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DF prevê R$ 3 milhões em obra contra inundação em viaduto de Ceilândia

viadutoHomem de 20 anos e uma criança de 6 já morreram afogados no local.
Intervenções vão complementar rede pluvial já existente, diz governo.

O viaduto localizado na QNM 5/7 de Ceilândia, no Distrito Federal, receberá obras de drenagem de águas pluviais para complementar a rede existente, anunciou o governo do Distrito Federal nesta segunda-feira (27). As melhorias na infraestrutura devem ficar em cerca de R$ 3 milhões. O valor pertence a um empréstimo de R$ 500 milhões tomado pelo GDF no Banco do Brasil.

O viaduto costuma ter uma parte inundada durante chuvas fortes. A situação já provocou duas mortes no local. A última delas ocorreu no dia 21 de janeiro de 2014, quando um homem de 20 anos passava de carro pelo local.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima estava em um veículo com outras duas pessoas. O automóvel passava perto do viaduto quando foi tomado pela água da forte chuva que caiu na terça-feira em vários pontos do DF.

Os bombeiros disseram que o rapaz era passageiro e teria tentado fugir por uma das portas quando viu que a água invadia o interior do veículo. O corpo dele ficou submerso. Ele foi retirado da água por policiais militares, que tentaram por quase 18 minutos fazer com que o jovem voltasse a respirar. Uma equipe dos bombeiros deu continuidade aos procedimentos de socorro, mas sem sucesso. Os outros dois ocupantes do carro conseguiram escapar nadando.

Em outubro de 2013, uma criança de 6 anos morreu afogada. Geovana Moraes Oliveira estava dentro de um ônibus escolar que ficou preso na água debaixo do viaduto. O coletivo levava cerca de 25 crianças e parou de funcionar quando o motorista tentou atravessar uma área alagada pela chuva.

Fonte: G1 DF

 

Obra em via no DF é retomada com atraso e 24% mais cara que anunciado

denio_simoesPista que liga DF a Águas Lindas terá 3,8 km asfaltados por R$ 6,7 milhões.
Previsão inicial era de que intervenção terminasse em abril do ano passado.

As obras para pavimentação de 3,8 quilômetros da Rodovia Vicinal 533 – pista que liga Brazlândia a Águas Lindas, no Entorno – foram retomadas pelo governo do Distrito Federal nesta segunda-feira (26) com um ano de atraso em relação ao prazo inicial para conclusão e 24% mais caras do que o anunciado. De acordo com o Executivo, o serviço foi orçado em R$ 5,4 milhões. Um aditivo publicado no Diário Oficial, no entanto, aumentou o investimento em R$ 1,3 milhão para incluir “condicionantes ambientais”.

“Essa obra vai melhorar minha vida em todos os sentidos. Constantemente, tenho que gastar com pneu que estoura, suspensão que quebra”
Ângelo Fábio Arrais,
morador do Entorno

O DER informou que na época da assinatura do contrato, em novembro de 2013, não se considerou que a pista está em área de preservação ambiental e de passagem de animais. A previsão era de que a intervenção acabasse em até 150 dias. O GDF declarou, porém, que a pavimentação só começou em setembro do ano passado e foi interrompida três meses depois por falta de verba. Foram concluídos 30% do asfalto no período.

A vicinal 533 liga a ponte do Rio Descoberto, no setor rural Padre Lúcio, em Águas Lindas de Goiás (GO), à BR-080, em Brazlândia. A expectativa é que a pavimentação deste trecho facilite o escoamento da produção agrícola dos chacareiros, torne o trajeto mais rápido e seguro para os motoristas e melhore o tráfego de ônibus escolares que transportam as crianças do setor rural para Brazlândia.

Durante a cerimônia para retomada das obras nesta segunda, o governador Rodrigo Rollemberg destacou a iniciativa. “Essa obra também amplia a integração entre Brazlândia e Águas Lindas e reitera nosso compromisso de asfaltar todas as estradas vicinais em áreas rurais e todos os acessos a escolas de Brasília.”

Também estão previstos no contrato os serviços de terraplenagem, paisagismo, drenagem, obras complementares e sinalização. O GDF disse ainda que trecho entre o entroncamento da vicinal 533 com as rodovias BR-080, BR-251 e DF-180 e a divisa com o estado de Goiás vai ganhar uma ciclovia.

