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Se emendar é melhor fechar

O deputado brasiliense José Antônio Reguffe reagiu ontem, na Comissão de Defesa do Consumidor, contra as tentativas de rejeitar ou de emendar a medida provisória que diminui em 20% as contas de luz dos consumidores. Se for aceita uma só proposta do lobby das distribuidoras de energia, diz Reguffe, seria melhor fechar a comissão.

Fonte: Do Alto da Torre

Hora da blindagem

O PPL pretende agora blindar o distrital Raad Massouh. Aprovou nota de apoio a ele, lembrando que, como parlamentar, destinou R$ 100 mil para a Administração de Sobradinho desenvolver política de estímulo ao turismo rural. “Se  houve mau uso dos recursos públicos, cabe ao administrador regional, à época, apresentar justificativas e explicações, pois a responsabilidade da execução era da Administração e não de Raad, que, pela legislação, fica alheio a todo o processo”, afirma.

Fonte: Do Alto da Torre

Hora de devolver os diplomas

Voltarão a Brasília ex-parlamentares que perderam os mandatos por força dos Atos Institucionais de números 1, 2 e 5. Na tarde de amanhã, a Câmara dos Deputados fará sessão solene, no Plenário, para devolver simbolicamente os mandatos populares dos 173 deputados federais cassados pela ditadura militar, dos quais somente 28 estão vivos. A homenagem é uma iniciativa da Comissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça, criada pela Comissão de Direitos Humanos.

Quem deve estar lá

Entre os homenageados estão Bernardo Cabral, Lígia Doutel de Andrade, Plínio de Arruda Sampaio, Almino Afonso, Marco Antonio Tavares Coelho e Ney Maranhão. Nem todos os parlamentares ainda vivos poderão comparecer à sessão solene e serão representados por familiares, assim como os que já morreram, como é o caso de Márcio Moreira Alves. Durante a sessão solene, que terá rito de sessão de posse, serão entregues aos ex-deputados ou a seus familiares documento em forma de diploma e broche de uso parlamentar.

Fonte: Do Alto da Torre

Não há coligação que resista

Partiu do PEN a irritação maior com a chapa desenhada pelo Buriti. O vice-presidente da Câmara, Doutor Michel, falou durante todo o dia na possibilidade de lançar sua candidatura à presidência. Até o secretário de Justiça, Alírio Neto, retirou seu nome de consideração e nem foi a uma reunião da  bancada com o governador, no fim da tarde. Claro, o PT ficou com a presidência no primeiro biênio, com a primeira vaga que se abriu no Tribunal de Contas, pleiteia a segunda vaga, indica o presidente do próximo biênio e ainda quer a terceira vaga do tribunal, justamente para o mesmo presidente. Assim não há coligação que resista.

Fonte: Do Alto da Torre

PPL fala em unidade

O PPL, que tem dois distritais, deu a senha para a postura dos partidos aliados ao governo. Poucas horas antes do anúncio de Wasny, aprovou moção  defendendo “unidade da base de apoio do governo Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli para a próxima eleição da Mesa Diretora da Câmara Legislativa do DF”. Para o PPL “é fundamental que a base de sustentação do governo Agnelo unifique-se em torno de um único nome para presidir o legislativo local”. O PPL é fiel aliado do vice-governador Tadeu Filippelli.

Fonte: Do Alto da Torre

Sucessão na CLDF

Explodiu!

Foi decido ontem, em reunião entre o governador Agnelo Queiroz (PT) e o bloco PT/PRB, o apoio do Executivo à candidatura (já prevista) do deputado distrital Wasny de Roure (PT) à presidência da Câmara Legislativa, tendo como vice-presidente o deputado Agaciel Maia (PTC). Assim, o atual presidente, deputado Patrício (PT), que lutava pela aprovação da reeleição para continuar na cadeira, ficaria de fora da disputa.

Prêmio

Para não sair perdendo, Patrício assumirá, em janeiro, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest). A proposta surgiu na mesma reunião – um almoço do governador com a bancada. Conhecida como “A Galinha dos Votos de Ouro”, Patrício sabe que não sairá perdendo caso consigo, nos dois últimos anos de mandato, realizar bom trabalho na pasta que cuida do social. Tem potencial de gestor para isso. Resta saber se terá condições e orçamento para tal. Fonte garante que Patrício receberá a secretaria – que já foi da deputada Arlete Sampaio – de porteira fechada, ou seja, poderá nomear seus aliados para os cargos na pasta.

Quem? Eu?

Ontem, à coluna, o deputado distrital Agaciel Maia afirmou que o assunto não havia sido tratado entre o governador e o bloco do qual faz parte. “esse encontro deverá acontecer amanhã (hoje”, disse o parlamentar.

