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Hospital Estadual de Luziânia recebe certificação como Hospital Amigo da Criança em Goiás


Da redação

O Hospital Estadual de Luziânia (HEL) foi habilitado como Hospital Amigo da Criança pelo Ministério da Saúde em parceria com o Unicef. A certificação, oficializada nesta semana em Goiás, visa fortalecer a política estadual de qualificação da assistência materno-infantil por meio da promoção do aleitamento materno e boas práticas no parto.

A conquista é resultado do trabalho conjunto entre o HEL e a Secretaria de Estado da Saúde, coordenado pela Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde. A colaboração técnica estimulou a adoção de diretrizes reconhecidas internacionalmente para melhorar a experiência e os resultados nas áreas de parto e nascimento.

Para alcançar o reconhecimento, o hospital implementou práticas como os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno. Entre as ações destacam-se o contato pele a pele imediato após o parto e o incentivo à amamentação na primeira hora de vida, conforme orientações do Ministério da Saúde e do Unicef.

A unidade investiu também na qualificação das equipes multiprofissionais, na organização dos fluxos assistenciais e na redução do uso de fórmulas infantis quando não há indicação médica. Tais medidas contribuíram para o atendimento dos critérios exigidos na habilitação.

O diretor-geral do HEL, Francisco Amud, avaliou o resultado como uma conquista institucional. “Esse título representa não apenas um selo de qualidade, mas o reflexo de um cuidado mais seguro, humanizado e centrado na mãe e no bebê”, afirmou.

Com a inclusão do HEL, Goiás passa a ter quatro Hospitais Amigos da Criança sob gestão estadual: Hospital Estadual da Mulher, Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes e Hospital Estadual de Jataí, todos integrados à estratégia que busca reduzir casos de morbimortalidade materna e infantil.

Cães do BPCães da PMDF reforçam combate a drogas e explosivos em Brasília


Da redação

Cães policiais atuam no reforço da segurança pública em Brasília, operando sob o Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) da Polícia Militar do Distrito Federal. Atualmente, eles participam de operações para detecção de drogas, armas, explosivos e busca de suspeitos, comprovando eficiência estratégica conforme apurado em ações recentes realizadas na capital federal.

Entre os cães em destaque estão Paçoca, Xamã e Izzy, reconhecidos por grandes apreensões de entorpecentes. Zang localizou drogas escondidas em um carro funerário, enquanto Scott atuou em ações que resultaram na apreensão de armas de fogo e drogas enterradas em diversas ocorrências na região.

Zaira é empregada principalmente em operações de busca e captura de suspeitos. Já Eros atua na detecção de explosivos e participou das ações relacionadas às explosões próximas ao Supremo Tribunal Federal em 2024, ampliando a visibilidade do trabalho desses animais nos últimos meses.

A repercussão sobre a atuação dos cães se intensificou após uma operação no Rio de Janeiro, em abril de 2024, quando um pastor-belga-malinois localizou 48 toneladas de maconha, naquela que é considerada a maior apreensão da droga no país até o momento, segundo informações da corporação.

O BPCães possui atualmente 48 cães, com 17 filhotes em treinamento. A seleção começa ainda nos primeiros dias de vida, priorizando raças como pastor-alemão e pastor-belga-malinois devido à inteligência e resistência. O treinamento utiliza reforço positivo, associando odores a recompensas, com substâncias controladas e sem contato direto com os animais durante o processo.

O subcomandante do batalhão, major Yuri Dezen, explica que o processo de condicionamento dos cães inicia por volta dos três meses de idade e pode se estender por um ano e meio. A renovação do plantel ocorre de forma contínua, com aposentadoria prevista aos sete ou oito anos, quando os cães passam a viver com seus condutores ou são adotados.

Embate com Gilmar Mendes aumenta seguidores e engajamento de Zema nas redes sociais


Da redação

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Partido Novo), ganhou 494 mil novos seguidores nas redes sociais nesta semana após a disputa pública com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. O crescimento ocorreu no contexto de embate envolvendo críticas ao STF, segundo análise da consultoria Bites.