Até agora, foram pagos R$ 1,5 milhão do valor do contrato. O restante será custeado com recursos vindos de empréstimo junto ao Banco do Brasil. De acordo com o GDF, a entidade cedeu R$ 500 milhões, em 29 de janeiro, exclusivamente para investimentos em mobilidade e infraestrutura.
A nova previsão é de que a obra acabe em 120 dias. O morador do Entorno Ângelo Fábio Arrais, de 44 anos, disse à Agência Brasília que já gastou R$ 320 com o conserto do carro, por causa das más condições do trecho, usado por ele diariamente para se deslocar de casa ao trabalho, no Plano Piloto.

“Essa obra vai melhorar minha vida em todos os sentidos. Constantemente, tenho que gastar com pneu que estoura, suspensão que quebra”, declarou.

Motoristas e moradores que utilizam a via também se queixam da poeira e do barro. “Pego o ônibus aqui para chegar em casa. Além da demora, chego em casa só a terra, só o barro”, afirmou o graniteiro Reginaldo dos Santos.

“Você está vendo a situação. Olha o outro carro de frente aí, como é que vem. A ponte é estreita. Tem que parar para poder o outro passar. Olha só a situação. Crítica”, completou o mestre de obras Francisco Chagas.

Outras obras

O governo do Distrito Federal anunciou no início do mês que iniciaria obras de pavimentação, sinalização e duplicação de rodovias distritais em seis regiões administrativas. O investimento tem custo de R$ 34 milhões e está sob responsabilidade do DER.

As regiões são Jardim Botânico, Lago Sul, São Sebastião, Planaltina, Gama e Brazlândia. A previsão é que as obras terminem 180 dias após iniciadas. Segundo o Executivo, o recurso veio do empréstimo de R$ 500 milhões feito pelo governo junto ao Banco do Brasil em 29 de janeiro, com destinação exclusiva para obras de mobilidade e de infraestrutura.der

Publicação oficial traz acréscimo no valor do contrato para pavimentação de rodovia no DF (Foto: Diário Oficial do DF/Reprodução)

No Lago Sul e Jardim Botânico está prevista a restauração de quatro quilômetros da DF-035, que liga a DF-025 à DF-001, além de serviços de sinalização horizontal. O investimento previsto na região é de R$ 4,2 milhões.

A DF-463, que liga São Sebastião à DF-001, terá a duplicação retomada. Os 3,9 quilômetros, em obra ao custo de R$ 6,7 milhões, também passarão pela adequação dos acessos ao Jardins Mangueiral e ao Jardim Botânico III.

Na região de Planaltina, será pavimentado o trecho da DF-131 que liga as rodovias DF-205 à DF-128. As obras previstas englobam serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem e sinalização, além de serviços complementares e de recuperação do meio ambiente, com valor previsto de R$ 11,6 milhões.

No Gama, está prevista a construção da marginal da DF-480, no trecho entre a DF-001, próximo à entrada da região e à Universidade de Brasília. Os R$ 6,1 milhões previstos incluem serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização, obras complementares e de recuperação do meio ambiente.

A sexta obra é a pavimentação da Rodovia Vicinal 533, entre Brazlândia e Águas Lindas.

Fonte: G1 DF

Projeto de terceirização desagrada a senadores do governo e da oposição

projeto-de-terceirizacao-desagrada-a-senadores-do-governo-e-da-oposicaoNo Senado, a proposta enfrenta resistências que vão do PT ao Democratas. Senadores garantem que, da forma como chegou, o projeto não será aprovado

O Projeto de Lei 4330/2004, que regulamenta a terceirização das empresas, chega ao Senado cercado de polêmicas e críticas por parte dos senadores. A questão da terceirização tem ultrapassado os limites partidários. Do PT ao Democratas, os senadores defendem cautela na discussão da proposta e acreditam que, da forma como o projeto foi aprovado pela Câmara, não passará pelo Senado. Essa visão tem como principal líder o próprio presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que já se manifestou claramente contrário ao projeto. “Não vamos permitir pedaladas com os direitos dos trabalhadores”, avisou.

O líder do DEM, senador Ronaldo Caiado (GO), apesar de reconhecer a importância do projeto para o país, já estuda apresentar emendas ao projeto. Na última quinta-feira (23), o democrata se reuniu com a assessoria para analisar a proposta e chegou à conclusão de que serão necessárias algumas audiências públicas para ouvir os interessados.

