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Projeto apoiado pela FAPDF organiza e digitaliza acervo de filmes históricos de Brasília


Da redação

O projeto “Preservação do Acervo Filmográfico do Arquivo Público do Distrito Federal: Pesquisa, Tratamento e Digitalização” iniciou em 2024, no Distrito Federal, a recuperação, digitalização e divulgação de obras em filmes físicos antigos. A iniciativa é coordenada pela pesquisadora Lila Silva Foster em parceria com o Instituto Latinoamerica para preservar a memória audiovisual.

O acervo alvo da ação reúne centenas de títulos e mais de mil rolos de filmes. Esses materiais documentam momentos relevantes da história local, capturados muito antes da era digital, por meio de câmeras analógicas que utilizavam película. Muitos desses registros permaneciam pouco conhecidos pelo grande público até então.

O apoio financeiro para o projeto é da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), vinculada ao programa Desafio DF (2024). A FAPDF possibilita que a equipe organize, trate e digitalize cada obra do acervo, viabilizando a conservação de conteúdos históricos de grande relevância para o Distrito Federal.

Segundo a coordenação do projeto, o principal objetivo é abrir ao público o acesso a registros audiovisuais originais e pouco explorados. A pesquisadora Lila Silva Foster afirma que a iniciativa “busca preservar e tornar acessível ao público” um patrimônio de valor histórico.

O trabalho envolve desde a catalogação dos filmes até a sua digitalização, processo que demanda cuidadosa análise técnica para garantir a integridade das imagens. O projeto pretende contribuir para a pesquisa, memória cultural e educativa, estimulando o interesse pela história audiovisual do Distrito Federal.

Antes das tecnologias digitais, a conservação das imagens dependia da película, suporte físico sensível à ação do tempo. A digitalização visa proteger documentos considerados fundamentais para pesquisa e memória local, garantindo a preservação desses registros para as próximas gerações.

Enel pede à Aneel revisão de processo sobre possível perda de concessão


Da redação

A Enel São Paulo protocolou na última quinta-feira, 23, junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), um pedido de reconsideração contra o despacho que abriu processo de caducidade da concessão da distribuidora. A empresa solicita ainda a suspensão dos efeitos da decisão até o julgamento final do recurso pela diretoria da agência.

A caducidade é o procedimento administrativo que pode resultar na perda da concessão quando o órgão regulador identifica descumprimento de obrigações ou prestação inadequada do serviço. A decisão de instaurar o processo ocorreu após análise do desempenho da distribuidora durante eventos climáticos severos em dezembro de 2025.

No recurso, a Enel alega erro no método adotado pela Aneel para aferir o restabelecimento de energia durante o ciclone extratropical que atingiu a capital paulista na segunda semana de dezembro. O evento deixou mais de 2,2 milhões de clientes sem luz, com interrupções superiores a cinco dias e ventos de quase 100 km/h.

Segundo a Aneel, 67% dos consumidores afetados tiveram o fornecimento religado em até 24 horas. A Enel, porém, contesta esses dados e afirma que o índice correto seria 80,2%, defendendo que a agência calculou o pico simultâneo de unidades desligadas, distorcendo o resultado. A distribuidora defende o acompanhamento do restabelecimento ao longo de todo o evento.

A empresa sustenta que o despacho “produz efeitos imediatos e de relevante impacto”, uma vez que determina a instauração do processo e suspende a análise do pedido de renovação da concessão. “O pedido de reconsideração não se apoia em irresignação genérica, mas em erro material situado no próprio núcleo metodológico da decisão”, argumenta a Enel.

Até o momento, a Aneel não se manifestou oficialmente sobre os questionamentos apresentados pela Enel. A deliberação caberá agora à diretoria da agência, que poderá manter ou revisar a abertura do processo de caducidade. Caso a decisão seja confirmada, a recomendação segue ao Ministério de Minas e Energia, responsável pela decisão final.

