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Le Minh Hung é nomeado chefe do Comitê Diretivo de Ciência e Tecnologia


Da redação

O primeiro-ministro Le Minh Hung foi nomeado chefe do Comitê Diretivo, organização intersetorial responsável por coordenar políticas nacionais em ciência, tecnologia, inovação, transformação digital, desenvolvimento do Projeto 06 e reforma administrativa. A nomeação foi divulgada nesta quarta-feira, 24 de abril de 2026, para atender às demandas estratégicas do governo.

Os vice-chefes do Comitê Diretivo são o vice-primeiro-ministro permanente Pham Gia Tuc, o general Phan Van Giang, a vice-primeira-ministra Pham Thi Thanh Tra, além dos vice-primeiros-ministros Ho Quoc Dung, Nguyen Van Thang e Le Tien Chau. Integram também ministros de várias pastas, entre eles Segurança Pública, Ciência e Tecnologia e Interior.

O Comitê tem a função de pesquisar, assessorar e propor ao governo orientações para a implementação de políticas e estratégias intersetoriais. São atribuições propor soluções para questões importantes e emitir pareceres sobre programas, mecanismos e projetos de relevância nacional, conforme as diretrizes do gabinete do Primeiro-Ministro.

O órgão também é encarregado de monitorar, inspecionar e orientar ministérios e localidades quanto à execução de metas e soluções em sua área de atuação. Compete-lhe coordenar o Programa de Ação do Governo para implementar a Resolução nº 57-NQ/TW, de 22 de dezembro de 2024, relativa aos avanços em ciência e inovação, além de elaborar relatórios, revisões e propor ajustes necessários.

Três forças-tarefa foram reestruturadas: a que acompanha o Projeto 06, chefiada pelo ministro da Segurança Pública, o grupo para ciência e transformação digital, liderado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, e o grupo para reforma administrativa, sob responsabilidade do ministro do Interior. O Ministério da Segurança Pública atua como órgão permanente do Comitê.

A Equipe de Apoio ao Comitê Diretivo, criada pela Decisão nº 733/QD-TTg de 24 de abril de 2026 e liderada pelo tenente-general Nguyen Van Long, é responsável por auxiliar diretamente a chefia do Comitê. Sua função é monitorar, inspecionar e propor soluções a gargalos intersetoriais, sem substituir as atribuições dos ministérios ou demais órgãos do governo.

Deir al-Balah realiza primeira eleição municipal na Faixa de Gaza em 20 anos


Da redação

Autoridades palestinas organizam neste sábado (25) eleições municipais em Deir al-Balah, na Faixa de Gaza, pela primeira vez em anos. O pleito, que envolve cerca de 70 mil eleitores da cidade, ocorre após duas décadas de bombardeios, deslocamentos e administração local sem consultas populares, segundo organizadores.

Deir al-Balah foi escolhida para a votação por ter escapado de invasões terrestres em larga escala do Exército israelense desde outubro de 2023, mesmo exibindo sinais de bombardeios. Segundo moradores como Abd al-Rahman al-Masri, 27, médico, “toda a minha geração esperou por essa oportunidade” de definir o futuro do município via urnas.

A Autoridade Palestina, responsável pelo processo eleitoral, governa a Cisjordânia ocupada e perdeu o controle da Faixa de Gaza para o Hamas em 2007. Desde então, o Hamas designa prefeitos no território. Apesar disso, Hazem Qassem, porta-voz do grupo, afirmou: “O Hamas já decidiu entregar todas as responsabilidades e poderes aos vencedores logo após a divulgação dos resultados”.

A votação ocorre em cenário de infraestrutura colapsada, com abastecimento de água e energia comprometidos, enquanto Israel mantém restrições à entrada de mercadorias, justificando a medida como necessária para impedir o uso de materiais em produção armamentista. A Autoridade Palestina aguardava autorização de Israel para envio das urnas até quinta-feira (23).

