheres, além de possível conflito de interesses envolvendo relação pessoal entre servidora e sócio da empresa.

A Secretaria de Educação informou que a servidora responsável pediu dispensa da fiscalização do contrato e exoneração do cargo em 16 de maio. Em seguida, solicitou auditoria integral sobre os atos relacionados ao contrato. A pasta determinou a suspensão de pagamentos e consulta às 461 escolas beneficiadas acerca do uso e eventuais problemas com os utensílios adquiridos.

Alcolumbre instala CPI da Adultização e adia análise sobre Banco Master


Da redação

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta terça-feira, 26, a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar crimes sexuais contra menores, conhecida como CPI da Adultização, priorizando o tema na agenda legislativa do Senado, em Brasília.

A confirmação da CPI ocorreu em meio a expectativas sobre outros temas em debate na Casa. Segundo declarações de Alcolumbre, a instalação da comissão voltada à proteção de menores se tornou urgente diante do aumento de casos que preocupam autoridades e a sociedade civil.

Enquanto isso, a pauta envolvendo pedidos de investigação relacionados ao Banco Master permanece sem definição. Esse assunto movimenta os bastidores do Senado, gerando debates entre membros da base governista e da oposição, que apresentam posicionamentos distintos em relação ao encaminhamento das solicitações.

Parlamentares ligados à oposição cobram respostas rápidas sobre a situação do Banco Master. No entanto, Alcolumbre não definiu datas para tratar do tema, limitando-se a afirmar que a prioridade atual recai sobre investigações voltadas à proteção dos direitos de crianças e adolescentes.

As discussões sobre a CPI da Adultização receberam amplo apoio de entidades de direitos humanos, que defendem a apuração rigorosa de crimes sexuais contra menores. Alcolumbre destacou que “tudo aquilo que envolve o interesse e a proteção da infância exige atenção especial do Parlamento”.

A iniciativa de instalar a CPI da Adultização ocorre em um contexto de diversos pedidos acumulados de CPIs no Senado. A decisão de Alcolumbre de priorizar este tema, enquanto adia o debate sobre as investigações do Banco Master, reflete a atual divisão entre governistas e oposicionistas a respeito da ordem da pauta no Legislativo.

Fazenda e governo do DF firmam acordo para viabilizar crédito de R$ 5 bilhões ao BRB


Da redação

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta terça-feira acordo com o governo do Distrito Federal para viabilizar operação de empréstimo de até R$ 5 bilhões ao BRB. A medida foi discutida em conciliação no Supremo Tribunal Federal, com objetivo de cobrir déficit causado por operações com o Banco Master.

Durigan e a governadora do DF, Celina Leão, participaram da reunião conduzida pelo ministro Luís Fux. O GDF ingressou com ação na Corte solicitando flexibilização de regra do Tesouro Nacional, que hoje impede o aval da União para crédito ao BRB devido ao enquadramento do DF no Plano de Ajuste Fiscal. Durigan afirmou que haverá flexibilização da regra.

A proposta atual prevê empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos ao DF, sem participação da União, contando com apoio de bancos públicos e privados. Como garantia, o DF oferece receitas do Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios. O governo local enfrenta impedimento para receber o aval da União, pois tem nota baixa no Capag do Tesouro.

Segundo Durigan, a União não oferecerá garantia ao empréstimo, mas se comprometeu a viabilizar, caso haja autorização judicial, limite superior ao teto vigente para que a operação ocorra. O teto atual, estipulado pelo Programa de Ajuste Fiscal, é de R$ 961 milhões, mas a resolução do Senado pode permitir até R$ 5 bilhões, respeitando o limite de 16% da receita líquida anual.

A negociação estava paralisada devido à falta de garantias firmes oferecidas pelo DF. O FGC, abalado financeiramente pela crise do Master, exige cautela. O governo de Celina Leão propôs o fluxo total dos fundos constitucionais como contragarantia, enquanto a União pode operacionalizar o bloqueio desses recursos, apesar de questionamentos sobre a constitucionalidade da medida.

