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Mãe, irmã e filho de Deolane Bezerra são investigados por lavagem de dinheiro


Da redação

A Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito que investiga a influenciadora e advogada Deolane Bezerra por suposto envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Deolane está presa desde 21 de maio, após operação realizada na capital paulista, segundo informações oficiais.

O relatório policial aponta Deolane como peça central da investigação, detalhando uma estrutura financeira familiar sob suspeita. Conforme apurado, o documento cita empresas vinculadas às irmãs da influenciadora, Dayanne Bezerra e Solange Bezerra, que também são mencionadas como parte do núcleo investigado.

Além de Deolane, o inquérito inclui o filho da advogada, Giliard Vidal dos Santos, como um dos investigados e alvo da operação policial. O relatório destaca que, após a prisão da influenciadora, o foco das apurações se ampliou para abranger outros membros da família, incluindo mãe e irmãs.

Segundo a Polícia Civil, a investigação busca esclarecer a possível ligação entre as atividades empresariais da família e o esquema de lavagem de dinheiro atribuído ao PCC. O relatório descreve movimentações financeiras consideradas atípicas, que teriam motivado a ampliação do escopo das investigações.

Até o momento, não há decisão judicial transitada em julgado sobre o caso. Todos os citados são investigados e não há confirmação oficial de envolvimento em crimes. As autoridades seguem analisando documentos e depoimentos para aprofundar as apurações sobre a suposta estrutura financeira familiar.

Deolane Bezerra, conhecida por sua atuação nas redes sociais, permanece detida desde 21 de maio. O caso segue em andamento, com a Polícia Civil de São Paulo responsável pela condução das investigações e pela coleta de novas informações relacionadas ao inquérito.

Ministro diz que Bolsa Família permitiu saída de 5,1 milhões de famílias da pobreza


Da redação

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou nesta quarta-feira, 27, que 5,1 milhões de beneficiários deixaram o Bolsa Família desde 2023 após elevação da renda familiar. A declaração ocorreu em Brasília durante o programa Bom Dia, Ministro, para rebater críticas sobre a permanência prolongada no benefício.

Segundo Wellington Dias, a saída dessas famílias representa aproximadamente 15 milhões de pessoas. “Só de 2023 para cá, 5,1 milhões de famílias saíram da pobreza. Saíram do Bolsa Família porque passaram a trabalhar”, declarou. O ministro disse ainda que essa informação desmente a ideia de que os beneficiários pretendem permanecer indefinidamente no programa.

A fala de Dias responde a declarações recentes do apresentador de TV Luciano Huck, que sugeriu que parte dos beneficiários busca se manter no programa “eternamente”. O ministro associou essa percepção a preconceitos enraizados na sociedade. “É preciso aproveitar fatos como esse para que a gente enterre de vez o preconceito que se tem com relação aos mais pobres”, afirmou.

Dias também relatou que Luciano Huck “veio a público se desculpar” e ressaltou mudanças no perfil dos beneficiários. “Infelizmente isso ainda está muito entranhado. Sou de uma geração em que as pessoas trabalhavam em troca de um prato de comida”, relembrou, destacando o avanço social proporcionado pelo Bolsa Família.

O ministro citou estudos para embasar a eficácia do programa. Segundo levantamento da FGV com o Banco Mundial, cerca de 70% da primeira geração de beneficiários — aproximadamente 20 milhões de pessoas — ultrapassaram a linha da pobreza, principalmente devido à educação. Também mencionou a ascensão social de mais de 6 milhões de brasileiros desde a criação do programa.

Dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) apontam que o Brasil atingiu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,805, sendo considerado de “muito alto desenvolvimento”. Segundo Dias, o Bolsa Família é identificado como principal base para esse resultado. O valor médio do benefício é de cerca de R$ 700 mensais.

