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Paulo Octávio ganha o título de líder empresarial do Centro-Oeste

Depois que se afastou da vida pública, Paulo Octavio tem se dedicado apenas à gestão empresarial. Trabalhando em média 12 horas por dia, completamente focado em suas empresas, empreendeu uma complexa mudança de rota na organização que leva o seu nome.

O resultado veio agora: PO foi o empresário mais laureado em 2012. Recebeu o Master Imobiliário pelo empreendimento José Alencar. Duas de suas empresas receberam o Top of Mind, a construtora e a Bali Automóveis. Além disso, outras cinco foram incluídas pelo GDF entre as maiores contribuintes de impostos. Para completar, na próxima terça-fera, em São Paulo, no Fórum de Líderes, ele vai receber do ex-ministro Ozires Silva o título de líder empresarial do Centro-Oeste.

Fonte: Blog do Honorato

Vigiai: vem aí licitação para serviços de vigilância

O GDF vai centralizar licitação para contratar serviços de vigilância. A concorrência será dividida em 14 lotes e vai atender 73 órgãos.

Está previsto no processo a contratação de 10.168 vigilantes e de 100 supervisores.

O valor da licitação será de meio bilhão de reais, dinheiro disputadíssimo entre os empresários do ramo, muitos deles ligados à política.

O governo fala em economia de R$ 100 milhões. Para isso, vai mudar a forma como a contratação se dá atualmente.

Hoje, cada órgão abre pregão para escolher a empresa de vigilância. Assim, um mesmo serviço pode ter diferentes preços dentro do GDF.

A partir de agora, haverá um registro de preço, que estabelecerá um valor médio, ao qual os vários órgãos do Executivo vão aderir.

Como etapa do processo, houve uma audiência pública para o governo debater o tema com interessados no processo. Houve chiadeira na mudança do sistema. Essa é uma briga que está só no começo.

Fonte: Blog da Lilian Tahan

PL prevê nomeação automática de concursados

A batalha pela nomeação dos professores aprovados no último concurso, realizado em outubro de 2010, conquistou mais uma vitória nesta quarta-feira (21). É que foi aprovado na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa projeto de lei que obriga a Secretaria de Educação a nomear, no prazo de 30 dias, professores aprovados em concurso no caso de aposentadoria de outros docentes e na criação de novos cargos. A proposta é do deputado Professor Israel.

Para o parlamentar, “é inaceitável que alunos da rede pblica de ensino percam uma enorme quantidade de professores e não haja, imediatamente, a contratação de novos profissionais”. O projeto segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e, depois, será apreciado no plenário.

Fonte: Blog do Callado

15 anos de cadeia para Macarrão

Ex-braço direito do goleiro Bruno, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, foi condenado a 15 anos de prisão pela morte da modelo Eliza Samudio. Ex-namorada de Bruno, Fernanda Gomes de Castro recebeu pena de cinco anos em regime aberto. Bruno será julgado em março.

Juiz acusa desembargador de beneficiar Cachoeira

O processo envolvendo o esquema de Carlinhos Cachoeira virou palco de ataques entre o juiz que cuida do caso em primeira instância e o desembargador que analisa o tema no TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região.

Na última quinta-feira, o juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiânia, enviou ofício ao desembargador Tourinho Neto, do TRF-1. Nele, critica decisões em segunda instância favoráveis a Cachoeira e seu grupo.

Foi Tourinho quem concedeu habeas corpus para soltar Cachoeira em relação à Operação Monte Carlo. Ele só ficou preso, até a última terça-feira, por causa de outra operação, a Saint-Michel, um desdobramento da primeira.

No ofício, o juiz Alderico Santos reclamou de expressões usadas por Tourinho numa decisão em relação aos sigilos bancários do laboratório Vitapan, ligado a Cachoeira. A Justiça de Goiânia determinou o bloqueio das contas, mas Cachoeira contestou, alegando que Tourinho havia determinado o contrário.

Fonte: Congresso em Foco

TSE defende fim de doação de empresas

A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, defendeu ontem, em São Paulo, o veto às doações de campanha por pessoas jurídicas. Para Cármen Lúcia, empresas não deveriam contribuir com recursos a políticos. A maior parte das doações de campanha no Brasil é feita por meio de pessoas jurídicas, que entretanto não aparecem porque doam por meio dos comitês de campanha e não diretamente ao candidato.

