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Brasil mantém silêncio diante de ações de contraterrorismo no Equador em 2026


Da redação

Em março de 2026, autoridades do Equador prenderam e deportaram Sheij Mohammad, diretor do Centro Cultural Equatoriano-Iraniano em Quito. A ação ocorreu na capital do país sul-americano e chamou atenção nacional e internacional devido à repercussão do caso, que circulou amplamente nas redes sociais da região.

As imagens do momento da detenção mostram Sheij Mohammad sendo escoltado por agentes da Polícia Nacional. Segundo o testemunhado, sua aparência era serena e discreta, contrastando com a gravidade da operação policial registrada. A exposição das fotos gerou debates sobre a atuação do Estado em casos considerados sensíveis.

De acordo com informações do Centro Nacional de Inteligência equatoriano, Sheij Mohammad é investigado por possíveis vínculos com organizações iranianas e atuações consideradas de risco à segurança do país. Entretanto, as autoridades não detalharam publicamente as provas coletadas ou eventuais conexões concretas identificadas durante as apurações.

A prisão provocou uma série de reações em organismos e comunidades internacionais, especialmente entre países latino-americanos, diante do envolvimento do diretor de um centro cultural estrangeiro. No entanto, o governo brasileiro evitou comentar oficialmente o caso até o momento, mantendo discreto o posicionamento diante dos desdobramentos.

Especialistas em relações internacionais analisam que episódios como o ocorrido em Quito reacendem discussões sobre políticas de contraterrorismo na região, além de levantar questionamentos sobre a cooperação entre os países sul-americanos em temas de inteligência e defesa. Por ora, os órgãos responsáveis pelo monitoramento dizem acompanhar o caso com atenção.

O Centro Cultural Equatoriano-Iraniano, dirigido por Sheij Mohammad até sua deportação, mantém atividades culturais e educativas desde sua fundação em Quito. O histórico da instituição, assim como eventuais relações com entidades do Irã, passou a ser investigado após a operação policial deflagrada em março.

Ciro Gomes diz que pode não disputar Presidência e decide até maio


Da redação

O ex-ministro Ciro Gomes afirmou neste sábado, 25, que irá decidir até a primeira quinzena de maio se será candidato à Presidência da República ou ao governo do Ceará nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante evento do PSDB realizado em São Paulo.

Ciro participou da sua primeira agenda pública após receber convite formal do PSDB para liderar a chapa presidencial do partido. O ex-ministro destacou a importância do prazo para tomar uma decisão, ressaltando que ainda está avaliando as possibilidades políticas para os próximos anos.

Durante o evento, Ciro afirmou: “Se eu tivesse juízo, não disputaria mais a Presidência.” A fala indica reflexão sobre nova candidatura ao Planalto, considerando que já participou de outras eleições presidenciais em ciclos anteriores.

Questionado sobre o futuro político, Ciro disse que está analisando cuidadosamente os cenários disponíveis. Segundo ele, a resposta definitiva será apresentada até meados de maio, prazo que considera suficiente para dialogar com aliados e avaliar o ambiente partidário no PSDB, legenda da qual recebeu convite.

O ex-ministro salientou que ainda não há definição sobre qual cargo irá disputar em 2026, frisando que considera as alternativas tanto à Presidência como ao governo do Ceará. As tratativas políticas devem se intensificar nas próximas semanas, à medida que se aproxima o prazo definido.

Ciro Gomes já foi candidato à Presidência da República em outras ocasiões e também ocupou o cargo de governador do Ceará entre 1991 e 1994. No evento, foi a principal liderança presente, indicando protagonismo nas discussões sobre o futuro eleitoral do partido.

Daniel Vilela propõe que agressores de mulheres em Goiás paguem tornozeleira eletrônica


Da redação

O governador Daniel Vilela encaminhou à Assembleia Legislativa de Goiás, nesta quinta-feira (23), um projeto de lei que prevê o pagamento, por agressores de mulheres, pelo uso de tornozeleiras eletrônicas. A proposta visa transferir aos acusados o custo do monitoramento, argumentando que essa medida reforça a responsabilização financeira pela violência.