Bolívia revoga Lei 1341 e amplia poderes do presidente no estado de exceção


Da redação

O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, promulgou nesta quarta-feira, 27, a revogação da Lei 1341, que restringia os poderes do Executivo para decretar estado de exceção. A medida veio após aprovação pela Câmara dos Deputados na noite de terça, 26, em meio a uma onda de protestos em diversas regiões do país.

A revogação da legislação, já aprovada pelo Senado no domingo, 24, amplia a possibilidade de uso do estado de exceção pelo governo para tentar conter bloqueios de rodovias feitos por manifestantes. Esses bloqueios, segundo o governo, provocam desabastecimento de combustíveis, alimentos e medicamentos em diferentes cidades bolivianas.

Há quase quatro semanas, o país enfrenta protestos que pedem a renúncia de Rodrigo Paz. As manifestações reúnem camponeses, indígenas, professores e mineiros, entre outros grupos. Pressionado, o presidente também enfrenta demandas de setores empresariais e de direita para endurecer a resposta contra os protestos.

Especialistas, como o professor Clayton Cunha Filho, da UFC, apontam que a revogação da Lei 1341 aumenta a margem de manobra do Executivo. Segundo ele, até então a lei dava ao Legislativo mais poder de controle sobre o estado de exceção, podendo inclusive barrar ou suspender o decreto presidencial.

O deputado Roberto Júlio Castro Salazar, autor do projeto de revogação, afirma que a Lei 1341 enfraquecia a capacidade do governo de manter a ordem. Ele defende que a Constituição boliviana, em seu artigo 137, já disciplina de forma adequada o uso do estado de exceção, estipulando que a decisão presidencial exige aprovação parlamentar em até 72 horas.

A Lei 1341 havia sido criada em 2020, quando o MAS tinha maioria no parlamento, após protestos e a saída de Evo Morales do país. Jeanine Áñez assumiu, adiou as eleições e enfrentou protestos, sendo posteriormente presa. A onda atual de manifestações envolve críticas à retirada de subsídio à gasolina e denúncias sobre leis fundiárias.

Koeman convoca Holanda para Copa do Mundo e Memphis Depay vai ao terceiro Mundial


Da redação

A seleção da Holanda anunciou nesta quarta-feira os 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. Memphis Depay, atacante do Corinthians, foi confirmado pelo técnico Ronald Koeman e disputará sua terceira edição do torneio, após participação em 2014 e 2022.

Depay retorna à equipe nacional após se recuperar de uma lesão muscular no músculo anterior da coxa direita, sofrida em 22 de março durante partida entre Corinthians e Flamengo pelo Campeonato Brasileiro. Além disso, durante o processo de recuperação, o jogador também enfrentou dores na perna esquerda, o que atrasou o seu retorno aos gramados.

O atacante voltou a atuar no último domingo, na vitória do Corinthians sobre o Atlético-MG por 1 a 0, desempenho que foi considerado suficiente pela comissão técnica holandesa. Mesmo com período afastado, Memphis teve presença confirmada entre os convocados e deve atuar na partida contra o Platense, nesta quarta-feira, antes de se apresentar à seleção.

Segundo o levantamento mais recente, a Holanda aposta em uma mescla de experiência e juventude, permanecendo no elenco nomes como Virgil van Dijk, Frenkie de Jong e Denzel Dumfries, além do próprio Depay, que vestirá novamente a camisa 10. Ronald Koeman mantém a base da equipe que chegou à semifinal da Eurocopa de 2024.

O país europeu tenta conquistar pela primeira vez o título mundial, após três vices na história. Na edição de 2022, a seleção foi eliminada pela Argentina nas quartas de final, após disputa de pênaltis. O principal resultado do atual ciclo foi chegar à semifinal continental.

A Holanda integra o Grupo F, ao lado de Japão, Suécia e Tunísia, e estreia no dia 14 de junho, às 17h, enfrentando os japoneses. O grupo cruza com a chave do Brasil no primeiro mata-mata, possibilitando um confronto entre as seleções já nas oitavas de final. A final do torneio será em 19 de julho, no MetLife Stadium, em New Jersey.

