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Agnelo é alvo de ação do Ministério Público por aumento irregular a servidores

agnelo-e-alvo-de-acao-do-ministerio-publico-por-aumento-irregular-a-servidoresOs aumentos impuseram aos orçamentos dos anos de 2013 a 2015 o ônus de arcar com pagamentos sem autorização nas respectivas Leis de Diretrizes Orçamentárias.

O ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz e membros  sua equipe terão de responder à Justiça o aumento concedido a diversas categorias do serviço público. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ajuizou ação civil pública nesta quarta-feira (06), por ato de improbidade administrativa e reparação de danos morais coletivos contra o ex-chefe do Poder Executivo.

Além de Agnelo, a ação também vai investigar o ex-vice-governador Tadeu Filipelli, o ex-secretário de Estado Wilmar Lacerda e os ordenadores de despesa Washington Luis Sousa Sales e Luiz Alberto Cândido da Silva.

No entendimento dos promotores, Agnelo e sua equipe econômica teriam “descumprido normas constitucionais e legais que impõe pronunciamentos prévios de secretarias do GDF e da Procuradoria-Geral do DF (PGDF) e a apresentação de premissas e metodologia de cálculo do impacto orçamentário-financeiro”.

As ausências dessas manifestações prévias, conclui o MP, impuseram aos orçamentos dos anos de 2013 a 2015 o ônus de arcar com pagamentos sem autorização nas respectivas Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Também não havia prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e acréscimos decorrentes.

Fonte: fatoonline.com.br

Sistema de bilhetagem passa a ser de responsabilidade das empresas de ônibus

20150506191212Companhias que operam no transporte público de Brasília têm 60 dias para se adequarem ao novo modelo de gestão.

A partir desta quarta-feira (6), a venda dos cartões do Sistema de Bilhetagem Automática do transporte público passa a ser de responsabilidade das cinco empresas de ônibus que operam em Brasília e não mais do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). A mudança inclui ainda a montagem e a manutenção da rede de lojas e o contrato com a empresa Transdata — fornecedora de tecnologia do sistema.

Esse modelo de gestão está previsto na Lei Distrital nº 4.011, de 2007, e era descumprido até o momento. Com a medida, o governo espera economizar entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão por mês, além de melhorar a qualidade do serviço prestado. “Vamos ter tempo para estudar os índices de desempenho. Estávamos muito mais envolvidos com a venda do cartão do que com a avaliação da qualidade do sistema”, explica o diretor-geral do DFTrans, Clóvis Barbará.

O artigo 45 da lei que criou e estabeleceu as regras do Sistema de Bilhetagem Automática diz que a “contratação, o aluguel ou o arrendamento mercantil do sistema serão efetuados pelos permissionários”. Já o artigo 46, que dispõe sobre a competência do DFTrans, estabelece que compete à entidade o processamento das informações sobre o número de bilhetes vendidos e distribuídos entre os usuários. De forma prática, isso significa que o ônus com espaço, equipamentos e venda de cartões é das empresas de ônibus.

As melhorias, segundo Barbará, devem começar a ser percebidas em até 60 dias, prazo pedido pelas companhias para que a transição seja concluída. “A expectativa agora é que esses cartões passem a ser vendidos até em estabelecimentos comerciais”, diz.

A alteração foi proposta pela Secretaria de Mobilidade após estudo realizado por um grupo de trabalho formado por representantes da pasta e do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans).

Gestão das gratuidades

O Sistema de Bilhetagem Automática é, além de instrumento para comercialização dos créditos, ferramenta essencial na gestão da demanda, da oferta e do controle das gratuidades previstas em lei — por meio do Passe Livre Estudantil e do Cartão Especial (para pessoas com deficiência).

 Fonte: Agência Brasília

Proposta de distrital “ressalta” artigo da Lei das Licitações

20150507020441A proposta de Delmasso chega no exato momento em que a atual gestão se organiza para pagar as contas deixadas pelo ex-governador Agnelo Queiroz.

Uma lei distrital para aplicar outra, federal. É o que pretende o  distrital Rodrigo Delmasso (PTN), com um projeto   que obriga os poderes Executivo e Legislativo locais  a pagarem os fornecedores de acordo com a ordem cronológica dos processos. A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Legislativa e segue para ser analisada em Plenário.

