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Vetos do Executivo a projetos de ex-deputados aguardam apreciação

20150422004614A líder em projetos vetados é a ex-deputada Eliana Pedrosa (PPS), com dez proposições.

A Câmara Legislativa apreciou, na semana passada, vários vetos a projetos de parlamentares, devolvidos à Casa pelo Executivo. Porém, a pauta ainda tem pelo menos 33 para serem apreciados. Todos de   parlamentares que não se reelegeram, que disputaram outros cargos ou ainda que se aposentaram. O acordo, em princípio, é manter os vetos às proposições dos sem-mandato, o que tem incomodado os ex-distritais, que, sem força política, estão na expectativa de os ex-colegas manterem a decisão do Buriti. Alguns destes projetos foram vetados ainda na gestão de Agnelo Queiroz (PT).

A líder em projetos  vetados é a ex-deputada Eliana Pedrosa (PPS), com dez proposições. Entre eles, o que cria feiras itinerantes e o referendo que consulta os brasilienses sobre a continuidade do horário de verão. “O que me incomoda é não haver critérios para vetar, como vício de iniciativa ou inconstitucionalidade, mas pelo fato de ser de origem de um deputado que era de oposição”, critica Pedrosa. “A gente luta pelas leis que acreditamos que são importantes para a população”, completou.

A ex-distrital tem ido à Câmara Legislativa com frequência para pedir os colegas que derrubem alguns dos vetos, mas ela acredita que não terá sucesso.

O líder do governo na Câmara Legislativa, Júlio César (PRB) justifica a decisão. Segundo ele, manter os vetos faz parte de acordo no colégio de líderes e  estenderiam apenas às propostas que tenham vício de iniciativa ou que sejam inconstitucionais.

Pode voltar

Primeiro suplente, o ex-distrital Washington Mesquita (PTB) não gostou da ideia dos atuais distritais manterem os vetos. Ele argumenta que os projetos que apresentou foram sugeridos pela comunidade. “Foram 10 mil atendimentos e nenhum projeto da minha cabeça ou por vaidade. Eles esquecem que estou vivo e sou primeiro suplente. Então, posso voltar a qualquer momento”, disse.

O parlamentar sabe que, sem mandato, não tem como articular para que os vetos não sejam mantidos, mas apela para os ex-colegas: “Acho que os vetos têm que ser questionados, pois é a vontade da população que está em jogo”.

Saiba mais

Outra proposta da ex-deputada Eliana Pedroza que corre o risco de ser arquivada é a mudança do nome da Ponte Costa e Silva, vetada ainda pelo ex-governador Agnelo.

“Achei que por serem de um partido de esquerda eles iriam gostar do projeto, mas disseram que era necessário fazer audiências públicas. Acredito que o motivo real era porque eu fazia oposição”, diz Pedrosa.

Vício de iniciativa

Entre os vetos, está o polêmico projeto do ex-deputado Alírio Neto (PEN) para abrir  à população os dados do Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo), o mesmo utilizado pelo distritais para acompanhar os gastos do Executivo.

Vetada pelo governador Rodrigo Rollemberg, a proposta foi uma das bandeiras de campanha dele.  “Eu dei a oportunidade para ele cumprir a promessa de governo no primeiro dia, mas ele não quis”, criticou o ex-distrital.

O líder Júlio César contesta a proposta de Alírio. De acordo com ele, a matéria tem vício de iniciativa, por isso não passou pelo Executivo. “A intenção do governador é cumprir todas as  promessas de campanha. O projeto do ex-deputado Alírio Neto tem vício de iniciativa, uma vez que a competência dessa matéria é privativa do Executivo, conforme exposto na mensagem que expõe o motivo do veto”, declara Júlio César.

Alírio acredita que a manutenção dos vetos tem relação com as emendas parlamentares, mas diz que pretende dialogar com os antigos colegas. “Vou procurar todos os parlamentares possíveis para tentar mudar essa decisão (de vetos)”.