Valparaíso Rodeio Show recebe Murilo Huff, Panda e Jiraya Uai em junho

Da redação do Conectado ao Poder

Evento traz música sertaneja, provas de montaria e movimenta comércio local na temporada de festas juninas

Murilo Huff, Panda e Jiraya Uai são as atrações principais do Valparaíso Rodeio Show, que acontece entre os dias 12 e 14 de junho em Valparaíso de Goiás. O evento, voltado aos fãs da cultura sertaneja, vai reunir shows, montarias e programação típica de festas de rodeio, conforme divulgado pela organização local.

A festa promete movimentar o município e atrair moradores da região do Entorno, assim como visitantes vindos do Distrito Federal. Combinando grandes nomes da música sertaneja, eletrônica e toda a tradição das festas juninas, a expectativa é de lotação durante os três dias de festividades.

Além das apresentações musicais, o público poderá acompanhar as tradicionais provas de montaria, que costumam concentrar grande torcida nas arquibancadas. Segundo os organizadores, “o clima de rodeio já começou e a cidade está sendo preparada para receber o público de braços abertos”.

Os detalhes da programação e informações sobre ingressos devem ser anunciados em breve nas redes sociais do evento. A organização do Valparaíso Rodeio Show recomenda que o público se prepare para festa, com o convite: “Separe o chapéu, prepare a bota e reúna os amigos para curtir a melhor festa da região”.

O comércio local, especialmente bares e restaurantes, se prepara para atender à demanda extra. Em anos anteriores, as festas sertanejas e o clima junino costumaram impulsionar as vendas e aumentar o fluxo de clientes em estabelecimentos próximos ao local do evento.

O Valparaíso Rodeio Show reforça a tradição das festas juninas no município e passa a integrar o calendário cultural da cidade. De acordo com informações divulgadas até o momento, o evento deve reunir públicos variados e proporcionar uma experiência marcada pela mistura de estilos e diversão.

PL propõe escala 4×3 como alternativa à PEC que altera jornada 6×1


Da redação

O deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, afirmou na noite desta terça-feira, 26, que o partido apresentará um destaque para incluir a escala 4×3 na análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1. A votação está prevista para esta quarta-feira, 27, na Câmara dos Deputados.

Segundo Cavalcante, o objetivo do destaque é possibilitar que os deputados decidam, durante a votação da PEC, sobre a adoção do regime de trabalho 4×3. Esse formato propõe que o trabalhador cumpra quatro dias de trabalho seguidos por três dias de folga, alternativa à escala 6×1, que prevê um dia de folga a cada seis dias trabalhados.

A iniciativa do PL ocorre em meio ao debate sobre mudanças nas jornadas de trabalho regulamentadas. A proposta de fim da escala 6×1 integra a PEC que reduz o tempo semanal de trabalho, medida considerada de impacto para diversos setores. O partido avalia que a escala 4×3 pode oferecer mais flexibilidade para empregadores e trabalhadores.

O líder do PL destacou que a inclusão do destaque promoverá, segundo ele, maior debate ao tema. “Queremos garantir que todas as alternativas sejam apreciadas pelo plenário”, declarou Cavalcante. Parlamentares de outras legendas ainda não se manifestaram oficialmente sobre a proposta de destaque apresentada pela bancada do PL.

A expectativa é que, durante a apreciação da PEC nesta quarta-feira, haja discussão tanto sobre a jornada semanal quanto sobre o formato das escalas adotadas em diferentes categorias profissionais. O resultado da votação poderá alterar regras históricas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A escala 6×1, prevista atualmente na legislação trabalhista, exige que o empregado trabalhe seis dias consecutivos com um de descanso, enquanto a proposta de escala 4×3 sugere quatro dias de trabalho seguidos por três de folga. Alterações nesse modelo poderão afetar milhões de trabalhadores em todo o país.