Para Caiado, não dá para votar o projeto com açodamento. Esse é também o sentimento do líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE). O peemedebista reconhece que a terceirização é importante para o desenvolvimento do país, mas diz que é necessário discutir a proposta de forma aprofundada.

Os senadores petistas são os maiores críticos ao projeto. O líder do partido, Humberto Costa (PE), subiu à tribuna na semana passada para afirmar que “a Câmara rasgou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) na cara dos brasileiros”. Costa garantiu que a bancada do partido no Senado votará inteira contra a proposta.

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Lindbergh considera  propostas “conservadoras”
Orlando Brito/ObritoNews

“Não há qualquer negociação que possamos abrir relativa à terceirização da atividade-fim das empresas. Ou ela sai do texto do projeto ou nós votaremos contra ele”, avisou. O líder petista foi acompanhado em suas críticas pelos senadores Lindbergh Farias (RJ), que já articula uma frente formada por parlamentares contrários às propostas consideradas “conservadoras” aprovadas na Câmara.

Até mesmo o ex-presidente Lula se manifestou publicamente contra o processo. Disse que os trabalhadores precisam se unir contra a proposta. “Não queremos ver aprovada uma lei que retrocede os direitos dos trabalhadores para antes do período de Getúlio Vargas”, disse Lula durante evento do partido em São Paulo. O discurso do ex-presidente reforçou os ânimos dentro da bancada petista, que estava preocupada por causa das propostas das MPs 664/2014 e 665/2014, que reduzem direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores. As medidas fazem parte do pacote de ajuste fiscal proposto pelo governo.

As críticas ao PL 4330/2004 são cada vez mais duras. Os senadores pretendem discutir o projeto em pelo menos três comissões permanentes: Comissão de Justiça, para analisar a constitucionalidade e legalidade da matéria; Assuntos Econômicos, para avaliar os impactos do projeto na economia; e Assuntos Sociais, que vai se debruçar sobre os direitos sociais e trabalhistas.

Fonte: fatoonline.com.br

Por temor de novo panelaço, Dilma cancela pronunciamento de 1º de maio

20150427202908896075aA presidente Dilma Rousseff não fará o tradicional pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, alusivo ao Dia do Trabalho, comemorado em 1º de maio. Temendo a repetição de panelaços anteriores, Dilma optou por celebrar a data por meio das redes sociais. Não está definido ainda se ela publicará um vídeo na internet ou se o recado aos brasileiros será feito por mensagens de texto. A decisão foi tomada durante reunião do conselho político do governo no começo da noite desta segunda-feira (27/4).

Ministros próximos à presidente afirmaram ao Correio que “a construção da imagem é trabalho gradativo e se, neste momento, ainda estamos analisando fatos positivos a serem divulgados, é mais prudente guardarmos anúncios para momento posterior”.

É a primeira vez, desde que assumiu o governo, em 2011, que a presidente Dilma Rousseff não falará em cadeia nacional de rádio e televisão pelo Dia do Trabalho, em 1º de maio. “Ela vai dialogar pelas redes sociais com os brasileiros e brasileiras. Foi uma decisão coletiva de toda a coordenação política. Coletiva e unânime que ela deveria usar as redes sociais”, disse o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, na noite desta segunda-feira (27/04), após reunião com ministros.

A decisão do governo foi tomada depois que o primeiro pronunciamento de Dilma do ano, em 8 de março, no Dia Internacional da Mulher, foi acompanhado de panelaços, vaias e buzinaços pelo país. O temor era de que o mesmo ocorresse na próxima sexta-feira caso ela falasse. “A presidenta vai continuar usando a televisão, usando a cadeia nacional quando for necessário. Nesse momento, entendemos que não é a melhor forma de comunicação”, afirmou.

Todos os 10 ministros que participaram de reunião de coordenação política na tarde desta segunda concordaram que Dilma não deveria falar na próxima sexta na tevê e no rádio, segundo Silva. O ministro, no entanto, nega que o motivo seja o medo de novos “panelaços”.

“A presidenta não teme nenhum tipo de manifestação da democracia. Toda manifestação que é oriunda da construção de um Brasil democrático, a presidenta não tem temor por isso. A presidenta só está valorizando um outro modal de comunicação. Ela já valorizou as rádios, valoriza todos os dias a comunicação impressa, ela valoriza a televisão e ela resolveu, desta vez, valorizar as redes sociais”, disse o ministro, após a coletiva de imprensa. Segundo Silva, ainda não há definição de qual será o modelo adotado para se comunicar na próxima sexta.

