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A guerra dos ônibus

Licitação em Brasília procura acabar com um esquema que há 50 anos suga recursos públicos e controla o transporte da capital.

Nas próximas semanas serão conhecidos os vencedores de uma licitação capaz de pôr fim a um esquema que há mais de meio século se apropriou do transporte coletivo de Brasília. O objetivo é renovar toda a frota de ônibus da capital e elaborar contratos que obriguem as empresas a se submeter ao controle do governo. Trata-se, segundo promotores do Ministério Público do Distrito Federal, dos lances finais de uma “guerra contra mafiosos”, que, “em conluio com alguns governantes”, simplesmente ignoram o Estado, não se submetem a nenhum tipo de fiscalização e oferecem aos 2,5 milhões de habitantes da capital brasileira um transporte de péssima qualidade. A frota de quase quatro mil ônibus de Brasília está completamente sucateada. Os veículos, muitos deles clandestinos, têm mais de dez anos de uso, boa parte não possui os mínimos equipamentos de segurança, quebram com frequência diária, usam placas frias e não raramente sequer seguem as rotas preestabelecidas. “É inaceitável que em 50 anos não tenhamos conseguido fazer uma única concorrência para o transporte coletivo de Brasília”, afirma o governador Agnelo Queiroz. “Desde o final dos anos 1990 brigamos para que os contratos com essas empresas deixem de ser simplesmente prorrogados, atendendo exclusivamente aos interesses de empresários que não têm o menor comprometimento com a qualidade dos serviços e preocupam-se apenas em transferir os recursos públicos para seus interesses privados”, disse à ISTOÉ na última semana um dos promotores que acompanham a licitação em curso desde o início de março.

Um dos líderes do grupo que resiste à concorrência pública para o serviço de transporte é o empresário Wagner Canhedo Filho, dono de 850 ônibus – quase um terço da frota da capital –, representante de uma das famílias que exploram os ônibus de Brasília desde a sua fundação. Era ele também um dos principais envolvidos na chamada Operação Dakkar, da Polícia Civil, que encontrou cerca de mil ônibus irregulares na cidade e desmantelou uma quadrilha responsável por desviar recursos do passe escolar e do idoso por intermédio da empresa Fácil Brasília Transporte Integrado. “A empresa, comandada pelos mesmos empresários que exploram o transporte, é que dizia o valor que deveria ser repassado pelo governo. E não havia nenhum controle sobre o número de passageiros transportados”, afirma o governador Queiroz. O negócio é milionário. As investigações constataram que em 2009 a Fácil recebeu R$ 10,2 milhões do governo. Em 2010, apenas até 18 de maio, os pagamentos chegaram a R$ 32 milhões. “Hoje, com o fechamento da empresa e uma fiscalização eficiente gastamos menos de 10% do que nos cobravam para atender a uma demanda crescente”, diz o governador.

Fonte: Congresso em Foco

O que os mestres da política têm a ensinar-nos sobre como lidar com os inimigos II

Este é um alerta de fundamental importância para quem atua na política. Não caia na tentação de tratar adversários como inimigos.

Nunca confunda adversário com inimigo

Este é um alerta de fundamental importância para quem atua na política. Não caia na tentação de tratar adversários como inimigos, nem no erro fatal de tratar inimigos como meros adversários: os primeiros poderão acabar tornando-se inimigos e os segundos não mudarão seus sentimentos.

Adversários você sempre terá e com eles vai disputar espaços

Adversários você sempre terá. Contra eles vai concorrer, com eles vai disputar espaço político, prestígio, poder. Adversários, entretanto, mudam com o tempo e as circunstâncias, são conjunturais. O adversário de hoje pode ser o aliado de amanhã.

A disputa entre adversários pode e costuma ser dura. Envolve ataques, acusações e hostilidade. Seu desfecho eleitoral implica, necessariamente, em exclusão do poder para um dos concorrentes. Entre adversários, porém, não existe ódio. O que distingue o conflito entre adversários e entre inimigos é a presença do ódio como fator dominante, como motivação principal.

