Início Site Página 5414

Big Data e a pesquisa brasileira

obama vitoriaPassada as eleições no Brasil e nos Estados Unidos, é possível determinar: a pesquisa brasileira precisa mudar. E mudar muito. Não vou me ater à eterna discussão, que aflora a cada dois anos, sobre a correção ética dos institutos, pois parto do princípio de que são empresas limpas. Mas é chegada a hora de aprendermos com o novo modelo norte-americano.

No embate Barack Obama e Mitt Romney, a grande novidade foi o chamado Big Data. Utilizada em silêncio por Obama e sua equipe, essa ferramenta afundou o jornalismo político americano, assim como a oposição republicana. Depois da eleição, é possível afirmar que nunca mais uma campanha presidencial americana será igual.

A campanha de Obama decidiu utilizar a análise de grandes dados de bancos de dados. É disso que se trata o Big Data. É o grande armazenamento de dados, gerando informações em alta velocidade. Em 2008, a equipe vencedora de Barack Obama já havia utilizado análises de dados de forma sistemática. E também foi um exemplo para o resto do mundo.

Mas, na época, todo o foco ficou na então novidade, as redes sociais Facebook e Twitter. Já nas eleições de novembro deste ano, com Mitt Romney equilibrando essa força, partiu-se para uma análise intensa e eficaz de dados captados de maneira abrangente. Não se trata de uma amostragem ou algo com margem de erro. É muito mais do que isso. É, sim, algo preciso.

Toda a captação de dados na campanha de Obama em 2012 foi integrada. Enquanto Romney trabalhava com o tradicional método de pesquisa, sabendo em termos gerais a opinião de seus eleitores, Obama tinha dados fundamentais certeiros. Esse diferencial foi fundamental na campanha e lhe garantiu a permanência na Casa Branca.

Tudo sobre uma pessoa que pode ser medido foi medido. Combinando com análise apurada, o sistema permitiu que a campanha não só encontrasse eleitores, mas também determinasse que tipos de mensagens deveriam ser difundidas para obter a atenção deles.

Um exemplo do uso dos dados: verificou-se que havia em Nova York um público sedento por um tipo de programa noturno peculiar, um possível jantar com celebridades, especialmente a atriz Sara Jessica Parker. Esse grupo existia e, verificou-se, tinha bolso profundo. Aí nasceu um concurso de doação para a campanha. Quem doasse poderia jantar com ela e Obama. Sucesso imediato.

É claro que muito mais foi feito. A campanha democrata de Obama pôde saber qual a mensagem correta para levar aos eleitores de cada região dos estados mais disputados. Todo o dinheiro passou a ser escoado para determinada região, não apenas pelo “achômetro” ou pela pesquisa que “indicava” tal área. Com um banco de dados monumental, foi possível ter certeza de onde investir força e dinheiro.

Com o Big Data, a equipe de Obama identificou o perfil do eleitor indeciso, o que ele precisava ouvir, que argumentos o fariam sair de casa e votar. As pesquisas eram diárias, via internet, com dezenas de milhares de eleitores, podendo-se perceber, precisamente, as mais tênues flutuações. Jamais se conduziu uma campanha eleitoral com tanta informação. Nunca tantas decisões foram tomadas com tanta tranquilidade.

O resultado da eleição americana — 332 votos do colégio eleitoral para Obama, contra 206 do rival — mostra como a imprensa e os políticos no geral estavam enganados. Durante toda a campanha, mostrou-se um placar apertado, inclusive com alguns institutos dando Mitt Romney à frente na intenção de votos. A poucas horas da urna, pesquisas eram divulgadas mostrando, no máximo, uma vitória apertada do presidente. Convenhamos: 61,7% a 38,3% nada tem de aperto. Obama e sua equipe sabiam exatamente o que estavam fazendo. E acertaram em cheio. Eles e alguns poucos “seguidores” do Big Data.

Esse sistema indica o futuro. Não há previsão. Há análise de dados em massa. A captação de dados já está no cotidiano das pessoas, mesmo que não se perceba. Ou o Brasil começa a pensar nesse modelo de precisão, ou viverá eternamente na margem de erro. Não fazemos pesquisas em número suficiente para dar precisão ao Big Data… ainda.

