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Rayane Figliuzzi comenta polêmica sobre selinho de Belo em seu filho Zion


Da redação

Rayane Figliuzzi, namorada do cantor Belo, se manifestou na noite de sexta-feira, 24 de abril, após a repercussão de um vídeo em que o artista aparece dando um selinho em Zion, filho de sua antiga união com Júnior Navarro. O episódio ocorreu em ambiente familiar e gerou intenso debate nas redes sociais.

A gravação mostra Zion, de quatro anos, sendo incentivado a chamar Belo de “Papai Marcelo”, o que dividiu opiniões entre internautas. O vídeo rapidamente viralizou, levando a discussões sobre os limites de demonstrações de afeto entre adultos e crianças, especialmente em situações públicas.

Rayane explicou que o comportamento de Zion é resultado de sua criação. Segundo ela, “ele foi, desde pequenininho, ensinado que isso não era um problema. Com a vovó, com a mamãe, com o papai, com a Luísa. Então, com o Belo, por que seria um problema?”. Ela afirmou ainda que, mesmo que tente repreender, o menino repete o gesto, pois já está acostumado.

Júnior Navarro, pai de Zion, também se pronunciou nas redes sociais. Ele afirmou: “Ontem eu falei que não ligava pra essa parada de chamar de pai, o papo é esse mesmo. Hoje, ligando a TV e vendo vídeo do meu filho beijando a boca de outro cara… fiquei muito chateado de ver a que ponto a mãe do meu filho é capaz”.

Navarro criticou a exposição do filho e disse que orienta Zion a não beijar na boca das pessoas. Ele declarou: “O pior é a indução disso, induzir a chamar de alguma coisa. Zion fala claramente que ele é induzido a chamar dessa forma e você vê ele limpando o beijo. Meu papo vai ser direto com ele de homem pra homem”.

O caso ganhou grande repercussão online, com opiniões divididas sobre a atitude de Belo e a exposição da criança. As imagens foram publicadas no perfil de Rayane Figliuzzi no Instagram, onde também aparecem registros do casal e de Zion em momentos de convivência familiar.

Anac atualiza regras e limita transporte de power banks em voos comerciais


Da redação

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) atualizou as normas para transporte de carregadores portáteis, conhecidos como power banks, em voos a partir desta semana em todo o Brasil. As mudanças visam aumentar a segurança nas operações aéreas, após publicação de portaria regulatória no Diário Oficial da União.

Segundo a Anac, o objetivo das novas regras é reduzir o risco de incêndios na cabine, já que baterias de lítio podem apresentar falhas, ocasionando superaquecimento. A agência incorporou especificações recentes da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci), adequando-se a padrões internacionais sobre o tema.

Entre as principais mudanças, destaca-se o limite de dois power banks por passageiro, obrigatoriamente transportados na bagagem de mão, reforçando norma que já existia. O equipamento deve ter capacidade máxima de 100 Wh. Modelos entre 100 Wh e 160 Wh requerem autorização prévia da companhia aérea.

Power banks com capacidade superior a 160 Wh estão proibidos em voos, devendo ser descartados antes do embarque. Fica vedado o uso desses carregadores para abastecer outros eletrônicos durante o voo, além da proibição de recarregá-los a bordo da aeronave.

Os carregadores portáteis ainda precisam estar protegidos contra curto-circuito, com terminais isolados ou acondicionados na embalagem original. A Anac recomenda que passageiros consultem as empresas aéreas antes da viagem para esclarecer dúvidas sobre transporte desses itens.

A agência reforça que as normas sobre itens permitidos e restrições referentes ao transporte aéreo visam preservar a segurança de todos os ocupantes das aeronaves. Passageiros podem acessar orientações detalhadas diretamente nos canais oficiais da Anac para consulta de regras atualizadas.