Segundo Daniel Vilela, a iniciativa busca ampliar a eficácia do sistema de monitoração eletrônica em casos de violência doméstica e familiar contra mulheres sob medidas protetivas. Ele explicou: “Agora, em Goiás, agressor de mulher vai ter que pagar pelo próprio monitoramento. Além de responder na Justiça, vai sentir também no bolso”.

O projeto do Governo propõe alteração na Lei estadual nº 21.116, de 5 de outubro de 2021, para obrigar agressores a custear integralmente os equipamentos de segurança das vítimas e as próprias tornozeleiras. A ideia é garantir que o Estado deixe de arcar com gastos desses dispositivos nos casos de violência contra mulheres.

Com a proposta, mulheres vítimas de violência doméstica continuarão tendo acesso gratuito aos dispositivos de proteção, assegurando a elas e seus dependentes que não haverá cobrança por parte do Estado em razão de inadimplência do agressor. Já os responsáveis pela agressão responderão financeiramente pelo monitoramento, conforme o projeto.

A medida, segundo o governo estadual, não implica nova despesa pública. Os custos operacionais do sistema são atualmente cobertos pelo Fundo Penitenciário Estadual (Funpes). A expectativa oficial é que a ampliação da base de arrecadação aumente as receitas do fundo, motivada pela obrigatoriedade de ressarcimento pelos ofensores.

Atualmente, cerca de 10 mil tornozeleiras eletrônicas e 625 botões do pânico são administrados pela Polícia Penal de Goiás, com custo mensal de R$ 316,83 por tornozeleira ao Estado. O monitoramento é realizado pela Seção Integrada de Monitoração Eletrônica (Sime), responsável também pela instalação dos dispositivos e acompanhamento em tempo integral.

Justiça da Argentina mantém confisco de bens de Cristina Kirchner por corrupção


Da redação

Um tribunal argentino confirmou nesta sexta-feira, 24 de abril, a decisão de manter o confisco dos bens da ex-presidente Cristina Kirchner, relacionada à condenação por corrupção. A determinação ocorre após sentença que estabeleceu pena de seis anos de prisão contra Kirchner, que atualmente cumpre prisão domiciliar em Buenos Aires.

A Justiça argentina estipulou que Cristina Kirchner e outros envolvidos no caso devem indenizar o Estado em cerca de US$ 500 milhões, valor equivalente a aproximadamente R$ 2,5 bilhões. A defesa recorreu, mas o pedido foi negado pelas instâncias superiores. Parte dos bens teria sido transferida para os filhos da ex-presidente antes do bloqueio judicial.

Em junho de 2023, a Suprema Corte do país manteve a condenação definida em 2022 e declarou a inelegibilidade de Kirchner, impedindo-a de exercer funções públicas. O processo investiga um esquema de fraude em contratos de obras rodoviárias na região da Patagônia, supostamente beneficiando o empresário Lázaro Báez, aliado político.

As investigações do Ministério Público apontam favorecimento a empresas ligadas a Báez, além de suspeitas de direcionamento de contratos, superfaturamento e não conclusão de parte das obras financiadas. Segundo promotores, há indícios de que recursos desviados possam ter retornado ao círculo familiar de Kirchner. Inicialmente, o Ministério Público solicitou 12 anos de prisão, mas a pena final foi fixada em seis anos.

O julgamento teve início em maio de 2019 e examinou as irregularidades ocorridas na província de Santa Cruz, identificada como base política dos Kirchner. Cristina Kirchner, mesmo em prisão domiciliar, atua na liderança do partido peronista Justicialista em Buenos Aires.

Em setembro de 2022, enquanto exercia vice-presidência, Cristina Kirchner foi alvo de atentado no bairro da Recoleta. O brasileiro Fernando André Sabag Montiel foi preso em flagrante após tentar disparar uma pistola contra a política, mas a arma falhou. Em 2023, Montiel foi condenado a 10 anos de prisão.