O ódio é pessoal, definitivo, irreversível e irracional. É um sentimento que lança suas raízes no plano mais íntimo da individualidade das pessoas. Seu objetivo real (muitas vezes não reconhecido) é a eliminação completa do inimigo (eliminação seja no campo da vida política, da vida social, econômica, profissional, e, no limite, o próprio desejo da morte física).

As instituições democráticas são as formas mais civilizadas de convívio político, exatamente porque institucionalizam o conflito, ao tempo em que fixam os seus limites. O pluralismo, a liberdade de organização política e de associação, os direitos individuais, os direitos das minorias, a divisão de poderes, as eleições periódicas, são princípios constitucionalmente garantidos, para proteger a liberdade.

Suas normas, ao manterem o conflito dentro de limites que respeitem os direitos dos cidadãos, tornam o conflito político previsível, limitado e, por consequência, legítimo. O que são as eleições senão um conflito limitado entre adversários, com regras explícitas, isentas e compartilhadas para definir quem vence?

A política, pela sua inescapável natureza competitiva, e, mais ainda, pela forma pública que esta competição assume, é um campo de atividades, onde proliferam adversários e inimigos. Só não tem adversário, nem se expõe a criar inimigos, quem é politicamente inofensivo. Quem tem ambição e luta por seus objetivos, por certo terá adversário, e talvez, ao longo da carreira, inimigos.

Com os adversários não é preciso gastar tempo para analisá-los. São participantes do jogo da política democrática, são competidores, por vezes duros e até desleais, mas o que desejam é vencer a eleição, assumir o poder, e ocupar os cargos.

Não os move um ódio pessoal, nem um desejo de destruição que são característicos dos inimigos. O adversário contenta-se em derrotá-lo. O inimigo, ao contrário, só encontra paz destruindo-o. Quando as razões da inimizade são pessoais

“V. Exa. perdoa seus inimigos?”
“Eu não perdôo meus inimigos, já os matei a todos”
(General Ramón Narváez respondendo, no seu leito de morte, à pergunta do sacerdote) Há inimizades, cuja razão é de natureza pessoal, e outras em que a razão é de natureza estritamente política. Quando a razão da inimizade for pessoal, ela é irremovível. Inimigos costumam ser mais fiéis que amigos, e, quando a razão é pessoal, ela é “curtida” em silêncio, cultivada com o adubo do ódio, crescendo e cristalizando-se com o tempo.

Há inimizades pessoais e políticas

Ao se transferir para o mundo da política, entretanto, ela é “fantasiada” de motivos nobres e elevados, para poder se justificar perante a opinião pública. Assim, a inimizade pessoal, quando se exterioriza na política, assume convenientemente a forma de um conflito político. É preciso, pois, saber distinguir com clareza a hostilidade política da inimizade pessoal travestida de argumentos políticos.

É muito difícil lidar com uma situação como essa.

Em primeiro lugar, porque é muito perturbador encarar o ódio contra você em ação. Em segundo lugar porque você fica com poucas alternativas de ação para dele se defender.

A você não interessa tentar desmascarar seu inimigo, mostrando ao eleitor que a razão da hostilidade não é política e sim pessoal. Caso você o convença, o resultado, para ele é a sensação de que há uma tentativa de envolvê-lo num conflito que não lhe interessa, e que depõe contra aqueles, que usam uma eleição para resolver suas diferenças pessoais.

Além disso, saiba que não será fácil convencer o eleitor. Seu inimigo vai insistir que, da parte dele, não há nada de pessoal no conflito, que a diferença que tem contra você, por mais profunda e radical que seja, é exclusivamente política.

Fica você então, na obrigação de provar que ele mente e que a razão é pessoal. Em outras palavras, fica você com o ônus de remexer baús, buscar lembranças de agravos e, em resumo, assumir a responsabilidade de arrastar o debate político para o campo das desavenças pessoais, que não interessam ao eleitor.

Para não cair nessa situação desgastante, não lhe resta alternativa senão a de tratar politicamente o conflito, embora saiba que a razão e motivação dele é pessoal. Ter que lidar com um conflito irremovível, cuja razão é pessoal, “fazendo de conta” que é um conflito político, é muito exasperante, psicologicamente oneroso, além de complicado estrategicamente.

