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Estado lança “Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social”, de R$ 350

Objetivo do novo programa da Agehab, cujo projeto de lei entrou em tramitação na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (25/11), é criar nova frente de combate ao déficit habitacional no Estado. Serão beneficiadas famílias sem casa própria que se enquadrarem nos requisitos e que têm dificuldade de arcar com custos do aluguel, por até 18 meses, podendo ser prorrogado

A proposta do Governo de Goiás é atender cerca de 30 mil famílias goianas, conforme demanda surgida por meio de inscrições na Agehab e com subsídio proveniente Protege. |Foto: Secom

O Governo de Goiás deu o primeiro passo, nesta quinta-feira (25/11), para a criação de nova linha de atendimento à população de baixa renda que integra o déficit habitacional do Estado. Um projeto de lei de autoria da Agência Goiana de Habitação (Agehab) foi apresentado na Assembleia Legislativa com objetivo de criar o programa de aluguel social “Pra Ter Onde Morar”. A iniciativa inovadora visa combater, de maneira imediata, com subsídio para locação de imóveis, a falta de moradias, que em Goiás afeta cerca de 156 mil famílias, de acordo com o Instituto Mauro Borges (IMB).

Com a aprovação da lei, a proposta do Governo de Goiás é atender cerca de 30 mil famílias goianas, conforme demanda surgida por meio de inscrições na Agehab e com subsídio proveniente do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege).

Conforme o texto, que segue para apreciação em plenário, será concedido auxílio financeiro no valor mensal de R$ 350, por até 18 meses, para famílias que se enquadrarem nos requisitos. Caso haja aval da assistência social da Agehab, ao final desse período, ele poderá ser prorrogado para mais 18 meses, conforme a evolução da situação. “Se tem um ponto do qual nós, no Governo de Goiás, não nos distanciamos nem um minuto, é cuidar das famílias mais vulneráveis do Estado”, destaca o governador Ronaldo Caiado. “Somos um governo social, para chegar às pessoas. Esse é nosso objetivo”, completa.

“A avaliação é de que há muitas famílias que já não podem mais esperar até que novos empreendimentos de interesse social sejam concluídos. Muitas delas estão na iminência de situação de rua, por exemplo, porque simplesmente faltam renda e condições”, explica o presidente da Agehab, Pedro Sales.

De acordo com Sales, o objetivo do programa não é apresentar uma proposta definitiva para a situação do déficit habitacional, mas sim atender casos mais urgentes que ferem a dignidade dos cidadãos goianos mais vulneráveis financeiramente.

“Ao longo do tempo da concessão do benefício haverá, paralelamente, o acompanhamento social da nossa equipe, com estímulo ao autossustento da família e à recolocação no mercado de trabalho”, observa. Nos casos em que as situações não evoluírem positivamente, segundo ele, as famílias tornam-se candidatas a beneficiárias de novas moradias construídas pelo Estado.

Entre os requisitos para a família ser atendida com o aluguel social estão renda familiar de até dois salários mínimos, ser constituída de, no mínimo, duas pessoas (com exceção de idosos), habitar moradia improvisada ou em coabitação ou, ainda, se tiver mais de 50% da renda familiar comprometida com aluguel. “São situações de extrema vulnerabilidade social que precisam ser atendidas”, salienta Pedro Sales.

O projeto de lei prevê ainda que a titularidade do benefício será preferencialmente da mulher e que terão prioridade famílias com idosos, pessoas com deficiência ou vítimas de violência doméstica. “Temos certeza de que, com essa iniciativa, vamos estar mais perto da nossa missão na Agehab, de diminuir o máximo possível a falta de moradias no Estado”, pontua o presidente da agência.

Dificuldades com aluguel

Entre as 156 mil famílias em déficit habitacional atualmente em Goiás, há um dado ainda mais relevante que justifica a criação do novo programa, conforme ressalta Pedro Sales. Ele lembra que, segundo o Instituto Mauro Borges, pelo menos 71% do total dessas famílias tinham dificuldade em arcar com os custos do aluguel. Em números absolutos – referentes ao ano de 2018 –, isso corresponde a 113 mil famílias nessas condições, o que significa algo em torno de 319 mil pessoas diretamente em situação de vulnerabilidade habitacional.

Outro diagnóstico mais recente, proveniente do Cadastro Único do governo federal, aponta que já havia em Goiás, em 2020, mais de 401 mil pessoas em situação de déficit habitacional, o que representa 5,7% da população.