R$ 70 milhões para emendas

O líder adianta que o governo pretende enviar em breve uma suplementação orçamentária de R$ 70 milhões para que os deputados possam realizar emendas. Porém,  não há ainda a origem do recurso, já que as emendas já aprovadas pela Casa não podem ser alteradas, por conta da aprovação, no fim do ano passado, da lei que cria o Orçamento Impositivo.

Fonte: Jornal de Brasília

No DF, decisão da Justiça não garante a pacientes leitos de UTI em hospitais

downloadMesmo com determinação judicial, pacientes em estado grave não conseguem transferência para leitos de UTI da rede pública do Distrito Federal. Apenas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia, dois pacientes obtiveram na Justiça liminares para serem transferidos para UTIs, mas correm risco de vida enquanto aguardam da Secretaria de Saúde o cumprimento das decisões. A pasta informou que apura o caso dos pacientes.

A rede pública do DF tem 440 leitos de UTI disponíveis. Desse total, 87 estão em unidades privadas conveniadas. O número é insuficiente para atender a demanda, resultando em uma longa fila de espera.

Aqui é uma unidade intermediária, não é uma Unidade de Terapia Intensiva. Não dá para fazer uma traqueostomia porque pode sangrar, a gente não tem foco. É falta de estrutura de UTI porque falta equipamento, podem morrer a qualquer momento.”
Wendel Moreira,
médico na UPA de Samambaia

Internado com pneumonia em estado gravíssimo na sala vermelha da unidade, Altino Franciso de Souza, de 79 anos, sofreu três acidentes vasculares cerebrais (AVC) nos últimos 15 dias e precisa ser transferido com urgência. A família conseguiu duas decisões da Justiça para que o governo pague por um leito de UTI ao idoso, mas a determinação não foi cumprida.

“Estou muito preocupada porque meu pai pode vir a falecer a qualquer hora”, diz a filha, Delzina de Almeida. “A Secretaria de Saúde não está se importanto, não está acatando com o que o juiz está decidindo”, disse o outro filho, Gilberto Francisco de Almeida.

Indignado com a situação na UPA, o médico Wendel Moreira afirmou que a estrutura da unidade é longe da ideal para atender casos graves. “Aqui é uma unidade intermediária, não é uma Unidade de Terapia Intensiva. Não dá para fazer uma traqueostomia porque pode sangrar, a gente não tem o foco. É uma falta de estrutura de UTI, que é uma falta de estrutura de UTI, porque falta equipamento. São pacientes estáveis nesse momento, mas pacientes com chances altíssimas de óbito.

Além da falta de UTIs, dezenas de pacientes chegam ao local diariamente em busca de atendimento médico de várias especialidades. Sem espaço ou equipe, o centro médico fica lotado. “Estou há cinco horas e meia na espera. A gente não está aqui porque quer ficar esperando esse tempo todo. Sem vem aqui é porque precisa”, disse o o paciente Raphael Oliveira.

“É um dilema ético, um dilema que nos colocam, porque infelizmente a situação é um alerta”, diz o médico.

‘Situação de emergência’
O governador Rodrigo Rollemberg declarou situação de emergência na Saúde por seis meses no dia 19 de janeiro. Além do desabastecimento na rede e das constantes greves, o gestor levou em conta o fechamento dos leitos da UTI e de centros hospitalares por falta de profissionais.

Na prática, o que mudou foi que o Executivo pode adquirir medicamentos, próteses, insumos e equipamentos sem abrir licitação,além de poder voltar a autorizar a realização de horas-extras, chamar concursados ainda não empossados e permitir a extensão de cargas horárias de 20 horas para 40 horas semanais.

Fonte: G1

Crise na Petrobras causará 40 mil demissões no setor naval, diz sindicalista

20150422151058Sindicalista alerta ainda para a contratação de empresas estrangeiras para construir módulos de plataformas de petróleo no lugar das empresas nacionais investigadas pela Operação Lava.