O termo da audiência também prevê que eventuais devoluções relativas a atos ilícitos ligados à crise do Banco Master sejam “prioritariamente” usadas para quitar o novo empréstimo. O pedido original do DF era de R$ 6,6 bilhões ao FGC, mas a operação poderá ser fechada em torno de R$ 5 bilhões segundo os critérios negociados.

Caixa divulga números sorteados e prêmio da Mega-Sena no concurso 3011


Da redação

A Caixa Econômica Federal emitiu um comunicado neste domingo, 26, direcionado aos apostadores da Mega-Sena referente ao concurso 3011, realizado em todo o Brasil, para informar sobre o resultado do sorteio e a destinação do prêmio estimado em R$ 6 milhões.

O sorteio do concurso 3011 da Mega-Sena ocorreu no sábado, 25, e teve ampla participação em diversas regiões do país. Os jogadores aguardavam o anúncio oficial sobre os números sorteados e sobre possíveis vencedores, devido ao valor significativo do prêmio acumulado.

Segundo a Caixa, os números extraídos na noite do sorteio foram divulgados conforme o procedimento habitual da loteria. A instituição reforçou que a divulgação dos resultados é feita de forma transparente e que os ganhadores, se houver, deverão seguir os protocolos oficiais para recebimento do prêmio.

Em nota, a Caixa Econômica Federal ressaltou a importância dos apostadores consultarem apenas os canais oficiais da instituição para conferir os resultados e evitar eventuais informações incorretas. “Reforçamos que todos os resultados oficiais da Mega-Sena estão disponíveis no nosso site e em nossas agências”, disse a Caixa.

A empresa também destacou que os prêmios prescrevem em até 90 dias após a data do sorteio, sendo fundamental que possíveis vencedores apresentem o bilhete original dentro do prazo estabelecido. Apesar da expectativa gerada em torno do sorteio, não há confirmação, até o momento, sobre a existência de ganhadores do prêmio principal.

A Mega-Sena é uma das principais loterias do Brasil e realiza sorteios regulares todas as semanas. O concurso 3011 representou mais uma oportunidade para milhões de brasileiros tentarem a sorte, com um prêmio expressivo que movimentou filas nas lotéricas por todo o país nos dias anteriores ao sorteio.

Sugestões de nomes compostos inspirados em personagens de novelas brasileiras


Da redação

Listas de nomes compostos que remetem ao universo das novelas brasileiras têm ganhado destaque em buscas por opções para bebês. A tendência se espalhou em maio de 2026, especialmente entre futuros pais que procuram nomes com apelo afetivo e sonoridade marcante.

Nas sugestões femininas, surgem combinações como Maria Clara, Ana Júlia, Laura Beatriz e Helena Gabriela. Esses nomes compõem uma seleção influenciada por personagens marcantes de tramas televisivas, frequentemente associados a histórias de emoção ou destaque cultural no país.

Entre os nomes masculinos, as opções mais citadas incluem João Pedro, Lucas Gabriel, Pedro Henrique e Miguel Ângelo. A preferência por nomes compostos, segundo especialistas, promove harmonia e singularidade, além de oferecer diferentes possibilidades de uso no cotidiano.

A tradição de escolher nomes inspirados em personagens de produções televisivas se consolida a cada nova geração. Pais alegam buscar inspiração em novelas tanto pela musicalidade dos nomes quanto pelo vínculo emocional criado por personagens admirados ou lembrados de forma positiva.

Especialistas em cultura brasileira observam que a influência das novelas no processo de escolha de nomes vem de longa data no Brasil. Além do aspecto sonoro, muitos pais apontam que os nomes compostos remetem à afetividade e à tradição familiar, elementos valorizados no contexto nacional.

De acordo com registros recentes, as novelas permanecem como referência importante na cultura popular, impactando tendências de escolha de nomes desde o final do século passado. A busca por ideias que transmitam familiaridade e identidade reflete o papel central desses personagens no imaginário coletivo brasileiro.