Semana de Ciência e Tecnologia impulsiona turismo, inovação e emprego em Ca Mau


Da redação

A Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação de Ca Mau aconteceu em abril, na província de Ca Mau, Vietnã, com o objetivo de estimular o desenvolvimento socioeconômico, promover a cultura, o turismo e ampliar oportunidades no mercado de trabalho local, segundo autoridades responsáveis pelo evento.

O espaço de exposições se destacou pela oferta de experiências em ciência, tecnologia e transformação digital, especialmente para o público jovem. Mais de 50 estandes abertos e modernos permitiram contato direto com softwares, modelos de agricultura inteligente e tecnologias de realidade virtual. O ambiente foi descrito como um verdadeiro parque de diversões digital.

A chamada zona experimental, articulada entre o Centro Provincial de Empreendedorismo e Inovação e instituições técnicas, também atraiu grande participação. Entre as atividades, estavam comandos de robôs, jogos de raciocínio digital e interação com dispositivos inteligentes, o que contribuiu para aumentar a conscientização da comunidade, principalmente entre os jovens, sobre ciência e tecnologia.

Além das atividades tecnológicas, a província buscou impulsionar o setor agrícola e o turismo. Foram apresentadas soluções tecnológicas aplicáveis como energia solar e inteligência artificial para monitoramento agrícola. O evento também contou com a visita de uma delegação do turismo, composta por 18 empresas, à comuna de Vinh Loi, visando parcerias e promoção do destino.

Na área de trabalho e emprego, o destaque ficou para a realização da primeira Feira de Empregos de 2026, que reuniu mais de 600 pessoas. Durante o evento, foram assinados acordos de cooperação, incluindo apoio à colocação de trabalhadores em países como Coreia do Sul e Japão, além de contratos para formação profissional.

A Semana também presenciou o anúncio da conclusão estrutural do Hospital Geral de Ca Mau, com 1.200 leitos e investimento de cerca de 3,3 trilhões de VND, e a inauguração da segunda fase do Centro de Proteção Social de Bac Lieu, com orçamento de 68,2 bilhões de VND e capacidade para 250 beneficiários.

Espaços Humanizar Kids tornam atendimento mais acolhedor em UPAs pediátricas do DF


Da redação

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) implantou os Espaços Humanizar Kids nas unidades de pronto atendimento (UPAs) com atendimento pediátrico em Ceilândia, Sobradinho, Recanto das Emas e São Sebastião. O objetivo é oferecer um ambiente mais acolhedor e lúdico para crianças e seus acompanhantes durante a espera pelo atendimento.

As salas dos Espaços Humanizar Kids apresentam decoração diferenciada, brinquedos e atividades recreativas. Segundo Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF, esses ambientes foram viabilizados por meio de parcerias com a iniciativa privada, sem utilização de recursos próprios do instituto.

A inauguração dos primeiros espaços ocorreu em outubro do ano passado, na UPA de Sobradinho, com a presença da então primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, que é madrinha do programa Humanizar do IgesDF. Outras três UPAs receberam posteriormente as mesmas instalações.

Após a implantação dos Espaços Humanizar Kids, o IgesDF registrou redução da ansiedade das crianças durante a espera, maior engajamento dos pequenos nas atividades e uma percepção mais positiva das famílias em relação ao serviço prestado nas unidades.

Anucha Soares afirmou que a iniciativa “contribui para tornar a experiência de atendimento mais leve e humanizada, alinhada às necessidades do cuidado infantil”. Ela destacou que tanto as crianças quanto os acompanhantes se beneficiam diretamente do novo ambiente criado nas UPAs.

Segundo o IgesDF, a proposta dos Espaços Humanizar Kids integra ações voltadas à humanização no atendimento pediátrico e à promoção de parcerias para aprimorar a experiência dos usuários da rede pública de saúde do Distrito Federal. As atividades são planejadas para crianças que aguardam atendimento nas quatro UPAs selecionadas.