A cada crítica que sofrer, você terá que decodificar todos os significados implícitos, todos os sentimentos que a animaram, e que, não sendo dos outros conhecidos, a eles parecerão meras críticas políticas. Mas a você elas atingem de forma muito mais profunda. Despertam em você o desejo de devolver a agressão, e até, em muitos casos, de partir para o confronto pessoal e físico.

Você viverá permanentemente a sensação de sentir-se vigiado, perseguido, acuado, sabendo que, diante do menor erro que cometer, seu inimigo estará pronto para explorá-lo de forma impiedosa.

Você terá que conviver com a plena consciência de que seu inimigo, para fazer-lhe mal, é capaz de agir contra seu próprio interesse pessoal e político. Se for verdadeiramente um inimigo duro e irreconciliável, cujas razões são de ordem pessoal, pouco ou nada tem a perder, já que seu real objetivo é destruí-lo. Este é o perfil do inimigo que se deve evitar. É aquele do qual se diz que:

“Mil amigos não são suficientes, um inimigo o é. Não existe inimigo inofensivo”.

Se você não pode mudar seus inimigos, tente neutralizá-los

Acima de tudo, não caia no engodo de tentar mudar seus inimigos, e, se não conseguir torná-los amigos, tentar pelo menos lograr neutralizá-los, removendo a inimizade. Se são verdadeiros inimigos, interpretarão o seu gesto como fraqueza, como revelador do medo que tem deles. Poderão fingir que aceitam a aproximação para conhecer melhor seus pontos fracos, seus segredos, suas carências para atacá-lo, no momento em que estiver mais vulnerável.

Adversários você pode tentar mudar, e até transformá los em novos amigos. Inimigos nunca. Inimigo não se tenta mudar. A melhor política com eles é mantê-los à distância, isolá-los e retirar-lhes o espaço de manobra. Estas cautelas são necessárias porque os inimigos nunca esquecem.

Num texto clássico, de sua obra definitiva, Maquiavel descreve a trajetória política de Cezar Bórgia, filho do Papa Alexandre VI e irmão de Lucrécia. Depois de analisar a carreira política do Duque, símbolo da mais absoluta falta de princípios e escrúpulos que marcava a política italiana no período do Renascimento, Maquiavel afirma:

“Revisando assim todas as ações do Duque, eu não encontra nada para criticá-lo. Ao contrário, eu sinto-me no dever de tomá-lo como um exemplo a ser imitado por todos aqueles que, pela fortuna (sorte) e com as armas de outros conquistaram o poder.”

Maquiavel, entretanto, tem uma crítica, e apenas uma, a fazer às ações do Duque: o de ter permitido que um cardeal, (Júlio II) dentre aqueles a quem havia injuriado, ou que, quando papa, viesse a ter medo dele, conseguisse ser eleito. Embora não tivesse o poder de impor o papa de sua preferência, mantinha poder suficiente para impedir a escolha de quem pudesse se tornar seu inimigo. Em outras palavras, não tinha o poder de nomear, mas tinha o de vetar.

Este o único erro que Maquiavel estava preparado para admitir, na trajetória política de Cezar Bórgia. Um erro fatal porque:

“… quem pensa que, entre personagens importantes, novos benefícios fazem esquecer antigas injúrias, comete um grande erro. O duque errou na sua escolha, e este erro foi a causa da sua desgraça.”

Fonte: Política para Políticos

Marco Maia fica no cargo de presidente da República até este sábado

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, assumiu interinamente a Presidência da República nesta sexta-feira (16). Ele permanece no cargo até amanhã, quando o vice-presidente Michel Temer retorna da Alemanha, onde teve encontro com a chanceler Angela Merkel.

A presidenta Dilma Rousseff viajou ontem (15) para Cadiz, na Espanha, onde participará da 22ª Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e Governo.  Depois ela irá a Madri, onde deve permanecer até o dia 19 e se reunir com o primeiro-ministro do país, Mariano Rajoy.

Na ausência do presidente e do vice, quem assume o comando do país é o presidente da Câmara. Em sua ausência, o presidente do Senado é quem ocupa o posto. Por último, o presidente do Supremo Tribunal Federal é quem pode assumir a cadeira da presidência. Esta é a quarta vez que Marco Maia assume a presidência do país e ele despacha no Palácio do Planalto durante o dia de hoje. Sua agenda de trabalho ainda não foi divulgada.