Por GABRIEL ROSSI

Fonte: Gabriel Rossi / Correio Braziliense – 25/12/2012

Blog do Sandro Gianelli deseja um Feliz 2013

2013Neste novo ano o mais importante é que tenhamos atitudes novas. Cada um sabe o que deve ser feito para a sua transformação. Então em 2013, desejo que você tenha forças o suficiente para ser a sua transformação, o seu novo, o seu milagre, pois temos o livre arbítrio para fazermos o que sonhamos e desejamos, basta força, fé e planejamento.

Se você me perguntar se será fácil? Acredito que não.

Agora se você me perguntar se é possível? Ai eu digo que sim e que você terá 365 chances de fazer o novo, o surpreendente.

Agora é com você!

Feliz 2013, com muita saúde, fé e esperança.

Sandro Gianelli

Prefeitos derrotados nas eleições deixam cidades ao abandono

derrotadosAtrasos no pagamento de salários a servidores e na coleta de lixo prejudicam a população.

Às vésperas da troca de prefeitos, a população e os servidores de vários municípios do país enfrentam problemas como a ausência de serviços públicos básicos e atrasos de salários.

Em alguns estados, o Ministério Público foi à Justiça para garantir que prefeituras mantenham pagamentos em dia, repassem as contas em ordem aos prefeitos eleitos e mantenham serviços essenciais à população. Mesmo assim, muitas cidades pelo país enfrentam situação de abandono, com lixo na rua, falta de atendimento médico e serviços paralisados.

Fonte: Blog do Noblat

Candidaturas do PSB para valer

eduardocampos-300x225Para quem duvida de que seja para valer a candidatura do senador Rodrigo Rollemberg a governador do Distrito Federal, veio aí uma sinalização importante. A liderança do seu partido, o PSB, foi entregue na Câmara dos Deputados ao gaúcho Beto Albuquerque. Há uma mensagem embutida nisso. Beto Albuquerque é o mais agressivo defensor do lançamento de candidaturas majoritárias do PSB, não só ao governo do maior número de unidades da Federação, mas até a presidente da República. O nome, claro, seria o do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.

Liderança com sentido especial

Secretário de Infraestrutura do Rio Grande do Sul desde o início do governo Tarso Dutra, há dois anos, Beto Albuquerque renunciou ao cargo no início do mês para retornar à Câmara. Disse que cumpria missão partidária. Gente malvada, dessas que existem muito em Brasília, disse que só deixara a secretaria, uma das mais importantes do governo gaúcho, por ter batido de frente com os luas-pretas do governador. Beto desembarcou no Congresso avisando que seu papel seria garantir visibilidade à candidatura de Campos. Virou líder.

Fonte: Do alto da torre

Secretaria de Governo

Cabo-Patricio_fotoElzaFiuza-300x199O comentário mais especulado nos bastidores da política é o da possível ida do deputado distrital patrício (PT) para a Secretaria de Governo. Conforme adiantou o próprio presidente da Câmara Legislativa ao Alô Brasília, em entrevista na semana passada, teria sido oferecida a Patrício duas secretarias em 2013: Sedest e Governo. Há quem diga que ele deverá ficar mesmo com a de Governo.

Pimentinha: Resta saber o que o super-secretário Swedenberger Barbosa, o Berger, tem falado sobre isso. Neste ano, correu notícia de que Berger deixaria o GDF ainda este ano – o que, até agora, não aconteceu.

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

Perguntas que você deve fazer, antes de criar um novo programa

estrategiaAtenção! Novos programas também implicam em custos, muitas vezes sem qualquer previsão orçamentária.

Uma administração dinâmica está sempre criando novos programas. Ou surgem internamente, pela criatividade de seus membros, ou surgem como resposta a demandas sociais expressivas.

Programas sempre têm custo e precisam previsão orçamentária

Muitas vezes, estes novos programas resultam mais eficientes e populares do que aqueles anunciados na campanha. Destinam-se a atender áreas que estavam desatendidas ou a reformular programas existentes de desempenho insatisfatório.

Eles podem representar inovação, sensibilidade política, agilidade decisória e capacidade resolutiva de problemas. Como tal, são sinais visíveis de uma administração ágil, dinâmica e criativa, o que a qualifica perante os eleitores. Desde que…. produzam os resultados esperados, dentro dos prazos estipulados.

Novos programas também implicam necessariamente, em custos, muitas vezes sem qualquer previsão orçamentária que lhes dê cobertura.