Padre Reginaldo Manzotti explica interação com fiéis e vida nas redes sociais


Da redação

O padre Reginaldo Manzotti, que soma quase sete milhões de seguidores no Instagram, explicou como utiliza as redes sociais para interagir com fiéis e como lida com a exposição pública. A entrevista foi concedida ao repórter Sérgio Júnior, em Curitiba (PR), nesta semana, para detalhar a relação entre sua vida sacerdotal e a atuação artística.

Durante a conversa, Manzotti relatou que recebe diversas mensagens dos seguidores, mas afirmou que as reações são respeitosas. “Eles reagem, sim, a certas coisas, mas nada que ofenda o meu sacerdócio, nada que ofenda a obra, é tudo muito tranquilo”, declarou o sacerdote, ressaltando o tom amistoso das interações.

O padre destacou que utiliza o Instagram como ferramenta para orientar os fiéis. Ele citou um exemplo recente: “Coloquei agora ‘cuidado, a inveja tem sono leve’, o pessoal reagiu falando: ‘Espera aí, padre, mas eu não posso contar as minhas conquistas?’”. Segundo Manzotti, sua intenção é alertar sobre os riscos da ostentação.

Na explicação, Manzotti afirmou que celebrar conquistas é positivo, mas recomendou cautela. “Não fique contando vantagem da sua vida, a inveja tem sono leve e existe, sim, esse olho gordo. Está em Paulo: ‘Cuidado com a concupiscência da carne e a do olho, o olho deseja’”, orientou, reforçando a importância da discrição.

Questionado se já precisou bloquear ou deixar de seguir alguém nas redes, o padre respondeu que nunca tomou essa atitude. “Eu sigo pouca gente, quem eu sigo é a dedo”, garantiu, indicando critério na escolha dos perfis acompanhados.

Ao abordar a separação entre vida sacerdotal e artística, Manzotti afirmou que não faz distinção. “Eu sou padre em todos os lugares, então não tem que separar. Eu sou padre 24 horas. Eu sou padre que faz programa de rádio, que canta, que conta uma piada, que escuta música… Eu sou padre por inteiro”, concluiu.

Imposto de Renda 2026: regras para deduzir educação, saúde e previdência privada


Da redação

Contribuintes que vão declarar o Imposto de Renda em 2026 precisam observar atentamente as regras para deduções com educação e saúde. As normas variam conforme o tipo de despesa, o que pode impactar diretamente o valor a ser pago. Os limites e formas de comprovação são definidos pela Receita Federal.

Em relação à educação, as deduções podem ser feitas para o próprio contribuinte, dependentes e alimentandos, desde que os gastos estejam enquadrados em ensino infantil, fundamental, médio, superior, pós-graduação, mestrado, doutorado ou cursos técnicos e tecnólogos. Ficam fora do benefício cursos extracurriculares, materiais escolares e aulas de reforço.

O valor dedutível em educação é limitado a R$ 3.561,50 por pessoa ao ano. Gastos com saúde, diferentemente, não possuem teto. Nessas despesas, podem ser incluídos pagamentos a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos e próteses ortopédicas e dentárias, planos de saúde e administradoras de benefícios.

Não são aceitos para dedução gastos com farmácia, acompanhantes hospitalares ou procedimentos estéticos. Para evitar problemas com a fiscalização e a malha fina, especialistas recomendam guardar recibos e notas fiscais por pelo menos cinco anos, além de checar sempre o CPF ou CNPJ do prestador do serviço.

A previdência privada também pode ajudar na redução da base de cálculo do imposto, dependendo do tipo de plano. Conforme explicou o professor Eduardo Linhares, o PGBL permite deduzir até 12% dos rendimentos, com tributação sobre o total no resgate. O VGBL, sem dedução fiscal, tem tributação apenas sobre os rendimentos.

Doações para fundos de apoio a crianças, adolescentes ou idosos podem ser abatidas do imposto devido, com limite entre 6% e 7%. De acordo com o professor Deypson Carvalho, não entram nesse limite repasses a partidos políticos, entidades filantrópicas, parentes ou dízimos religiosos por falta de previsão legal.