Planos

Fonte da coluna garante que Wasny não teria abrido mão de virar conselheiro do Tribunal de Contas do DF. Tanto que, ainda segundo a fonte, teria recebido a garantia de que, ainda em 2013, seria agraciado com uma vaga – vitalícia, de aposentadoria garantida aos 70 anos, com salário de deputado e todo o “alaframbeck” todo. A conferir.

Pimentinha: Caso isso realmente aconteça, Agaciel se tornaria o presidente da Câmara com a saída de Wasny e o primeiro-secretário (ainda com nome não vazado), o vice-presidente. Para Agaciel, um ponto além. Não teria que fazer como Patrício e tentar aprovar projeto caso quisesse uma reeleição, afinal, eleito como vice-presidente, não teria problema para pleitear, dois anos depois, continuar presidente.

De novo

Quem sobrou nessa história toda? Como sempre, o deputado distrital Chico Leite (PT) – como já havia adiantado a coluna há duas semanas…

Rebordosa

Bom, até o início da noite de ontem era essa a decisão. Porém, o Executivo não contava (tolinho) com a “rebelião” na Câmara Legislativa. PEN, PR, PTB, PP, PMDB e PSL não gostaram nada, nada de saber que a decisão do governador Agnelo “podaria” a não alternância de partido no comando do Legislativo – o PT ocupou a presidência nos dois primeiros anos da legislatura. E resolveram que lançarão, no dia da eleição da presidência, um nome para disputar a cadeira com o petista Wasny. Vale lembrar que, mesmo sendo um grupo formado por partidos da base, muito provavelmente ganhará ainda os votos do PSD, a oposição na Casa.

Sorte ou azar

Assim sendo, o número 13 pode ser o número de azar do Partido dos Trabalhadores. É que, o que se apresenta no cenário hoje é uma insatisfação na base que deve gerar uma disputa de dois candidatos para a presidência da Câmara Legislativa. E vai ganhar quem tiver 13 votos. Simples assim.

Irritada

A deputada distrital Eliana Pedrosa (PSD) ficou muito irritada ao saber da “imposição” do Executivo de nomes para compor a próxima Mesa Diretora da Casa. Todos os nomes, diga-se de passagem. “Quem tem que escolher o nome do PSD é o partido, não o Executivo”, disparou a deputada.

Nomes

Se de um lado o Executivo medirá forças com o nome de Wasny e Agaciel – parlamentares que têm grande simpatia na Câmara, inclusive das oposicionistas Eliana Pedrosa, Celina Leão e Liliane Roriz -, do outro, a própria Casa pretende mostrar força contra a interferência entre os poderes. E, segundo fonte, dois outros nomes devem surgir aí: Dr. Michel (PEN) e Cristiano Araújo (PTB) – também simpáticos aos olhos da maioria na Casa.

Efeito ”Barcellos”

Não se assustem, contudo, se o efeito Fábio Barcellos se repetir na Câmara Legislativa como aconteceu no passado. O Barcellos da atualidade seria Robério Negreiros (PMDB). Anotem!

Fonte: Coluna ONs e OFFs – Lívio di Araújo

A largada de 2013 do PSDB

O artigo de FHC é o soar de trombetas da oposição, com críticas à presidente Dilma e à capacidade gerencial de seu governo. Essa será a batida do PSDB no ano que vem.

O ano sem eleição desponta daqui alguns dias e com ele a hora em que os atores da política se atacam uns aos outros no sentido de levar a vantagem logo ali na frente, leia-se na próxima eleição. Ocorre que, em meio à Operação Porto Seguro, o ano não-eleitoral chegou mais cedo. Não que a operação da Polícia Federal seja política. Mas ela dá instrumentos para que a oposição coloque sobre a mesa dúvidas sobre a capacidade de a presidente Dilma Rousseff identificar os malfeitos.

A operação, que tem como personagem mais ilustre a ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha domina o noticiário há uma semana. Até o final do julgamento do mensalão saiu das manchetes para dar lugar a Rose e seus apadrinhados, acusados de tráfico de influência e corrupção passiva. Passada a primeira semana, a oposição se refere aos tentáculos de Rosemary como fruto da incapacidade da presidente Dilma Rousseff em coibir os malfeitos.

Quem teve o cuidado de ler o artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ontem nos jornais obteve uma pílula do que vem pela frente nesse contexto. Para aqueles que leram, peço licença para relembrar aos demais alguns aspectos do texto de FHC. Sob o título “Melancolia e revolta”, o ex-presidente discorre sobre os últimos escândalos dizendo que não falará deles. Em seguida, numa série de interrogações, discorre sobre projetos e ações do atual governo com uma ironia sem par.