“Em primeiro lugar a ética é pessoal, é preciso sempre lembrar disso”, declarou a ministra. “Ninguém pode imaginar que por ter havido um financiamento de empresas privadas, por exemplo, que isso vai gerar qualquer tipo de obrigação, ou que, principalmente, se vai fazer pagamentos em serviços da parte dos eleitos.”

Fonte: Congresso em Foco

Mano cai e seleção deve ter novo técnico só em janeiro

O técnico Mano Menezes foi demitido ontem da seleção brasileira. A decisão foi tomada em reunião entre o presidente da CBF, José Maria Marin, o vice, Marco Polo del Nero, e o diretor de Seleções, Andrés Sanchez. “Fui voto vencido”, disse Sánchez, contrariado. Oficialmente, Mano saiu porque a cúpula da CBF chegou à conclusão de que é preciso “estabelecer nova metodologia e novo planejamento” para que a equipe tenha êxito na Copa das Confederações e na Copa do Mundo. O novo técnico deverá ser anunciado em janeiro. Luiz Felipe Scolari, Tite, Muricy Ramalho, Abel Braga e Vanderlei Luxemburgo são nomes cotados.

Como o eleitor se informa e organiza informações para decidir seu voto II

Em termos econômicos, o processo de procurar, analisar e avaliar a informação política acarreta um custo: um investimento de tempo e de energia. Por outro lado, o retorno deste investimento é pequeno e desproporcional ao seu custo.

Atendimento à saúde pública leva o eleitor a conclusões sobre o tema. Por exemplo, a saúde da economia do país tem mais efeito nas vidas das pessoas do que se a mesma pessoa escolheu certo o local onde passar suas férias. Mas o tempo gasto para decidir onde passar as férias costuma levar a decisões acertadas, enquanto que o tempo dedicado a entender e acompanhar a economia nacional, não necessariamente conduz a decisões acertadas, embora exija muito mais tempo e energia.

Em outras palavras, o gasto de tempo e energia para decidir sobre matérias próximas a vida da pessoa, e cujo resultado depende apenas dela, produz uma relação muito satisfatória entre investimento e retorno (é a típica situação do consumidor individual).

Já o tempo e energia gastos para decidir sobre matérias mais remotas da vida individual, e, portanto, muito mais complexas, e que dependem de uma conjugação multitudinária de vontades, produz uma relação de investimento/retorno muito pouco satisfatória.

Portanto, para o indivíduo racional, não há incentivos muito poderosos para levá-lo a buscar informações, acompanhar a política, analisar a conjuntura e avaliar estes elementos para uma decisão.

Como então o indivíduo comum adquire informações sobre a política que lhe permita decisões racionais? Em primeiro lugar, uma razoável quantidade de informações são adquiridas na vida diária.

Não é necessário ser economista para saber se a economia está andando bem ou mal, ou razoavelmente. Os preços dos gêneros e do combustível, a facilidade/dificuldade de conseguir emprego, a taxa de inflação, a instalação de fábricas, os juros baixos/altos ao consumidor e outras informações deste mesmo nível fazem parte da vida diária das pessoas, e como tal, são obtidas pelo simples ato de viver sua vida individual.

Também na vida diária se adquire informações sobre questões de segurança. As pessoas conhecem outras que já foram assaltadas, ou vitimadas pela violência, sabem quais as regiões e bairros da cidade que são mais perigosos, os jornais e noticiosos apresentam os casos mais violentos, e assim conseguem, ao processar estas informações, uma idéia bastante clara sobre a situação da segurança pública nas suas comunidades.

Informações sobre saúde também são adquiridas na vida diária e nos contatos interpessoais. Procedimentos preventivos, como as campanhas de vacinação, informações sobre riscos associados a certos hábitos (como o fumar, comer comidas gordurosas etc), o tipo de atendimento dado em postos públicos de saúde, em hospitais, a facilidade/dificuldade de conseguir atendimento médico, exames e medicamentos, e, assim como na segurança, as pessoas analisando estas informações, provindas da vida diária, chegam a formar uma idéia clara sobre as condições gerais do sistema de saúde.

Segurança é um tema de campanha e assunto que, em geral, eleitor domina
O mesmo valeria para outras questões que igualmente freqüentam os programas dos candidatos, e se constituem em temas de campanha, como: educação, emprego, habitação, saneamento, trânsito, estradas e vias públicas, limpeza, etc.