Fonte: Congresso em Foco

Segmentação do eleitorado

Este é o mais eficiente procedimento da moderna tecnologia de campanha.

A segmentação do eleitorado é o mais eficiente procedimento da moderna tecnologia de campanha. Pode ser também um dos mais caros e complexos trabalhos realizados durante a eleição. A idéia básica por trás da prática e do conceito é a mesma.

Os eleitores que podem vir a votar no candidato são o “target” da campanha, o eleitorado alvo

O custo envolvido na conquista do voto varia dentro do eleitorado

– Eleitores que certamente votarão no candidato: o custo – tempo + recursos – de assegurar o voto destes eleitores é muito baixo e é preciso pouco esforço para mantê-los nesta determinação

– Eleitores determinados a não votar no candidato: o custo de conseguir persuadi-los a votar no candidato é muito alto, em certos casos proibitivo, dado a baixa probabilidade de sucesso

– Eleitores que podem vir a votar no candidato: na maioria dos casos o que reúne maior número de eleitores e para o qual o custo da persuasão, embora seja maior do que o do primeiro segmento, é bem menor que o do segundo

É dentro deste último segmento que se encontra o “target” da campanha, o seu eleitorado alvo, aquele que pode eleger o candidato nos casos (grande maioria) em que o primeiro segmento (eleitores já decididos a votar nele) não tiver suficiente expressão quantitativa para assegurar a vitória.

Esta grande divisão do eleitorado é comumente feita – ainda que de maneira mais ou menos intuitiva – pela maioria das campanhas. Na realidade, ela é apenas uma divisão genérica do eleitorado, está longe de uma segmentação.

O eleitorado deve ser encarado como se dispondo numa linha contínua, que vai do extremo da adesão incondicional ao da rejeição absoluta, passando por um ponto intermediário no qual são idênticas as probabilidades de votar ou não votar no candidato. Em torno deste ponto intermediário, encontram-se os eleitores indecisos, os indefinidos, e os que, embora pensem naquele momento votar em outro, admitem vir a votar nele.

O tamanho deste segmento intermediário varia em função das características políticas de cada candidato. Quanto maior for a sua rejeição, menor será o número de eleitores situados neste espaço intermediário, e dentro dele, maior será o número de eleitores posicionados mais próximos ao pólo da rejeição. Inversamente, quanto menor a rejeição, maior deverá ser o tamanho deste segmento, e maior o número de eleitores posicionados mais próximos ao pólo da adesão.

Características políticas de cada candidato determinam segmento

Por estas razões é que a maior parte do tempo e recursos que a campanha dispõe é gasto no esforço de persuadir estes eleitores. Na verdade, é para eles que se faz a campanha. Não faz sentido gastar os sempre limitados recursos para tentar conquistar eleitores que já estão decididos a votar no candidato (embora não poucas vezes as campanhas caiam nesta armadilha), nem tampouco com aqueles que de maneira alguma admitem votar nele. É somente no grupo intermediário que a relação custo/benefício revela-se favorável. Entretanto esta divisão genérica é pouco operacional. É preciso avançar mais um passo e realizar a segmentação deste eleitorado.

Mediante o uso inteligente e especializado das pesquisas de survey (quantitativas) logra-se identificar, classificar e medir estes eleitores:

demograficamente (sexo, idade, etnia, região, religião);
sociologicamente (renda, escolaridade, ocupação);
politicamente (partido, ideologia, rejeições)
atitudinalmente (valores, opiniões, prioridades, crenças)

De posse destas informações, é possível descobrir, com grande precisão, quem é o eleitor potencial decisivo para a vitória, onde ele se encontra, qual a probabilidade de ele vir a votar no candidato, e o que ele pensa: suas opiniões, valores, prioridades, temores, esperanças e atitudes.

A moderna campanha eleitoral dirige a sua propaganda, seus projetos, a atenção do candidato, o discurso da candidatura, preferencialmente para aqueles eleitores que a segmentação demonstrou serem os decisivos para a vitória. A segmentação do eleitorado então é indispensável para a definição de uma estratégia vencedora e para o uso mais eficiente dos recursos de campanha.