Fernando Henrique diz, por exemplo, que calará sobre os efeitos da redução do IPI dos automóveis, “os prefeitos que cuidem de aumentar ruas e avenidas para dar cabida a tanto bem-estar… e os moradores das grandes cidades que se munam ainda mais paciência para enfrentar mais congestionamentos”.
O ex-presidente é enfático ao dizer que a iniciativa para redução de energia elétrica, a discussão do momento entre os senadores, teve como resultado imediato a perda de valor das ações das empresas. Fala ainda do trem-bala, um mega projeto que ainda não saiu do papel, cita a brigalhada dentro do novo sistema de exploração do pré-sal que até agora só produziu confusão e riqueza que é bom, nada.

Por falar em ênfase…

Fernando Henrique é incisivo ao dizer que a maioria do Congresso “prefere calar e se submeter docilmente ao Poder Executivo”. Nas entrelinhas, acusa o governo Dilma de não mostrar indignação com os malfeitos, tampouco fazer carga para apurá-los. Ora, para bons entendedores, e o governo está cheio deles, Fernando Henrique Cardoso faz um ensaio geral do que será lembrado dia e noite pelos oposicionistas ao longo do próximo ano.
A largada de 2013 vem no sentido de desconstruir a imagem de Dilma como gestora. E os elementos não precisam ser tirados da cartola ou inventados. Basta relacionar a paralisia de obras do governo federal que a presidente ainda não conseguiu agilizar.
Com as críticas à gestão por parte dos oposicionistas, vem pela frente ainda as reclamações, revestidas no quesito “sugestões”do PSB. O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos tem dito que a redução do IPI a alguns setores, como o de automóveis, não trouxe o reflexo esperado no crescimento. Sugeriu recentemente que se inclua aí o setor de alimentos e aqueles que gerem mais empregos. Em 2013, os socialistas devem colocar esses pedidos no megafone, até porque o PIB ainda não mostrou essa recuperação toda que o governo esperava. Ou seja, o jogo de empurra vem quente e por vários ângulos. Dilma que se cuide.

Enquanto isso, em 2012…

Para as próximas três semanas de trabalho do parlamento, a ordem do governo é não tomar mais gols. Portanto, a estratégia é segurar as investidas para votar a derrubada do fator previdenciário e mudanças radicais no texto que trata da rgulamentação do setor elétrico. E, de quebra, evitar a análise de vetos. No Planalto, há quem diga que se Dilma chegar ao final do ano sem mais marolas nessa área já estará de bom tamanho. Ali, para muitos, já bastam as punhaladas que Lula disse ter recebido e que vão tomar o noticiário nos próximos dias. Não por acaso, Fernando Henrique começa a bater em Dilma. Afinal, enquanto todos tratam da vida de Lula, ela segue livre para o ataque. Não é à toa que FHC cuidou de colocá-la no centro do ringue.

Fonte: Denise Rothenburg

 

Duda e Lavareda fundem suas agências

Marqueteiros fizeram carreira e fama trabalhando para PT, PP, PSDB e DEM.

O publicitário Duda Mendonça e o cientista político Antonio Lavareda anunciaram a fusão de suas empresas, a Duda Mendonça Propaganda e a Blackninja. A nova empresa, divulgada com o nome DM/Blackninja, terá contas nos ramos de varejo, telefonia, imóveis e bebidas, segundo comunicado enviado à imprensa. Os escritórios serão em São Paulo, Pernambuco, Distrito Federal e Maranhão.

Duda foi protagonista de notícias nos principais jornais do país nos últimos anos porque foi réu no processo do mensalão –o STF o absolveu em 15.out.2012. O escândalo foi um dos desdobramentos do serviço prestado por Duda ao PT na campanha de 2002 –que levou Lula ao poder pela 1ª vez e rendeu grande reconhecimento profissional ao publicitário. Ele também já fez campanhas para Paulo Maluf (PP) e Marta Suplicy (PT). Agora, depois de absolvido, tem dito que quer sair da área política.

Já Lavareda é velho conhecido dos partidos que hoje fazem oposição ao PT. Além da Blackninja, ele possui um instituto de pesquisas, o Ipespe. Foi um dos responsáveis, em 2007, pela sugestão malsucedida da troca do nome do PFL para DEM. Para o PSDB, seu último trabalho grande foi uma pesquisa apresentada em setembro de 2011, que orientou mudanças na comunicação do partido –entre elas, voltar a destacar a imagem do ex-presidente Fernando Henrique.

O comando da DM/Blackninja será compartilhado. Enquanto Duda será presidente de criação –responsável pelas campanhas– o presidente geral da empresa será Bejamin Azevedo, da Blackninja. E Lavareda dará eventuais pitacos nos trabalhos, segundo informou a assessoria da empresa.