Portanto, o mero fato de ser um consumidor de bens e serviços, de transitar pelas ruas da sua cidade, de estar empregado ou estar buscando um emprego, de ter filhos em escolas, etc, já faz com que uma ampla gama de questões políticas entrem na sua vida, sem que o indivíduo tivesse que desenvolver um interesse específico pela política, e tivesse que gastar tempo e energia para buscá-la e analisá-la.

Em segundo lugar, os noticiários da mídia também entram na vida das pessoas, no seu cotidiano. A maioria das pessoas assiste TV e grande parte destes assiste aos noticiários da TV.

O mesmo vale para o rádio, e, em muito menor medida, para os jornais. Nos EUA, o tempo dedicado diariamente para assistir notícias na TV, rádio e jornais é superior a 30 minutos. No Brasil, não temos estatística similar, embora possamos imaginar que, para os segmentos de nível médio e alto de renda e escolaridade, os resultados não deverão ser muito diferentes.

A mídia, além disso, desempenha duas funções adicionais:

(1) as suas informações interagem com as informações colhidas pela experiência da vida diária, ora confirmando e conferindo-lhe uma dimensão que as pessoas não imaginavam, ora conflitando com elas;
(2) as suas informações são “linkadas” com a dimensão política. Quando noticia um crime, além da matéria sobre o crime, há entrevista com o secretário de Estado, ou com um político, ou o próprio comentarista aproveita a oportunidade para dar-lhe uma dimensão política.

Mais que isto, para a mídia, os governos – local, estadual e nacional – são assuntos permanentes, tanto aqueles que integram o governo, como aqueles que contestam o governo. As questões públicas, tratadas pela mídia, envolvem o governo e a classe política que gravita em torno dele.
Como se vê, a vida diária, com a sua ampla trama de relações interpessoais, assim como o consumo natural das notícias da mídia, igualmente diária, já oferece ao eleitor médio, uma boa dose de informações sobre questões políticas, que se constituirão na pauta das campanhas eleitorais.

Fonte: Política para Políticos

Agenda Cultural – Pré-Reveillon Black & White 1/12 22h

Pré-Reveillon Black & White

Sábado, dia 01 de Dezembro, 22h
Local: Anel Externo do Mane Garricha (100% Coberto)

Atrações:

– Dj Gui Boratto
– Dj Mario Fischeti
– Dj Diego Moura
– Dj Junior C
– Dj Carrey

Ingressos:

– BackStage Mokai
OPEN BAR – (Whisky, Vodka, Refi e Agua)

1º Lote: Promocional
R$90,00 – Feminino
R$150,00 – Masculino

– Área VIP

1º Lote: Promocional
R$40,00 – Feminino
R$60,00 – Masculino

Pontos de Venda:

– Zimbrus
(305 Sul, Pier 21, Aguas Claras e Taguatinga)

– Duetto Lounge Bar
(Pier 21)

– Bilheteria Digital – em ate 12x nos cartões
www.bilheteriadigital.com.br

*** Traje Obrigatorio Preto ou Branco ***

Informações:
61 3347-6763 / 8343-8453 / 3342-2232

O aperto de mão recusado

Um comercial antológico acabou por transformar limão em limonada na campanha para o senado nos EUA.

Às vezes um gesto impulsivo pode prejudicar seriamente a campanha, porque aparece como a exteriorização de uma atitude que é censurada pelo eleitor, e que não era conhecida até a ocorrência do gesto. É óbvio que não é qualquer gesto impulsivo que pode ter estas consequências.

Um gesto impulsivo e infeliz pode prejudicar muito uma campanha

Para tal, é necessário que preencha certas condições:

Precisa ocorrer em público;
Precisa ser registrado e comentado pela mídia;
Precisa referir-se a um adversário, ou a um eleitor ou grupo de eleitores;
Precisa ser uma atitude que é censurada pelo eleitor;
Precisa ser explorada por um adversário contra aquele que o praticou;
Precisa adquirir uma permanência na campanha. Em outras palavras, ele não pode ser facilmente esquecido.

Preenchendo estas condições, o gesto torna-se um tema de campanha. Ele é usado fartamente para abalar a imagem do candidato que o praticou, e acaba abalando, porque a cada nova exploração, mais pessoas tomam conhecimento e censuram o seu procedimento.