“A criação do programa de aluguel social aliviará situações de precariedade de habitação mais urgentes para essas pessoas”, reforça Sales. Ele lembra que, geralmente, elas estão envolvidas em condições físicas de habitação extremamente precárias, coabitações (quando vários núcleos familiares dividem o mesmo teto) e, em casos mais graves, até mesmo chegam ao extremo se tornarem moradoras de rua.

Fonte: Agência Goiana de Habitação (Agehab)

Com a chegada da Black Friday, GDF orienta os consumidores

Da redação

Por muitas vezes, termo é intitulado de Black Fraude 

Reprodução da internet.

Um momento do ano muito esperado por aqueles que gostam de gastar, é a Black Friday. A expressão surgiu no século XIX e foi usada pela primeira vez para marcar uma negatividade para o mercado financeiro, na última sexta-feira do mês de novembro. No último ano, em 2020, o comércio ficou em alta, lucrando um total de R$ 5,1 bilhões em vendas.

Acontece que, por mais boa que seja a situação, às vezes há pontos negativos, gerando um desconforto aos consumidores, que chegam a intitular o evento de “Black Fraude”, em razão de muitas lojas apresentarem uma oferta com um valor que, na realidade, já é apresentado.

Sabendo da data, e pensando no conforto da população, o Governo do Distrito Federal (GDF), publicou, por meio de rede social, um flyer, com três dicas, que orienta na hora da compra, para que o golpe não se instale.

Fique atento às dicas:

Desconfie de preços muito abaixo da média;

Dê preferência a sites confiáveis, como sites reconhecidos e indicações de conhecidos;

Prefira pagar com cartão de crédito e tenha cuidado com sites que apenas aceitam boletos e transferências;

Reginaldo Sardinha entende que o trabalho de Ibaneis e Paco são de excelência

Da redação

O distrital não vê necessidade de substituir o nome de Paco, por outro nome de vice, em 2022

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), juntamente de seu vice, Paco Britto, tem realizado uma gestão de excelência tanto para o DF, quanto para a população que aqui habita. No entanto, há algumas especulações de substituir Paco, da chapa de Ibaneis, para o ano de 2022, por um outro nome de vice.

O deputado distrital Reginaldo Sardinha (Avante) foi entrevistado pela equipe do programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles, e, na ocasião, mostrou sua visão acerca do assunto, além de ressaltar a boa gestão do governo.

“Se o governo está indo bem e a chapa vencedora, não vejo necessidade de substituir o vice-governador. O nosso vice-governador Paco Britto entende muito bem, e ele hoje para mim é o melhor vice que poderia existir, não faz sombra para o governador, não faz ações contra o governo, pelo contrário, é muito respeitoso e leva o nome do governo”, disse.

Além disso, questionado se Ibaneis Rocha é a solução para o DF, o parlamentar mostrou positividade, mesmo em meio a pandemia da Covid-19.

“O governo Ibaneis, mesmo com essas dificuldades ele vem somando e apossando muito na economia, o refis, foi o único refis feito pelos governos que arrecadou mais de 3 bi de negociação de dívidas. O Ibaneis veio e não se fala mais em folha de pagamento, as coisas andam a contento e estamos vendo obras para tudo que é lado e no meio de uma pandemia, então pra mim é muito positivo, o governo Ibaneis Rocha dentro desse contexto de pandemia”, comentou.

Nesta sexta-feira (26), dupla Zé Felipe e Miguel lança nova música

Da redação

Dupla mostra a visão das variações do sertanejo

A dupla Zé Felipe e Miguel, que está na caminhada há 5 anos, mas com trajetória musical anterior a isso, pois, desde novos, sempre fizeram parte do meio artístico, foi entrevistada pela equipe do programa Conectado ao Poder e revelou que, nesta sexta-feira (26), tem lançamento de música nova, intitulada de “Com quem será?”, de composição da própria dupla.

Leia um trecho da música:

“Três dias de um novo namoro, cinco anos de solteiro, eu achei que era suficiente para aliviar essa dor do meu peito. Se um dia eu já sofri por ela, hoje eu nem mais me lembro, foi o que eu pensei, né? Foi então que eu resolvi tirar prova pro meu coração, tá chegando meu aniversário, liguei para minha ex, convidei para um churrasco regado a modão. Ai ai, se eu tivesse ficado calado, tinha poupado essa situação. E no com quem será? Será que eu vacilei? Quando um desgramado gritou o nome da minha ex, fiquei tão abalado e chega gaguejei. No primeiro pedaço, adivinha quem chamei? Perdi a atual e a minha ex. Ai ai ai ai ai, tô solteiro de novo e não tem nem um mês. Ai ai ai ai, perdi a atual e a minha ex.”