O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, prevê que 30 a 40 mil pessoas vão perder o emprego no setor, nos próximos quatro meses, se a Petrobras não retomar os investimentos na construção de sondas e navios-plataforma. Rocha participa de audiência pública conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e Controle; e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio convocada para discutir os impactos e os efeitos da Operação Lava Jato na economia e no índice de emprego do Brasil.

Rocha apontou ainda outro efeito da paralisação de contratos da Petrobras: o retrocesso na nacionalização de equipamentos navais voltados para a exploração de petróleo e gás, que começou em 2003. “Estamos competindo com Cingapura e China, onde os custos de mão de obra são 20% menores”, reclamou.

Segundo ele, a crise do setor poderá ter consequências a longo prazo para a indústria brasileira. “Empresas estrangeiras estão sendo contratadas para construir no lugar das empresas afetadas pela Operação Lava Jato e vão gerar empregos fora do Brasil”, lamentou. Segundo ele, uma empresa chinesa deve construir os módulos de exploração que estavam sendo construídos no Pólo de Jacuí, no Rio Grande do Sul.

A produção local foi afetada pela rescisão do contrato entre a Petrobras e a Iesa, uma das empresas investigadas pela Lava Jato.

O prefeito de São Jeronimo (RS), Marcelo Luiz Schreinert, que também participa da audiência, cobrou a retomada dos investimentos da Petrobras e apontou as consequências da paralisação na economia dos 11 municípios da região.

 Fonte: Agência Câmara Notícias

Dilma sanciona Orçamento com vetos, mas verba triplicada a partidos é mantida

20150422142412Um dos pontos rejeitados por Dilma refere-se à fixação de coeficientes para distribuição de auxílio financeiro aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios para fomento das exportações.

O Diário Oficial da União desta quarta (22), publica a Lei 13.115, que traz o Orçamento Geral da União para o exercício financeiro de 2015, estimando em R$ 2,982 trilhões o montante de receitas, e despesas em igual valor. Sancionada pela presidente Dilma Rousseff na segunda-feira, a lei vetou dois pontos do texto aprovado pelo Congresso, mas preservou a verba destinada ao Fundo Partidário, que foi triplicada – de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões – pelos parlamentares durante a tramitação.

Um dos pontos rejeitados por Dilma refere-se à fixação de coeficientes para distribuição de auxílio financeiro aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios para fomento das exportações. O outro é relativo a cargos e funções vagos no Banco Central e na Receita Federal.

Quanto ao aporte para exportações, Dilma justificou o veto argumentando que “os dispositivos tratam de matéria estranha à Lei Orçamentária, em desacordo com o disposto no art. 165, 8º, da Constituição. Assim, a lei orçamentária poderia conter apenas programação financeira relativa ao auxílio mencionado, cabendo ao governo federal, na observância do equilíbrio fiscal, a análise quanto à efetiva realização de repasses”.

Sobre os cargos, a presidente defendeu que “a medida feriria a prerrogativa do Executivo Federal em dispor sobre a criação e o provimento de cargos e funções em seu âmbito de atuação, em violação ao princípio da independência entre os Poderes, previsto no art. 2º da Constituição. Além disso, o veto não impede que sejam providos cargos da Receita Federal do Brasil e do Banco Central do Brasil, observadas a previsão legal, a necessidade e a disponibilidade orçamentária.”

Contingenciamento

Com a publicação da lei, o governo tem agora 30 dias corridos para definir em decreto o tamanho do contingenciamento neste ano. Conforme apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o número hoje mais forte para o corte das despesas da União é de R$ 60 bilhões. A expectativa é que esse corte definitivo seja anunciado em meados de maio. Até lá, o governo deve editar um decreto provisório sobre os gastos, em linha com o decreto publicado em janeiro que limitou a 1/18 (um dezoito avos) o valor dos gastos mensais do Executivo do total previsto no Orçamento do ano.

Fonte: Estadão Conteúdo

Cristovam vai pedir a Gilmar Mendes que julgue financiamento de campanha por empresas

cristovam-vai-pedir-a-gilmar-mendes-que-julgue-financiamento-de-campanha-por-empresasHá mais de um ano, o ministro do STF segura em seu gabinete uma ação da OAB sobre o tema. Senador e outros parlamentares irão, em 29 de abril, pedir que ele libere a análise.