Federação Italiana tenta Guardiola como técnico e busca empresa para pagar salário


Da redação

Pep Guardiola, atual técnico do Manchester City, passou a ser o principal alvo da Federação Italiana de Futebol para comandar a seleção nacional a partir de 2030. A busca por Guardiola ocorre após a eliminação da Azzurra da Copa do Mundo de 2026, conforme divulgado nesta semana por jornais da Itália e Espanha.

A contratação do treinador espanhol enfrenta um desafio significativo: seu salário anual, estimado em 24,8 milhões de euros, aproximadamente R$ 144 milhões. Segundo relatos, a Federação Italiana planeja buscar apoio de parceiros comerciais para viabilizar a negociação, com destaque para a Puma, fornecedora de materiais esportivos da seleção.

A possibilidade da colaboração financeira da Puma já foi praticada anteriormente, em 2014, quando a empresa arcou com metade dos vencimentos de Antonio Conte à frente da seleção. Agora, dirigentes avaliam seguir a mesma estratégia para tentar alinhar as condições exigidas por Guardiola.

Outros fatores fortalecem o interesse na contratação. A experiência de Guardiola como jogador na Itália e sua declaração em entrevistas de que desejava treinar uma equipe no país são vistos como pontos a favor. Inclusive, há especulação na imprensa europeia sobre sua possível saída do Manchester City, principalmente se conquistar o campeonato inglês novamente.

No cenário esportivo italiano, a possível chegada de Guardiola é celebrada por diferentes figuras. Leonardo Bonucci, ex-jogador da seleção e de clubes como Juventus e Milan, afirmou: “Se nós queremos uma mudança radical na seleção, eu digo que o homem certo para isso é Pep Guardiola. Sei que é muito difícil, mas sonhar não custa nada”.

No início do mês, outros nomes como Roberto Mancini, Antonio Conte e Massimiliano Allegri foram cogitados para o comando da seleção. A Itália ficou fora das três últimas Copas do Mundo e, sem técnico no momento, retorna aos gramados apenas em setembro, pela Liga das Nações.

266 milhões enfrentam insegurança alimentar aguda em 2025, aponta relatório global


Da redação

A insegurança alimentar aguda dobrou na última década, com dois casos de fome declarados em 2025, segundo o Relatório Global sobre Crises Alimentares de 2026. O estudo, divulgado nesta sexta-feira, destaca que dez países concentram dois terços dos afetados, enquanto contextos lusófonos como Moçambique enfrentam crise nutricional moderada.

De acordo com o relatório, Afeganistão, Bangladesh, República Democrática do Congo, Mianmar, Nigéria, Paquistão, Sudão do Sul, Sudão, Síria e Iêmen são os países mais impactados. Em Moçambique, chuvas intensas desde dezembro de 2025 provocaram inundações graves, deslocando moradores e devastando áreas agrícolas em diversas províncias do país.

O estudo aponta que a insegurança alimentar em Moçambique também foi agravada por ciclones, pragas e pelo conflito em Cabo Delgado. Apesar do cenário desafiador, o documento indica que a situação nutricional no país é classificada como moderada, sugerindo níveis mais baixos de desnutrição aguda ou maior capacidade para evitar piora do quadro.

Em nível global, o relatório destaca crises de fome identificadas em 2025 em Gaza e partes do Sudão. É a primeira vez que duas crises deste tipo são confirmadas em diferentes contextos no mesmo ano desde o início do acompanhamento. “Isso sinaliza uma forte escalada nas formas mais extremas de fome e desnutrição”, afirmam os responsáveis.

No ano passado, 266 milhões de pessoas em 47 países ou territórios foram afetadas por altos níveis de insegurança alimentar aguda, quase 23% da população analisada. Cerca de 35,5 milhões de crianças sofreram desnutrição aguda em 2025, incluindo quase 10 milhões em situação severa. Mais de 85 milhões foram deslocadas à força em contextos de crise alimentar.