Por estas razões, novos programas, para serem criados, devem atender a dois requisitos prévios e básicos:

existência de recursos, em quantidade suficiente, para que seja viabilizado;
critérios claros para medir desempenho e resultados.

Ao criar um novo programa na sua administração leve em conta que:

1. Você precisa ter recursos disponíveis para investir na sua criação, administração e operação;

2. Uma vez criado, forma-se em torno dele, uma coletividade que, ou depende dele, ou dele se beneficia, e que vai lutar pela sua continuidade, expansão e aperfeiçoamento (o que vai implicar em mais despesas);

3. Portanto, assegure-se de que, não apenas dispõe dos recursos para criá-lo, como para mantê-lo nos exercícios seguintes;

4. Na hipótese de ser um programa que, após o investimento inicial, tem condições de se auto-sustentar, antecipe com precisão, qual valor do investimento até o momento de seu autofinanciamento;

Algumas perguntas cruciais devem ser feitas, e respondidas de forma satisfatória, para que você se decida a criá-lo. Um exemplo de perguntas úteis para esclarecê-lo seriam as seguintes:

Qual o objetivo do programa?
Não aceite respostas vagas. Clareza no objetivo é o primeiro requisito para que venha a funcionar. Se a proposta não tiver uma clareza meridiana, quanto ao objetivo, interrompa a discussão e mande que o problema seja re-estudado.

Por que ele é necessário?
Quem o necessita? Muitos programas novos são propostos porque quem os necessita é o próprio staff. Identifique com esta questão qual a base social que precisa dos benefícios do programa, o quão organizada é, o quanto de mobilização ocorreu.

Por que a proposta só está sendo apresentada agora?
Deve haver uma razão para ser apresentada agora e não antes, ou depois. Conhecer esta razão é importante para o governante, como forma de identificar os motivos de quem propõe e o grau de urgência das necessidades de quem vai se beneficiar.
Quais os resultados específicos que se busca com o programa?
Com esta pergunta, aprofunda-se a questão dos objetivos. Agora o que se quer saber é quantificável, mensurável. Uma resposta boa e convincente neste item mostra que o staff conseguiu chegar ao plano operacional.

Novos programas devem acertar um alvo e ter resultados próprios

Quais os indicadores que serão usados para medir resultados?
Não basta ao governante saber os resultados específicos do programa. É preciso acordar também sobre os indicadores que vão medir os resultados, sem os quais o julgamento se torna subjetivo.

Quais os projetos alternativos que foram considerados
Sempre haverá mais de uma maneira de fazer as coisas. Quais os outros projetos que foram estudados, em que se diferenciavam do que atualmente se considera?

Por que eles foram descartados?
Com estas duas últimas perguntas, o governante amplia o espaço da sua liberdade de escolha. Ao discutir sobre outras alternativas ele está adquirindo uma visão mais completa do quadro, que de outra forma não teria, e que permitirá uma decisão mais segura.

Como será financiado o programa
O staff deve ser capaz de informar a origem dos recursos para financiar o programa. Sem esta informação tudo o mais perde sentido. A hesitação nesta informação é fatal ao projeto.

O custo proposto é o custo total ou vai exigir mais no futuro?
Com esta pergunta o governante visa evitar cair numa armadilha, na qual tem recursos para começar e não para concluir; ou tem para concluir, mas não para operar. Tais situações cobram um alto custo político, porque criam expectativas, naqueles que se beneficiariam do projeto, e que não podem satisfazer.

Como foi possível “levar as coisas” por tanto tempo sem ele?
Justificado o projeto por sua necessidade, demonstrado que pode ser executado, cabe fazer esta pergunta. A resposta pode apontar para a sua relevância e prioridade, como pode registrar a sua inconsistência e irrelevância. É forçar o raciocínio ao contrário.

O que vai acontecer se o programa não for criado?
Esta pergunta, combinada com a anterior, dá ao governante uma informação preciosa. Em primeiro lugar, ele é uma medida da real necessidade do programa. Em segundo lugar, ela permite medir a relação custo/benefício político da sua criação, já que enseja a comparação das vantagens de criá-lo com as desvantagens de não criá-lo. Combinada esta relação com o preço real e físico de sua implantação, o governante pode chegar a uma decisão racional e estratégica.