Fonte: Correio Braziliense

Quase 1 milhão de crianças precisam de ajuda humanitária no Nepal, estima Unicef

2w6yeh55e6l72ohj36xjyrjz3Quase um milhão de crianças precisam de ajuda humanitária urgente no Nepal, depois do terramoto de magnitude 7,8 na escala de Richter, que ocorreu no sábado (25) e fez mais de 3,2 mil mortos, informou nesta segunda-feira o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Milhares de crianças dormem na rua depois do sismo, assim como seus pais, e os riscos de propagação de doenças é elevado, segundo a entidade internacional. De acordo com autoridades, 2.152 pessoas morreram no Nepal; 57, na Índia; 17, na China; e uma em Bangladesh. Além disso, há milhares de feridos. O desastre natural já é considerado o pior no Nepal nos últimos 80 anos.

“Pelo menos 940 mil crianças que vivem nas zonas mais atingidas pelo sismo no Nepal precisam de ajuda humanitária urgente”, segundo o comunicado da organização. “As restrições de acesso à água potável e a instalações sanitárias expõem as crianças a doenças que se propagam por via aérea e muitas delas estão separadas das suas famílias”, acrescentou a nota.

O Unicef explicou que mobilizou equipes e vai enviar à capital do Nepal, Katmandu, dois aviões carregados com 120 toneladas de ajuda humanitária, como medicamentos, tendas e cobertores. O sismo de sábado destruiu edifícios históricos, e as infraestruturas básicas foram muito atingidas.

Neste domingo (26), a região foi novamente atingida por um terremoto, de magnitude 6,7 na escala de Richter, o que agravou a situação no país. O tremor subsequente atingiu uma zona situada no noroeste de Katmandu, não muito longe da fronteira com a China. O abalo foi sentido até na região do Monte Everest, no Himalaia, onde provocou novas avalanches, segundo montanhistas que estão no local.

Diante da situação de emergência, a Cruz Vermelha Internacional lançou um site para ajudar na busca por desaparecidos. A página na internet permite que pessoas no Nepal e no exterior registrem os nomes dos parentes com quem desejam restabelecer contato. É possível também buscar registro de pessoas desaparecidas ou que responderam que estão vivas.

Fonte: Agência Brasil

Pauta do Congresso Nacional esta semana estará cheia, apesar do feriado na sexta

pauta-do-congresso-nacional-esta-semana-estara-cheia-apesar-do-feriado-na-sextaCâmara e Senado têm audiências públicas previstas com o vice-presidente da República, ministros, integrantes da equipe econômica e muitas votações importantes

Embora com um dia a menos, a semana no Congresso Nacional será agitada. Na Câmara dos Deputados, estão previstas as presenças do vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer, e do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Já no Senado, além da discussão do projeto de terceirização, que começa a tramitar a partir desta segunda (27), ainda estão agendadas audiências públicas com os presidentes da Petrobras, Aldemir Bendine, do Banco Central, Alexandre Tombini e com o ministro da Defesa, Jaques Wagner.

Michel Temer participa de audiência pública na Comissão de Reforma Política, na Câmara, na próxima terça-feira (28), às 10 horas, para falar sobre Sistemas Eleitorais e Financiamento de Campanha. Ele foi convidado a falar como presidente nacional do PMDB. Rui Falcão, presidente do PT, será ouvido à tarde, a partir das 14h30, como presidente do PT.

O ministro José Eduardo Cardozo vai participar da sessão de debates (comissão geral) no plenário para falar sobre as prioridades da pasta. O encontro faz parte da série de comissões gerais que a Câmara pretende promover com os 39 ministros do governo Dilma Rousseff.

No Senado, as atenções vão se voltar para a audiência pública com o presidente da Petrobras. Esta será  a primeira vez que o Congresso ouve Bendine desde que o executivo assumiu a estatal no início de fevereiro. Bendine vai falar sobre o balanço auditado da empresa de 2014, divulgado na última quarta-feira (22). A audiência será conjunta das comissões de Assuntos Econômicos e de Infraestrutura.

Vetos

O Congresso também votará, na terça-feira, a partir das 19h, três vetos da presidente Dilma Rousseff. O principal deles é o que impede a fusão de partidos recém-criados. Esse é um dos primeiros projetos da reforma política aprovados pelo Legislativo. Ele exige o mínimo de cinco anos de existência para que os partidos políticos possam se fundir. O objetivo do projeto – vetado parcialmente por Dilma – é o de evitar a criação de legendas apenas para driblar o instituto da fidelidade partidária.