Mbappé sofre lesão muscular e preocupa Real Madrid e seleção francesa antes da Copa


Da redação

Kylian Mbappé precisou ser substituído aos 35 minutos do segundo tempo na partida entre Real Madrid e Betis, disputada neste fim de semana em Madrid. O atacante sentiu incômodo muscular na perna esquerda, sendo retirado imediatamente de campo para avaliação médica, situação que preocupa também a seleção francesa.

O episódio ocorreu quando o Real Madrid vencia o Betis por 1 a 0. Após a saída de Mbappé, a equipe sofreu maior pressão e acabou cedendo o empate nos acréscimos, resultado que complicou ainda mais a posição do clube na tabela do Campeonato Espanhol. A situação despertou apreensão tanto no clube quanto na seleção da França.

Segundo informações iniciais da equipe médica do Real Madrid, o jogador apresentou uma sobrecarga no músculo posterior da coxa esquerda. Ainda serão realizados exames detalhados em Madrid para confirmar a extensão da lesão. “Ele sentiu um desconforto e vamos ver nos próximos dias como vai evoluir”, afirmou o técnico Álvaro Arbeloa após a partida.

O Real Madrid chegou a apenas uma vitória nas últimas seis partidas e soma 74 pontos, estando 11 pontos atrás do líder Barcelona e com 12 pontos de vantagem sobre o Villarreal, terceiro colocado. Com essa diferença, existe a possibilidade de Mbappé ser poupado na reta final do campeonato para não agravar a lesão.

Até o momento, não há indicação de que o problema físico vá impedir Mbappé de participar da Copa do Mundo. A estreia da França, atual vice-campeã, está marcada para o dia 16 de junho contra Senegal. Iraque e Noruega completam o grupo dos franceses no torneio internacional.

Os próximos dias serão decisivos para o atacante. O clube adotará cautela até a obtenção dos resultados dos exames e garantiu que qualquer decisão sobre o retorno de Mbappé aos gramados será baseada na evolução clínica, especialmente devido à proximidade da Copa do Mundo.

Suspeita de arma mobiliza PM e leva três à delegacia em São Sebastião


Da redação

A Polícia Militar foi acionada na noite desta sexta-feira, 24, após relatos de suspeita de pessoas armadas nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento de São Sebastião, no Distrito Federal. A mobilização ocorreu após uma discussão no local que despertou preocupação entre moradores.

Moradores da região informaram ter presenciado uma discussão entre indivíduos, o que motivou o chamado à polícia. Quando as equipes chegaram, os participantes já haviam deixado o local, dirigindo-se para quadras próximas, conforme as informações apuradas pela corporação.

Durante as buscas pelos arredores, dois homens foram vistos correndo em atitude considerada suspeita e foram abordados pelos policiais militares. Ao mesmo tempo, um automóvel que seguia logo atrás também foi parado para averiguação. As abordagens ocorreram em sequência, a poucos metros da unidade de saúde.

O motorista do veículo informou aos policiais que estava perseguindo os dois homens, pois teria sido ameaçado por eles dentro da UPA. Segundo seu relato às autoridades, os suspeitos teriam insinuado portar armas, o que motivou sua reação.

Durante a abordagem, os policiais encontraram com o condutor uma arma de fogo calibre .380 devidamente registrada em seu nome. No entanto, a regularidade da autorização para porte da arma não pôde ser confirmada no momento. Os dois homens abordados afirmaram, por sua vez, que correram ao perceber o motorista armado, declarando que agiram por medo.

Diante dos depoimentos e das circunstâncias, todos os envolvidos foram conduzidos à 30ª Delegacia de Polícia para prestar esclarecimentos e registrar a ocorrência. Nos procedimentos iniciais, não houve confirmação oficial sobre a existência de outras armas ou feridos.