Para 2026, o relatório alerta para a continuidade crítica da insegurança alimentar aguda, especialmente onde conflitos, variabilidade climática e incerteza econômica persistem. O estudo é elaborado por uma rede internacional de órgãos das Nações Unidas, União Europeia, governos e organizações não governamentais.

Senado analisa projeto que incentiva contratação de mulheres 40+ em tecnologia


Da redação

O Senado Federal vai analisar o Projeto de Lei 990/2026, apresentado pelo senador Jader Barbalho (MDB-PA), que propõe criar incentivos fiscais para empresas que promovam a capacitação e a contratação de mulheres com 40 anos ou mais nas áreas de ciência, tecnologia e matemática. A proposta aguarda distribuição para as comissões.

O objetivo do projeto é estimular a inclusão de mulheres acima de 40 anos no mercado tecnológico por meio de programas como mentoria profissional, capacitação e recolocação em funções relacionadas à tecnologia. A medida também prevê a oferta de bolsas de estudo voltadas à transição de carreira para aquelas que desejarem migrar para o setor tecnológico.

Pelo texto, empresas que implementarem essas iniciativas poderão deduzir parte dos gastos no Imposto de Renda, com limites de dedução que serão estabelecidos em regulamento futuro. O projeto autoriza o Poder Executivo a firmar parcerias com universidades e centros de pesquisa visando à implementação dos programas de capacitação, mentoria ou contratação.

O senador Jader Barbalho ressaltou a importância de ampliar oportunidades para profissionais mulheres no contexto da transformação digital. “A participação feminina nas áreas de tecnologia, inovação e ciência ainda é significativamente inferior à participação masculina, especialmente quando se analisa a presença de mulheres com idade superior a 40 anos”, afirmou.

Jader observou também que muitas empresas concentram esforços em jovens, excluindo mulheres que precisam de requalificação após períodos afastadas do mercado por motivos como maternidade ou cuidado familiar. Ele destacou que o incentivo à reinserção profissional pode reduzir disparidades de gênero nessas áreas.

Em 2021, o Senado aprovou o PLS 398/2018, da ex-senadora Maria do Carmo Alves (SE), que inclui na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional incentivos à participação feminina em cursos de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, além de estratégias para combater preconceitos e barreiras culturais. O projeto tramita atualmente na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Buraco do Tatu será interditado das 22h às 3h30 para manutenção


Da redação

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) informou que o Buraco do Tatu será interditado para manutenção preventiva no sistema de videomonitoramento. Os trabalhos ocorrem de segunda-feira (27) a quinta-feira (30), entre 22h e 3h30, visando assegurar o funcionamento adequado dos equipamentos.

Durante o período das intervenções, agentes do DER-DF irão interromper temporariamente o fluxo de veículos no Buraco do Tatu. A medida, segundo o órgão, busca realizar os serviços de forma a reduzir os impactos no trânsito, já que cerca de 150 mil motoristas utilizam o local diariamente.

O Buraco do Tatu é atualmente monitorado por seis câmeras, que auxiliam no controle do tráfego e na segurança dos usuários. O DER-DF destacou que iniciativas como esta manutenção regular são essenciais para prevenir falhas e evitar riscos no deslocamento urbano.

De acordo com o Departamento, a manutenção mensal dos equipamentos propicia que operem sempre conforme as especificações técnicas exigidas. A intenção é preservar a eficiência do sistema de videomonitoramento, apontado pelo órgão como instrumento importante no monitoramento viário.

Durante as ações, imagens captadas são acompanhadas em tempo real por agentes de trânsito rodoviário do DER-DF. O acompanhamento ocorre diretamente no Centro de Controle Operacional (CCO), responsável por supervisionar o funcionamento das câmeras e orientar eventuais intervenções no tráfego.

Atualmente, o DER-DF mantém 96 câmeras de videomonitoramento em operação no Distrito Federal. Segundo o órgão, os registros contribuem para a tomada de decisões e o gerenciamento das vias sob sua responsabilidade, reforçando a segurança e a fluidez do trânsito na região.