Há muitas outras perguntas que se pode conceber para testar a necessidade e viabilidade da criação de um novo programa. Você pode usar esta listagem de perguntas, acrescentar outras, remover algumas, mas, basicamente, não poderá se afastar muito do conjunto de questionamentos que elas conformam.

Entre outras vantagens, ao agir assim, você cria uma cultura de maior profissionalismo na sua equipe e ganha um critério importante para avaliar o desempenho e qualificação de seu staff.

Fonte: Política para Políticos

Como conseguir uma mídia hostil à sua candidatura I

candidato com a familiaCuidado. O elogio ameaça o patrimônio mais valioso do jornalista: sua reputação de independência.

Durante a campanha, a relação de poder entre ambos é assimétrica, já que o jornalista possui maior poder que o candidato (por seu acesso direto a um veículo de comunicação de massa). Em conseqüência, uma relação que deve ser conduzida com muito cuidado. Não se desconhece o fato da existência de situações em que um candidato enfrenta um veículo abertamente hostil às suas pretensões. Como é óbvio não é este o caso que estamos abordando aqui.

A relação com a imprensa deve ser conduzida com cuidado

Na situação que estamos analisando, embora possa haver maior ou menor simpatia por um ou outro candidato, a mídia não assume uma posição de aberta adesão ou hostilidade a nenhum candidato, fazendo uma cobertura razoavelmente independente da campanha eleitoral. Nesta relação, então, haverá erros de parte a parte. Vamos cuidar aqui apenas dos erros que o candidato pode cometer. Destes, um erro muito comum que os candidatos cometem e que muitas vezes até aqueles mais experimentados incidem, é o de elogiar o jornalista por uma matéria que o beneficiou.

Do ponto de vista do candidato, trata-se de um ato de justiça, de reconhecimento, mérito e incentivo. Este é o verdadeiro sentimento do candidato. Ao elogiar, está sendo sincero e dando vazão a uma autêntica satisfação íntima. Afinal, ao longo de uma campanha, os candidatos sempre têm mais queixas do que satisfação com a cobertura da mídia.

Já lidei com candidatos que estavam à frente nas pesquisas, outros atrás, outros caindo, outros subindo, mas nunca encontrei um candidato que se declarasse satisfeito com a cobertura que estava ganhando nos veículos. Candidatos são inevitavelmente “paranóicos” em relação à mídia, “ciumentos” em relação aos seus adversários, e nunca estão satisfeitos com o que recebem.

Quando depara com uma matéria que, no seu julgamento, lhe faz justiça, portanto uma matéria que lhe é favorável politicamente, a tentação de cumprimentar o jornalista e agradecer é muito grande. Nada pode ser pior recebido pelo jornalista que este elogio.

Se for feito em público, então, o jornalista o recebe como um “vexame”, como uma “vergonha”, como uma agressão à sua reputação de jornalista sério e independente, como uma diminuição da sua respeitabilidade profissional. E a tendência será passar a tratá-lo com excessivo rigor, no futuro, para provar o seu não engajamento. Se for feito em privado, também não muda muito, porque ele vai supor que o candidato estará fazendo aqueles comentários para todos que encontrar, inclusive outros jornalistas de outros veículos, e o resultado será o mesmo. Para os políticos que cometem este erro fatal, a reação hostil do jornalista elogiado parece-lhes a manifestação de um sentimento de ingratidão, e, quando as razões para aquela reação são explicadas como um excesso de suscetibilidade. O que ele não percebe é que, embora não fosse sua intenção, o elogio significa um abalo de grandes proporções no patrimônio mais valioso do jornalista: sua reputação de independência.

Elogiar abala o patrimônio mais valioso do jornalista, a reputação

O jornalista que foi “vítima” deste equivocado elogio sente-se estigmatizado, é objeto de piadas e chacotas de colegas, pode ser visto por alguns como “chapa branca”, e, no limite, até mesmo podem surgir suspeitas de que foi comprado. O candidato que cometer este erro não deixa ao jornalista outra alternativa a não ser a de “devolver o elogio”, com uma matéria que seja contundentemente prejudicial ao candidato que o homenageou! E o mais breve possível.

A partir deste momento, o jornalista ficará sempre na posição “defensiva” em relação aquele candidato. Tendo “devolvido o elogio” na medida certa, e reconquistado sua condição de independência, não vai transformar a sua cobertura numa “vendetta” pessoal. Mas, vai ficar duplamente cauteloso sempre que sua matéria contiver qualquer menção que possa ser lida como favorável aquele candidato. Se puder evitar a menção, evitará. Se não puder dará o menor destaque possível, que não afete a objetividade de seu texto.