Petróleo fecha em baixa após impasse nas negociações entre EUA e Irã


Da redação

O petróleo fechou em queda nesta sexta-feira, 24, refletindo relatos de que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, e autoridades dos Estados Unidos viajarão ao Paquistão para negociações de paz. Mesmo assim, a semana registrou forte valorização da commodity diante das dificuldades para acordo entre Washington e Teerã.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o preço do barril do petróleo WTI para maio caiu 1,51%, equivalente a uma baixa de US$ 1,45, encerrando o dia cotado a US$ 94,40. Em Londres, na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para julho recuou 0,22%, ou US$ 0,22, fechando em US$ 99,13.

Apesar do recuo no fechamento, na semana o barril de WTI acumulou alta aproximada de 12%, enquanto o Brent subiu cerca de 13%. O mercado reagiu às informações sobre dificuldades para Estados Unidos e Irã avançarem em um consenso que encerre o conflito na região do Oriente Médio.

Araghchi deve embarcar para Islamabad ainda na noite de sexta, enquanto a Casa Branca confirmou a ida dos enviados norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner para negociações com o Irã no Paquistão. A secretária de imprensa dos EUA, Karoline Leavitt, afirmou que o vice-presidente JD Vance está de prontidão para viajar ao Oriente Médio, caso seja necessário. Até o momento, autoridades do Irã não confirmaram o encontro.

A delegação norte-americana, incluindo Vance, deveria ter retornado ao Paquistão no início da semana para novas conversas, mas a viagem foi adiada após iranianos alegarem quebra do cessar-fogo por parte dos americanos. Houve também relatos de que Mohammad Ghalibaf, presidente do Parlamento iraniano, teria deixado a equipe de negociação, segundo o The New York Times, informação ainda não oficializada por Teerã.

Segundo o analista Phil Flynn, do Price Futures Group, os voos comerciais retomados pelo Irã indicam avanços diplomáticos. Flynn destaca ainda o impacto no petróleo após o governo Trump estender por 90 dias uma isenção para o transporte marítimo de hidrocarbonetos, medida que pode contribuir para aliviar os preços globais da commodity.

Flávio Bolsonaro critica atritos entre aliados e Nikolas reclama de divisões internas


Da redação

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou na noite de sexta-feira (24) para pedir o fim de provocações e cobranças entre aliados, após novo episódio de troca de ofensas nas redes sociais entre seu irmão, o vereador Jair Renan Bolsonaro (PL), e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

A declaração de Flávio aconteceu após Nikolas Ferreira afirmar que a capacidade cognitiva de Jair Renan e de outro influenciador de direita, seu crítico, somadas, “ainda assim não alcançariam a de uma toupeira cega”. A mensagem gerou reações e intensificou o clima de tensão entre integrantes do mesmo partido.

Flávio Bolsonaro reiterou que divergências entre apoiadores prejudicam o grupo e pediu que não fosse pressionado ou defendido contra pessoas que “também querem Bolsonaro na Presidência”. “Cada um tem o seu tempo e a sua forma de ajudar”, escreveu o senador em publicação.

Nikolas Ferreira respondeu à manifestação dizendo que sofre provocações há três anos e vinha se mantendo em silêncio. O deputado afirmou: “Com o passar do tempo, vários aliados de longa data, leais e íntegros têm sido alvo da mesma turma que nada agregam, a não ser gerar divisão e até mesmo fiscalização/perseguição a quem não posta uma porcentagem que eles desejam”.

O parlamentar mineiro ainda declarou que correligionários da Câmara se tornaram “alvo diário” de perseguição, dificultando o ambiente interno. “Poucos tem coragem de enfrentar, e quando enfrentam, recebem o rótulo de ‘traidores’”, disse Ferreira sobre o clima observado entre aliados nos últimos tempos.

No início de maio, Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e irmão de Flávio, comentou que “os holofotes e a fama” trouxeram impactos negativos a Nikolas Ferreira. Eduardo também afirmou que Nikolas deixava Flávio “numa espiral do silêncio”, recebendo apenas “meia dúzia de apoios públicos” para aparentar não ter abandonado o grupo político.

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