Quatro listas concorrem na eleição, entre elas Renascimento de Deir al-Balah, associada ao Fatah, partido da Autoridade Palestina, e Futuro de Deir al-Balah. Os candidatos priorizam temas como saneamento, geração de emprego e controle de preços, apesar das limitações orçamentárias. “Não existem soluções mágicas”, afirmou Nader Obaid, engenheiro local.

Osama al-Louh, engenheiro civil, espera que o pleito traga maior transparência na distribuição de água. Já analistas palestinos avaliam que, sem recursos, o novo conselho terá pouco alcance sobre problemas estruturais. Se a experiência for bem-sucedida, outras cidades podem receber eleições similares no futuro, informou Fareed Taamallah, porta-voz da comissão eleitoral.

Gracinha Caiado declara apoio a Zé Mário como vice de Daniel Vilela


Da redação

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) e do Sebrae, José Mário Schreiner, ganha destaque como possível vice na chapa do governador e pré-candidato à reeleição, Daniel Vilela (MDB). O cenário se desenha após manifestações de apoio durante um evento realizado na sexta-feira (24) em Goiânia.

Durante o encontro com mais de 100 presidentes de sindicatos rurais e produtores no Alphapark Hotel, a ex-primeira-dama e pré-candidata ao Senado, Gracinha Caiado (UB), declarou abertamente sua preferência. “Se depender de mim, o vice de Daniel será o Zé Mário”, afirmou. O almoço reuniu lideranças do agronegócio de várias regiões goianas.

Além da manifestação no evento, o apoio político ao nome de Zé Mário cresce nos bastidores. Na quinta-feira (23), o ex-deputado estadual Adib Elias esteve com o pré-candidato e sinalizou simpatia pela indicação. De acordo com relatos do meio político, Zé Mário é apontado como favorito à vaga de vice de Daniel Vilela.

A articulação em torno do nome de Zé Mário deve se intensificar na próxima terça-feira (28), quando está previsto o evento “Prefeitos Amigos do Zé Mário”, às 10h30, no Nativas Grill, em Goiânia. A expectativa é reunir diversos prefeitos, consolidando ainda mais apoios à possível indicação do dirigente para a vice-governadoria.

Entre os organizadores do encontro estão lideranças de diferentes cidades, como Carlão (UB) de Silvânia, Dr. Luís Otávio (PL) de Cristalina, Autran (UB) de Flores de Goiás, Jacó (PL) de Cabeceira de Goiás, Rita (UB) de Itaberaí, Ivânia (UB) de Matrinchã, Aleomar Rezende (MDB) de Mineiros, Júnior da Receita (UB) de São Luís de Montes Belos, Paulinho do Barreirão (UB) de Anicuns e Márcio Corrêa (PL), prefeito de Anápolis.

Com a proximidade das convenções partidárias, o debate sobre a composição das chapas para as eleições estaduais se intensifica em Goiás, mobilizando diferentes setores políticos e econômicos, especialmente o agronegócio, que exerce forte influência nas articulações locais nesta etapa do processo eleitoral.

Aneel define bandeira tarifária amarela em maio com acréscimo na conta de luz


Da redação

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta quarta-feira (24) que a bandeira tarifária amarela será adotada em todo o país no mês de maio, resultando em acréscimo nas faturas de energia elétrica para os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A medida ocorre por causa da redução no volume de chuvas.

De acordo com a Aneel, a transição do período chuvoso para o seco impactou a geração hidrelétrica, exigindo o acionamento de usinas termelétricas, cujo custo de produção é mais elevado. “Em consequência, os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos”, detalhou a agência reguladora.

Desde janeiro, a conta de luz estava sob bandeira verde, sem acréscimos, devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das hidrelétricas em níveis considerados satisfatórios. O novo cenário, porém, alterou as perspectivas para o mês de maio, justificando a mudança.