Blitz pode reter veículo imediatamente em caso de irregularidades graves de segurança


Da redação

Agentes de trânsito podem reter veículos durante uma blitz imediatamente quando identificam irregularidades que comprometem a segurança ou impedem a liberação do automóvel. A medida é aplicada no momento da abordagem, conforme previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro, para garantir a segurança nas vias públicas.

Entre as situações mais comuns que justificam a retenção imediata estão problemas graves nos freios, pneus carecas, ausência de equipamentos de segurança obrigatórios ou qualquer falha que coloque em risco condutores e pedestres. Nesses casos, o veículo não pode seguir viagem até que a irregularidade seja corrigida no local ou em situação regular.

A retenção do veículo parte de avaliação técnica feita pelo agente responsável pela blitz. Ele verifica itens essenciais ao funcionamento e à segurança, como iluminação, estado dos cintos de segurança, funcionamento do extintor de incêndio e condições do sistema de direção. Caso o risco seja considerado iminente, o carro é impedido de sair do local.

De acordo com a legislação vigente, o proprietário pode optar por sanar o problema na hora, se possível. Se não houver solução imediata, o automóvel é removido para um pátio credenciado até que todas as pendências sejam resolvidas. Só após a regularização e o pagamento de eventuais despesas, como taxas de guincho e diária, o veículo é liberado.

Segundo autoridades de trânsito, a medida visa coibir práticas que possam causar acidentes graves no trânsito. “A retenção é um instrumento legal para preservar vidas e garantir que apenas veículos em condições circulem”, explica um agente consultado. O procedimento também vale para situações em que motoristas se recusam a apresentar documentos obrigatórios.

Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) apontam que milhares de veículos são retidos anualmente em todo o país por apresentarem irregularidades. O órgão reforça que a fiscalização é constante e que manter o automóvel regularizado é imprescindível para evitar transtornos durante uma blitz.

Bar dos Cornos no Gama se consolida como ponto de encontro de traídos


Da redação

O Bar dos Cornos, localizado no Setor Oeste do Gama, funciona há quase 24 anos e tornou-se um ponto de encontro para quem sofreu decepções amorosas, segundo relatos dos próprios frequentadores. O estabelecimento reúne uma clientela fiel que procura descontração e companhia desde sua fundação.

No início, o local não tinha esse nome. Conforme explicou Walter José, conhecido como Buchada e proprietário do bar, o apelido nasceu das conversas recorrentes sobre desilusões que aconteciam no balcão. “Quando cheguei aqui, em 1992, levei uma ‘galha’ mais linda”, recorda Walter, citando suas próprias experiências.

Com o tempo, as trocas de relatos entre os clientes se intensificaram, fazendo com que o antigo Bar do Buchada ganhasse o novo nome por consenso popular. A decoração do espaço acompanha o tema, traz chifres e bois na entrada e, antigamente, era entregue até uma carteirinha simbólica aos frequentadores mais antigos.

Atualmente, o bar recebe também famílias e o ambiente, apesar do nome, é marcado pela amizade entre os presentes. Segundo clientes, a atmosfera acolhedora ameniza as histórias de traição, que são compartilhadas e encaradas com bom humor no local.

Um dos frequentadores, Lucas da Silva, afirma frequentar o bar há anos e compartilhou seu relato: “Namorava uma menina e descobri que fui corno por um padre. Ali foi um chifre internacional, porque o mundo inteiro ficou sabendo”, relata Lucas, exemplificando o tom leve das conversas entre os presentes.

O Dia dos Cornos é celebrado no Brasil em 25 de abril e tem origem em tradições religiosas do século 18, presentes em Portugal e Espanha. Na ocasião, eram feitas procissões a São Marcos, em que fiéis casados recebiam coroas com chifres. A prática repercutiu como piada popular e remete ao folclore brasileiro atual.

