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Subsecretaria de Ensino Superior

israel batistaO deputado Professor Israel Batista (PEN) encaminhou ao GDF indicação em que sugere a criação de uma Subsecretaria de Ensino Superior. O objetivo é promover, na estrutura administrativa do órgão, maior atenção às demandas da única faculdade pública da capital, a Escola da Superior de Ciências da Saúde (ESCS). A instituição é tida como modelo e alcançou o 1º lugar no Distrito Federal, conforme resultado do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), de 2010 e 2011. “Acredito que a criação de uma subsecretaria para a ESCS possibilitará o alcance de ainda melhores resultados e, consequentemente, benefícios para o Distrito Federal”, finalizou.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

De volta

rorizImpulsionado pelos últimos acontecimentos, o ex-governador Joaquim Roriz telefonou na tarde de ontem para aliados e assessores com um propósito: voltar ao cenário político do DF o mais rapidamente possível. Segundo fonte da coluna, começou pressionado e perguntando quem estaria com ele e quem estaria contra ele.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

Sem homossexuais, Obama perderia em votos para Romney

OBAMA_90% dos homossexuais votaram em Obama. Ainda de acordo com levantamento da empresa The Community Marketing & Insights (CMI), 41% deles doaram dinheiro para o candidato.

Sem homossexuais, sem vitória em número de votos! Essa é realidade que pesquisa indica para Barack Obama, reeleito presidente dos EUA nas eleições 2012. De acordo com levantamento da empresa The Community Marketing & Insights (CMI), 90% dos homossexuais votaram em Obama, 6% em Romney e 4% em outros candidatos.

Outras pesquisas indicam que pelo menos 5% da população americana é homossexual. Portanto, se Obama não tivesse o voto maciço de gays e lésbicas, ele ficaria atrás de Romney na contagem. O placar final das eleições foi 50% dos votos para o democrata e 48% para o republicano.

E mais: 41% dos homossexuais doaram dinheiro para Obama. Foram pesquisados 6.625 LGBT entre 2 e 6 de novembro.

Quando os LGBT se reconhecem como força eleitoral, dá nisso!

Fonte: Parou Tudo

PT do B deixa o GDF

olair franciscoO presidente do PTdoB, Paco Britto,  decidiu abandonar de vez qualquer entendimento no sentido da legenda permanecer no governo de Agnelo Queiroz (PT). Em nota, Britto anunciou que a decisão é da nova diretoria do partido.

Mas quem não gostou mesmo da decisão tomada pelo PT do B foi o deputado distrital Olair Francisco, que tem cargos no GDF, principalmente na Administração de Águas Claras.

Pelo visto, Olair deve deixar o PT do B em 2013 e ingressar possivelmente no PEN ou PSD. A suplente de Olair, Lilian Figueredo também deve deixar o partido em 2013.

Fonte: Blog do Donny Silva

Dança das cadeiras no GDF

cristiano araujoAgnelo exonera todos os indicados do Deputado Distrital Cristiano Araújo conforme a  edição de hoje (20), do Diário Oficial do DF, que veio recheado com mais de trinta exonerações de indicados do parlamentar ao governo do DF.

Agnelo parece que irá dar uma lição aos deputados que não rezarem em sua cartilha Cristiano, que até semana passada era dado como um dos principais aliados do governo, agora sente o peso da caneta do Buriti, além de todos os indicados na Secretaria de Desenvolvimento Econômico o parlamentar também perdeu o comando da Administração Regional do Riacho Fundo I que tinha como Administrador Artur da Cunha Nogueira.

Com a saída do PSB da base governista, agora o Lago Norte tem nova Administradora Sandra Faraj Cavalcante, que ocupava o cargo de Subsecretário, da Subsecretaria de Apoio à Realização de Eventos, da Secretaria de Estado de Publicidade Institucional do Distrito Federal, as mudanças não devem ser somente estas no GDF, segundo fontes governistas se outros parlamentares não entrarem no eixo e comprovarem fidelidade ao atual governo terão surpresas em breve.