Uma campanha eleitoral basicamente se reduz a comunicar a mensagem certa para os eleitores que podem votar no candidato. A segmentação do eleitorado, ao identificar, quantificar e caracterizar os eleitores potenciais, constitui-se no mais poderoso instrumento da moderna tecnologia de campanha.

Fonte: Política para Políticos

A FORMAÇÃO DE UM NOVO GOVERNO

Com a finalização do processo eleitoral, definido agora no 2º turno das eleições municipais, é o momento onde acontece as avaliações dos partidos quanto ao seu desempenho nas eleições, identificando os seus opositores no embate de 2014. Acontece que milhares de cidades elegeram  os seus prefeitos no 1º turno, os militantes comemoram muito, mais o prefeito eleito tem muito trabalho pela frente, na formação do seu governo, vivemos em um país democrático de direito onde temos um governo de coalizão.

A formação de um novo governo não é fácil, por isso a prudência é essencial  nessa fase de transição do governo, onde se conhece real estrutura do município, os projetos em andamentos, as receitas e despesas. De posse  desses dados é elaborado diversos relatórios para a confecção do organograma do novo governo, tudo dentro do plano de governo do prefeito eleito apresentado no momento do registro da candidatura.

Após apuração do resultado das eleições, o habitual é ver as forças políticas ou grupos políticos que fazem  parte da composição da Câmara de Vereadores, porque a partir  dai  começa a governabilidade do novo governo.Em Águas Lindas de Goiás, para ter a governabilidade é necessário 09 (nove) vereadores para ter apoio da maioria da Câmara de Vereadores, ou seja e preciso compor uma coalizão (aliança) com homogeneidade ideológica e uma agenda de convergência. É bom para o município que exista vereadores de oposição ao novo governo, assim eles vão  fiscalizar, corrigir e cobrar dos novos gestores.
Na continuidade da formação do novo governo vem à pergunta. Quais os partidos que me  elegeram? São definidas as pastas para cada partido, desta forma cada  tem oportunidade de mostrar o seu trabalho para comunidade e contribuir com o novo governo.

Em um governo de coalizão, que nesse caso é o nosso modelo, fica muito difícil fazer um governo de TECNOCRATA, ou seja, quem governa são os técnicos, dá-se prioridade aos técnicos envolvidos na política, não consigo enxergar um resultado positivo para os governos tecnocratas, é sim muita turbulência, uma vez que o novo gestor precisa fazer um governo de coalizão (aliança) para ter uma agenda de convergência no Legislativo Municipal.

A composição das pastas (secretarias), são formadas por partidos políticos que contribuíram  com a vitória  do novo  gestor, que por sinal quem indica é o partido através do grupo de correligionários que o compõe, o novo gestor indica o nome de sua preferência, agora sim o corpo administrativo da secretária é formado por especialistas, no nosso caso podemos fazer convênios de cooperação técnica uma vez que mão de obra de especialista é cara. Agora imagine você, vivendo em um governo de TECNOCRATA?

A moralização de um governo esta no dia-a-dia, no modelo administrativo adotado, em técnicas eficientes de gestão, um controle interno rígido, valorização do servidor público, cumprimento da Lei da Informação, tendo um portal de transparência dos atos do governo é por fim uma gestão participativa, descentralizada e cumprindo os princípios da administração pública.

Por: Marcelo Lins

Direto do Facebook – Rogerio Rosso

Queridas amigas e amigos do Facebook, um feliz e abençoado feriado a todos. Para ‘variar’ o nosso Vice-Governador Tadeu Felipelli esta na radio Bandnews falando mal da gente!!! Portanto, Faço aqui no Face, publicamente, um desafio ao Filipelli: vc tem coragem de fazer um debate comigo sobre o DF? sobre os problemas que enfrentamos, sobre o que ele fez nesses ultimos 2 anos? o que melhorou na cidade? o que ele pensa do entorno? e fora é clato várias perguntas e dúvidas que perguntaria a ele ao vivo. A Bandnews, que tenho muito respeito e admiraçao, certamente daria o espaço para isso. Não se trata de antecipar debate eleitoral, mas, principalmente, de me dar o direito do contraditorio, de falar. Passo de longe do estilo de muitos de falar mal das pessoas. Me foco em projetos para a cidade. Me foco na melhoria da vida de todos aqui do DF e do entorno. Nunca coloquei a culpa nos outros. Ele que foi assessor direto do Governador Roriz por 14 anos tem muito a nos dizer. Fica portanto o desafio: venha debater comigo Tadeu Filipelli, as claras. A cidade não precisa de ódio mas sim de soluções para os problemas.