Moradores de Vicente Pires cobram votação de projeto sobre preço de imóveis na CLDF


Da redação

Manifestantes ocuparam a galeria da Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta quarta-feira, reivindicando a votação de projetos parados por falta de quórum. Entre os temas em pauta, moradores de Vicente Pires cobraram a apreciação do Projeto de Lei nº 2.257/2026, que trata de critérios para regularização fundiária no DF.

Representantes da Associação de Moradores de Vicente Pires solicitaram “regularização justa”, defendendo que os lotes sejam vendidos apenas pelo valor de terra nua, sem considerar construções já existentes. Segundo eles, a proposta beneficiaria milhares de famílias da região aguardando solução para o impasse fundiário.

Além desse tema, integrantes do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do DF (Sindireta-DF) também participaram do ato. O grupo pressionou pela votação do Projeto de Emenda à Lei Orgânica nº 20, que pretende reconhecer oficialmente a carreira de Políticas Públicas e Gestão Governamental como típica de Estado.

Segundo os representantes sindicais, a consolidação asseguraria funções já desempenhadas em áreas como planejamento governamental, formulação de políticas públicas, modernização administrativa e transformação digital. O objetivo é formalizar o papel estratégico da categoria no serviço público do Distrito Federal.

Na mesma sessão, foi noticiado o encaminhamento ao Tribunal de Contas do DF de uma representação solicitando suspensão do contrato, firmado pela Secretaria de Educação, com a empresa HD Empreendimentos. O documento aponta problemas de qualidade em kits de copos, pratos e talheres, além de possível conflito de interesses envolvendo relação pessoal entre servidora e sócio da empresa.

A Secretaria de Educação informou que a servidora responsável pediu dispensa da fiscalização do contrato e exoneração do cargo em 16 de maio. Em seguida, solicitou auditoria integral sobre os atos relacionados ao contrato. A pasta determinou a suspensão de pagamentos e consulta às 461 escolas beneficiadas acerca do uso e eventuais problemas com os utensílios adquiridos.

Alcolumbre instala CPI da Adultização e adia análise sobre Banco Master


Da redação

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta terça-feira, 26, a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar crimes sexuais contra menores, conhecida como CPI da Adultização, priorizando o tema na agenda legislativa do Senado, em Brasília.

A confirmação da CPI ocorreu em meio a expectativas sobre outros temas em debate na Casa. Segundo declarações de Alcolumbre, a instalação da comissão voltada à proteção de menores se tornou urgente diante do aumento de casos que preocupam autoridades e a sociedade civil.

Enquanto isso, a pauta envolvendo pedidos de investigação relacionados ao Banco Master permanece sem definição. Esse assunto movimenta os bastidores do Senado, gerando debates entre membros da base governista e da oposição, que apresentam posicionamentos distintos em relação ao encaminhamento das solicitações.

Parlamentares ligados à oposição cobram respostas rápidas sobre a situação do Banco Master. No entanto, Alcolumbre não definiu datas para tratar do tema, limitando-se a afirmar que a prioridade atual recai sobre investigações voltadas à proteção dos direitos de crianças e adolescentes.

As discussões sobre a CPI da Adultização receberam amplo apoio de entidades de direitos humanos, que defendem a apuração rigorosa de crimes sexuais contra menores. Alcolumbre destacou que “tudo aquilo que envolve o interesse e a proteção da infância exige atenção especial do Parlamento”.

A iniciativa de instalar a CPI da Adultização ocorre em um contexto de diversos pedidos acumulados de CPIs no Senado. A decisão de Alcolumbre de priorizar este tema, enquanto adia o debate sobre as investigações do Banco Master, reflete a atual divisão entre governistas e oposicionistas a respeito da ordem da pauta no Legislativo.