Plenário

No Senado, o principal item da pauta será o Projeto de Lei Complementar 15/2015, que obriga o governo a regulamentar, em até 30 dias, a lei que modifica o indexador da dívida dos estados e municípios. O projeto tramita em regime de urgência e, caso seja aprovado, retornará para a Câmara. Na quarta-feira (29), a pauta do Senado será trancada pela MP 661/2014, que autoriza a abertura de crédito no valor de R$ 30 bilhões em favor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A MP passou a tratar de vários outros assuntos em função de mudanças aprovadas pelos deputados. Assim, o texto, na forma de projeto de lei de conversão (PLV 2/2015), prevê desde o refinanciamento parcial das dívidas feitas por caminhoneiros para comprar caminhões até a possibilidade de os trabalhadores aumentarem o limite de descontos autorizados em suas folhas de pagamento.

Na quarta-feira (29), a Comissão Mista da MP MP 665/2014, que restringe o acesso aos benefícios trabalhistas como o seguro-desemprego e abono salarial, e integra o ajuste fiscal, vota o relatório final. Se aprovada, a MP segue para apreciação no plenário da Câmara.

Na Comissão de Constituição e Justiça do Senado será apresentado o parecer do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) sobre a indicação do jurista e professor Luiz Edson Fachin para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A sabatina está prevista para o dia 6 de maio.

CPIs

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras (CPI), instalada na Câmara, encontra-se no Rio de Janeiro para uma visita técnica à sede da Petrobras. A comitiva passa pela estatal nesta segunda-feira (27). Na semana passada, integrantes da CPI estiveram em Curitiba, no Paraná, para uma reunião com o juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações penais oriundas da operação em primeira instância. Eles acertaram que 19 presos da Operação Lava Jato sejam ouvidos pelos deputados.

No Senado, a CPI do HSBC vai ouvir o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, na quinta-feira (30), a partir das 10 horas. No mesmo horário, as Comissões de Assuntos Econômicos e Mista de Orçamento ouvirão o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para avaliar o cumprimento dos objetivos das políticas monetárias, creditícia e cambial do governo.

O ministro Jaques Wagner, da Defesa, também participa de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado para prestar informações sobre a pasta e falar sobre os projetos prioritários da Defesa.

Fonte: fatoonline.com.br

GDF ultrapassa limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal

gdf-ultrapassa-limite-prudencial-da-lei-de-responsabilidade-fiscalO Governo do Distrito Federal aguarda a entrada de receita, ainda neste mês, para não ultrapassar novamente o limite prudencial, estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Sem alcançar a meta, a Administração Pública fica proibida de preencher as vagas congeladas por determinação do Tribunal de Contas (TCDF), que fiscaliza as contas públicas.

De acordo com a LRF, a margem prudencial hoje é de 46,55%, o que corresponde a 90% de 49% da Receita Corrente Líquida. Até a última quinta-feira (23), a receita corrente líquida era de pouco mais de R$ 17,8 bilhões.

Mas a tabela de Projeção da Receita Tributária para este primeiro quadrimestre do ano – elaborada por técnicos da Secretaria de Fazenda – não é nada animadora. O documento que foi entregue à Câmara Legislativa na semana passada aponta que os gastos com pessoal teriam superado já a margem imposta pela LRF, e estariam em 47,39% desta margem. Ou seja, R$ 8,5 bilhões.1-limiteprudencial
Alexandre Fonseca

Em nota, a Secretaria de Fazenda explica que possui expectativa de entrada de novas receitas até o último dia útil do mês, que, sem dúvida, interferirá no cenário de enquadramento da LRF. Os recursos estimados ainda para este mês, afirma, se referem aos recolhimentos das concessionárias de energia elétrica e do pagamento de impostos com origem no Refis, onde os vencimentos foram direcionados para o dia 30 de abril.

Ainda conforme a explicação da secretaria, “no que diz respeito ao limite prudencial estabelecido pela LRF, que é de 46,55% – já o estouramos desde o início do ano –, estamos em 46,93% e o governo tem reduzido despesas e buscado novas fontes de receita ao longo desses meses com vistas a sair do enquadramento”, conclui a nota.