“Não há nada mais justo que isso. Afinal, atualmente não existem critérios que obriguem o governo a seguirem uma ordem lógica”, diz Delmasso, ao lembrar que isso já está previsto na Lei das Licitações (8.666/1993). O Artigo 92 estipula como ilícito penal “pagar fatura com preterição da ordem cronológica de sua exigibilidade”

“Esta lei veio para que a gente comece a combater a corrupção e o  jeitinho”, argumenta Delmasso, destacando que esta é uma prática que todo gestor deveria adotar como natural. “Quando  colocamos a importância de obedecer a ordem cronológica, é para garantir equidade e o cumprimento da lei”, reitera.

De acordo com o texto, que tramita sob o número PL 325/2015, “não será paga a despesa, enquanto houver outras mais bem classificadas na ordem cronológica e custeada pela mesma fonte de recursos, ainda que sejam originárias de exercício encerrado”.

A proposta de Delmasso chega no exato momento em que a atual gestão se organiza para pagar as contas deixadas pelo ex-governador Agnelo Queiroz. A equipe de Rodrigo Rollemberg prepara um cronograma, observando prioridades, para quitar os contratos do ano passado.

 Fonte: Jornal de Brasília

CPI vai investigar licitação de 2012 sobre renovação de ônibus no DF

20150507001246103469iEstá em processo de abertura no legislativo local uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a licitação de 2012 do GDF que renovou a frota de ônibus na capital. A partir de hoje, os parlamentares têm 10 dias para indicar os cinco integrantes e eleger presidente, vice e relator da CPI do Transporte Público no DF. No requerimento de abertura da comissão, feito pelos deputados Raimundo Ribeirto (PSDB) e Celina Leão (PDT), a justificativa para dar início às investigações foi a suspeita de as empresas e os advogados comuns que participaram da licitação eram pautados por ações coordenadas e organizadas, “aniquilando a ampla concorrência, o que pode estar acarretando prejuízos irreparáveis aos cofres públicos”.

O documento, assinado por todos os 24 distritais, alega que as viações Piracicabana e Pioneira venceram irregularmente as concorrências para as bacias 1 e 2, respectivamente. Isso porque ambas pertencem ao mesmo empreendimento econômico, o Grupo Constantino. A atuação do advogado Sacha Reck é outra suspeita levantada pela CPI. Ele defendeu as duas empresas que participaram da mesma licitação. E o mais grave: teria prestado consultoria à Secretaria de Transporte nessa época.

O próprio escritório da qual fazem parte Guilherme Gonçalves e Sacha Reck teria confirmado, por meio de uma página na internet, o trabalho realizado para a pasta: “Atuamos na capital a partir de contrato firmado pelo Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID) em 2009, vinculado a acordo de cooperação técnica com a secretaria de Transporte”.

Convocado na Câmara Legislativa, o chefe da pasta na gestão de Agnelo Queiroz (PT), José Vasquez Filho, anos atrás, confirmou que Reck prestou serviço ao GDF a fim de ajudar na elaboração da licitação. “No governo, assim como no jogo do bicho, vale o que está escrito, não é? É óbvio que qualquer pessoa que está dentro de uma órgão público e presta algum serviço tem um contrato. O senhor Reck tem um contrato”, disse Vasquez naquela oportunidade.

Fonte: Correio Braziliense

Por economia de R$ 14 milhões, GDF transfere 3 secretarias para estádio

secretaria-maneO governo do Distrito Federal anunciou nesta quarta-feira (6) que já deu início à transferência de três secretarias para o estádio Mané Garrincha, a cerca de 500 metros do Palácio do Buriti. Segundo o secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antonio Paulo Vogel, a mudança começou na segunda (4) e cerca de 400 servidores passam a trabalhar na arena a partir da próxima semana.

Serão transferidas as pastas de Desenvolvimento Humano e Sustentável, de Esporte e de Economia e Desenvolvimento Sustentável. “Estamos esvaziando um prédio na 509 Norte, com economia de R$ 14 milhões ao ano. Eu queria ressaltar que essa medida é temporária, porque pretendemos nos mudar para o Centro Administrativo em Taguatinga”, disse Vogel.

O GDF ainda não tem previsão de quando o novo complexo começará a funcionar, mas trabalha com a possibilidade de ocupar o espaço até o final do ano. O habite-se dos prédios foi suspenso em fevereiro pela Justiça do DF, dois meses após a inauguração no último dia do governo Agnelo Queiroz.