No mesmo intervalo, outros pré-candidatos à presidência tiveram aumento inferior em suas bases: Renan dos Santos (Missão) conquistou mais 129 mil seguidores, o senador Flávio Bolsonaro (PL) cresceu em 114 mil, enquanto o presidente Lula ampliou seu público em 39 mil seguidores. Ronaldo Caiado (PSD) registrou o menor avanço, com 1.900 novos seguidores.

O levantamento aponta, porém, que o principal destaque foi o engajamento: Zema atingiu 7,7 milhões de interações nos posts feitos no Facebook, Instagram e X, superando as 3,9 milhões de Lula, 3,7 milhões de Flávio Bolsonaro, 1,3 milhão de Renan dos Santos e 104 mil de Ronaldo Caiado.

Segundo Manoel Fernandes, diretor executivo da Bites, o resultado expressivo de Zema pode incentivar outros pré-candidatos a intensificar críticas ao STF em busca de maior visibilidade. Fernandes aponta a possibilidade de novos episódios semelhantes, transformando o Judiciário em foco de plataformas eleitorais para engajamento digital.

O embate começou quando Zema publicou um vídeo humorístico intitulado “Os intocáveis”, usando fantoches que representavam ministros do STF e simulavam um diálogo sobre supostas trocas de favores. Gilmar Mendes pediu a inclusão do material no inquérito das fake news e solicitou investigação contra Zema, alegando ataque à honra do STF.

Durante a semana, Zema intensificou críticas ao Supremo, com 14 vídeos citando a “farra dos intocáveis”, e consolidou sua candidatura presidencial. Gilmar Mendes defendeu seu posicionamento em entrevistas e, após declaração polêmica, pediu desculpas. O episódio também levou à apresentação de um pedido de impeachment de Mendes na Câmara dos Deputados.

Projeto apoiado pela FAPDF organiza e digitaliza acervo de filmes históricos de Brasília


Da redação

O projeto “Preservação do Acervo Filmográfico do Arquivo Público do Distrito Federal: Pesquisa, Tratamento e Digitalização” iniciou em 2024, no Distrito Federal, a recuperação, digitalização e divulgação de obras em filmes físicos antigos. A iniciativa é coordenada pela pesquisadora Lila Silva Foster em parceria com o Instituto Latinoamerica para preservar a memória audiovisual.

O acervo alvo da ação reúne centenas de títulos e mais de mil rolos de filmes. Esses materiais documentam momentos relevantes da história local, capturados muito antes da era digital, por meio de câmeras analógicas que utilizavam película. Muitos desses registros permaneciam pouco conhecidos pelo grande público até então.

O apoio financeiro para o projeto é da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), vinculada ao programa Desafio DF (2024). A FAPDF possibilita que a equipe organize, trate e digitalize cada obra do acervo, viabilizando a conservação de conteúdos históricos de grande relevância para o Distrito Federal.

Segundo a coordenação do projeto, o principal objetivo é abrir ao público o acesso a registros audiovisuais originais e pouco explorados. A pesquisadora Lila Silva Foster afirma que a iniciativa “busca preservar e tornar acessível ao público” um patrimônio de valor histórico.

O trabalho envolve desde a catalogação dos filmes até a sua digitalização, processo que demanda cuidadosa análise técnica para garantir a integridade das imagens. O projeto pretende contribuir para a pesquisa, memória cultural e educativa, estimulando o interesse pela história audiovisual do Distrito Federal.

Antes das tecnologias digitais, a conservação das imagens dependia da película, suporte físico sensível à ação do tempo. A digitalização visa proteger documentos considerados fundamentais para pesquisa e memória local, garantindo a preservação desses registros para as próximas gerações.