Hospital de Base ultrapassa 11,5 mil atendimentos ortopédicos entre janeiro e abril


Da redação

O Hospital de Base do Distrito Federal, referência em ortopedia e traumatologia para casos de média e alta complexidade, registrou 2.943 cirurgias ortopédicas e mais de 30 mil atendimentos de urgência e emergência na especialidade em 2025. Entre janeiro e abril deste ano, foram realizados 850 procedimentos cirúrgicos e mais de 11,5 mil atendimentos.

A unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), recebe pacientes regulados de diversas regiões do DF e Entorno. Segundo Laércio Scalco, chefe do serviço de Ortopedia do hospital, a operação ocorre acima da capacidade originalmente planejada, devido ao perfil dos casos encaminhados.

Laércio Scalco explicou que o hospital é referência para traumas graves e procedimentos de alta complexidade, recebendo principalmente vítimas de acidentes de trânsito, quedas e fraturas complexas. Segundo ele, “isso gera uma procura muito elevada e dinâmica”. Mesmo assim, o hospital mantém o fluxo contínuo de cirurgias, com esforços para otimizar o uso de salas cirúrgicas e internações.

Em 2025, o hospital registrou mais de 2,6 mil internações ortopédicas, com média de sete dias de permanência para casos de traumatologia. A maioria dos pacientes tem entre 30 e 69 anos, sendo principalmente vítimas de fraturas e traumas graves. Os dados também mostram crescimento contínuo da demanda pela especialidade.

O diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Edson Gonçalves, afirmou que a ortopedia representa uma das maiores demandas da rede pública. “Estamos falando de uma especialidade que funciona sem interrupção. Ainda assim, a unidade mantém elevada capacidade assistencial, com monitoramento diário das cirurgias e dos leitos para garantir segurança e continuidade do cuidado”, disse.

O hospital oferece também acompanhamento ambulatorial, reabilitação e monitoramento pós-operatório dos pacientes ortopédicos. Entre os atendidos, está o aposentado Manuel da Silva, de 69 anos, que passou por cirurgia de quadril no sábado (23) após 16 anos de dores, elogiando o atendimento e esperando retomar sua rotina.

Zema admite possibilidade de aliança com Caiado para eleição presidencial de 2026


Da redação

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta terça-feira, 26, em São Paulo, que uma aliança com o também ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), está sendo considerada para as eleições presidenciais de 2026, destacando a afinidade política entre os dois como um dos motivos da possível parceria.

Durante evento com investidores, Zema declarou que enxerga proximidade em suas ideias e valores com Caiado. Ele destacou que ambos têm trajetórias públicas voltadas para a gestão fiscal e ressaltou a possibilidade de união visando a corrida presidencial. A hipótese foi cogitada abertamente durante sua participação.

O ex-governador mineiro afirmou: “Eu gosto dele.” A fala reproduziu o clima de interesse mútuo e colaboração, observado entre os dois ex-gestores estaduais em ocasiões anteriores. O encontro com investidores foi ocasião oportuna para temas ligados à sucessão presidencial virem à tona, reforçando especulações sobre possíveis chapas.

Questionado sobre confirmar uma chapa conjunta, Zema preferiu não cravar, mas apontou que os dois mantêm diálogo constante. Ele reiterou que qualquer definição acontecerá conforme o cenário eleitoral avance, e reforçou que as conversas não envolvem apenas Caiado, mas também outros nomes com atuação nacional.

A admissão da proximidade surge em um contexto político de rearranjos e alianças visando 2026. Zema vem sendo apontado por integrantes de seu partido e analistas como possível nome da chamada terceira via para a próxima disputa ao Planalto. Caiado, por sua vez, também desponta como pré-candidato dentro de seu partido.