Um abraço a todos.
Fonte: Facebook

Fale para todos como se falasse para cada um

A comunicação pessoal é a forma mais antiga de transferência de informação.

Não nascemos com o dom da oratória, mas muito cedo adquirimos o hábito da comunicação pessoal. Esta é a forma mais antiga de transferência de informação, mais universal, e mais perene no tempo. É por meio dela que as conversações mais reservadas, sobre assuntos mais delicados, se realiza. Na política, este tipo de comunicação também tem muita importância.

Tancredo costumava dizer que ficava “rouco de tanto ouvir”…

Alguns políticos notabilizam-se por usá-la com grande maestria, deixando para os pronunciamentos públicos apenas as generalidades, e, para as comunicações telefônicas, apenas os assuntos “inofensivos”.

Este estilo de fazer política, que, no Brasil,ficou conhecido como o estilo do PSD mineiro (Tancredo Neves costumava dizer “Estou rouco de tanto ouvir”), ocorre em todos os países e em todos os tempos. Nos EUA, o Presidente Johnson notabilizou-se por adotá-lo, como sua principal forma de comunicação. Johnson não se saía bem nos discursos, mas no contato pessoal era imbatível.

As causas e os efeitos, que fazem com que a comunicação pessoa a pessoa tenha se tornado a “norma” estabelecida, decorrem da precedência da comunicação pessoal sobre a pública, e da intensidade e freqüência com que a praticamos, desde a infância.

Esta “norma” compõe-se de centenas de elementos não conscientes, que se integram na comunicação espontânea pessoa a pessoa. Padrões vocais, tais como o tom, o ritmo do falar, o volume da voz, as pausas, os movimentos do corpo – a linguagem corporal – são alguns destes elementos que identificam a comunicação pessoal um a um.

Quando um discurso logra se acomodar dentro desta norma, e o orador fala para todos, como se falasse para cada um, sua comunicação tende a ser aceita como autêntica e verdadeira. Este é o “desempenho” ideal para um orador, e o formato em que o discurso adquire maior efeito persuasivo. Equivocam-se os que pensam que ao falar em público precisam entrar “em modo de eloqüência”, e adotam um estilo diferente de falar, aos brados, dirigindo-se a todos de maneira indistinta, com uma linguagem diferente da que usualmente se emprega.

Quanto mais nos afastamos do formato da comunicação um a um, menos autenticidade possui a nossa comunicação, e mais artificial ela parece. É óbvio que, num discurso público, não se pode falar exatamente como numa conversa privada.

É preciso que todos ouçam, não há diálogo – um fala e os outros escutam – o discurso, sendo o resultado de um planejamento prévio, não possui a mesma espontaneidade da conversa a dois, olhar para um público não é o mesmo que o olhar para uma pessoa, os gestos são diferentes dos que se fazem na conversa individual, etc. Há, porém, meios de se aproximar do estilo coloquial. Os recursos mais poderosos para esta aproximação são: o volume da voz, o contato visual e os gestos.

O microfone ajuda a manter um tom de voz assemelhado ao que se usa na conversação privada

O volume da voz

O microfone permite não apenas a amplificação da voz, mas, mais importante, ele permite a modulação e enseja a você manter um tom de voz assemelhado ao que se usa na conversação privada e, ainda assim, ser ouvido por todos.

As pessoas, salvo situações de grande excitação, não querem ouvir gritos num salão como não gostariam de ouvi-los na sala de sua casa. Preferem ouvir alguém falando com elas num volume de voz normal.