Enel pede à Aneel revisão de processo sobre possível perda de concessão


Da redação

A Enel São Paulo protocolou na última quinta-feira, 23, junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), um pedido de reconsideração contra o despacho que abriu processo de caducidade da concessão da distribuidora. A empresa solicita ainda a suspensão dos efeitos da decisão até o julgamento final do recurso pela diretoria da agência.

A caducidade é o procedimento administrativo que pode resultar na perda da concessão quando o órgão regulador identifica descumprimento de obrigações ou prestação inadequada do serviço. A decisão de instaurar o processo ocorreu após análise do desempenho da distribuidora durante eventos climáticos severos em dezembro de 2025.

No recurso, a Enel alega erro no método adotado pela Aneel para aferir o restabelecimento de energia durante o ciclone extratropical que atingiu a capital paulista na segunda semana de dezembro. O evento deixou mais de 2,2 milhões de clientes sem luz, com interrupções superiores a cinco dias e ventos de quase 100 km/h.

Segundo a Aneel, 67% dos consumidores afetados tiveram o fornecimento religado em até 24 horas. A Enel, porém, contesta esses dados e afirma que o índice correto seria 80,2%, defendendo que a agência calculou o pico simultâneo de unidades desligadas, distorcendo o resultado. A distribuidora defende o acompanhamento do restabelecimento ao longo de todo o evento.

A empresa sustenta que o despacho “produz efeitos imediatos e de relevante impacto”, uma vez que determina a instauração do processo e suspende a análise do pedido de renovação da concessão. “O pedido de reconsideração não se apoia em irresignação genérica, mas em erro material situado no próprio núcleo metodológico da decisão”, argumenta a Enel.

Até o momento, a Aneel não se manifestou oficialmente sobre os questionamentos apresentados pela Enel. A deliberação caberá agora à diretoria da agência, que poderá manter ou revisar a abertura do processo de caducidade. Caso a decisão seja confirmada, a recomendação segue ao Ministério de Minas e Energia, responsável pela decisão final.

Semana de Ciência e Tecnologia impulsiona turismo, inovação e emprego em Ca Mau


Da redação

A Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação de Ca Mau aconteceu em abril, na província de Ca Mau, Vietnã, com o objetivo de estimular o desenvolvimento socioeconômico, promover a cultura, o turismo e ampliar oportunidades no mercado de trabalho local, segundo autoridades responsáveis pelo evento.

O espaço de exposições se destacou pela oferta de experiências em ciência, tecnologia e transformação digital, especialmente para o público jovem. Mais de 50 estandes abertos e modernos permitiram contato direto com softwares, modelos de agricultura inteligente e tecnologias de realidade virtual. O ambiente foi descrito como um verdadeiro parque de diversões digital.

A chamada zona experimental, articulada entre o Centro Provincial de Empreendedorismo e Inovação e instituições técnicas, também atraiu grande participação. Entre as atividades, estavam comandos de robôs, jogos de raciocínio digital e interação com dispositivos inteligentes, o que contribuiu para aumentar a conscientização da comunidade, principalmente entre os jovens, sobre ciência e tecnologia.

Além das atividades tecnológicas, a província buscou impulsionar o setor agrícola e o turismo. Foram apresentadas soluções tecnológicas aplicáveis como energia solar e inteligência artificial para monitoramento agrícola. O evento também contou com a visita de uma delegação do turismo, composta por 18 empresas, à comuna de Vinh Loi, visando parcerias e promoção do destino.

Na área de trabalho e emprego, o destaque ficou para a realização da primeira Feira de Empregos de 2026, que reuniu mais de 600 pessoas. Durante o evento, foram assinados acordos de cooperação, incluindo apoio à colocação de trabalhadores em países como Coreia do Sul e Japão, além de contratos para formação profissional.

A Semana também presenciou o anúncio da conclusão estrutural do Hospital Geral de Ca Mau, com 1.200 leitos e investimento de cerca de 3,3 trilhões de VND, e a inauguração da segunda fase do Centro de Proteção Social de Bac Lieu, com orçamento de 68,2 bilhões de VND e capacidade para 250 beneficiários.