Este erro foi caracterizado como fatal porque não há correção para ele, pelo menos durante aquela campanha. Só há uma maneira de reagir a uma matéria que lhe seja favorável (ou lhe faça justiça): ficar calado, contentar-se com a satisfação íntima que lhe deu.

Se seus auxiliares estiverem exultantes com a matéria, contenha-os, e, aos que ainda não tinham entendido a peculiar natureza da relação da campanha com a imprensa, aproveite a oportunidade para explicar, e advertí-los que, em nenhuma hipótese podem deixar vazar o sentimento de satisfação com aquela matéria.

Não basta, pois, o candidato evitar o erro, seus auxiliares de confiança cometendo-o vão produzir o mesmo resultado. Nunca, mas nunca mesmo, elogie um jornalista por uma matéria que o beneficie. Só assim poderá deixá-lo à vontade para, se for o caso, continuar merecendo este tipo de destaque sem constranger o seu autor. Do contrário, não será apenas o jornalista que passará a criticá-lo para comprovar sua isenção, mas os demais colegas que passarão a controlá-lo. O jornalista que o elogiou será levado fatalmente a buscar razões para atacá-lo.

A melhor forma de conviver com jornalistas em época eleitoral é atendê-los, cortez e prontamente, respondendo às indagações, propiciando-lhes a matéria-prima que desejam. E agir sempre com sinceridade e transparência. Fugir do jornalista também é negativo, até porque é através dele que estará atendendo à opinião pública.

Fonte: Política para Políticos

Se as eleições fossem hoje, Guarda Jânio seria eleito Deputado Distrital

guarda janioEm recente pesquisa estimulada, Guarda Jânio fica entre os 17 mais votados para deputado distrital.

Guarda Jânio se denomina um humilde, batalhador e filho da Ceilândia. Foi candidato a deputado distrital em 2002, 2006 e 2010, sempre com votações expressivas e sem recursos.

O amigo do trânsito vai às ruas apenas com sua simpatia, carisma e humildade.

Nesta pesquisa Guarda Jânio, fica a frente de deputados eleitos e suplentes que assumiram o cargo nesta legislatura: Olair Francisco, Celina Leão, Dr. Charles, Joe Valle, Washington Mesquita, Aylton Gomes, Prof. Israel Batista, Luzia de Paula, Evandro Garla, Robério Negreiros, Siqueira Campos e Rejane Pitanga.

A Pesquisa foi realizada pelo Instituto Exata Opinião Pública, divulgada na sexta-feira (21) avaliou  a intenção de voto para deputado distrital. A pesquisa foi feita entre os dias 12 e 16 de dezembro, em 3.750 residências do Distrito Federal. A margem de erro é de 2,5%. O instituto ofereceu uma lista com 36 nomes, entre deputado distritais e suplentes.

Por Sandro Gianelli

Na televisão o PSD será cada um por si

psdApós vencer na Justiça, o PSD-DF está pronto para levar ao ar suas inserções partidárias. O programa contará com a participação dos quatro distritais do partido, do presidente da legenda, o ex-governador Rogério Rosso, e ainda uma aparição do presidente nacional e fundador do partido, Gilberto Kassab. Como são poucas aparições e o PSD deixou a bancada local livre para posicionar-se sobre o apoio — ou não — ao governo de Agnelo Queiroz, os distritais vão focar mais em seus próprios trabalhos. O discurso mais crítico será apenas da deputada Liliane Roriz, que criticará a situação da saúde no DF.

Fonte: Do alto da torre

Em busca do passe de Cristiano

cristiano araujoO distrital Cristiano Araújo, que deixou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico para reassumir sua vaga na Câmara Legislativa, tem sido assediado por  partidos do Distrito Federal. Desconfortável por ter sido desligado do governo após liderar um movimento rebelde no Legislativo, Araújo não contou com o respaldo ostensivo do presidente do PTB-DF, o senador Gim Argello, que ainda não tomou qualquer providência para deixar a base. De olho nos votos de Cristiano, siglas da bancada de apoio ao governo Agnelo e até da oposição encenam um jogo de sedução com o jovem parlamentar.

Fonte: Do alto da torre

- Publicidade -
- Publicidade -