Bolsas de Nova York fecham mistas com tensão no Oriente Médio e alta em techs


Da redação

Os principais índices das bolsas de Nova York encerraram a sexta-feira, 24, sem direção definida. O S&P 500 e o Nasdaq bateram recordes de fechamento após máximas históricas durante o pregão, enquanto o Dow Jones registrou queda. O mercado reagiu a desdobramentos da guerra no Oriente Médio e resultados do setor de tecnologia.

O Dow Jones fechou com recuo de 0,16%, aos 49.230,71 pontos. Já o S&P 500 subiu 0,80%, encerrando em 7.165,08 pontos, e o Nasdaq avançou 1,63%, alcançando 24.836,60 pontos. Na semana, o Dow caiu 0,44%, o Nasdaq subiu 1,50% e o S&P 500 teve alta de 0,55%.

A Casa Branca informou que enviados especiais dos Estados Unidos seguem neste fim de semana ao Paquistão para negociações com o Irã. Segundo Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, a atuação americana entrou na “fase diplomática”. O presidente Donald Trump afirmou que o Irã deve apresentar uma proposta para atender exigências dos EUA.

Entre as maiores variações do dia, a Spirit Airlines disparou 45% após Donald Trump anunciar que o governo norte-americano pode assumir o controle da companhia aérea como forma de resgate. Já a Intel teve alta de 23,6% devido a projeções robustas para 2026 e resultados trimestrais melhores que o esperado.

Outras empresas de tecnologia também se destacaram no pregão. Meta e Amazon, por exemplo, avançaram 2,4% e 3,5%, respectivamente, impulsionadas por anúncio de acordo bilionário de uso de chips de inteligência artificial, com duração estimada de três a cinco anos, conforme o Wall Street Journal.

Na próxima semana, Alphabet, Meta, Microsoft e Amazon divulgam seus resultados no dia 29 de abril; a Apple divulga no dia 30. Além disso, o indicado por Trump ao Fed, Kevin Warsh, ficou mais próximo da presidência após o Departamento de Justiça encerrar investigações envolvendo Jerome Powell, atual presidente do Banco Central dos EUA.

STF mantém prisão de ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa por unanimidade


Da redação

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta sexta-feira (24), manter a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. A medida, determinada pelo ministro André Mendonça, foi confirmada por unanimidade durante sessão realizada no plenário virtual do tribunal.

Paulo Henrique Costa foi preso em 16 de abril na quarta fase da Operação Compliance, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura fraudes no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo BRB, que é vinculado ao governo do Distrito Federal. As apurações envolvem suspeitas de irregularidades graves.

Segundo as investigações, Costa teria acordado com o banqueiro Daniel Vorcaro o recebimento de R$ 146,5 milhões em propina, valores que teriam sido repassados por meio de imóveis. As transações são alvo de análise pela Polícia Federal, que busca identificar movimentações ilícitas e esclarecer a amplitude da suposta fraude.

Na votação, os ministros André Mendonça, Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes votaram pela manutenção da prisão de Costa, totalizando 4 a 0. No mesmo julgamento, a situação do advogado Daniel Monteiro, também investigado, foi decidida por 3 votos a 1, com divergência parcial do ministro Gilmar Mendes.

Gilmar Mendes defendeu que Daniel Monteiro cumpra prisão domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica. A decisão sobre Monteiro reflete entendimentos diferentes quanto à gravidade e necessidade das medidas cautelares. O advogado é um dos alvos centrais da operação, conforme detalhado nos autos do processo.

O ministro Dias Toffoli, também membro da Segunda Turma, declarou-se suspeito e não participou da votação. Em fevereiro, Toffoli deixou a relatoria do inquérito após a Polícia Federal identificar menção ao seu nome em mensagens de Daniel Vorcaro. Toffoli figura como sócio de um resort paranaense adquirido por um fundo ligado ao Banco Master, alvo da investigação.

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