Fonte: Blog do Fernando Rodrigues

70% reprovam Agnelo (PT), governador de Brasília

Pesquisa do O&P mostra que petista não seria reeleito hoje na capital federal.

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), bateu recorde de desaprovação, segundo pesquisa do instituto O&P Brasil feita de 24 a 27.nov.2012 com 800 entrevistados. O estudo mostra que o petista é desaprovado por 70,3% da população da capital –maior índice registrado desde que a pesquisa começou a ser feita em maio de 2011.

Naquela 1ª pesquisa, 36,5% diziam desaprovar o governo recém-iniciado de Agnelo. Na 2ª pesquisa, de ago.2011, o governador foi rejeitado por 45,3% dos entrevistados. Em nov.2011, por 67,1%. Em mar.2012, por 65,5%.

O instituto também afirma que cresceu, desde mai.2011, o percentual de pessoas que avaliam negativamente o governo de Brasília. Essa taxa era 34% em mai.2011 e subiu para 45,2% em ago.2011. No levantamento seguinte, de nov.2011, também cresceu: 64%. Em mar.2012, foi 59,4%. E, agora, em nov.2012, chegou a 60,2%.

Brasília é uma das unidades da Federação mais ricas do Brasil. O orçamento anual da capital federal é de mais de R$ 20 bilhões, sendo que cerca de R$ 10 bilhões caem de mão beijada nos cofres da cidade: são fruto do Fundo Constitucional do Distrito Federal (dinheiro dos impostos de todos os brasileiros para sustentar o município). Ainda assim, apesar dessa fartura orçamentária, a cidade sofre com transporte público precário e sistema de saúde ruim.

A pesquisa do O&P (disponível aqui, na íntegra) simulou ainda 3 cenários possíveis na próxima eleição para governador do Distrito Federal, que acontecerá em 2014. Agnelo perde em todos e o senador Rodrigo Rollemberg (PSB) aparece em vantagem.

O 1º cenário é:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 20,4%
Toninho (PSOL) – 15,6%
Agnelo (PT) – 10,6%
Fraga (DEM) – 10,4%
Valmir Campelo – 6%
Nenhum  – 26,6%
Não sabem/não responderam – 10,4%

Como a pesquisa tem margem de erro de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, o senador Rollemberg e Toninho do PSOL estão tecnicamente empatados –a diferença entre eles não supera a variação que o erro pode ocasionar em seus percentuais.

O 2º cenário:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 26%
Eliana Pedrosa (PSD) – 19,6%
Agnelo (PT) – 11,1%
Nenhum – 33,8%
Não sabem/não responderam – 9,5%

O 3º cenário:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 31,3%
Agnelo (PT) – 12,6%
Luiz Pitiman (PMDB)  – 8,5%
Nenhum – 35,8%
Não sabem/não responderam – 11,9%

O instituto O&P Brasil pertence ao sociólogo Fernando Jorge, irmão de Eduardo Jorge, um dos vice-presidentes do PSDB e ex-secretário-geral da Presidência no governo FHC. Fernando Jorge também é filiado ao PSDB. Seu instituto de pesquisas, no entanto, trabalha para diversas instituições e partidos. Entre os clientes do O&P, afirma, estão agências contratadas pelo atual governo do Distrito Federal –que solicitaram estudos de avaliação da comunicação do governador Agnelo– e o PSB, de Rollemberg. Na eleição de 2012, o instituto prestou serviços para o PP e o PSDB. Em 2010, para o PT e o PSC. Segundo Fernando Jorge, a pesquisa periódica de avaliação do governo é feita por iniciativa e com recursos próprios do O&P.

Fonte: Blog do Fernando Rodrigues

Governo vai apoiar eleição de Wasny para a Câmara e Patrício vai assumir secretaria no Executivo

O governador Agnelo Queiroz (PT) vai apoiar a candidatura de Wasny de Roure (PT) para a presidência da Câmara e a de Agaciel Maia (PTC) para a vice-presidência. A eleição ocorrerá nos próximos dias.

O governador está neste momento reunido em um almoço com os distritais da bancada do PT para tratar do assunto. Com a definição em torno de Wasny, o atual presidente, Patrício (PT), desistirá do projeto de reeleição.

A partir de janeiro, Patrício deverá assumir a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest). Há alguns dias, Agnelo e Patrício costuram uma solução amigável para a sucessão na Câmara.

Na semana passada, Agnelo conversou longamente com a deputada Arlete Sampaio (PT).

Arlete, no entanto, nega que tenha sido consultada para tratar de substituição na Sedest. Ela defende a manutenção de Daniel Seidel à frente da Secretaria. “Não só não fui consultada, como acredito que ele deve permanecer na Sedest”, afirmou ao blog.

A deputada apoia a indicação de Wasny para a presidência da Câmara.

Fonte: Blog da Lilian Tahan

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