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BRB reduz taxa de crédito imobiliário durante salão online no DF

Banco vai oferecer condições especiais e juros a 6,29% ao ano durante evento, que começa hoje e segue até 27/09

O BRB vai oferecer condições especiais e a menor taxa de juros do mercado, 6,29% ao ano, durante feirão de imóveis online, promovido pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI-DF) e o Wimoveis. O Banco patrocina o evento, que começa hoje e segue até o próximo dia 27 de setembro.

Além de oferecer, durante o evento, a taxa de 6,29% ao ano no crédito imobiliário, quem fechar negócio durante o salão online vai poder pagar a primeira prestação apenas em janeiro de 2021.

“Desde o ano passado estamos atuando para ser o principal agente financeiro na concessão de crédito imobiliário do DF. Desde dezembro, temos a menor taxa do mercado, 6,49% ao ano, e, agora no feirão, vamos baixar ainda mais. Como banco público, temos a responsabilidade de ser o protagonista do desenvolvimento daqui e estamos trabalhando duro para isso. Além da menor taxa, também desburocratizamos os processos, de modo que os financiamentos têm sido concedidos em tempo recorde”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

O Expo Online Wimoveis ADEMI DF também conta com o apoio do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (SINDUSCON-DF).

Segundo dados dos organizadores, o evento vai contar com mais de 60 empreendimentos e cerca de 16 incorporadoras expositoras.

O salão imobiliário online espera promover um grande volume de negócios e alcançar 1 milhão de pessoas ao longo do período.

Para participar do Expo Online Wimoveis ADEMI DF, basta acessar: www.wimoveis.com/expoonline

Fonte: Assessoria de Comunicação do BRB

Corrupção dos governos Agnelo e Rollemberg também será investigada

Um requerimento de autoria do deputado Roosevelt Vilella (PSB), que tem o objetivo de apurar casos de corrupção  do dinheiro da saúde ocorrido no período de 2011 até a presente data já conta com oito assinaturas.

Deputados de oposição ao governo Ibaneis, vão à loucura. Até agora, não se manifestaram se assinam ou não o documento.

A maioria dos deputados de oposição ao governo Ibaneis, na Câmara Legislativa,  como os deputados, Chico Vigilante(PT), Arlete Sampaio (PT), Fábio Félix (PSOL),  Leandro Craus (PV) e Reginaldo Veras (PDT) até agora não assinou o requerimento de Roosevelt Vilella.

A CPI da Saúde, de autoria de Roosevelt,  tem o objetivo de investigar irregularidades, fraudes e corrupção na saúde do Distrito Federal.

O grupo liderado por Leandro Grass se recusa olhar para trás e desenterrar esqueletos passados.

O deputado Roosevelt Vilella defende uma CPI mais ampla que apure  suspeitas de corrupção apontadas pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) a partir de primeiro de janeiro de 2011, passando pelos governos de Agnelo Queiroz (PT) e Rodrigo Rollemberg (PSB), até os dias atuais.

Para Rooselvet, neste últimos 9 anos ocorreram na Secretaria de Saúde do DF,  fatos determinantes com  prisões de agentes públicos e as ações de busca e apreensão de documentos e outros materiais probatórios realizadas no âmbito de operações deflagradas pelo MPDFT.

Ele cita as operações denominadas “Gotemburgo”, “Falso Negativo”, “In Rem Suam” e “Alto Escalão”, sendo esta última o desdobramento da “Operação Checkout”, entre outras envolvendo a gestão da saúde.

“Não deve uma CPI ser instaurada para investigar as irregularidades de um governo apenas, visto que as práticas irregulares e semelhantes, como dito, vêm de outras gestões e perduram, por isso a necessidade de se ir fundo no sentido de esclarecer as denúncias propaladas, de maneira a encaminhar a punição para os malfeitores e o resgate dos recursos desviados para os cofres públicos.”, afirma.

Para o presidente da Câmara Legislativa, Rafael prudente (MDB), as últimas operações realizadas pelo Ministério Publico do DF, que apura um desvio gigante de recursos da saúde, ocorridos durante os governos Rollemberg (PSB) e Agnelo (PT),  foi o que levou o deputado Roosevelt (do mesmo partido do ex-governador Rollemberg)  apresentar uma propositura bem mais ampla  do que a apresentada pelo deputado Leandro Grass que queria uma CPI mínima, restrita apenas na Operação Falso Negativo.

Oito deputados assinaram o requerimento de Roosevelt neste domingo (13).