O tom da voz também deve ser modulado. Tons mais graves, quando o assunto for solene, grave ou preocupante; uma entonação mais sussurrante quando se busca a intimidade com o público; vocalização mais rápida, animada, forte, quando se tratar da expressão do entusiasmo.

Evite sempre os extremos de uma voz demasiado grave ou demasiado aguda, que tendem a ser percebidas como artificiais teatrais e até mesmo ridículas. Não esqueça nunca que a eloqüência não é sinônimo de voz alta, de gritos e arrebatamentos.

O contato visual

O contato visual é essencial para lograr uma comunicação convincente. Não é possível, porém, numa situação de discurso para um público, obter contato visual com cada um dos presentes (ainda que certos políticos o tentem, fazendo seu olhar saltar de uma pessoa para outra).

A tentativa de travar contato pessoal pelo olhar com o maior número possível de pessoas, passa a sensação de nervosismo, insegurança, e até mesmo de não confiabilidade.

Uma forma de contornar este problema é dividir o público em três seções. O centro e os dois lados. Ao falar, olhe para as pessoas (ou câmera) que estão no centro de cada uma dessas seções do auditório, alternando livremente entre elas. Cada pessoa de cada uma das seções sentirá como se você estivesse olhando para ela, já que o olhar, numa distância média, possui um espectro de abrangência muito maior do que à curta distância.

Contato visual: essencial para se obter comunicação convincente

Três advertências:

Ao alternar o seu olhar entre as três seções do auditório varie a seqüência. Evite a monotonia e o esquematismo de alternar o olhar sempre na mesma ordem. Isto seria percebido como artificial.

O tempo em que você foca cada seção, não deve ser nem longo demais, nem rápido demais. Mantenha o foco enquanto sentir a situação como confortável.

Se você começou a articular um argumento, focando numa das três seções, conclua seu argumento primeiro, para só então mudar o foco do olhar.

Gestos discretos

O seu gestual deve também procurar aproximar-se do modelo de comunicação coloquial. Quando se conversa frente a frente, os gestos que fazemos são, geralmente, discretos, sóbrios e moderados. Não fica bem, numa conversa, gestos largos, exagerados e dramáticos, como não fica bem falar aos gritos.

No seu discurso pratique então gestos discretos, embora expressivos. A linguagem corporal é muito importante. Ela deve, entretanto, estar em harmonia com o conteúdo do seu discurso e nunca deve ser transformada numa atração à parte.

Nunca esqueça o sentido do gesto. Ele corresponde a um sublinhador de texto. Você pratica o gesto para sublinhar o que diz, para enfatizar, para assinalar a importância. O gesto então está diretamente subordinado ao conteúdo do discurso.

Muito cuidado para evitar a rima entre o gesto e o ritmo da fala. Muitos oradores, sem perceber, reproduzem o mesmo gesto para acompanhar o ritmo de sua fala. Este é um erro muito praticado, e que compromete a qualidade do discurso e do orador. O gesto chama a atenção do público. Por isso, ele só pode ser usado quando for necessário, e praticada da forma adequada.

Fonte: Política para Políticos

Genoino poderá assumir mandato e cumprir pena em regime aberto

Mesmo condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão a quase sete anos de prisão, o ex-presidente do PT José Genoino poderá reassumir uma vaga na Câmara dos Deputados em janeiro. O Supremo ainda precisará definir se a perda da função pública é imediata, o que impediria sua posse.

O entendimento de ministros ouvidos pela Folha é que ele só perde os direitos políticos após o julgamento de todos os recursos, que ocorre depois da publicação do acórdão (os termos da decisão). A defesa do petista já anunciou que vai questionar a condenação pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. Genoino é suplente do petista Carlinhos Almeida, eleito para a Prefeitura de São José dos Campos, no interior paulista. Ele tem aval do PT para assumir a vaga. Genoino também pode ser beneficiado pela falta de vagas em colônias agrícolas passando a cumprir a punição em regime aberto. Pelo Código Penal, condenados de 4 a 8 anos de prisão devem ser enquadrados no regime semiaberto. Nesse sistema, o réu vai para uma colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar, podendo também receber autorização para trabalhar fora durante o dia.