Um dos espaços do estádio Mané Garrincha que será usado como sala de secretaria do GDF (Foto: Mateus Rodrigues/G1)Um dos espaços do estádio Mané Garrincha que
será usado como sala de secretaria do GDF
(Foto: Mateus Rodrigues/G1)

O secretário de Desenvolvimento Humano e Social, Marcos Pacco, disse que deve começar a despachar na arena já na próxima semana. “Nossa pasta será a primeira a ser transferida. Os móveis e equipamentos já chegaram, e os servidores chegam na segunda-feira”, afirmou. A secretária de Esporte e Lazer, Leila Barros, afirmou que as equipes estão “felizes em poder trabalhar no Mané, que é um grande centro esportivo”.

Agenda mantida
As pastas vão ocupar cerca de 40 salas que foram construídas para uso da Fifa durante a Copa do Mundo no ano passado. Segundo o GDF, a transferência não tem impacto na agenda de eventos no Mané Garrincha e no projeto de transferir o estádio para a gestão privada.

Na questão de passar para a iniciativa privada, não atrapalha. Pelo contrário, mostra as diferentes possibilidades que a arena tem. Você pode ter escritórios aqui dentro, por exemplo. Quanto mais opções você tiver para mostrar ao mercado, maior o interesse de um possível operador. Nosso planejamento continua o mesmo”
Jaime Recena,
secretário de Turismo do DF

“Na questão de passar para a iniciativa privada, não atrapalha. Pelo contrário, mostra as diferentes possibilidades que a arena tem. Você pode ter escritórios aqui dentro, por exemplo. Quanto mais opções você tiver para mostrar ao mercado, maior o interesse de um possível operador. Nosso planejamento continua o mesmo”, declarou o secretário de Turismo, Jaime Recena, responsável pela operação do estádio.

Segundo Recena, o custo de manutenção do Mané Garrincha é estimado em R$ 800 mil mensais. O valor será ampliado a partir da transferência das secretarias, mas o custo não foi definido. “Claro que deve ter um aumento em energia, em consumo de água, mas ainda não conseguimos medir”, disse Recena.

Segundo Vogel, o gasto será compensado pelo fim de despesas com aluguel e pelo compartilhamento dos contratos de limpeza, segurança e vigilância. De acordo com o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes, a mudança de endereço aliada a outras medidas de austeridade resulta numa redução de 90% nos gastos com o custeio da pasta.

A Secretaria de Turismo afirma que o Mané Garrincha recebeu 21 eventos esportivos e culturais desde o início do ano. Segundo a pasta, as visitas guiadas continuam acontecendo aos sábados, com público médio de 300 pessoas por fim de semana.

Secretários do GDF anunciam transferência de pastas para o estádio Mané Garrincha (Foto: Mateus Rodrigues/G1)
Fonte: G1

 

Câmara dos Deputados aprova MP que muda regras de acesso ao seguro-desemprego

4160929_x360O governo federal conseguiu domar sua base de apoio, driblar os esforços protelatórios da oposição e os protestos de sindicalistas que fizeram ‘chover’ dólares falsos, estampados com o rosto de líderes petistas, e conseguiu a aprovação, na Câmara dos Deputados, da Medida Provisória 665/14 que modifica direitos trabalhistas como o acesso ao seguro-desemprego.

A versão da MP que passou pela Câmara suaviza o arrocho previsto pelo Palácio do Planalto. Em vez dos 18 meses de contribuição antes do primeiro pedido de auxílio para os demitidos, o texto aprovado, de autoria do senador Paulo Rocha (PT-PA), prevê um aumento de 6 para 12 meses.

Mesmo com a alteração, não foi nada fácil aprovar o texto. O vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) e ministros se desdobraram durante todo o dia para convencer os deputados da necessidade do ajuste fiscal, enquanto os parlamentares da oposição usavam a tribuna da Câmara para acusar o PT de trair os trabalhadores.

A vitória só veio depois que as bancadas do PT e do PMDB conseguiram superar divergências internas e decidiram pelo apoio ao projeto.

‘PTro dólares’

A presença de integrantes de entidades como a Força Sindical nas galerias, vaiando aqueles que falavam à favor do ajuste, tornou a sessão tensa. No momento mais marcante, os sindicalistas jogaram sobre os parlamentares centenas de notas que imitavam dólares, mas traziam impressos os rostos de petistas como a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. O protesto fez o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) interromper a sessão e mandar a segurança esvaziar as galerias. Com a mudança, o governo calcula que a economia prevista com o ajuste fiscal, de R$ 18 bilhões em 2015, será afetada em pelo menos 20% — exigindo mais cortes no orçamento federal.