Com a possibilidade de instalação de uma “CPI, Ampla, Geral e Irrestrita”, alguns parlamentares começaram a retirar suas assinaturas da CPI de Leandro Grass.

Daniel Donizzet (PSDB) foi o primeiro a retirar a sua assinatura e deve ser seguido por João Cardoso (PL), Reginaldo Sardinha (Avante) e Jaqueline Silva (PTB).

Esses distritais  se convenceram que supostos casos de roubalheira do dinheiro da saúde, ocorrida nos últimos 9 anos, têm que ser investigado por ser corrupção sistêmica e  continuada.

Por Toni Duarte
Fonte: Radar DF

Avante fecha apoio na pré-candidatura de Túllio

Democratas de Túllio oficializa coalizão do Avante à Prefeitura de Águas Lindas.

O pré-candidato à prefeitura de Águas Lindas, Túllio se reuniu nesta sexta-feira (11), no diretório do DEM, com presidente do Avante, Deusdete Benevides.

DEM e Avante selaram a aliança com o objetivo da construção de um projeto que visa um futuro melhor para Águas Lindas. O encontro aconteceu à tarde.

Benevides deixou claro a importância da união neste momento de crise e pandemia. “O compromisso de caminharmos juntos e levar o melhor para nossa cidade de Águas Lindas”, afirmou ele.

Túllio agradeceu o apoio entre os dois partidos e elogiou a posição de Benevides. “Nós vamos vencer essa batalha e vamos trazer desenvolvimento para nossa cidade. Obrigado pela força e estamos juntos.”

Túllio já conta com apoio do governador Ronaldo Caiado, que espera o apoio do PTB para próxima semana.

Assista ao vídeo do encontro de Túllio e Benevides:

Fonte: Tudo Ok Notícias

Deputado mais popular do Brasil ainda não pensa em ser presidente

Da redação

Com mais de oito milhões de seguidores nas redes sociais, mineiro não quer desviar seu foco

Terceiro deputado mais votado em Minas Gerais, escolhido o mais popular do Brasil e com mais de oito milhões de seguidores somando Facebook e Instagram, André Janones (Avante-MG), diz que ainda não pensa em se candidatar à Presidência da República.

“Não me permito pensar em nível presidencial ainda. Sou deputado de primeiro mandato e eu não toco nesse assunto por enquanto”, enfatiza.

Para Janones, seja pra dizer que pode ser ou não, se o assunto começar a martelar demais em sua cabeça, ela diz que corre o risco de esquecer-se da função ocupada atualmente.

“Minha meta é ser o melhor deputado do Brasil. São 513 deputados federais no Congresso Nacional e isso já é uma meta ousada”, pondera. “Sobre 2022, eu vou começar a pensar somente no ano de 2022”, finaliza.

TSE está de olho na invasão de dados pessoais durante as campanhas municipais

Da redação

Especialista diz que legislação específica vai ordenar as ações político-partidárias

O candidato que acha que vai fazer malas-diretas deliberadamente com santinhos para milhares de pessoas durante as eleições municipais deste ano está equivocado. De acordo com a advogada Dayane Mendonça, especializada em proteção de dados, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está se preparando para coibir essa prática.

“A Lei Geral de Proteção de Dados vai estar em vigor no âmbito das eleições municipais e o TSE quer que os candidatos sigam suas prerrogativas”, analisa a jurista. “Quando pegar uma informação é preciso um aval legal do cidadão, e tem de deixar bem claro para qual é a finalidade”, completa.

De acordo com Dayane, o candidato vai precisar correr atrás de seu público e, principalmente, com consentimento dele e sem incomodar. “Isso é tão importante que, com base nessas informações, é possível influenciar campanhas politicas, compras e, até, no comportamento das pessoas”, completa.

Eventos: artistas preferem apoio do que auxílio

Da redação

Classe acredita que os R$ 600 beneficiam apenas parte dos profissionais

O auxílio financeiro para os artistas do Distrito Federal caminha para a terceira parcela. No entanto, existe uma parte dos profissionais que avaliam outra possibilidade para a concessão da ajuda do governo.

Para Junior Cabelera, integrante da banda Brasiliana, o GDF deveria ter revestido esse auxílio na produção de evento. “Talvez, se a verba fosse para a transmissão de uma live, ou para a realização de um show drive-in, certamente ajudaria bem mais à classe artística”, avalia durante entrevista ao Programa Conectado ao Poder, da TV União. “Em muitos casos abrange apenas o artista, mas existe toda uma equipe por traz que trabalha nos eventos e estão sem renda”, explica.