Fonte: Congresso em Foco

Orçamento para 2013 recebe 750 emendas

Deputado Agaciel Maia fez balanço sobre emendas.

O projeto de lei que fixa o Orçamento do Distrito Federal para 2013 recebeu 750 emendas na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF). O balanço foi apresentado pelo presidente da CEOF, deputado Agaciel Maia (PTC), na sessão ordinária desta terça-feira (13). De acordo com o cronograma, a Comissão deverá analisar os pareceres preliminares ao projeto no dia 27 de novembro. (terça-feira)

De acordo com o balanço, 64% do valor das emendas, R$ 207,6 milhões, são para obras e equipamentos. Já para a secretaria de Cultura, os deputados destinaram R$ 46,8 milhões, 14% do total das emendas apresentadas. A área de segurança foi contemplada com R$ 9 milhões em emendas. Já para outras despesas, como material de consumo e subvenções sociais, por exemplo, os parlamentares destinaram 21% do valor das emendas, R$ 68,9 milhões.

Agaciel também informou as dez principais unidades orçamentárias que receberam emendas parlamentares: secretaria de Cultura (R$ 46,8 milhões), secretaria de Obras (R$ 44,1 milhões), secretaria de Educação (R$ 20,7 milhões), Novacap (R$ 19,8 milhões), administração de Taguatinga (R$ 14,8 milhões), administração do Guará (R$ 12,2 milhões), administração de São Sebastião (R$ 10,1 milhões), secretaria de Esportes (R$ 9,9 milhões), administração de Planaltina (R$ 8,9 milhões) e administração de Ceilândia (R$ 8,7 milhões).

Lixo – A deputada Eliana Pedrosa (PSD) apelou ao GDF por maior tempo para discussão da proposta de Parceria Público Privada (PPP) do lixo. Ela relatou audiência pública realizada para discutir o tema, com grande participação de trabalhadores de reciclagem de lixo, que se manifestaram unanimidade contra a proposta do governo. Segundo ela, a proposta apresenta vários problemas e precisa ser melhor debatida. (Luís Cláudio Alves – Coordenadoria de Comunicação Social).

Fonte: Blog do Callado

BID propõe parceria com o GDF para fazer de Brasília vitrine de sustentabilidade

Munido com números, argumentos e projetos, Agnelo se preparou para surpreender o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), mas foi o governador do DF quem saiu da reunião com o presidente do BID surpreso.

Luis Alberto Moreno sinalizou que o banco de fomento está disposto a financiar os programas trazidos pela comitiva de Agnelo. Mas o destaque do encontro na capital americana foi a proposta que o presidente do BID fez ao governador do DF: de que a capital brasileira se torne uma cidade referência em sustentabilidade com a ajuda financeira do banco. E sirva assim de vitrine do BID para outras capitais no Brasil e  de outros países.

A ideia é que o BID levante uma parte dos recursos e que Agnelo capte outra quantia da Caixa Econômica. O volume de dinheiro, que ainda não foi acertado, vai financiar iniciativas nas áreas de saneamento, desenvolvimento fiscal e de sustentabilidade.

Segundo Moreno, Brasília teria de cumprir em torno de 150 exigências voltadas para o desenvolvimento sustentável para ter acesso aos recursos oferecidos pelo banco.

A ideia animou Agnelo, que está em missão nos EUA na tentative de aumentar a capacidade de investimento do DF. Logo após a reunião com Luis Alberto Moreno, o presidente da Adasa, Vinícius Benevides, o secretário de Planejamento, Luiz Paulo Barreto, o secretário de Esporte e o subsecretário de Captação de Recursos, Genésio Vicente, se reuniram com a equipe de técnicos do banco para iniciar as tratativas do programa proposto pela direção do BID.

Trata-se de uma oportunidade que Brasília não pode perder. O governador e sua equipe terão, pois, de demonstrar capacidade de gestão para agarrar com força a oportunidade oferecida pelo BID.

Califórnia

Pouco depois da reunião no BID, Agnelo seguiu para São Francisco, na Califórnia, onde fará uma palestra sobre o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha em um congress de construção sustentável organizado pela U.S. Green Building Council.

Fonte: Blog da Lilian Tahan

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