Fonte: fatoonline.com.br

Impeachment não está pautado do ponto de vista jurídico, avalia ministro

20150428102000O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, disse, nesta segunda-feira (27), que a tese que está sendo levantada, por uma parte das lideranças da oposição, de que há elementos para ser apresentado um impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff não tem embasamento jurídico.

“O governo sempre vai lidar com as posições dos partidos de oposição de forma muito tranquila, não vai ver nenhuma anormalidade nisso. A questão do impeachment é uma bandeira político-partidária, já que do ponto de vista jurídico, de materialidade jurídica, essa questão não está pautada”, disse o ministro nesta noite em entrevista a jornalistas.

Os partidos políticos, na opinião de Edinho, têm direito de levantarem e trabalharem suas bandeiras, posições que são respeitadas pelo governo. “Eu penso que, no campo da oposição, nós temos lideranças que, independentemente da nossa posição política, de posição A, B ou C, são lideranças que têm uma história construída no país, uma biografia a zelar, a defender e um patrimônio político também a zelar”, disse. Ele disse que, em uma democracia, é importante que se conviva com a diferença.

Ao responder à pergunta, o ministro disse que não se referia a um quadro específico da oposição, mas a todas as lideranças que possuem biografias respeitadas e patrimônio político eleitoral. “Cada um zela por aquilo que construiu. E a capacidade de cada um zelar por aquilo que construiu que vai dimensionar a sua postura enquanto estadista, enquanto liderança que pensa no Brasil, não só como um espaço de disputa conjuntural, mas também como um espaço de se construir histórias e biografias sólidas”, declarou.

Fonte: Agência Brasil

Câmara Legislativa será palco para jornada de 24 horas de dança

foto_27042015091945Buscando a reabertura de espaços culturais, defesa e ampliação do FAC entre outras demandas, dançarinos de diferentes segmentos se apresentarão em frente à Casa

Os dançarinos do Distrito Federal vão unir fôlego em um ato inédito para celebrar o Dia Internacional da Dança, comemorado em 29 de abril. Na véspera da data, dia 28, os profissionais se concentrarão em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), para uma jornada de ritmos, batizada como “A Virada da Dança”.

No encontro, bailarinos, professores, estudantes e até amantes das artes passarão 24 horas se apresentando, isto é, das 18h do dia 28 até as 18h do dia 29. O objetivo do evento é chamar a atenção do poder público para as demandas da categoria, como a reabertura de espaços culturais, além da defesa e da ampliação do Fundo de Amparo à Cultura (FAC). A iniciativa faz parte do movimento independente Mexa-se! Brasília tem dança!, que mobiliza representantes de diferentes segmentos ligados à dança.

Segundo o professor de dança, João Carlos Corrêa, um dos idealizadores do movimento e do ato que se realizará em frente à Câmara Legistativa do DF no dia 28 de março, a nova intervenção vai firmar a valorização dos espaços culturais voltados para a dança. A expectativa é atingir parlamentares e cidadãos que se solidarizem com as demandas da área. “Esperamos mobilizar um número ainda maior de artistas e grupos de dança para participarem desta festa aberta à população de Brasília, e que a Câmara Legislativa, o governo e a sociedade se solidarizem com nossas demandas”, declara o professor.

Dia 29 marcará também o encerramento da edição 2014 do projeto Dança e Cidadania, criado em 2005 para suprir uma demanda inicial de instrutores na área, bem como levar os valores de cidadania para as aulas de dança e para a vida dos participantes. O programa já recebeu  financiamentos de diversos órgãos e instituições ao decorrer dos anos, mas por falta de verba e término do patrocínio do FAC, a iniciativa chegará ao fim neste mês.

Na ocasião, estudantes que participam do projeto apresentarão coreografias referentes a quatro ritmos musicais, com duração não superior a 3 minutos cada uma. Beatriz Ferreira dos Santos, de 17 anos, faz parte da 1ª  turma da edição 2014 do programa. A estudante solicita um novo patrocínio para o grupo, já que a iniciativa dá oportunidade àqueles que desejam conhecer a dança e torná-la uma filosofia de vida. “A dança é algo muito precioso. É uma terapia, um remédio. Ela cura mal humor e faz muito bem, porque a pessoa se entrega e esquece tudo que se passa fora dali”, afirma a aluna.