Parar na calçada para desembarque é infração grave segundo o artigo 181 do CTB


Da redação

Motoristas que param o veículo sobre a calçada para o desembarque de passageiros estão sujeitos a autuação, conforme estabelece o artigo 181 do Código de Trânsito Brasileiro. A regra vale para todo o país e não diferencia entre paradas rápidas ou estacionamentos prolongados, pois o objetivo é garantir a acessibilidade dos pedestres.

Segundo a legislação vigente, qualquer parada de veículo sobre o passeio, mesmo que seja para o desembarque, configura infração. O Código de Trânsito Brasileiro é explícito ao afirmar que não há exceção para situações momentâneas, reforçando que o pedestre tem prioridade sobre os veículos no uso das calçadas.

A normativa busca preservar a circulação segura e livre para pessoas que transitam a pé, especialmente aquelas com mobilidade reduzida, idosos e crianças. Manter a calçada desobstruída é uma das exigências para promover acessibilidade urbana. Desobedecer à regra pode gerar penalidade ao condutor, independentemente do tempo de permanência.

A infração mencionada no artigo 181 do CTB é classificada como grave. Conforme previsto na lei, o motorista autuado recebe pontos na Carteira Nacional de Habilitação e está sujeito ao pagamento de multa. O dispositivo legal não prevê distinção entre o tempo em que o veículo permanece sobre o passeio.

Especialistas em trânsito ressaltam que a prática de parar sobre a calçada persiste por conta de desinformação. Muitos condutores acreditam, de forma equivocada, que uma breve parada para desembarque não caracteriza infração. No entanto, conforme apurado, a legislação é objetiva quanto à proibição do ato.

O artigo 181 do Código de Trânsito Brasileiro lista diversas situações de estacionamento irregular, incluindo sobre calçadas, canteiros ou áreas destinadas a pedestres. A recomendação é buscar local permitido para paradas e desembarques, evitando transtornos e assegurando o respeito à legislação vigente.

Crédito facilitado e menos burocracia ampliam número de pequenos negócios abertos no DF


Da redação

O Governo do Distrito Federal está promovendo medidas para incentivar micro e pequenos negócios nas 35 regiões administrativas, com foco na concessão de crédito e desburocratização de processos em 2024. A iniciativa visa impulsionar a atividade empreendedora e fortalecer a economia local, conforme informações divulgadas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda.

Segundo dados da Sedet-DF, houve 56.323 novos registros de microempreendedores individuais em 2024. No ano anterior, esse número chegou a 69.783, enquanto no primeiro trimestre deste ano foram registrados 22.227 novos cadastros. Os setores de serviços, comércio e indústria concentram a maior parte das 247.878 microempresas ativas no Distrito Federal.

Para o secretário Thales Mendes, os pequenos negócios desempenham papel fundamental na geração de emprego e renda. “Esses empreendedores movimentam a economia, geram empregos e fortalecem a realidade das comunidades em todo o DF. Por isso, apoiar os pequenos negócios é também investir no crescimento sustentável da nossa cidade”, afirma o titular da pasta.

Entre as estratégias, o programa Prospera destaca-se como principal modalidade de apoio financeiro. Em 2025, o programa liberou R$ 10 milhões para 419 negócios. No período de janeiro a março deste ano, R$ 1,9 milhão foram destinados a 88 empreendimentos. Os recursos são oferecidos com juros reduzidos e acompanhamento especializado.

“O acesso ao crédito e a facilitação dos processos abrem caminho para que ideias se concretizem em renda e oportunidade”, destaca Thales Mendes. O Prospera está disponível para empresários urbanos e rurais, trabalhadores formais e informais, como autônomos, cooperativas, artesãos, feirantes e microempreendedores individuais.

A empresária Nayhara Branquinho exemplifica os benefícios do programa. Ela inaugurou o bistrô Modesto Despretensiosamente graças ao Prospera, após encontrar entraves em bancos. Nayhara relata: “A gente descobriu por acaso e resolveu tentar. Foi totalmente diferente do atendimento de banco. Ter esse suporte faz com que a gente consiga se manter e crescer”.