As variações do sertanejo

Com o sertanejo universitário ganhando cada vez mais espaço, o estilo precisa se adequar também a outros estilos que estão em alta, como é o caso do piseiro. A dupla possui críticas em relação à situação. “Temos críticas em relação a isso, apesar de sermos do meio, mas o sertanejo é meio que um estilo predatório, porque você acaba pegando algumas qualidades de outros gêneros, associando ao sertanejo, criando um gênero híbrido, mas, muitas vezes, você não considera as principais características, a história daquele gênero que você tá buscando suas ideias.

Então, nesses últimos anos o sertanejo acabou fazendo de tudo, você tem o forronejo, o piseiro, o pagonejo também tá em alta, então a gente vê o universo amplo, mas temos que considerar o que de fato é sertanejo, as suas origens e entender até que ponto a gente pode modificar”, disse.

Entenda a diferença entre tráfego orgânico e tráfego pago, por Jonathan Leão

Da redação

O alinhamento dos dois tráfegos é o tráfego de branding

Entrevistado por Sandro Gianelli e equipe, no programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles, o gestor de tráfego e, também, CEO da Agência Next Level, Jonathan Leão, explicou o que, de fato, é o tráfego orgânico e o que é o tráfego pago.

Dizendo que, resumidamente, “tráfego orgânico é aquilo que a gente faz, que alcança as pessoas, sem investir nenhum centavo”, já o tráfego pago é “pegar o anúncio que foi feito por tráfego orgânico e impulsionar ele, por meio de dinheiro, tendo um público alvo, por período determinado”.

No entanto, há a junção desses dois tipos de tráfego, que é o tráfego de branding, como conta o gestor. “Tráfego de branding é você fazer um tráfego pra marca da pessoa, fazer com que aquela marca se torne conhecida, então tanto você pode trabalhar no orgânico, quanto no pago. O lifestyle entra no branding, então a galera que trabalha no mercado financeiro, precisa mostrar para as pessoas que tem resultado com aquilo, dando inspiração as pessoas”.

São diversas as plataformas de marketing digital para conseguir alcance e, com isso, Jonathan Leão explica que usa todas em conjunto. “A gente faz anúncio no Facebook, no Instagram, no YouTube, no Google, que é quando você pesquisa e aparecem as quatro primeiras sugestões, são as publicações pagas, que a gente paga para poder aparecer a marca lá”.

Para que se tenha bons resultados no tráfego pago, de acordo com Leão, o mínimo que se pode investir no Facebook é US$ 1 por dia e no Google, a partir de US$ 10.

Sobrou para o Papai Noel

Por Sandro Gianelli

Reprodução da internet.

Nem o Papai Noel escapou, na Noruega uma propaganda dos Correios, expôs uma relação gay do Papai Noel. A campanha marca os 50 anos do fim da lei que proibia relações entre pessoas do mesmo sexo. A TV Globo noticiou o fato e foi alvo de ataques nas redes sociais. Calma gente, a Globo só deu a notícia, o vídeo é da Noruega. Será que haverá cancelamento de viagens para a Noruega? Cancelar nas redes sociais é fácil. Na boa, recentemente foi o filho do Superman e eu nem sabia que o Superman tinha um filho. Agora o Papai Noel. Quem será o próximo?

PT não

Por Sandro Gianelli

Reprodução da internet.

A deputada federal Paula Belmonte e seu marido o advogado Luís Felipe Belmonte estão se aliando ao senador Reguffe, a senadora Leila do Vôlei, ao deputado federal professor Israel e companhia. O grupo ainda não definiu o cabeça de chapa, mas a aliança já está formada. Quem não deve vir somar ao grupo são os petistas, nenhum dos lados pretendem caminhar juntos, ou melhor, Belmontes não pretendem caminhar com petistas.

Nem a PM escapou

Por Sandro Gianelli

Reprodução da internet.