A Lei nº 14.017, de 29 de junho de 2020, carinhosamente denominada Lei Aldir Blanc, foi criada com o intuito de promover ações para garantir uma renda emergencial para trabalhadores da Cultura e manutenção dos espaços culturais brasileiros durante o período de pandemia da covid‐19.

De acordo com a vocalista, Elaine Dorea, para suprir a carência de colegas de trabalho, além de pessoas carentes em abrigos, a banda promoveu lives solidárias, quando chegaram a arrecadar cerca de três toneladas de alimentos.

Redes sociais

Com diversas músicas autorais, uma infinidade com covers tipicamente brasileiros, além de poucos clássicos internacionais no repertório; a banda começa a crescer nas redes sociais.

São aproximadamente oito mil seguidores somando Instagram e Facebook e a web tem sido uma aliada do grupo.

“Há 20 anos atrás o artista sempre aparecia para o público por meio da gravadora. Hoje em dia, tem artistas desconhecidos da mídia, mas que tem mais de um milhão de seguidores e musicas com vinte mil acessos nas plataformas digitais”, justifica Cabelera.

Ele compara: “Não que seja sinal de talento, mas é reconhecimento. Muitos desses têm mais seguidores que, por exemplo, Caetano e Gil”.

“O maior problema do Brasil não é a corrupção”, diz André Janones

Da redação

Deputado Federal mineiro acredita que a falta de coragem é a responsável por atrapalhar o país

“O maior problema do Brasil não é a corrupção é a falta de coragem”, enfatizou o deputado federal André Janones (Avante-MG) durante entrevista ao Programa Conectado ao Poder, da TV União. De acordo com o parlamentar, aquele político que nunca fez nada errado, mas também não tem coragem de ir contra o sistema, é o pior.

“O político que não contraria os interesses do partido quando vai de encontro ao seu próprio, não denuncia um colega que está errado e sede ao corporativismo; não serve para governar”, resumiu.

Segundo Janones, no congresso tem muito mais gente séria, e honesta, correta e bem intencionada do que ele pensava antes de ser eleito.

Escolhido como o deputado mais popular do Brasil, com mais de seis milhões de seguidores no Facebook e um milhão e meio no Instagram, o mineiro destacou que não milita partidariamente e nem segue as orientações de sua legenda à risca, “e o Avante sabe e entende isso”.

“Eu não acredito mais em partido. Eu acredito em pessoas. A grande maioria quer o poder pelo poder”, atacou. “O partido não está preocupado com o povo. Está preocupado com quem vai ser eleito para o próximo mandato”, completou.

Conectado ao Poder com Banda Brasiliana

O Conectado ao Poder, na TV União Brasília – canal 11.1, desta sexta-feira (11/9), entrevistou a Banda Brasiliana.

Assista a entrevista na íntegra:

Ministro do STF decide que verba para candidatura de negros vale já em 2020

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski determinou que seja aplicada já nas eleições deste ano a regra para distribuição proporcional de recursos dos fundos eleitorais e do tempo de propaganda eleitoral na TV para candidatos negros.

A decisão do ministro atende a ação movida pelo PSOL e pela ONG Educafro, que pediam a aplicação em 2020 da nova regra aprovada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Em agosto, o TSE aprovou a destinação proporcional aos candidatos negros dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral recebidos pelos partidos, mas estabeleceu que a regra só valeria a partir da eleição de 2022.

A decisão do ministro Ricardo Lewandowski determina que a regra passe a valer já para a eleição deste ano, que será realizada em novembro.

O ministro concedeu a decisão de forma individual e sinalizou que o caso deverá ser analisado posteriormente pelo plenário do STF, composto pelos 11 ministros do tribunal. Ainda não há data para o processo ser julgado pelo plenário.

A decisão sobre quando o processo será julgado no plenário deverá ficar para o novo presidente da corte, ministro Luiz Fux, que toma posse no cargo na tarde de hoje.

Na decisão, Lewandowski discordou do argumento utilizado pelo TSE para justificar a aplicação do financiamento proporcional apenas em 2022.

A corte eleitoral entendeu, por 4 votos a 3, que a Constituição proíbe que alterações no processo eleitoral sejam feitas a menos de um ano da data das eleições.

Lewandowski rebate esse argumento e afirma, na decisão, que não se trata de alteração significativa nas regras eleitorais e, por isso, poderiam ser aplicadas já nas eleições deste ano.