Torna-se assim um tema de campanha que, não poucas vezes, consegue ofuscar questões de muito maior importância. Diante de situações deste tipo, os candidatos tendem a adotar, uma ou outra das seguintes respostas:

Ignorar o fato e continuar a campanha acreditando que ao fim o assunto será esquecido, ou minimizado pelos eleitores;
Pedir desculpas publicamente;
Transformar o “limão em limonada”

Ignorar o fato

Ignorar o fato é sempre um risco alto. Pode ser que o eleitor venha a desconsiderar a sua importância, mas pode ser que não. Ignorar significa deixar um flanco aberto até o fim da campanha, apostando numa mudança de sentimentos sobre a qual ele não tem influência.

Se o gesto, ainda que infeliz, é de menor monta, e não tem suficiente importância para transformar o mal estar do eleitor em hostilidade, a estratégia de ignorá-lo pode funcionar. Pesquisas qualitativas podem ajudar muito na avaliação das conseqüências de ignorá-lo.

Em última análise, é o candidato que vai assumir esta decisão que sempre implica um risco. Ignorar significa assumir este risco.
Pedir desculpas

Tower não apertou a mão de seu adversário e foi visto como deselegante, grosseiro e raivoso

Pedir desculpas pode liquidar o fato e ainda acrescentar a virtude da humildade à imagem. Isto somente vai ocorrer se o pedido for feito logo após a prática do gesto, e se corresponder a um sentimento sincero e verdadeiro. Pedir desculpas é a decisão acertada para a correção de um gesto que implicou um agravo pessoal injusto.

Fora desta situação, o pedido de desculpas poderá parecer um sinal de fraqueza e temor.

Transformar o limão em limonada

Esta é a melhor saída, desde que possível. O “comercial da recusa do aperto de mão” é um exemplo antológico desta saída.

O comercial

Na eleição para o Senado no estado do Texas em 1978, o Senador republicano John Tower buscava sua reeleição contra Bob Krueger. A campanha estava sendo intensamente disputada e ninguém podia ainda prever o resultado final.

Apareceu então um material de campanha fazendo alegações pessoais contra Tower, e sua reputação em Washington. O texto era suficientemente ambíguo para permitir a Krueger afirmar que não se referia a Tower, embora publicamente tenha-se fixado a convicção de que se referia a ele.

Tower exigiu que Krueger se desculpasse, e este se recusou, negando sua responsabilidade sobre aquela peça. Quando ocorreu um debate, amplamente divulgado pela mídia, entre os dois candidatos, no momento em que se encontraram no palco Krueger estendeu a mão para cumprimentar a Tower, e este se recusou a cumprimentá-lo e virou-lhe as costas.

Os fotógrafos registraram toda a seqüência e, no dia seguinte, os jornais mostravam, em fotos diferentes, um com a mão estendida e o outro virando as costas. O resultado foi devastador para Tower. Ficou estigmatizado como deselegante, grosseiro, raivoso e começou a cair nas pesquisas.

Tower tentou de tudo. Começou ignorando, depois passou para a versão “afinal era apenas um aperto de mãos”, e tentou ainda levar a campanha para a discussão de temas substantivos, mas nada funcionava. O adversário explorava o gesto e ganhava votos com a exploração. Foi então que ele fez produzir o comercial “aperto de mãos”.

Krueger aproveitou um erro de Tower para subir nas pesquisas

No comercial, John Tower aparecia sentado numa mesa, com a bandeira americana atrás, segurando um jornal, onde aparecia a seqüência de fotos da mão estendida e da recusa. Ele começa a falar e diz:

“Talvez vocês tenham visto estas fotos da minha recusa em apertar a mão do meu oponente. Pois bem, eu fui criado na crença de que um aperto de mãos é um símbolo de amizade e respeito, e não um gesto hipócrita e sem significado algum.

Meu adversário atacou minha esposa, minhas filhas e divulgou uma versão falsa e mentirosa de meu passado político. Meu estilo texano não aceita apertar mãos com este tipo de pessoa. A integridade é uma tradição texana que vocês podem contar comigo para manter.”

Aparece então no vídeo a assinatura de Tower, com o seguinte texto: John Tower, ele representa o Texas, sempre representou e sempre representará.

Tower mandou retirar todos os seus comerciais do ar e deixou este durante todo o tempo que tinha disponível. Com o comercial ele começou a subir nas pesquisas, e venceu a eleição.

Fonte: Política para Políticos

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