Sessão teve empurrão e bate-boca

No momento mais tenso da sessão, a deputada Jandhira Fegalli (PCdoB-RJ) reagiu aos gritos após um desentendimento com o colega Roberto Freire (PPS-SP), a quem acusou de agressão. “Ele segurou, apertou meu braço e me empurrou”, acusou a parlamentar.

Seguiu-se uma confusão generalizada no plenário, que o deputado Alberto Fraga (DEM-DF) incendiou ao ironizar a colega carioca. Jandira reagiu na tribuna, ameaçando Fraga de processo. “Hoje foi comigo, amanhã pode ser contra qualquer um que apoiou a atitude fascista do deputado Alberto Fraga”, disse.

Fonte: Metro Brasília

Senado aprova projeto que regulamenta o trabalho doméstico

imagesO Senado concluiu a votação do projeto de lei que regulamenta o trabalho doméstico. O texto-base da relatora, senadora Ana Amélia (PP-RS), já havia sido aprovado, mas faltavam votar diversos destaques. O principal deles, estabeleceu que a alíquota de recolhimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) do empregador será de 8% e não de 12% conforme o texto aprovado na Câmara e era defendido pelo governo.

A redução da alíquota, proposta pelo autor do projeto, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e pela relatora, foi mantida depois que os senadores aprovaram outro destaque, sobre a multa em casos de demissão sem justa causa. Ele estabelece que o empregador pagará 3,2% para um fundo que será responsável por arcar com a indenização de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e mais 0,8% para indenizações por acidente de trabalho.

A análise do destaque provocou um grande debate entre senadores do PT e do PSOL que eram a favor de que os empregadores pagassem multa de 40% do FGTS como forma de tentar inibir as demissões injustificadas. Alguns deles levantaram a possibilidade de os empregadores ficarem tentados a inventar justificativas para as demissões na tentativa de reaver a contribuição que fizeram ao fundo.

“Nós estamos incentivando a demissão por justa causa, porque, pensem bem, senhores, um empregador que esteja em situação financeira difícil tem ali, naquela conta, guardados R$10 mil de FGTS. E ele apertado. É uma indução para que ele faça a demissão por justa causa e se aproprie daquele recurso”, disse o senador Lindbergh Faria (PT-RJ).

Romero Jucá rebateu o argumento de Lindberg. Segundo ele, as famílias não são como empresas, e teriam que vender patrimônio ou se endividar para quitar as multas em caso de demissão. Para Jucá, isso é que poderia ser um incentivo ao empregado para criar motivos fictícios para a demissão, de forma a se livrar da multa.

“Se o empregado tiver, ao longo da vida, R$ 40 mil depositados no FGTS, numa demissão, a família teria que pagar, de uma hora para outra, R$ 16 mil de multa dos 40% do FGTS. Ela ia ter que vender um carro, ia ter que resolver não se sabe como, tirando um empréstimo consignado. Eu não quero isso. Eu não quero que a relação da demissão seja uma briga entre patrão e empregado, porque, nessa briga, quem vai perder é a parte mais fraca, é o empregado”, explicou Jucá.

Depois das discussões, acabou sendo aprovado o destaque que transfere para o fundo a tarefa de pagar aos empregados domésticos a multa por demissões sem justa causa. Os empregadores farão o recolhimento, em guia única, de 20% do valor do salário do empregado, em que já estarão incluídas as contribuições para o INSS, para o FGTS e para o fundo que arcará com as indenizações.

Foram aprovadas ainda as mudanças no texto da Câmara em relação à compensação das horas extras dos empregados. O Senado retomou o texto de Jucá que estabelece que o empregador será obrigado a pagar em dinheiro as primeiras 40 horas extras. As demais horas dadas além da jornada de trabalho poderão ser compensadas em regime de banco de horas que deverá ser usufruído pelo empregado no período máximo de um ano.

Ficaram mantidas no texto as modificações da Câmara que estabelecem que a jornada de vigilantes noturnos deverá ser de 12 horas de trabalho por 36 horas de folga e a que impõe ao empregado o pagamento do imposto sindical. O texto final segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff.