O sistema de bandeiras tarifárias foi estabelecido pela Aneel em 2015 e tem o objetivo de refletir o custo variável da geração de energia elétrica ao consumidor. Cada cor de bandeira indica o cenário para a geração: verde, amarela ou vermelha, conforme o custo da produção mensal.

Conforme explicado pela Aneel, as condições de operação do sistema de geração de energia são reavaliadas todos os meses pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que determina a melhor estratégia para atender à demanda e projeta os custos a serem cobertos pelas bandeiras tarifárias.

Os valores atualmente definidos são os seguintes: bandeira amarela, acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh; bandeira vermelha patamar 1, acréscimo de R$ 4,46 por 100 kWh; e bandeira vermelha patamar 2, acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos.

Globo confirma Everaldo Marques e Renata Silveira nas transmissões da Copa 2026


Da redação

Renata Silveira foi confirmada pela TV Globo para integrar a equipe que transmitirá a Copa do Mundo de 2026. A emissora anunciou as mudanças nesta semana após o afastamento de Luis Roberto, principal nome das narrações, por questões de saúde. O torneio acontecerá nos Estados Unidos, México e Canadá.

Luis Roberto foi diagnosticado com uma neoplasia na região cervical e permanecerá no Brasil para tratamento. Ele não participará das transmissões do Mundial, abrindo espaço para ajustes no elenco de narradores. Segundo a emissora, Everaldo Marques irá narrar os jogos da Seleção Brasileira durante o torneio.

Renata Silveira, atualmente em licença-maternidade, tem previsão de retorno no próximo mês e viajará para as sedes do Mundial. Ela narrará partidas in loco ao lado de Gustavo Villani, também escalado para estar presente nos países-sede. Ambos ficarão responsáveis principalmente pelos jogos da primeira fase exibidos na TV aberta.

A TV Globo também escalou Paulo Andrade para integrar o grupo de transmissão. Com dois anos de casa, o narrador atuava no SporTV e agora fará sua estreia na Copa do Mundo transmitida em TV aberta. Paulo transmitirá jogos da primeira fase no Brasil e, a partir do mata-mata, viajará ao exterior para coberturas pelo SporTV.

Daniel Pereira, conhecido como Dandan, ficará responsável por narrar partidas da primeira fase diretamente do Brasil, pelo SporTV. Já Luiz Carlos Jr. narrará jogos que envolvem a Seleção Brasileira e a abertura do Mundial, ambos pelo canal esportivo do grupo Globo.

A mudança no quadro de narradores ocorreu após Luis Roberto assumir o posto de principal narrador após as saídas de Galvão Bueno, em 2022, e Cléber Machado, em 2023. Esta seria sua primeira Copa do Mundo como titular da empresa, mas o tratamento de saúde o afasta de suas funções por tempo indeterminado.

Leandro Carvalho de Araújo é condenado a 30 anos por homicídio em Ceilândia


Da redação

Leandro Carvalho de Araújo foi condenado a 30 anos de reclusão em regime inicial fechado por homicídio qualificado. O julgamento aconteceu nesta quinta-feira, 23 de abril, no Tribunal do Júri de Ceilândia, Distrito Federal, após o réu ser considerado culpado pela morte de Deocleciano Santos Mourão ocorrida em janeiro de 2015.

Segundo o júri, Leandro efetuou disparos de arma de fogo contra Deocleciano em Ceilândia Norte, resultando em seu falecimento. O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pela acusação, que apontou elementos como premeditação e utilização de munição de uso restrito durante o crime.

Durante a leitura da sentença, o juiz responsável afirmou que a gravidade da conduta ficou comprovada pelo planejamento prévio do ato e pelo emprego de munição reservada prioritariamente a forças de segurança pública, que possui elevado potencial ofensivo e letalidade, agravando as circunstâncias do delito.