Uma mostra de painéis montada no CED 1, da Estrutural, em virtude das comemorações do Dia da Consciência Negra, divulgou uma mensagem infeliz de que a PM seria uma instituição racista. Detalhe! O CED 1 é uma das primeiras escolas de gestão compartilhada do DF, a famosa escola cívico militar. O deputado distrital Hermeto, subtenente da PMDF se manifestou em suas redes sociais sobre o tema. “Por dentro da farda existem pessoas que juraram servir e proteger os cidadãos de bem com o sacrifício da sua própria vida e não merecem esse tipo de menção. Espero que a repercussão negativa que essas imagens estão tendo sirva de exemplo para que casos como esses não voltem a acontecer!”, disse Hermeto. Será que a educação está mesmo indo para o rumo certo?

Adasa assina resolução conjunta que define o novo Marco Regulatório do Rio São Marcos

O diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), Raimundo Ribeiro, e os diretores Vinícius Benevides, Jorge Werneck e Apolinário Rebelo participaram na terça-feira (23/11) da cerimônia de assinatura do Marco Regulatório da bacia hidrográfica do rio São Marcos.

O documento, elaborado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) em conjunto com órgãos de recursos hídricos das unidades da Federação que integram a bacia: Adasa; Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (Semad/GO); Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM); e Secretaria Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad/MG), contou com a participação da sociedade durante o processo de concepção por meio de consulta pública.

Durante o ato, Ribeiro parabenizou a liderança da ANA e a contribuição dos órgãos gestores e da população na construção do normativo. “Hoje estamos formalizando soluções aguardadas pela sociedade que está incluída na gestão integrada dos recursos hídricos. Estamos avançando nesse sentido e sendo impulsionados a resolver conflitos e necessidades de usuários de diferentes bacias dentro dos princípios da sustentabilidade hídrica”, ressaltou.

Os marcos regulatórios são um conjunto de regras gerais e de longo prazo, definidas e implantadas após discussões com usuários, comitês e órgãos ambientais de uma determinada bacia com conflitos pelo uso da água a fim de regularizar e aplicar instrumentos de gestão previstos na Política Nacional de Recursos Hídricos.

Além dos membros da diretoria da Adasa, representaram suas instituições na formalização da Resolução Conjunta o diretor da ANA Oscar Cordeiro Netto, a secretária da Semad/Go, Andréa Vulcanis, o subsecretário da Semad/MG, Rodrigo Franco, o diretor do IGAM, Marcelo da Fonseca, e a presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRHidro), Synara Broch.

Fonte: Adasa DF

Ministério da Justiça se reúne com Valparaíso e outros Municípios para debater Políticas Públicas

Prefeito Pábio Mossoró foi recebido pelo Ministro da Justiça em Novo Gama

Fotos: Linice Moreira

Com objetivo de promover melhorias para a segurança pública das cidades pertencentes a Associação dos Municípios Adjacentes de Brasília (AMAB), os prefeitos de cada localidade, juntamente com o Ministro da Justiça, Anderson Torres, reuniram-se na Prefeitura de Novo Gama para debater o assunto.

O prefeito de Valparaíso de Goiás e presidente da AMAB, Pábio Mossoró, destacou a importância dessa iniciativa. “Essa é uma pauta necessária para todos os municípios, por que assim conseguimos reforçar junto ao Governo do Estado e Governo Federal a importância do investimento na área da segurança dessa região”, destacou.

Pontos como o sistema de monitoramento, novas viaturas e regularização das guardas municipais também foram discutidos. O prefeito do Novo Gama, Carlinhos do Mangão, que recepcionou todos os representantes políticos, destaca que estar próximo da capital federal faz com que haja uma exigência maior por parte desse setor.

“Nós estamos do lado do Distrito Federal, onde tem uma segurança pública estruturada, e nós que estamos próximos também precisamos reivindicar por uma estrutura de segurança com a mesma qualidade”, pontuou Mangão.

O Ministro Anderson Torres, que pela primeira vez visitou a região, se comprometeu à trabalhar unido à esses municípios. “Foi muito importante ouvir e entender as demandas através dos prefeitos, principalmente, tendo em vista que essa é uma das regiões mais populosas do Brasil, junto a capital do país. A partir disso, conseguiremos formular projetos e ações em prol de políticas públicas” explicou o Ministro da Justiça.

Também participaram do encontro, o ex-deputado federal Daniel Vilela e o deputado federal Major Vitor Hugo.

Fonte: Governo de Valparaíso

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