Fonte: Do cafezinho

Suplicy se sente marginalizado

SuplicyAo disputar com o fluminense Lindbergh Farias a presidência da poderosa Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o senador paulista Eduardo Suplicy reclamou do que considera perseguição interna. Falou até dos planos do PT de lhe tirar a legenda para disputar o Senado em 2014, como adiantou o Jornal de Brasília na edição de segunda-feira. “Querem me tirar até o posto de senador”, protestou. Não adiantou. Lindbergh ganhou.

Fonte: Do alto da torre

Porque o PT não tem senador

policarpoPresidente regional do PT, Roberto Policarpo começa a ter dúvidas a respeito da chapa majoritária montada em 2010. Parece que não foi uma boa ideia. Afinal, diz Policarpo, o PT saiu da eleição, além do governador, com cinco deputados distritais e três federais. “Só não temos um senador justamente porque, na composição da chapa, cedemos espaço para o PDT e para o PSB, que depois nos abandonaram”, comenta.

Fonte: Do alto da torre

Candidatura própria

psdO Distrito Federal está entre as sete unidades da Federação em que o PSD pretende lançar candidatura própria a governador em 2014. Estará ao lado de Santa Catarina, onde o governador Raimundo Colombo tentará a reeleição; Bahia, com a candidatura do atual vice-governador Otto Alencar; Tocantins, onde existe pressão para que a senadora Kátia Abreu dispute; e São Paulo, onde Kassab colocou o próprio nome à disposição. No Distrito Federal, a candidatura da deputada Eliana Pedrosa já está lançada, mas o ex-governador Rogério Rosso é uma possibilidade.

Sabendo disso, o governador Agnelo Queiroz está ainda mais disposto a incorporar o PSD à sua base de apoio. O partido tem muitos pontos em contato com o PSB do senador Rodrigo Rollemberg. Não por acaso já se falou até em colocar a distrital Liliane Roriz como vice do senador.

Fonte: Do alto da torre

Fica a dica

burraco-ruaO Administrador de Vicente Pires, Ebenezer Aquino, esteve reunido com diretores da Novacap para discutir a situação em que se encontram algumas ruas de Vicente Pires, destacando a Rua 10. Ebenezer enfatizou a dificuldade que Vicente Pires e as demais regiões administrativas têm para realizar os serviços que necessitam de massa asfáltica, pois dependem da Novacap para o fornecimento do material. A demanda do administrador foi atendida pela Novacap e mostra que, quando a rua de sua cidade estiver com problemas no asfalto, o que falta é um pedido do administrador.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

A analogia orgânica na política

political-animals-imgDe acordo com os teóricos, a organização política é composta de partes (órgãos) que se relacionam entre si, e por isso é semelhante ao corpo físico dos seres humanos.

Os pensadores políticos sempre procuraram analogias para descrever a política. A mais antiga e duradoura destas analogias é a orgânica. De acordo com ela, a organização política é um corpo vivo, em tudo semelhante ao corpo físico dos seres humanos. Como o ser humano, o organismo político é composto de partes (órgãos), que estão em relação de interdependência entre si.

A organização política pode ser comparada a um corpo vivo, em tudo semelhante ao corpo físico

O funcionamento saudável de cada um destes órgãos (partes) resulta na saúde (ordem paz) do organismo. Inversamente, o mau funcionamento de um dos órgão acarreta conseqüências negativas para os demais, que, em graus diferentes, também passam a funcionar mal, o que resulta na doença (desordem, conflitos).

Tanto o organismo humano como o político mantém relações de intercâmbio com o seu meio ambiente, dele extraindo os elementos necessários à sua sobrevivência. Ambos possuem história, passado e memória. Ambos possuem dinâmicas de desenvolvimento e de adaptação às novas circunstâncias, e a infinidade de órgãos, sistemas, processos internos se acomodam dentro de uma unidade, o corpo/a sociedade politicamente organizada.