O magistrado destacou ainda que, à época dos fatos, Leandro integrava um grupo estruturado e organizado para a prática de diversos crimes, inclusive parcelamento irregular do solo urbano e homicídios. O juiz também apontou maus antecedentes do réu, abrangendo diferentes condenações criminais.

Entre as condenações atribuídas a Leandro figuram homicídio qualificado, porte de arma de fogo de uso permitido com numeração raspada, receptação, corrupção de menores, cárcere privado majorado, violação de domicílio, delito de trânsito e roubo majorado.

Diante do histórico e da decisão do júri, o juiz determinou o início imediato do cumprimento da pena e negou ao condenado o direito de responder ao processo em liberdade.

Príncipe Harry afirma que sempre fará parte da família real britânica


Da redação

O príncipe Harry afirmou nesta sexta-feira, 24, durante entrevista à televisão britânica na Ucrânia, que “sempre” fará “parte da família real”. A declaração veio após sua chegada surpresa a Kiev, um dia antes da visita do rei Charles III aos Estados Unidos, organizada pelo presidente Donald Trump.

Harry, filho mais novo da princesa Diana, renunciou às funções oficiais junto com sua esposa Meghan Markle em 2020. A decisão aconteceu após divergências com membros da família real, incluindo o irmão, príncipe William, levando ao afastamento do casal das atividades institucionais da monarquia britânica.

Mesmo com o distanciamento, Harry rejeitou ser classificado como “membro não ativo da realeza”. Em entrevista à ITV News, afirmou: “Sempre farei parte da família real e estou aqui trabalhando e fazendo exatamente aquilo para o que nasci, e gosto de fazê-lo”.

O termo “membro ativo da realeza” refere-se aos integrantes do alto escalão da família real britânica que cumprem agendas oficiais e representam formalmente a monarquia. Harry, apesar de não exercer esses compromissos oficialmente desde 2020, reforçou seu envolvimento por meio de ações e discursos públicos.

Durante sua passagem por Kiev, Harry defendeu um papel mais incisivo dos Estados Unidos para encerrar a invasão russa à Ucrânia. Segundo ele, “este é um momento para a liderança americana”, destacando a importância de uma posição mais firme do governo norte-americano no conflito.

Em reação aos comentários de Harry, Donald Trump declarou a jornalistas: “Sei de uma coisa: o príncipe Harry não fala em nome do Reino Unido, isso é certo. Acho que eu falo mais em nome do Reino Unido do que ele”. O tema gerou repercussão internacional nesta semana.

Decisão de Zanin mantém Ricardo Couto no governo do Rio e afeta disputa política


Da redação

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, decidiu manter Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no comando interino do estado. A decisão, tomada nesta semana, impede que Douglas Ruas (PL), novo presidente da Alerj, assuma o Palácio Guanabara, favorecendo o grupo político de Eduardo Paes (PSD).

Zanin entendeu que a escolha recente de Ruas para presidir a Assembleia Legislativa não altera a decisão anterior do Supremo. Com isso, a estratégia do grupo de Ruas, que planejava utilizar o cargo como caminho para o Executivo fluminense, foi impactada. Ruas é considerado adversário relevante de Eduardo Paes na disputa pelo governo estadual.

A exoneração do então governador Cláudio Castro (PL) ocorreu em março, seguida da cassação do ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil), pelo TSE. Desde então, Couto acumula o comando do Executivo e do Judiciário no Rio. O grupo de Paes atua no STF para ganhar tempo até a retomada do julgamento sobre o comando do estado.

O processo foi interrompido após pedido de vista de Flávio Dino, que optou por aguardar a publicação do acórdão da condenação de Castro pela Justiça Eleitoral. A expectativa é pela retomada da sessão do STF na próxima semana. Atualmente, o placar aponta 4 votos a 1 favoráveis à realização de eleições indiretas para governador-tampão.

Caso prevaleça o entendimento atual, a escolha caberá aos deputados estaduais reunidos na Alerj. Douglas Ruas tende a renunciar à presidência do Legislativo para se candidatar ao governo, cenário favorecido pela maioria de direita na Assembleia. Entretanto, o resultado definitivo depende dos votos de outros ministros do Supremo.