Espaços Humanizar Kids tornam atendimento mais acolhedor em UPAs pediátricas do DF


Da redação

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) implantou os Espaços Humanizar Kids nas unidades de pronto atendimento (UPAs) com atendimento pediátrico em Ceilândia, Sobradinho, Recanto das Emas e São Sebastião. O objetivo é oferecer um ambiente mais acolhedor e lúdico para crianças e seus acompanhantes durante a espera pelo atendimento.

As salas dos Espaços Humanizar Kids apresentam decoração diferenciada, brinquedos e atividades recreativas. Segundo Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF, esses ambientes foram viabilizados por meio de parcerias com a iniciativa privada, sem utilização de recursos próprios do instituto.

A inauguração dos primeiros espaços ocorreu em outubro do ano passado, na UPA de Sobradinho, com a presença da então primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, que é madrinha do programa Humanizar do IgesDF. Outras três UPAs receberam posteriormente as mesmas instalações.

Após a implantação dos Espaços Humanizar Kids, o IgesDF registrou redução da ansiedade das crianças durante a espera, maior engajamento dos pequenos nas atividades e uma percepção mais positiva das famílias em relação ao serviço prestado nas unidades.

Anucha Soares afirmou que a iniciativa “contribui para tornar a experiência de atendimento mais leve e humanizada, alinhada às necessidades do cuidado infantil”. Ela destacou que tanto as crianças quanto os acompanhantes se beneficiam diretamente do novo ambiente criado nas UPAs.

Segundo o IgesDF, a proposta dos Espaços Humanizar Kids integra ações voltadas à humanização no atendimento pediátrico e à promoção de parcerias para aprimorar a experiência dos usuários da rede pública de saúde do Distrito Federal. As atividades são planejadas para crianças que aguardam atendimento nas quatro UPAs selecionadas.

Parar na calçada para desembarque é infração grave segundo o artigo 181 do CTB


Da redação

Motoristas que param o veículo sobre a calçada para o desembarque de passageiros estão sujeitos a autuação, conforme estabelece o artigo 181 do Código de Trânsito Brasileiro. A regra vale para todo o país e não diferencia entre paradas rápidas ou estacionamentos prolongados, pois o objetivo é garantir a acessibilidade dos pedestres.

Segundo a legislação vigente, qualquer parada de veículo sobre o passeio, mesmo que seja para o desembarque, configura infração. O Código de Trânsito Brasileiro é explícito ao afirmar que não há exceção para situações momentâneas, reforçando que o pedestre tem prioridade sobre os veículos no uso das calçadas.

A normativa busca preservar a circulação segura e livre para pessoas que transitam a pé, especialmente aquelas com mobilidade reduzida, idosos e crianças. Manter a calçada desobstruída é uma das exigências para promover acessibilidade urbana. Desobedecer à regra pode gerar penalidade ao condutor, independentemente do tempo de permanência.

A infração mencionada no artigo 181 do CTB é classificada como grave. Conforme previsto na lei, o motorista autuado recebe pontos na Carteira Nacional de Habilitação e está sujeito ao pagamento de multa. O dispositivo legal não prevê distinção entre o tempo em que o veículo permanece sobre o passeio.

Especialistas em trânsito ressaltam que a prática de parar sobre a calçada persiste por conta de desinformação. Muitos condutores acreditam, de forma equivocada, que uma breve parada para desembarque não caracteriza infração. No entanto, conforme apurado, a legislação é objetiva quanto à proibição do ato.

O artigo 181 do Código de Trânsito Brasileiro lista diversas situações de estacionamento irregular, incluindo sobre calçadas, canteiros ou áreas destinadas a pedestres. A recomendação é buscar local permitido para paradas e desembarques, evitando transtornos e assegurando o respeito à legislação vigente.