Desde o dia 2 de abril do ano passado, encontra-se suspenso no gabinete do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) impetrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que questiona o financiamento de campanhas políticas por empresas. Na ADI, a OAB pede que o STF julgue se seriam permitidas ou não contribuições de empresas às campanhas. As contribuições de empresas são uma das principais chaves de esquemas de corrupção como os que estão sendo investigados na Operação Lava-Jato, quando empresários afirmam ter recebido pressão para auxiliar partidos em troca de contratos. Em 2 de abril de 2014, Gilmar Mendes pediu vistas (um pedido de análise mais aprofundada) da ação, suspendendo o seu julgamento.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) quer que o ministro devolva a ação ao plenário para que a sua análise continue. Para tanto, ele pediu uma audiência com Gilmar Mendes, que irá acontecer na próxima quarta-feira, 29 de abril. O senador convidou outros parlamentares para o encontro com o ministro. Deverão estar também na reunião os senadores Lasier Martins (PDT-RS) e Randolfe Rodrigues (Psol-AP). Randolfe afirmou que levará com ele outros parlamentares do Psol. Até a data da audiência, outras adesões ao movimento de iniciativa de Cristovam serão confirmadas, pois ele ainda vai chamar mais gente do Senado e da Câmara.

Cristovam não pretende fazer na audiência qualquer pressão quanto ao posicionamento de Gilmar Mendes quanto à questão do financiamento ou não das empresas. “Defendo a separação dos Poderes e, por isso, estamos apelando, nada mais que apelando, para que o ministro Gilmar Mendes libere o processo em suas mãos sobre financiamento de campanha por empresas. Não se trata de apelar para influir na opinião do ministro, apenas para que devolva o processo com a sua opinião, permitindo que o julgamento continue”, diz Cristovam.

Quando Gilmar Mendes pediu vistas da ação, os ministros Luís Fux (relator), Luís Roberto Barroso, Antonio Dias Toffoli e Joaquim Barbosa (então presidente do STF) já haviam votado pela procedência da ação da OAB, pela inconstitucionalidade de financiamento de campanhas por empresas. O ministro Teori Zavascki votara contra a ação, e os ministros Marco Aurélio Mello e Ricardo Levandowski tinham antecipado voto pela procedência total e parcial, respectivamente, da ação.

Fonte: Fato Online

Deus nos proteja

02Muitas vezes as coisas que não nos afetam, como regra, não nos preocupam. Mas, quando o cidadão deixa de ser espectador e passa a ser protagonistada vida em sociedade, o sentimento de dor e de injustiça é avaliado de maneira diferente.
Que a cidade de Brasília não foi planejada para pedestre, todo mundo sabe. Agora, que também não foi projetada para idosos, cadeirantes, deficientes visuais e físicos, muita gente desconhece.

Quanto houve a escolha do projeto urbanístico vencedor para construção da cidade de Brasília, um dos critérios levado em consideração foi o planejamento que disponibilizasse mais trânsito e velocidades aos carros. Na época,a indústria automobilística e a produção nacional de petróleo estavam em crescimento, e o carro foi privilegiado como principal meio de transporte. Mas, nos dias de hoje, essa estratégia é inviável e são muitos os problemas de mobilidade e obstrução arquitetônica que enfrentamos.

Há algumas conquistas: a faixa de pedestre e semáforo com sinal sonoro para deficiente visual. Mas, proporcionalmente,são medidas acanhadas e pouco generosas ao se tratar da Capital Federal da República, pois deveríamos estar exportando exemplos e as coisas deveriam funcionar com perfeição.
Quem no papel de pedestre já precisou atravessar a via W3, das quadras 500 para as 700, de uma parada de ônibus a outra? Já notou que os semáforos são em direção oposta? Pois é, desta forma planejada, o pedestre é quem sofre. Para não ter que enfrentar os carros, precisa andar pelo canteiro central até o próximo semáforo. Podemos pensar em outro exemplo urbano: já tentou caminhar pela W3 Norte? Não há calçadas para o pedestre. Se, para o cidadão dotado de saúde plena já é difícil, imagine esses exemplos para um portador de necessidade física ou com alguma dificuldade de mobilidade.