Aliados de Eduardo Paes apostam que Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes sigam Cristiano Zanin pelo modelo de eleições diretas, com participação popular. Neste cenário, o presidente do STF, Edson Fachin, poderá ter o voto decisivo sobre o formato do pleito fluminense.

Nunes Marques tomará posse como presidente do TSE em 12 de maio


Da redação

O ministro Nunes Marques tomará posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 12 de maio, em Brasília. Ele assumirá o comando da corte após o encerramento do mandato de dois anos da atual presidente, ministra Cármen Lúcia, conforme estabelecido pela legislação do TSE.

A definição do novo presidente segue a ordem de antiguidade entre os ministros do Supremo Tribunal Federal que integram o TSE. O ministro André Mendonça foi definido como vice-presidente na próxima gestão, acompanhando Nunes Marques na condução dos trabalhos eleitorais do tribunal.

Nunes Marques tem 53 anos e nasceu em Teresina, capital do Piauí. Ele foi nomeado ao Supremo Tribunal Federal em 2020 pelo então presidente Jair Bolsonaro, ocupando a vaga deixada pelo ministro Celso de Mello, aposentado naquele ano.

Antes de assumir uma cadeira no STF, Nunes Marques exerceu o cargo de desembargador no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Brasília. No início da carreira, atuou por cerca de 15 anos como advogado e também foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí.

O Tribunal Superior Eleitoral é composto por sete ministros titulares, sendo três provenientes do Supremo Tribunal Federal, dois do Superior Tribunal de Justiça e dois advogados indicados pelo presidente da República. Cada ministro possui um respectivo substituto, garantindo assim a plena formação da corte.

A posse de Nunes Marques como presidente do TSE mantém a tradição de transição entre ministros do STF dentro do colegiado eleitoral. O mandato na presidência da corte tem duração de dois anos, podendo haver recondução conforme deliberação interna do tribunal.

Governo proíbe Polymarket e mais 26 sites de apostas preditivas no Brasil


Da redação

O governo federal proibiu nesta sexta-feira (24) o funcionamento da Polymarket e de outros 26 sites de apostas preditivas no Brasil, classificados como ilegais. Segundo o governo, a medida visa conter o endividamento da população, especialmente em ano eleitoral, e reforçar a regulamentação do setor de apostas.

Os sites suspensos permitiam apostas em previsões de eventos futuros, como condições climáticas ou data de falecimento de figuras públicas. Conforme apurado, essa modalidade não é aceita pelas regras brasileiras, que autorizam apenas apostas relacionadas a eventos esportivos e jogos de azar em plataformas regulares.

Durante coletiva em Brasília, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou: “Os mercados de predição não são legais, não são regulares no Brasil”. Ele destacou que a legislação atual foi impulsionada em 2023 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contemplando apenas 85 empresas autorizadas a operar no país.

Ainda segundo Durigan, Lula está atento ao aumento do endividamento devido ao acesso facilitado a apostas: “Segue muito preocupado com a situação das pessoas se endividando, das pessoas entrando no jogo das bets”. Ele complementou que isso “pode corroer, sejam as finanças pessoais, seja a própria coesão social”.

A Polymarket, plataforma que permite negociações sobre resultados eleitorais e ataques militares, já havia sido bloqueada anteriormente em países como Argentina, França, Itália e Alemanha. Entre seus conselheiros estão Donald Trump Jr. e o investidor Peter Thiel, aliado do ex-presidente dos Estados Unidos.

O governo brasileiro emitiu resolução detalhando a proibição dessas operações e prometeu reforçar a fiscalização. O ministro também afirmou avaliar novas medidas para o setor. Pesquisas recentes apontam rejeição crescente ao governo Lula, cujo principal adversário deve ser o senador Flávio Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

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