Crédito facilitado e menos burocracia ampliam número de pequenos negócios abertos no DF


Da redação

O Governo do Distrito Federal está promovendo medidas para incentivar micro e pequenos negócios nas 35 regiões administrativas, com foco na concessão de crédito e desburocratização de processos em 2024. A iniciativa visa impulsionar a atividade empreendedora e fortalecer a economia local, conforme informações divulgadas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda.

Segundo dados da Sedet-DF, houve 56.323 novos registros de microempreendedores individuais em 2024. No ano anterior, esse número chegou a 69.783, enquanto no primeiro trimestre deste ano foram registrados 22.227 novos cadastros. Os setores de serviços, comércio e indústria concentram a maior parte das 247.878 microempresas ativas no Distrito Federal.

Para o secretário Thales Mendes, os pequenos negócios desempenham papel fundamental na geração de emprego e renda. “Esses empreendedores movimentam a economia, geram empregos e fortalecem a realidade das comunidades em todo o DF. Por isso, apoiar os pequenos negócios é também investir no crescimento sustentável da nossa cidade”, afirma o titular da pasta.

Entre as estratégias, o programa Prospera destaca-se como principal modalidade de apoio financeiro. Em 2025, o programa liberou R$ 10 milhões para 419 negócios. No período de janeiro a março deste ano, R$ 1,9 milhão foram destinados a 88 empreendimentos. Os recursos são oferecidos com juros reduzidos e acompanhamento especializado.

“O acesso ao crédito e a facilitação dos processos abrem caminho para que ideias se concretizem em renda e oportunidade”, destaca Thales Mendes. O Prospera está disponível para empresários urbanos e rurais, trabalhadores formais e informais, como autônomos, cooperativas, artesãos, feirantes e microempreendedores individuais.

A empresária Nayhara Branquinho exemplifica os benefícios do programa. Ela inaugurou o bistrô Modesto Despretensiosamente graças ao Prospera, após encontrar entraves em bancos. Nayhara relata: “A gente descobriu por acaso e resolveu tentar. Foi totalmente diferente do atendimento de banco. Ter esse suporte faz com que a gente consiga se manter e crescer”.

Brasil mantém silêncio diante de ações de contraterrorismo no Equador em 2026


Da redação

Em março de 2026, autoridades do Equador prenderam e deportaram Sheij Mohammad, diretor do Centro Cultural Equatoriano-Iraniano em Quito. A ação ocorreu na capital do país sul-americano e chamou atenção nacional e internacional devido à repercussão do caso, que circulou amplamente nas redes sociais da região.

As imagens do momento da detenção mostram Sheij Mohammad sendo escoltado por agentes da Polícia Nacional. Segundo o testemunhado, sua aparência era serena e discreta, contrastando com a gravidade da operação policial registrada. A exposição das fotos gerou debates sobre a atuação do Estado em casos considerados sensíveis.

De acordo com informações do Centro Nacional de Inteligência equatoriano, Sheij Mohammad é investigado por possíveis vínculos com organizações iranianas e atuações consideradas de risco à segurança do país. Entretanto, as autoridades não detalharam publicamente as provas coletadas ou eventuais conexões concretas identificadas durante as apurações.

A prisão provocou uma série de reações em organismos e comunidades internacionais, especialmente entre países latino-americanos, diante do envolvimento do diretor de um centro cultural estrangeiro. No entanto, o governo brasileiro evitou comentar oficialmente o caso até o momento, mantendo discreto o posicionamento diante dos desdobramentos.

Especialistas em relações internacionais analisam que episódios como o ocorrido em Quito reacendem discussões sobre políticas de contraterrorismo na região, além de levantar questionamentos sobre a cooperação entre os países sul-americanos em temas de inteligência e defesa. Por ora, os órgãos responsáveis pelo monitoramento dizem acompanhar o caso com atenção.

O Centro Cultural Equatoriano-Iraniano, dirigido por Sheij Mohammad até sua deportação, mantém atividades culturais e educativas desde sua fundação em Quito. O histórico da instituição, assim como eventuais relações com entidades do Irã, passou a ser investigado após a operação policial deflagrada em março.

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