Romeu Zema, empresário e político filiado ao Novo, governou Minas Gerais entre 2019 e 2022. Ronaldo Caiado exerceu o mandato de governador de Goiás entre 2019 e 2023. Ambos deixaram o cargo recentemente e mantêm forte atuação no debate nacional, com agendas focadas em gestão e economia.

Polícia Federal realiza nova fase da Operação Sem Desconto contra fraudes no INSS


Da redação

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 27, uma nova fase da Operação Sem Desconto. A ação ocorre em diferentes estados do Brasil para investigar um suposto esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões, segundo informações das autoridades. A operação busca coibir prejuízos a beneficiários do INSS.

Segundo a Polícia Federal, 31 mandados de busca e apreensão foram expedidos. As ações contam com apoio da Controladoria-Geral da União e têm como objetivo reunir provas e aprofundar a apuração sobre os descontos irregulares registrados em benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social.

Além das buscas, oito medidas cautelares de monitoramento eletrônico também foram autorizadas pela Justiça. As autoridades informaram que outras medidas constritivas estão em andamento, a fim de assegurar a recuperação de valores e impedir a continuidade das condutas investigadas durante o processo.

De acordo com a investigação, o esquema realizava descontos em benefícios previdenciários de forma não autorizada pelos titulares. A suspeita é que entidades associativas estariam registrando cobranças sem consentimento dos aposentados e pensionistas atingidos em diferentes estados do país.

O objetivo da operação é salvaguardar os direitos dos beneficiários do INSS e garantir que os descontos ocorram apenas com autorização expressa do titular, conforme previsto em lei. As autoridades afirmam que as investigações seguem em sigilo para não comprometer o andamento das apurações.

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União também buscam identificar todos os envolvidos e o valor total dos prejuízos causados aos beneficiários. As fases anteriores da Operação Sem Desconto já tinham apontado indícios de fraudes semelhantes em descontos irregulares em benefícios previdenciários.

Começam audiências de instrução de técnicos acusados por mortes em hospital no DF


Da redação

As audiências de instrução dos técnicos de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, acusados por homicídio qualificado após a morte de três pacientes, começam nesta quarta-feira, dia 27, no Tribunal do Júri de Taguatinga, no Distrito Federal, conforme decisão judicial.

Segundo o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, as sessões estão marcadas para quarta-feira (27), sexta-feira (29) e segunda-feira (1), sempre às 14h. Nesses encontros, serão ouvidas testemunhas indicadas pelas partes e, ao final, poderá ocorrer o interrogatório dos réus. A defesa dos acusados ainda não se manifestou publicamente.

As mortes sob investigação ocorreram entre novembro e dezembro de 2025 em um hospital privado de Taguatinga. As vítimas são João Clemente Pereira, de 63 anos, Miranilde Pereira da Silva, de 75, e Marcos Moreira, de 33 anos, falecidos em um intervalo de aproximadamente duas semanas. Suspeitas surgiram após pioras súbitas, e um comitê interno investigativo foi criado pelo próprio hospital.

De acordo com a Polícia Civil, Marcos Vinícius teria acessado o sistema de prescrição de medicamentos com a senha de um médico, prescrito substâncias em dosagens consideradas letais e, após buscar os fármacos, as administrava nos pacientes. Uma das vítimas, uma idosa de 75 anos, teria recebido desinfetante injetado mais de dez vezes, segundo relatos das autoridades.

A investigação aponta ainda que, para não levantar suspeitas, os procedimentos de recuperação, como manobras de massagem cardíaca, eram simulados após a administração dos medicamentos. Amanda Rodrigues e Marcela Camilly, conforme apurado, observavam a entrada para evitar que outros profissionais notassem a ação.

A Operação Anúbis foi deflagrada pela Polícia Civil em 11 de janeiro, após a identificação dos suspeitos pelo hospital e análise de imagens do circuito interno. Os três técnicos inicialmente negaram as acusações, mas confessaram durante os interrogatórios, quando confrontados com registros das câmeras de monitoramento e outras evidências colhidas pela investigação.

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