Brasil mantém silêncio diante de ações de contraterrorismo no Equador em 2026


Da redação

Em março de 2026, autoridades do Equador prenderam e deportaram Sheij Mohammad, diretor do Centro Cultural Equatoriano-Iraniano em Quito. A ação ocorreu na capital do país sul-americano e chamou atenção nacional e internacional devido à repercussão do caso, que circulou amplamente nas redes sociais da região.

As imagens do momento da detenção mostram Sheij Mohammad sendo escoltado por agentes da Polícia Nacional. Segundo o testemunhado, sua aparência era serena e discreta, contrastando com a gravidade da operação policial registrada. A exposição das fotos gerou debates sobre a atuação do Estado em casos considerados sensíveis.

De acordo com informações do Centro Nacional de Inteligência equatoriano, Sheij Mohammad é investigado por possíveis vínculos com organizações iranianas e atuações consideradas de risco à segurança do país. Entretanto, as autoridades não detalharam publicamente as provas coletadas ou eventuais conexões concretas identificadas durante as apurações.

A prisão provocou uma série de reações em organismos e comunidades internacionais, especialmente entre países latino-americanos, diante do envolvimento do diretor de um centro cultural estrangeiro. No entanto, o governo brasileiro evitou comentar oficialmente o caso até o momento, mantendo discreto o posicionamento diante dos desdobramentos.

Especialistas em relações internacionais analisam que episódios como o ocorrido em Quito reacendem discussões sobre políticas de contraterrorismo na região, além de levantar questionamentos sobre a cooperação entre os países sul-americanos em temas de inteligência e defesa. Por ora, os órgãos responsáveis pelo monitoramento dizem acompanhar o caso com atenção.

O Centro Cultural Equatoriano-Iraniano, dirigido por Sheij Mohammad até sua deportação, mantém atividades culturais e educativas desde sua fundação em Quito. O histórico da instituição, assim como eventuais relações com entidades do Irã, passou a ser investigado após a operação policial deflagrada em março.

Ciro Gomes diz que pode não disputar Presidência e decide até maio


Da redação

O ex-ministro Ciro Gomes afirmou neste sábado, 25, que irá decidir até a primeira quinzena de maio se será candidato à Presidência da República ou ao governo do Ceará nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante evento do PSDB realizado em São Paulo.

Ciro participou da sua primeira agenda pública após receber convite formal do PSDB para liderar a chapa presidencial do partido. O ex-ministro destacou a importância do prazo para tomar uma decisão, ressaltando que ainda está avaliando as possibilidades políticas para os próximos anos.

Durante o evento, Ciro afirmou: “Se eu tivesse juízo, não disputaria mais a Presidência.” A fala indica reflexão sobre nova candidatura ao Planalto, considerando que já participou de outras eleições presidenciais em ciclos anteriores.

Questionado sobre o futuro político, Ciro disse que está analisando cuidadosamente os cenários disponíveis. Segundo ele, a resposta definitiva será apresentada até meados de maio, prazo que considera suficiente para dialogar com aliados e avaliar o ambiente partidário no PSDB, legenda da qual recebeu convite.

O ex-ministro salientou que ainda não há definição sobre qual cargo irá disputar em 2026, frisando que considera as alternativas tanto à Presidência como ao governo do Ceará. As tratativas políticas devem se intensificar nas próximas semanas, à medida que se aproxima o prazo definido.

Ciro Gomes já foi candidato à Presidência da República em outras ocasiões e também ocupou o cargo de governador do Ceará entre 1991 e 1994. No evento, foi a principal liderança presente, indicando protagonismo nas discussões sobre o futuro eleitoral do partido.

Daniel Vilela propõe que agressores de mulheres em Goiás paguem tornozeleira eletrônica


Da redação

O governador Daniel Vilela encaminhou à Assembleia Legislativa de Goiás, nesta quinta-feira (23), um projeto de lei que prevê o pagamento, por agressores de mulheres, pelo uso de tornozeleiras eletrônicas. A proposta visa transferir aos acusados o custo do monitoramento, argumentando que essa medida reforça a responsabilização financeira pela violência.