Não resta dúvida de que a analogia é pertinente e apropriada. Há muitas semelhanças entre ambos os organismos, e a maioria dos processos políticos consegue ser descrita de maneira plausível com o uso desta analogia. Tanto é assim que, ao longo dos 2.300 anos da história da política como campo de conhecimento, a analogia orgânica nunca foi abandonada e ainda hoje é comum o recurso a ela nos discursos políticos, em todos os países.

A analogia orgânica se caracteriza, ainda, pela ênfase que atribui a características de:

Unidade e completude do organismo
Inter-relação e interdependência dos órgãos
Desenvolvimento e adaptação
Evolução

A concepção orgânica da sociedade e da política, portanto, sempre revelou-se atraente para os governantes que pretendiam enfatizar aquelas características nos seus governos. A forma de governo mais harmônica e compatível com esta concepção foi, e é, a monarquia.

Grande parte dos teóricos da monarquia usaram esta analogia, praticando muitas vezes uma interpretação literal das semelhanças entre os dois organismos.

De acordo com esta concepção de monarquia, o Rei equivalia à cabeça no corpo humano (dotada de razão e vontade), sede da sabedoria, e, por conseqüência, o órgão de comando do corpo físico ou político. Esta a razão para a escolha da decapitação como a punição extrema aplicada aos reis. Decapitar é separar a cabeça do corpo, eliminando o seu poder de comandar o corpo. Decapitar um Rei foi sempre a maneira simbólica de remover a “cabeça do reino”, o seu governante, rompendo todos os vínculos de hierarquia e comando que dele partiam para a sociedade.

Organismo político: composto de partes interdependência entre si

Do ponto de vista teórico, do ângulo de quem pretende explicar a política mediante esta analogia, o grande problema sempre esteve no fato de que um organismo muda e evolui por adaptações. Isto é, havendo mudanças externas a ele que o afetem, ou mesmo internas, desencadeia-se um processo de compensação pelos seus órgãos que leva o organismo a se adaptar aqueles estímulos e, desta forma, produzir uma mudança.

Uma pessoa que vive num deserto, quando comparada com outra que vive numa zona gelada, por certo exibirão diferenças nos seus sistemas circulatórios, no revestimento do corpo pela pele, nos sistemas reguladores de temperatura, etc. São mudanças que os dois respectivos organismos tiveram que produzir para adaptar-se a dois climas completamente opostos. De forma análoga, a mudança social, dentro desta concepção da política, será sempre adaptativa, evolutiva, reformista, gradual.

O organismo, seja ele qual for, está sujeito à dinâmica da homesostasis, isto é, a retornar a um ponto de equilíbrio natural. O princípio da homesostasis, portanto, implica na existência de um estado de equilíbrio natural no organismo, que corresponde ao satisfatório funcionamento dos seus órgãos. Qualquer distúrbio que altere este equilíbrio provoca mudanças adaptativas para recuperá-lo.

No organismo humano, este ponto de equilíbrio corresponderia ao estado de saúde do corpo. Já na sociedade, este ponto de equilíbrio tenderia a valorizar, de maneira excessiva, a estabilidade sobre a mudança. Em outras palavras, a concepção organicista da sociedade e da política tende a privilegiar uma visão conservadora, onde a homeostasis funciona para a preservação do “status quo”.

Mudanças de maior porte, assim como criação de novos órgãos, ou remanejo de funções entre órgãos, acomodam-se com dificuldade dentro desta concepção. Será outra analogia, a mecânica, preponderante durante os séculos XVI e XVII, que será usada pelos homens que vão construir novas nações (Revolução Americana) ou reformar profundamente as estruturas políticas de nações antigas, como a Inglaterra e a França.

Fonte: Política para políticos

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