Fazenda e governo do DF firmam acordo para viabilizar crédito de R$ 5 bilhões ao BRB


Da redação

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta terça-feira acordo com o governo do Distrito Federal para viabilizar operação de empréstimo de até R$ 5 bilhões ao BRB. A medida foi discutida em conciliação no Supremo Tribunal Federal, com objetivo de cobrir déficit causado por operações com o Banco Master.

Durigan e a governadora do DF, Celina Leão, participaram da reunião conduzida pelo ministro Luís Fux. O GDF ingressou com ação na Corte solicitando flexibilização de regra do Tesouro Nacional, que hoje impede o aval da União para crédito ao BRB devido ao enquadramento do DF no Plano de Ajuste Fiscal. Durigan afirmou que haverá flexibilização da regra.

A proposta atual prevê empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos ao DF, sem participação da União, contando com apoio de bancos públicos e privados. Como garantia, o DF oferece receitas do Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios. O governo local enfrenta impedimento para receber o aval da União, pois tem nota baixa no Capag do Tesouro.

Segundo Durigan, a União não oferecerá garantia ao empréstimo, mas se comprometeu a viabilizar, caso haja autorização judicial, limite superior ao teto vigente para que a operação ocorra. O teto atual, estipulado pelo Programa de Ajuste Fiscal, é de R$ 961 milhões, mas a resolução do Senado pode permitir até R$ 5 bilhões, respeitando o limite de 16% da receita líquida anual.

A negociação estava paralisada devido à falta de garantias firmes oferecidas pelo DF. O FGC, abalado financeiramente pela crise do Master, exige cautela. O governo de Celina Leão propôs o fluxo total dos fundos constitucionais como contragarantia, enquanto a União pode operacionalizar o bloqueio desses recursos, apesar de questionamentos sobre a constitucionalidade da medida.

O termo da audiência também prevê que eventuais devoluções relativas a atos ilícitos ligados à crise do Banco Master sejam “prioritariamente” usadas para quitar o novo empréstimo. O pedido original do DF era de R$ 6,6 bilhões ao FGC, mas a operação poderá ser fechada em torno de R$ 5 bilhões segundo os critérios negociados.

Caixa divulga números sorteados e prêmio da Mega-Sena no concurso 3011


Da redação

A Caixa Econômica Federal emitiu um comunicado neste domingo, 26, direcionado aos apostadores da Mega-Sena referente ao concurso 3011, realizado em todo o Brasil, para informar sobre o resultado do sorteio e a destinação do prêmio estimado em R$ 6 milhões.

O sorteio do concurso 3011 da Mega-Sena ocorreu no sábado, 25, e teve ampla participação em diversas regiões do país. Os jogadores aguardavam o anúncio oficial sobre os números sorteados e sobre possíveis vencedores, devido ao valor significativo do prêmio acumulado.

Segundo a Caixa, os números extraídos na noite do sorteio foram divulgados conforme o procedimento habitual da loteria. A instituição reforçou que a divulgação dos resultados é feita de forma transparente e que os ganhadores, se houver, deverão seguir os protocolos oficiais para recebimento do prêmio.

Em nota, a Caixa Econômica Federal ressaltou a importância dos apostadores consultarem apenas os canais oficiais da instituição para conferir os resultados e evitar eventuais informações incorretas. “Reforçamos que todos os resultados oficiais da Mega-Sena estão disponíveis no nosso site e em nossas agências”, disse a Caixa.

A empresa também destacou que os prêmios prescrevem em até 90 dias após a data do sorteio, sendo fundamental que possíveis vencedores apresentem o bilhete original dentro do prazo estabelecido. Apesar da expectativa gerada em torno do sorteio, não há confirmação, até o momento, sobre a existência de ganhadores do prêmio principal.

A Mega-Sena é uma das principais loterias do Brasil e realiza sorteios regulares todas as semanas. O concurso 3011 representou mais uma oportunidade para milhões de brasileiros tentarem a sorte, com um prêmio expressivo que movimentou filas nas lotéricas por todo o país nos dias anteriores ao sorteio.

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