O problema não para por aí, nos comércios, nas entrequadras do plano piloto, osidosos, os cadeirantese demais cidadãos que portam outros tipos de deficiência física enfrentam mais dificuldades. Sem rampa de acesso, sem calçadas que favoreçam a locomoção. E ainda, muitos comerciantes não estão preparados para receber esse público, que como qualquer cidadão quer usufruir o bem comum. Nesses locais é possível encontrar diversos tipos de barreiras arquitetônicas: escadas, elevadores muito estreito, portas, buracos nas calçadas, transportes públicos mal preparados, entre outros. Se, aqui, no “norte da asa”, o plano piloto, lugar nobre de Brasília, nós passamos por isso, como será nas cidades satélites onde o crescimento urbano é desordenado.
Poderíamos dar outro exemplo ainda mais triste da Capital Federal: são as visitas aos monumentos. Muitos lugares foram construídos em uma época em que não se pensava que todos os cidadãos teriam o direito de ir e vira todos os lugares. Pois, não é só o cadeirante que sofre com essa obstrução dos seus direitos, mas também o idoso ou o indivíduo com dificuldade de locomoção temporária precisam enfrentar verdadeiras maratonas para seintegrarem.

A Constituição Federal descreve expressamente o direito à igualdade no artigo 5º. A inclusão do deficiente no espaço público, nas escolas, no trabalho ou apenas em um simples passeio no comércio, é direito de ir e vir de todos os cidadãos. Nossas ruas, calçadas, comércios, transportes precisam ser “diferente para os diferentes”. No Decreto Lei n° 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, “mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação”. Como sempre, a“Lei” existe, mas o que falta é ser colocada, imediatamente, em prática.

Precisamos nos conscientizar que o planejamento da Capital Federal deve ser reavaliado, e as Leis de mobilidadeque favorecemo cidadão precisam ser cumpridas. Para que isso possa ser apressado, fica aqui uma ideia: todo parlamentar eleito pelo povo, deveria ser obrigado a usar o transporte público como carro oficial. Simples assim. Teria o privilégio de não precisarpagar, pois receberiam vale-transporte como qualquer outro trabalhador. Da noite para o dia passariam de espectador a protagonistas. Aflorar-se-ia a sensibilidade e ouviriam milhões de sugestões do seu povo. Estreitar-se-ia os laços da “real” realidade e quem sabe desse convívio,a necessidade humana deixaria de ser uma utopia. Os nossos espaços públicos, as nossas obras e poesias arquitetônicas em vez de serem apenas visualizadas e reverenciadas como divindades faraônicas, passariam a ter o verdadeiro papel funcional de servir a todos os cidadãos.

 

Entrevistada 20/4: Giselle Araújo, Prefeita da Cidade Ocidental

A Prefeita da Cidade Ocidental, Giselle Araújo será a entrevistada de hoje, no programa Conectado ao Poder, na rádio OK FM. Sintonize 104,1 FM e ouça das 20h às 21h.Conectado_20_04

Direito de Família – Divórcio Extrajudicial

3jo-3_gojHTx2UtkvUvjODUNqtyYsbX0Ts0oiI2yaSWc-HoRdKewZEiZ7WzJ7WEcUZJybB4g1agYm8vtPgz5bdSNdw-lXVBxEPbRUHK8-jQhiKj7pzA9U4Wa_LwevZTSZ5DdcwI2J2qbkAGgYjUtqkbqJwsKxTzKh0D3_qDEsLfM7JQsZQ=w384-hO divórcio extrajudicial é uma forma rápida e barata de um casal oficializar sua separação por via administrativa, sem necessidade de processo judicial, mas com obrigatoriedade da presença de advogado. Além do divórcio é possível fazer a partilha, o inventário e os alimentos que é a pensão alimentícia de um para o outro.