Ao concluir a votação, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), definiu a aprovação do projeto como o “fechamento da última senzala brasileira”. Ele lembrou que 90% dos empregados domésticos no Brasil são mulheres e que a expectativa é que, com a regulamentação, cerca de 8 milhões de empregos sejam formalizados. “Se a ordem é pela igualdade, a igualdade deve começar pelas nossas casas”, disse.

Fonte: Agência Brasil

Secretaria de Educação realiza Audiência Públicapara o Plano Municipal de Educação

download (1)O Governo Municipal por meio da Secretaria Municipal de Educação realizaram na terça feira (05/05) Audiência Pública sobre o Plano Municipal de Educação (PME). O evento foi realizado no salão da Igreja Assembleia de Deus – ADEG onde cerca de 250 professores estiveram presentes.

O PME é um documento que contem diretrizes, metas e estratégias a curto, médio e longo prazo, isto é, trata-se de um planejamento articulado da educação do município construído com a participação da sociedade local: governo, comunidade, pais, alunos e profissionais da educação.

Para a secretária de Educação Lurdinha, o plano é de grande importância para o município de Novo Gama, pois viabiliza verbas para melhoria da educação municipal e conta com a participação da comunidade em suas diretrizes.

De acordo com a Constituição Federal de 1988 a elaboração do plano é parte obrigatória dos municípios. O objetivo é conciliar dos desejos e necessidades educacionais desde a educação básica até o ensino superior.

Assessoria de Comunicação

Fotos: Mizael

Convidados 06/5: Cléber Pires da ACDF, e Alex Dias, do Grupo Tendências e Negócios

Cléber Pires da ACDF, e Alex Dias, do Grupo Tendências e Negócios serão os entrevistados de hoje, no programa Conectado ao Poder, na rádio OK FM. Sintonize 104,1 FM e ouça das 20h às 21h.Conectado_06_05

Em 2015, GDF gasta 98% menos com passagens do que em 2014

em-2015-gdf-gasta-98-menos-com-passagens-do-que-em-2014Governo gastou ano passado quase R$ 2 milhões para custear passagens e diárias no primeiro trimestre. Em 2015, o gasto foi de pouco mais de R$ 37 mil.

Os esforços do governo do Distrito Federal para cortar gastos e enxugar a máquina têm atingido várias áreas da administração pública do DF. A austeridade proposta por Rodrigo Rollemberg já começa a mostrar algum resultado. Não se sabe, porém, se o governo Rollemberg cortou muito ou se no último ano de administração Agnelo os gastos fugiram do controle. Um exemplo claro desta distorção é o valor gasto com passagens aéreas e diárias pelos servidores nos três primeiros meses de 2014: R$ 1.895.797,92. No mesmo período de 2015, na gestão atual, o gasto foi de R$ 37.763,71.

O GDF racionou também a circulação de veículos oficiais, o consumo de combustíveis, o uso de telefones celulares e até a impressão de documentos. Somente com a frota de veículos, o GDF conseguiu economizar R$ 3,1 milhões no primeiro trimestre deste ano. Mais de 330 veículos alugados foram devolvidos e a economia com os aluguéis foi de R$ 2,894 milhões nos três primeiros meses de 2015, ante R$ 5 milhões em 2014. Esses veículos consumiram 387 mil litros ano passado e a redução este ano foi de cerca de 40%, segundo a Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização.

O Decreto 36.240, datado de dois de janeiro deste ano, regulamentou a questão dos gastos do governo e estabeleceu limites. Com isso, as viagens, os cursos, seminários, eventos, novos ou a prorrogação de contratos de aluguel de imóveis, e de veículos foram proibidos. As únicas exceções foram para as Secretarias de Educação e de Saúde, que podem contratar médicos e professores em caráter provisório.

A Secretaria de Educação, por sua vez, anunciou que serão chamados 800 professores temporários a partir desta quinta-feira (7). A justificativa é que esses profissionais irão substituir os professores que vão assumir a coordenação pedagógica das escolas. Ao todo, a Secretaria de Educação já convocou este ano 4,9 mil professores temporários, sem contar os 800 de agora, e espera chegar a 6,5 mil até o fim do ano.

Com o aperto, o GDF conseguiu economizar R$ 63,2 milhões nos três primeiros meses deste ano, em comparação a 2014, mas a meta é atingir R$ 200 milhões até o final do ano.

Fonte: Fonte

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