O Grito da Dança

No mês passado, no dia 22, cerca de 300 pessoas entre artistas e espectadores promoveram a intervenção cultural “O Grito da Dança”, na Torre de TV. No local, foram apresentados diferentes números, como dança de rua, hip hop, samba, zouk, dança do ventre e contemporânea, charme, dança de salão e muito mais. Nem mesmo a chuva ofuscou as performances. A intervenção deu fruto a um videoclipe.

Este foi o segundo ano consecutivo que o Mexa-se! realizou eventos na capital da República. Em 2014, os artistas foram às ruas para mostrar a indignação diante da indiferença do Executivo para com as manifestações e reivindicações do setor.

Serviço
“A Virada da Dança”, promovida pelo movimento Mexa-se! Brasília tem dança! vai ocorrer das 18h de 28 de abril às 18h de 29 de  abril de 2015. Uma maratona de 24 horas de dança.
Local: Em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), no Eixo Monumental
Classificação: Livre

Fonte: Jornal Alô Brasília

Dois nomes estão na disputa para a direção local do PSDB

20150426231925Chapas ainda não estão formadas, mas se a eleição fosse hoje haveria disputa para compor nova executiva

As eleições para a  Executiva local do PSDB estão marcadas para maio, nas zonais, e junho, no diretório regional. Dois pretendentes estão com os nomes colocados na disputa para assumirem a presidência local: Raimundo Ribeiro, deputado distrital, e Izalci Lucas, federal, devem disputar a preferência dos tucanos. Porém, o atual presidente Eduardo Jorge espera unificar o tucanato brasiliense e formar chapa única.

A ideia é bem recebida pelos dois parlamentares, que têm conversado entre si quase diariamente em busca de um consenso. O objetivo é aproveitar o momento de instabilidade que vive o País para dar mais força ao partido no âmbito nacional, onde a legenda é a principal oposicionista ao governo Dilma Rousseff.

Busca de unidade

“Estou trabalhando  para construir a unidade interna do partido, que é um desejo da Executiva nacional. Eu percebo que é um sentimento geral”, afirma o presidente regional Eduardo Jorge, conduzido ao cargo pelo comando nacional da legenda.

Eduardo Jorge destaca que os nomes de Ribeiro e Izalci têm sido citados, mas que ainda não há chapas, nem para o diretório regional, que elege o presidente local, e tampouco para as zonais.

Raimundo Ribeiro também trabalha para que haja um consenso dentro do partido em torno de um nome, mas já definiu que sua candidatura para a presidência regional não será retirada.

Raimundo Ribeiro cita uma série de apoios recebidos, mas avisa que quer um acordo com Izalci. “Temos conversado com o deputado Izalci para que não haja disputa, mas se não conseguirmos, após fecharmos as urnas estaremos juntos novamente pelo bem do País”, afirma Ribeiro.

O deputado federal Izalci Lucas confirma as conversas e afirma que o “momento é de entendimento”. “Estamos em fase de entendimento, buscando juntar todos e ter uma chapa de consenso.  Sobre o apoio de nomes importantes do tucanato local, Izalci é enfático: “Meu apoio vem dos 74 mil votos que me elegeram”.

Mesmo com disputa, meta será a união

Embora mantenham as candidaturas, tanto Izalci quanto Raimundo Ribeiro fazem promessas de composição. “Somos o maior partido de oposição do País e, portanto, não dá para ficarmos desunidos”, declara Izalci.

Caso não haja acordo, Ribeiro também não vê problema em que ocorra a disputa nas urnas: “Não podemos demonizar as eleições internas. O ideal é que entremos em acordo, mas não vejo problema em termos a disputa. Tanto eu quanto o deputado Izalci não temos problemas em ser testados”.

Volta da autonomia

As eleições para o diretório regional e para as zonais restabelece a autonomia no tucanato brasiliense. Durante o processo de escolha do nome para a disputa ao Buriti, no ano passado, o então postulante Izalci Lucas, que tentava concorrer pelo PSDB, acabou perdendo a vaga para Luiz Pitiman, por determinação do presidente nacional da legenda, Aécio Neves. Antes disso, houve duas intervenções sucessivas na executiva local.

Apesar da escolha, Izalci acredita que “há males que vêm para o bem” e não se sente injustiçado.

“Eu não me vejo como prejudicado por não ter sido o escolhido. Tem males que vêm para o bem. Se tivéssemos sido eleitos, com o PT tão mal no governo federal, teríamos grandes problemas”, analisa o deputado federal.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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