O divórcio no cartório só é possível se não tiver filhos menores ou incapazes (que por enfermidade ou deficiência mental não tem o necessário discernimento para exercer atos da vida civil).

O casal, de comum acordo, pode constituir o mesmo advogado ou cada um constituir o seu próprio em caso de divergências. Lembrando que caso não haja acordo quanto ao divórcio o casal só poderá oficializá-lo no fórum e com juiz. Neste caso será divórcio judicial.

A Lei n° 11.441/2007 veio dar agilidade e desburocratizar os pedidos de divórcio e separação, fazendo com que a lei se adeque à realidade brasileira tornando-os mais fácil.

Por fim, no divórcio extrajudicial não há  necessidade do comparecimento do casal ao cartório, fazendo-se representados por procuradores. A procuração deve ser devidamente registrada em cartório e nela dar poderes especiais, seu advogado não pode ser seu procurador.

Edilson Barbosa
Advogado
OAB/DF 40.337

61 84048555
agendaedilsonbarbosa@gmail.com

 

Dívida de R$ 60 milhões faz hospitais romperem contrato com a PM do DF

20150417182204Três hospitais particulares do Distrito Federal que atendem a Polícia Militar pediram descredenciamento da rede de saúde da corporação por dívidas herdadas da gestão anterior que chegam a R$ 60 milhões, segundo a PM. Até esta sexta-feira (17), apenas o Hospital Santa Helena, na Asa Norte, não havia interrompido o serviço. Das quatro unidades que atendiam os militares, duas foram descredenciadas e uma fez a solicitação.

O Hospital Santa Marta, em Taguatinga, e o São Francisco, em Ceilândia, rompera o contrato. Segundo o comandante-geral da PM, Florisvaldo César, o Hospital Maria Auxiliadora, no Gama, chegou a solicitar o descredenciamento, mas parte do pagamento à unidade foi efetuado e, por esse motivo, é possível que não haja a interrupção definitiva do serviço.

O comandante afirmou que o orçamento da corporação para pagar os serviços médicos dos militares é de R$ 10 milhões mensais, mas desde o ano passado o montante tem extrapolado o limite. Segundo ele, as dívidas da PM com as unidades de saúde particulares são referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2014. Há ainda restos a pagar pelo ano de 2013.

De acordo com a PM, todos os pagamentos referentes a 2015 têm sido efetuados na data correta. “Nossa administração que assumiu no dia 1º de janeiro não pode pagar [a dívida] pelo motivo simples e legal de que o orçamento de 2015 não pode pagar aquelas dívidas de 2014”, afirmou.

Segundo com o comandante, consultas ambulatoriais e exames continuam sendo realizados normalmente no centro médico da PM. Os policiais também continuarão a ser ressarcidos por atendimentos feitos na rede particular de áreas de especialidade em que não houver atendimento na unidade da corporação.

O futuro é fortalecer nosso centro médico e reduzir a participação privada no atendimento de saúde da corporação”
Florisvaldo César
comandante-geral da PM

Para adequar os custos ao orçamento mensal, a PM tornou obrigatório que todas as consultas médicas sejam realizadas no centro de saúde da corporação. No mês passado, foram realizados nove mil atendimentos na unidade. Para atender a demanda, o comandante solicitou o retorno de médicos que estavam cedidos para outros órgãos e aumentou a carga horária dos profissionais.

“O futuro é fortalecer nosso centro médico e reduzir a participação privada no atendimento de saúde da corporação”, afirmou. “Temos contado com todo apoio da área médica da nossa corporação. Isso tem equilibrado nossas contas.”

A PM informou que a verba para os pagamentos de 2015 são oriundas do Fundo Constitucional, mas que o recurso para quitar as dívidas do ano passado terá de ser remanejado pelo GDF. Antes de fazer o repasse dos pagamentos aos hospitais, todos os contratos serão auditados.