O incentivo proposto pelo TSE, ademais, não implica qualquer alteração das ‘regras do jogo’ em vigor. Na verdade, a Corte Eleitoral somente determinou que os partidos políticos procedam a uma distribuição mais igualitária e equitativa dos recursos públicos que lhe são endereçados, quer dizer, das verbas resultantes do pagamento de tributos por todos os brasileiros indistintamente
Ricardo Lewandowski, ministro do STF, na decisão

Lewandowski elogia a medida aprovada pelo TSE como uma forma de combater a discriminação na sociedade.

“Para mim, não há nenhuma dúvida de que políticas públicas tendentes a incentivar a apresentação de candidaturas de pessoas negras aos cargos eletivos, nas disputas eleitorais que se travam em nosso país, prestam homenagem aos valores constitucionais da cidadania e da dignidade humana, bem como à exortação, abrigada no preâmbulo do texto magno, de construirmos, todos, uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social, livre de quaisquer formas de discriminação”, escreve o ministro.

TSE ficou dividido

No julgamento pelo TSE do tema, o tribunal ficou dividido sobre a aplicação da regra já para as eleições deste ano.

Os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes defenderam que a nova regra passasse a valer nas eleições deste ano, previstas para novembro.

Mas a maioria do tribunal, formada pelos ministros Og Fernandes, Luis Felipe Salomão, Sérgio Banhos e Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, decidiu que a obrigação aos partidos deveria ser aplicada apenas para as eleições de 2022, quando serão eleitos presidente da República, governadores, senadores e deputados.

Barroso, Fachin e Moraes são hoje os três ministros do STF que integram o TSE. Por isso, eles deverão participar do julgamento da ação do PSOL quando o tema for analisado pelo plenário do Supremo.

O TSE é formado por três ministros do STF, dois do STJ e dois ministros indicados entre advogados da área eleitoral.

Por Felipe Amorim e Eduardo Militão
Fonte: Notícias UOL

Projeto de Lei estabelece parceria com tatuadores para cobrir cicatrizes e marcas em mulheres no DF

De autoria do deputado distrital Hermeto o projeto prevê atendimento a mulheres que sofreram traumas, como queimaduras e cortes

Foi protocolada na tarde desta terça feira (08), Projeto de Lei que estabelece parcerias com tatuadores para atendimento a mulheres que sofreram traumas, queimaduras e diferentes ocorrências, que resultaram em marca e cicatrizes na pele.

De autoria do deputado distrital Hermeto (MDB), o Projeto visa melhorar a autoestima dessas mulheres que passaram por traumas que deixaram marcas na pele. Entre as mulheres que poderão ser beneficiadas estão aquelas que que tiveram que fazer a mastectomia, que é a cirurgia em decorrência do câncer no seio. A chamada mastectomia radical retira por completo o seio afetado pelo câncer. No geral, até por prevenção, são retirados os dois seios. No local, ficam, evidentemente, cicatrizes.

“Passei uma barra quando fiz o meu tratamento de câncer no seio. Foram meses de quimioterapia, perda de cabelo, peso e no final, graças a Deus consegui vencer o câncer, mas ficaram as cicatrizes. Cicatrizes que me lembram o quanto fui forte, mas que também me fazem sentir envergonhada. Me sinto mal ao me olhar no espelho, não me sinto à vontade para tirar a roupa na frente de ninguém, e esse peso terei que carregar pelo o resto da vida. Em pesquisas vi que é possível fazer uma tatuagem para amenizar essas cicatrizes, este é o sonho de toda mulher que enfrentou uma mastectomia. Infelizmente esse procedimento não é financeiramente viável para todas nós. Um Projeto como este pode mudar as nossas vidas. ” Marília Bezerra, 34 anos, sobreviveu ao câncer de mama.  

Uma estimativa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) este ano, previu que só no DF serão 8.820 novos casos de câncer por ano, em 2020,2021 e 2022. Destes o câncer de mama será responsável por 42,63 casos a cada 100 mil habitantes por ano.

Outra situação que poderá ser beneficiada com o projeto, são os casos de mulheres que foram vítimas de violência, especialmente a doméstica. Mulheres que, apresentam cicatrizes provocadas por corte, queimaduras, entre outras atitudes violentas praticadas contra as mesmas.

“Sem dúvida, uma tatuagem para uma mulher que, por exemplo, sofreu uma mastectomia radical ou algum tipo de violência ou mesmo um acidente, pode melhorar sua autoestima. Uma tatuagem, por exemplo, de uma flor pode cobrir uma cicatriz. Ou mesmo, dependendo da habilidade do tatuador, pode ser “refeito”, na forma de desenho, um mamilo ferido. ” Conclui Hermeto, autor do Projeto.

Por Larissa do Vale
Fonte: hermeto.com.br

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