Segundo Daniel Vilela, a iniciativa busca ampliar a eficácia do sistema de monitoração eletrônica em casos de violência doméstica e familiar contra mulheres sob medidas protetivas. Ele explicou: “Agora, em Goiás, agressor de mulher vai ter que pagar pelo próprio monitoramento. Além de responder na Justiça, vai sentir também no bolso”.

O projeto do Governo propõe alteração na Lei estadual nº 21.116, de 5 de outubro de 2021, para obrigar agressores a custear integralmente os equipamentos de segurança das vítimas e as próprias tornozeleiras. A ideia é garantir que o Estado deixe de arcar com gastos desses dispositivos nos casos de violência contra mulheres.

Com a proposta, mulheres vítimas de violência doméstica continuarão tendo acesso gratuito aos dispositivos de proteção, assegurando a elas e seus dependentes que não haverá cobrança por parte do Estado em razão de inadimplência do agressor. Já os responsáveis pela agressão responderão financeiramente pelo monitoramento, conforme o projeto.

A medida, segundo o governo estadual, não implica nova despesa pública. Os custos operacionais do sistema são atualmente cobertos pelo Fundo Penitenciário Estadual (Funpes). A expectativa oficial é que a ampliação da base de arrecadação aumente as receitas do fundo, motivada pela obrigatoriedade de ressarcimento pelos ofensores.

Atualmente, cerca de 10 mil tornozeleiras eletrônicas e 625 botões do pânico são administrados pela Polícia Penal de Goiás, com custo mensal de R$ 316,83 por tornozeleira ao Estado. O monitoramento é realizado pela Seção Integrada de Monitoração Eletrônica (Sime), responsável também pela instalação dos dispositivos e acompanhamento em tempo integral.

Justiça da Argentina mantém confisco de bens de Cristina Kirchner por corrupção


Da redação

Um tribunal argentino confirmou nesta sexta-feira, 24 de abril, a decisão de manter o confisco dos bens da ex-presidente Cristina Kirchner, relacionada à condenação por corrupção. A determinação ocorre após sentença que estabeleceu pena de seis anos de prisão contra Kirchner, que atualmente cumpre prisão domiciliar em Buenos Aires.

A Justiça argentina estipulou que Cristina Kirchner e outros envolvidos no caso devem indenizar o Estado em cerca de US$ 500 milhões, valor equivalente a aproximadamente R$ 2,5 bilhões. A defesa recorreu, mas o pedido foi negado pelas instâncias superiores. Parte dos bens teria sido transferida para os filhos da ex-presidente antes do bloqueio judicial.

Em junho de 2023, a Suprema Corte do país manteve a condenação definida em 2022 e declarou a inelegibilidade de Kirchner, impedindo-a de exercer funções públicas. O processo investiga um esquema de fraude em contratos de obras rodoviárias na região da Patagônia, supostamente beneficiando o empresário Lázaro Báez, aliado político.

As investigações do Ministério Público apontam favorecimento a empresas ligadas a Báez, além de suspeitas de direcionamento de contratos, superfaturamento e não conclusão de parte das obras financiadas. Segundo promotores, há indícios de que recursos desviados possam ter retornado ao círculo familiar de Kirchner. Inicialmente, o Ministério Público solicitou 12 anos de prisão, mas a pena final foi fixada em seis anos.

O julgamento teve início em maio de 2019 e examinou as irregularidades ocorridas na província de Santa Cruz, identificada como base política dos Kirchner. Cristina Kirchner, mesmo em prisão domiciliar, atua na liderança do partido peronista Justicialista em Buenos Aires.

Em setembro de 2022, enquanto exercia vice-presidência, Cristina Kirchner foi alvo de atentado no bairro da Recoleta. O brasileiro Fernando André Sabag Montiel foi preso em flagrante após tentar disparar uma pistola contra a política, mas a arma falhou. Em 2023, Montiel foi condenado a 10 anos de prisão.

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