“São duas frentes muito difíceis. Negociar a dívida do governo passado e gerenciar a mudança da prestação do serviço de saúde”, disse o comandante.

O comandante afirmou que há cinco anos atrás, o serviço de saúde da PM era “precário”, mas ganhou “robustez” nos atendimentos prestados e, consequentemente, um aumento significativo no número de dependentes. “Os policiais tinham um plano de saúde particular e usavam muito pouco o nosso sistema de saúde”, diz. “Depois, iniciamos a construção de um centro médico melhor e, paralelo a isso, o credenciamento de hospitais para atender os hospitais.”

De acordo com ele, o gasto inicial da corporação com a rede era de R$ 5 milhões mensais. “O policial que não acreditava no sistema historicamente, mas passou a achar o sistema muito bom e todo mundo cancelou seu plano de saúde. Isso causou um aumento de gasto muito grande, superior ao orçamento.”

Fonte: G1

Veja o que abre e o que fecha durante feriado prolongado no DF

dsc_1564O comércio do Distrito Federal vai funcionar no feriado do dia 21 (Tiradentes e aniversário de Brasília) das 14h às 20h. Hospitais e delegacias funcionarão em regime de plantão. Veja o que abre e o que fecha no feriado prolongado.

SERVIÇOS PÚBLICOS

Banco de Brasília
As agências do BRB ficam fechadas no fim de semana e no feriado. Na segunda-feira (20), abrirão normalmente das 11 às 16 horas.

Hemocentro
A Fundação Hemocentro de Brasília fica fechada na terça-feira. Neste sábado (18) e na segunda (20), o atendimento será das 7h às 18 horas. No domingo, a instituição não funciona. O Hemocentro fica na quadra 3 do Setor Médico Hospitalar Norte. Informações pelo telefone 160, opção 2.

Na Hora
No domingo e na terça-feira, os postos ficam fechados. Neste sábado, funcionam das 7h30 às 13h, e na segunda-feira, das 7h30 às 19h.

Secretaria de Fazenda
Não haverá atendimento ao público nas agências da Secretaria de Fazenda na terça-feira (21). A central telefônica da secretaria (número 156, opção 3) não funciona no fim de semana ou feriado. Na segunda-feira (20), o horário do atendimento telefônico será normal, das 8h às 18h. As unidades também atenderão em horário padrão, das 12h30 às 18h30.

Fachada da 21ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Norte (Foto: Mateus Rodrigues/G1)

Delegacias
O cidadão que precisar registrar ocorrência policial deverá procurar as delegacias da Polícia Civil durante o feriado. Todas funcionarão em caráter de plantão. Na segunda-feira (20), o expediente será normal.

Hospitais
Os hospitais da rede pública atenderão somente a emergências na terça-feira (21), no mesmo esquema de funcionamento dos fins de semana. As unidades de pronto atendimento estarão abertas 24 horas por dia. Já os centros de saúde ficarão fechados no feriado, mas na segunda-feira o atendimento será normal.

Shoppings populares
O shopping popular de Ceilândia, na QNM 11, funcionará normalmente no feriado, das 8h às 18h. No sábado, também ficará aberto.

O shopping de Brasília, ao lado da antiga Rodoferroviária, estará aberto no sábado, das 8h às 18h. No domingo e na segunda-feira, ficará fechado. No feriado, abrirá normalmente, das 8h às 18h.

Transporte urbano
Os trens do metrô de Brasília vão funcionar das 7h às 19h excepcionalmente na terça-feira, 21 de abril. No fim de semana, o horário é o de sempre: das 6h às 23h30 no sábado e das 7h às 19h no domingo. A tarifa nos fins de semana e feriados custa R$ 2. Nos dias normais, R$ 3.

Neste sábado (18), domingo (19) e terça-feira (21), os ônibus funcionarão com a tabela normal de fim de semana. Haverá reforço das linhas saindo das regiões administrativas para o Plano Piloto a partir de 8h e na volta, após os eventos comemorativos. O horário na segunda-feira (20) será normal. Horários, itinerários e opções de trajeto podem ser consultados no site do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans).

PONTOS TURÍSTICOS

Vista geral do Jardim Japonês, inaugurado no Jardim Botânico de Brasília (Foto: Rede Globo / Reprodução)Vista do Jardim Japonêsno Jardim Botânico de
Brasília (Foto: Rede Globo / Reprodução)

Jardim Botânico de Brasília
O Jardim Botânico (SMDB, Área Especial, Lago Sul) abre sempre de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Às segundas-feiras, fecha para manutenção. A entrada custa R$ 2 (telefone: 3366-2141).

Zoológico
O Jardim Zoológico de Brasília (avenida das Nações, via L4 Sul) abre normalmente na terça-feira, no sábado e no domingo, das 9h às 17h. Na segunda-feira, fica fechado para manutenção. Entrada: R$ 2 (quem tem até 5 anos ou mais de 60 não paga).

Torre de TV
Excepcionalmente, na segunda-feira (20), a visitação na Torre de TV estará funcionando das 9h às 20h. O mezanino ficará aberto no fim de semana e na segunda-feira, das 9h às 20h. Na terça-feira (21), o local estará fechado a partir do meio-dia. Os serviços são gratuitos.
Veja os horários:
Mezanino e mirante: de terça-feira a domingo, das 9h às 20h, com entrada franca
Feira da Torre: de terça a quinta-feira, das 9h às 17h, e de sexta-feira a domingo, das 9h às 20h.
Fonte luminosa: diariamente, em três horários: das 7h às 9h, das 11h30 às 14h30 e das 17h às 22h.

ESPAÇOS CULTURAIS

Biblioteca Pública de Brasília (EQS 312/313)
Funcionará no sábado, das 7h30 às 13h30, e na segunda-feira, das 7h30 às 18h. No domingo e no feriado, estará fechada.

Fachada da Biblioteca Nacional de Brasília, na Esplanada dos Ministérios (Foto: Mary Leal/GDF)Biblioteca Nacional de Brasília (Foto: Mary Leal/GDF)

Biblioteca Nacional (Esplanada dos Ministérios)
Abrirá no sábado e no domingo, das 8h às 14h. Na segunda-feira (20), o horário será o normal, das 8h às 20h. No feriado, não funcionará.

Casa do Cantador (QNN 32, Área Especial, Ceilândia Sul)
Abrirá no sábado, das 8h às 12h, e na segunda-feira, das 8h às 18h. No domingo e no feriado de 21 de abril, o espaço ficará fechado. A entrada é gratuita. Telefone: 3378-5067.

Centro Cultural Três Poderes (Praça dos Três Poderes)
Reúne o Panteão da Pátria, o Espaço Lúcio Costa e o Museu da Cidade. Estará aberto normalmente durante o feriado e no fim de semana, das 9h às 18h. Entrada gratuita. Telefone: 3325-6244.

Cine Brasília (EQS 106/107 da Asa Sul)
Terá programação especial devido ao aniversário de Brasília. Com entrada gratuita.
Telefone: 3244-1660

MUSEUS

Catetinho fecha nesta sexta-feira (1) para restauração. Espaço será reaberto em novembro. (Foto: Jamila Tavares/G1)Museu do Catetinho, que está aberto todos os dias, das 9h às 17h (Foto: Jamila Tavares/G1)

Catetinho (Km 0 da BR-040, Gama)
Abre todos os dias das 9h às 17h. A entrada gratuita. Telefone: 3338-8803.

Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul, perto da rodoviária do Plano)
Funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 18h30. Entrada gratuita. Telefone: 3325-5220

Memorial dos Povos Indígenas (em frente ao Memorial JK)
Aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 18; sábados, domingos e feriados: das 10h às 18h. Entrada gratuita. Telefone: 3344-1154.

Museu Vivo da Memória Candanga (Via Epia Sul, Lote D, Núcleo Bandeirante)
Aberto todos os dias (exceto aos domingos), das 9h às 17h. Entrada gratuita. Telefone: 3301-3590.

Fonte: G1

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